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Todo Metrossexual é Gay ?
   17 de março de 2022   │     8:51  │  0

Metrossexuais são os homens modernos que se preocupam muito com a aparência. Um metrossexual geralmente é muito mais vaidoso do que a média dos demais.

Todo Metrossexual é Gay? É claro que não, na verdade a sociedade não está acostumada a um homem que se cuida e que faz tratamentos estéticos, por isso as pessoas tendem a rotular o homem metrossexual como gay, o que é incorreto.

O termo metrossexual é entendido de diferentes formas por diversas pessoas. Na verdade, o termo Metrossexual diz respeito às palavras “metropolitano” e “sexual”, resumindo um homem que vive em uma metrópole e que se preocupa com a aparência, muitas vezes por necessidades profissionais.

metrossexual

Hoje em dia a aparência abre portas e uma pessoa com a melhor aparência, com certeza abrirá mais portas.

O jogador David Beckham é o exemplo de um homem metrossexual sempre bem penteado, com boas roupas, que frequenta os melhores restaurantes, etc…

David Beckhan materializou a expressão metrossexual
David Beckhan

David Beckhan materializou a expressão metrossexual

Na verdade, a expressão ficou popular quando em 2002 o jogador David Beckham posou para uma revista Gay. O narcisismo de Beckham chegou ao ponto de dizer que adora ser olhado tanto por homens como por mulheres.

Entretanto, quem não gosta de se sentir bem com uma roupa ou se cuidar, cuidar da saúde? Fica então a dica da AberBeach, seja feliz e se cuide, pois a vida e curta!

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Projeto nacional ofertará cursos profissionalizantes e encaminhará pessoas LGBT+ ao mercado de trabalho em Alagoas
   5 de março de 2022   │     15:52  │  0

Vagas são destinadas para pessoas LGBTQIA + maiores de 16 anos

Vagas são destinadas para pessoas LGBTQIA + maiores de 16 anos

Devido à pandemia provocada pela covid-19, a taxa de desemprego aumentou no país. De acordo com o levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating, a previsão é de que o desemprego no Brasil suba para 14,5% neste ano de 2021, ultrapassando a de países como Colômbia, Peru e Sérvia, ficando na 14ª posição de maior taxa de desemprego entre 100 países, conforme aponta as novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a economia global. A crise econômica afetou diversas pessoas, principalmente as que estão em posições mais vulneráveis.

O impacto é ainda mais alarmante quando ampliado ao mercado de trabalho para os LGBTQIA+. Por conta do preconceito, a comunidade enfrenta muitos desafios no dia a dia, no qual a inserção é uma das dificuldades enfrentadas. Um levantamento feito pela empresa de consultoria Santo Caos mostrou que 41% afirmam terem sofrido discriminação por sua orientação sexual ou identidade de gênero no ambiente de trabalho; 33% das empresas brasileiras não contratariam pessoas LGBT para cargos de chefia; 61% dos funcionários LGBT no Brasil optam por esconder a sexualidade de colegas/gestores e 90% de travestis estão se prostituindo por não terem conseguido emprego.

Pensando em mudar essa triste realidade, a Aliança Nacional LGBTI+ em parceria com  o Centro de Acolhimento Ezequias Rocha Rego (CAERR) abrem vagas para cursos de capacitação técnica e empregabilidade de pessoas LGBTQIA + de Maceió e região metropolitana. No primeiro momento serão ofertadas 20 vagas para curso de Bombeiro Civil.

As inscrições se iniciam nesta segunda-feira (7) e se estendem até o domingo (20), das 9h às 12h e das 14h às 17h. Para se cadastrar, os interessados podem se dirigir até a sede do CAERR, localizado na R.Supervisor Ivaldo Ferino, 413, no bairro do Clima Bom, em Maceió ou pelo link AQUI  .

Os cursos acontecem de forma presencial, com aulas três vezes durante a semana, no turno vespertino, com três meses de duração. Estudantes residentes em Maceió terão um auxílio de custo no transporte até a casa.

Ao final das aulas, um certificado emitido pelo Master Cursos será entregue aos alunos. Em breve, também estarão disponíveis cursos nas áreas de agente de vendas e Telemarketing, operador de caixa , balconista de Farmácia, reciclagem de materiais e Secretariado e Recursos Humanos.

