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HPV, sexo anal e câncer: existe relação entre os 3?
   18 de janeiro de 2023   │     0:00  │  0

Artigo

Por: Fábio Lopes Queiroz – Doutor em cirurgia geral e mestre em genética do câncer colorretal, acumula 25 anos de experiência no exercício da medicina

O HPV, também conhecido como Papilomavírus Humano, é um vírus de fácil transmissão que contamina as células da nossa pele e mucosas. Estima-se que ele está presente em 80% das pessoas sexualmente ativas, uma vez que pode ser transmitido por contato íntimo, principalmente o contato sexual.

Sabemos que o nosso ânus é um local de transição da pele e mucosa, por isso, pode ser facilmente contaminado com o HPV. Ali, o vírus pode encontrar um ambiente favorável e levar a alterações na mucosa que recobre o interior do canal, e estas podem evoluir para um tumor. Por isso, a infecção por esse vírus também está relacionada a um aumento na incidência de câncer de ânus.

O que precisamos deixar claro neste artigo é que o sexo anal não causa o câncer mas, se feito sem proteção, aumenta a chance de transmissão de infecções sexualmente transmissíveis como o HPV.

 

Câncer anal no Brasil

Infelizmente, não temos dados concretos dos números no Brasil, mas nos últimos 25 anos, sua incidência aumentou cerca de 50% em todo o mundo.

Sabe-se que, em geral, o câncer anal é mais prevalente em pessoas entre 50 e 60 anos, sobretudo mulheres. Mas existem alguns grupos particularmente suscetíveis à doença, como os infectados pelo HIV do sexo masculino e homens que fazem sexo com homens sem proteção.

Para os homens, os dois principais fatores que influenciam o risco de infecção genital por HPV são a circuncisão e o número de parceiros sexuais. Para as mulheres, determinados fatores têm sido associados a um risco aumentado de infecção genital por HPV, como início da atividade sexual a idade precoce, ter muitos parceiros sexuais, ter relações sexuais com um parceiro que teve muitos outros parceiros e ter relações sexuais com homens não circuncidados.

Prevenção é o melhor caminho!

Para evitar o risco, é fundamental usar preservativo. Porém, a camisinha não previne 100%, uma vez que a base do pênis, períneo, púbis e saco escrotal, que não são revestidos por ela, podem entrar em contato com o ânus e contribuir com o contágio. Além disso, o contato da boca ou língua, dedos e brinquedos compartilhados também transmitem o vírus.

Por isso, é recomendado a realização dos exames preventivos, principalmente em pessoas com HIV, homens que têm relação sexual com homens, imunossuprimidos e indivíduos que já tiveram lesões na região pelo HPV.

Existem dois tipos principais de exames: a citologia anal, que consiste na coleta de um raspado de células do ânus com uma escovinha e a anuscopia com magnificação, que consiste em procurar lesões no ânus sugestivas de acometimento pelo HPV com um microscópio.

O tratamento da condição dependerá do caso e do estágio da detecção. Ele inclui cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou uma combinação dessas opções.

Quer saber mais sobre o HPV e câncer anal? Agende a sua consulta e vamos conversar!

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Sexo anal: Dicas de como sentir (muito) mais prazer
   26 de março de 2021   │     10:00  │  0

Estamos em 2021, mas, infelizmente, sexo anal ainda é um tabu para as pessoas, principalmente nas relações heterossexuais.   Ainda há dificuldade de entender essa prática prazerosa como parte de uma relação normal. E isso se deve ao desconhecimento.

“Muitos homens acreditam que, se a mulher topar o sexo anal ela não é para casar”, explica a sexóloga Paula Napolitano.

Para desmistificar de vez, batemos um papo franco com ela e descolamos 7 dicas para aumentar o prazer sexual de homens gays e mulheres, e não passar nenhum apuro na hora do sexo anal.

Esqueça o pornô
Se você já assistiu a algum filme erótico, sabe que existe toda uma fetichização em relação ao anal. E eles fazem parecer que o sexo anal é coisa banal na hora da transa, né? Só se você estiver tranquila e já acostumada.  “De fato, como o ânus é mais apertado, os homens sentem mais prazer mesmo. Mas muitos deles interpretam que, se a mulher ou o gay topou a prática, ela ou ele está se entregando totalmente a ele. É uma conquista”, esclarece Paula.

Prepare-se
Muito se fala sobre as ducha higiênica e a preparação antes de fazer anal, mas a sexóloga pede equilíbrio nessa questão. “Uma lavagem no ânus pode, inclusive, afastar a pessoa interessada nisso. Se você sabe que você vai ter uma relação anal, vá ao banheiro antes, evacue, tome um banho e faça a higiene adequada. Não precisa ser muito mais do que isso. Esse é o ponto fundamental”.

Muito prazer
O ânus é uma das áreas erógenas do nosso corpo e tem muitas terminações nervosas, então é possível ter prazer anal, sim. Um bom jeito de estimular a área é usando a masturbação – colocar o dedo no ânus, passar em volta, começar a ter contato com ele, vendo como é a sensação, sempre associando ao duplo prazer. Quando estiver à vontade, você também pode usar um vibrador para estimular a região. “Entender que pode ser, sim, prazeroso, é um passo importante para depois ter uma relação sexual com penetração anal”, explica Paula.

 

Camisinha nele!
A recomendação da sexóloga é: preservativo 110% das vezes! “É uma das práticas com mais chances de pegar alguma DST (doença sexualmente transmissível), por ser uma região bastante vascularizada”. Além disso, é extremamente importante não penetrar a vagina, no caso de mulheres , com a mesma camisinha que foi usada no ânus e vice-versa. “As bactérias de cada lugar são diferentes, então quando você troca, pode contaminar um com bactérias do outro, causando infecções e até lesões”.

Respeite seu tempo
Cada um tem seu timing e vai ter uma forma diferente de se inciar no processo, dependendo até dos preconceitos e dos medos. Quem tem muito receio e ainda está incomodado com a ideia ou não sabe como vai se sentir deve ir aos poucos. “O ideal é que, nas primeiras vezes que for tentar, você já esteja extremamente excitada ou excitado, para já começar associando o sexo anal com prazer”, recomenda Paula. Então, durante as preliminares, com masturbação e sexo oral rolando, o parceiro pode começar a passar o dedo no ânus enquanto estimula o clitóris, e no caso de homens gay se masturbar enquanto se prepara analmente: duplo estímulo ajuda a associar o prazer do ânus ao prazer da relação. “Às vezes, a pessoa está curtindo tanto que nem percebe – o que faz doer é a tensão, a preocupação. Pressionar o ânus sem estar relaxada, ainda mais na hora da penetração, causa mais dor.

Sem atrito
Ao contrário da vagina, o ânus não tem um sistema de lubrificação, então é importante usar lubrificante sempre que for penetrá-lo – seja com um brinquedinho, um vibrador, o dedo ou o pênis. “Pode usar e abusar, sem medo. Explique para seu parceiro a importância de estar atento ao seu feedback, porque quem está recebendo o sexo anal deve se sentir respeitada e no controle, sabendo que pode parar se quiser e quando quiser”. Ou seja: a melhor dica é respeitar o ritmo para obter o máximo de prazer com a relação.

Precisamos falar sobre sexo anal!
De modo geral, o mais importante é o casal conversar sobre esse assunto. “Tem gente que não tem essa trava. Muitas vezes, o homem pode tentar durante a relação, testando, ainda que não tenham conversado antes. Se a mulher não quiser na hora, ou o gay é iniciante, aí o assunto pode ser retomado depois”. Se os dois estiverem sempre na mesma página, o casal já estará um passo mais perto de sentir prazer juntos.

Fora essas dicas, relaxe e goze, e assim tenha uma cama mais prazerosa e renovada. 

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Sexo anal, o último tabu do homem hétero
   20 de março de 2021   │     18:46  │  0

O que você, mulher, pensaria se o seu parceiro explicitasse o desejo de ser penetrado no ânus durante a relação sexual? E você, homem, gostaria de ter ou já teve essa experiência ou nem pode ouvir falar no assunto? Antes de dar a resposta, saiba alguns detalhes sobre essa prática. E o primeiro deles é que essa região do corpo é igual em homens e mulheres e ambos podem ter prazer a partir de estímulos nessa parte do corpo.

Não cabe dúvida de que o ânus é uma zona erógena com uma enorme carga simbólica, cultural e social. Durante muito tempo foi o anticoncepcional mais seguro e a única maneira que as mulheres tinham de chegar virgens ao casamento, embora não inexperientes. Talvez por isso, entregar o traseiro era sinônimo de lascívia e entranhava também um grau importante de submissão.

Na Grécia e Roma antigas, como conta Valérie Tasso em um artigo a respeito, “não existia nenhum impedimento pelo qual essa zona não pudesse ser utilizada por um homem para o prazer, independentemente de que fosse o ânus de uma mulher ou o de outro homem. Só havia uma regra de ouro que nenhum homem que se prezasse podia violar: devia ser sempre o agente ativo, e nunca um mero sujeito passivo (isso era coisa de mulheres, escravos ou efebos).

Há alguns anos, começou a falar-se do bud sex (bud nesse contexto significa colega ou amigo). Homens héteros que mantêm relações homossexuais, mas que não se consideram gays. Além disso, muitos exibem também condutas um tanto homofóbicas.

Em 2017, um sociólogo da Universidade do Oregon, Tony Silva, dedicou-se a estudar este fenômeno, que ocorria geralmente entre homens brancos que viviam num meio rural, nos EUA. Silva, a quem entrevistei para um artigo, relacionava esta prática aos múltiplos fatores que afetam a identidade sexual, como a cultura, o contexto social, o lugar, o momento histórico e as interpretações pessoais. “De fato”, dizia este sociólogo, “as identidades sexuais, tal como as conhecemos hoje em dia (héteros, gays, lésbicas, bissexuais etc.), só foram classificadas entre meados e o final do século XIX, e a forma de entendê-las não é a mesma em todo o mundo. Mas não só isso: como se viu no estudo, pessoas com a mesma cultura podem ter práticas sexuais similares, mas interpretá-las de formas distintas, dependendo do conceito que tenham da sua própria sexualidade”.

Para Silva o termo bud sex poderia ser aplicado àquelas relações que seus participantes interpretam como ajudar um amigo (em que está ausente o fator romântico), entre homens brancos e heterossexuais, ou secretamente bissexuais. São encontros secretos, sem consequências e sem associação nenhuma a ideias como feminilidade ou homossexualidade.

Nesta evolução da conduta sexual, alguns homens cogitam agora explorar, na própria carne, o prazer que o sexo anal pode lhes proporcionar com suas parceiras. “Mas fazem isso muito timidamente e procurando sempre uma permissão profissional ou social”, observa Raúl González Castellanos, sexólogo, psicopedagogo e codiretor do Ars Amandi, centro de terapias sexológicas e psicológicas em Madri.

“O beijo negro ou anilingus [estimulação oral do ânus], praticado por sua parceira, é algo mais fácil de aceitar para um hétero, mas o fato de ser penetrado já é outro assunto”, diz González Castellanos. Serena, massagista erótica que trabalha em Madri e se anuncia na Internet, reconhece que muitos homens lhe pedem o extra do pegging (penetração anal com um dildo e um arnês). “São heterossexuais, mas querem provar esta prática ou já a provaram e acham muito excitante. Entretanto, não se atrevem a pedir às suas mulheres ou parceiras, por medo da sua reação”, conta Serena.

Anos atrás, guardei um recorte do EL PAÍS sobre um espetáculo — um monólogo que a atriz Isabelle Stoffel apresentou na capital espanhola e no Festival do Edimburgo, lá por 2013. A obra se chamava A Rendição, falava de sexo anal, e Stoffel argumentava teorias como estas: “No cu, a verdade sempre vem à luz. Um pau num cu é como a agulha de um detector de mentiras. O cu não mente: se ele mente, dói em você”. Ou esta outra: “Na sodomia, confiança é tudo. Se você resistir, podem te machucar de verdade. Com esta prática aprendi muito, mas sobretudo aprendi a me render”.

O ponto G masculino

“A zona localizada entre os testículos e o ânus (incluindo também este) é uma zona muito sensível”, diz Marta Jesús Camuñas, sexóloga e psicóloga da Amaltea, centro de educação e medicina sexual em Zaragoza. Aí fica o períneo e muitos localizam o ponto G masculino, no interior do reto, a 4 ou 6 centímetros de profundidade. “É uma zona em contato com a próstata, que alguns homens relacionam com uma sensação muito prazerosa. Embora, como ocorre no sexo, o prazer dependa de muitos fatores, além do fisiológico. Há a situação e a companhia, que influenciam poderosamente no desejo”, afirma a especialista.

Os benefícios da massagem prostática é outro dos argumentos que os curiosos ou os amantes desta prática esgrimem. “Qualquer parte do corpo que receba uma estimulação correta será beneficiada”, comenta González Castellanos, “mas ainda se sabe pouco a respeito, embora já tenha ficado demonstrado que a ejaculação frequente não é boa apenas para a espermatogênese [produção de espermatozoides], mas também para adiar os problemas de próstata, apesar de antigamente dizerem que estes transtornos eram o castigo divino aos homens promíscuos. Levar a zona anal em conta também pode ser uma opção sexual a mais para homens que, por determinadas circunstâncias, não tenham ereções”, conclui o sexólogo.

Para os que estiverem dispostos a explorar a porta de trás, sem medo das etiquetas ou preconceitos, González aconselha que “seja algo combinado entre as partes e que haja um mínimo ingrediente de curiosidade e desejo. É preciso também reforçar a higiene e ir muito devagar, já que a musculatura do esfíncter anal é concêntrica e será preciso dilatá-la pouco a pouco”. As lojas de brinquedos eróticos já dispõem de pequenos dildos e de lubrificantes especialmente desenvolvidos para essa área delicada. A zona da verdade, como a chamava Stoffel.

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Homem que sente prazer anal é gay? Entenda por que eles gostam, mas têm medo de admitir!
   13 de fevereiro de 2018   │     12:54  │  0

Por: Lúcia Pesca e Andréa Alves – Psicólogas e sócias da SPRGS.
A região anal é uma zona erógena provida de terminações nervosas, portanto, sensível a qualquer estímulo.

Tudo isso é muito normal. Homens que gostam destas carícias não são, necessariamente, homossexuais, querida. Representa uma zona de muita sensibilidade pela estimulação da próstata, cuja glândula fica a uns 5cm de profundidade, na parede anterior do ânus em relação ao pênis. Este ponto tem terminações nervosas que, se estimuladas, podem resultar em uma ereção mais firme. 

O nível desta ereção irá depender da intimidade e entrega do relacionamento. O estímulo provocado pelo dedo na região anal pode aumentar o prazer nele.

Já o beijo grego é também conhecido como “anilíngua”. Significa beijar, colocar a língua ou os lábios de alguém em contato com o ânus de outra pessoa. Era uma prática comum na Grécia antiga – daí, este nome.

A região anal é uma zona erógena provida de terminações nervosas – portanto, sensível a qualquer estímulo. Porém, na cultura brasileira, muitos homens têm preconceito de deixar sua parceira fazer o beijo grego neles.

Para alguns, admitir que gosta de ser beijado no ânus virou sinônimo de homossexualidade, o que não passa de uma grande bobagem e de preconceito! Ter prazer na região anal não faz ninguém mudar sua orientação sexual. Portanto, meninas, aprendam a aproveitar o resultado desta carícia.

 

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O prazer de muitos homens heterosexuais em ser penetrado por suas parceiras
   29 de julho de 2016   │     0:00  │  0

Para o sexo ser bom, tem que ter intimidade, respeito e conversa.

Muitos casais enfrentam problemas por causa do sexo anal. Ou não gostam de discutir o assunto, ou se sentem reprimidos pelo(a) parceiro(a) que insiste em praticá-lo. Muitas vezes, o resultado dessa situação é a falta de harmonia da dupla e a insatisfação de um dos lados. Por isso, é importante conhecer o sexo anal antes de tomar a decisão de fazê-lo ou não. Para que você tenha parâmetros e consiga conversar sobre o assunto com seu parceiro sem medo.

Pior ainda é, se a discussão for em volta da parceira penetrar o ser parceiro, ou se o prazer vir do outro lado. Para o sexo ser bom, tem que ter intimidade, respeito e conversa. Se você quer introduzir algo novo como o prazer anal, tem que mostrar para o parceiro que não está de sacanagem, que está propondo um sexo mais legal, prazeroso e divertido.

É claro, há muito preconceito em torno da questão, tem gente que tem mais pudor do que tesão. Até o homem aceitar que isso não é “coisa de gay”, leva tempo. Imagino que eles desconfiem que pode ser gostoso, porque passam a mão ali na região, sentem um arrepio e… “opa, o que está acontecendo?!”. A verdade é que todo homem pode curtir essa modalidade de sexo. É uma questão fisiológica, eles sentem muito prazer na próstata, podem ter orgasmos incríveis.

Para as mulheres, o gostoso é saber que você está dando um prazer único para o parceiro, um prazer que ele terá com poucas pessoas. Nas relações heterossexuais há pouco dessa mutualidade, dedicação, dessa coisa de se doar e se permitir. Depois de uma experiência como essa, o casal ganha muita cumplicidade e confiança um no outro.

Agora, só há um problema, o dedo das mulheres costuma ser muito curtinho. Em muitas posições ele pode não alcançar a próstata e deixar o rapaz com uma cara de “e aí, cadê tudo aquilo que você prometeu?”. Portanto, aposte em uma relação de bruços ou em um “meio frango assado”, em que o cara deita de barriga para cima e dobra as pernas sobre o próprio corpo.
Também vale usar um brinquedinho – mas brinquedinho só vem depois de muito dedinho, porque precisa ter intimidade. Outra dica importante é sempre usar camisinha no dedo, por uma questão de higiene, e também um lubrificante, além de convencer o parceiro que duchinha é questão de limpeza, e não coisa de gay.

E como convencer o gato? Bom, acho que o melhor é misturar conversa e atitude. Às vezes falar sobre o assunto pode ser bem constrangedor. Experimente então ver como ele reage na hora do tesão. Comece passando a língua nos testículos e passeie os dedos pela região, distribuindo beijinhos. Se as portas do paraíso se abrirem, continue. Senão é melhorar parar para não levar uma joelhada na cara.

Conheço vários casais que já tem o sexo anal como o êxtase da realção, namorados ou ficantes. E nunca nenhum deles virou homossexual, viu?! Pelo que pude perceber, os machões são os que mais gostam. Conheço até uma experiência de um campeão de jiu-jitsu, que arranjava briga na rua e tudo, mas era super bem resolvido na cama. Depois que rola, eles adoram, começam a pedir sempre, ficam viciados nisso. Você até pensa: e eu? E agora? Estraguei o broto? (risos). Mas não, a sexualidade humana é mais infinita do que pode se imaginar.

Viva a sua sem medo de provar, sinta o gosto de tudo que lhe satisfaz, prove, aprove ou reprove. Há, e depois conte aqui para esse blogueiro e seus leitores, deixando um comentário, mesmo como anonimo.

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