Mudando vidas
O projeto da Aliança Nacional LGBTI+ oferece apoio em todo o Brasil para o desenvolvimento de projetos sociais, com a finalidade de capacitar profissionalmente minorias sexuais e de gêneros de diversos estados.

No momento, além de Alagoas, a Aliança Nacional ajuda com projetos de empregabilidade nos estados de Pernambuco, Rio de Janeiro e Paraná.

Fonte: ASCOM/Conexão Brasil – Alagoas

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Inclusão e Diversidade nas empresas: Solar Coca-Cola apoia protagonismo de pessoas trans
   29 de janeiro de 2022   │     13:47  │  0

Na semana em que se celebra o Dia Nacional da Visibilidade das Pessoas Trans e Travestis (29 de janeiro), a Solar Coca-Cola reforça suas políticas de inclusão e diversidade, desenvolvendo ações que têm estimulado e ampliado a diversidade sexual, que aos poucos vai alcançando suas unidades espalhadas por todo Nordeste, Mato Grosso e parte de Goiás e Tocantins. O apoio ganhou sinais concretos em suas fábricas com faixas e escadas da diversidade que hoje estão presentes em 15 unidades no território Solar como simbolismo da aliança da unidade com a jornada de Inclusão e Diversidade.

Quem testemunha esse movimento é o Cleidson Vieira, homem trans que atua como operador de execução e vendas na unidade de Itabaiana, em Sergipe. Na classe gramatical, “ele” é pronome pessoal e substantivo masculino. Na vida do Cleidson, “ele” significa respeito e identidade. Cleidson não se identifica no corpo em que habita e, por este motivo, é um homem trans.

“Desde que cheguei na Solar, todas as pessoas me conhecem como eu verdadeiramente sou e mais do que respeitam, me alicerçam para que eu possa viver com mais felicidade”, conta Cleidson. Ele ingressou na companhia em março de 2021 e, desde a contratação, tem percebido o respeito à sua identidade de gênero por colegas de trabalho e líderes.

O alicerce da Solar Coca-Cola completa uma rede de apoio que é o desejo de muitas pessoas. Cleidson sempre teve o suporte da mãe, que, ao descobrir a identidade de gênero do filho, disse que a única importância que havia no anúncio era a felicidade dele. “Minha mãe disse que me amaria ainda mais para me dar forças, eu já tinha nela uma grande fortaleza”, explicou. Agora, ao trabalhar em uma empresa em que Inclusão e Diversidade faz parte do DNA, ele revela se sentir ainda mais feliz. “A satisfação é não somente por estar na Missão da empresa, mas porque eu vejo nos corredores, com colegas de trabalho, líderes, todas as pessoas respeitam, entendem quem eu sou e como quero ser identificado”, reforça.

“Apenas habito um corpo feminino” – Cleidson se identifica como homem, mas nasceu em um corpo que é classificado como feminino. Para corrigir a chamada disforia de gênero (desconforto por não reconhecer na forma física sua verdadeira manifestação de gênero), irá realizar alterações em sua constituição física.

Outro colaborador que conquistou seu espaço foi o Araújo, que ocupa o cargo de vendedor em Santana do Ipanema, em Alagoas. Segundo o jovem, na Solar ele se sentiu acolhido de forma respeitosa e livre para ser quem ele é. “Já vivenciei situações em entrevistas de emprego em que não fui aprovado por ter tatuagem e cabelo curto. Ainda vejo muitos problemas no mercado quanto a esse tema. Muitas empresas não aceitam a transexualidade”, ressalta Araújo, que revelou ainda que as pessoas precisam pesquisar mais sobre a diversidade sexual, obter mais conhecimentos sobre o assunto e, principalmente, ter respeito.

Já em Simões Filho, na Bahia, Yuri Carvalho é o primeiro homem trans da unidade. Há quase 4 meses na empresa, Yuri atua como auxiliar de entrega na logística. Antes de ingressar na companhia, ele conta que trabalhava de forma informal e, durante a pandemia, iniciou um curso de barbeiro profissional, com perspectiva de trabalhar no ramo e futuramente também dar oportunidades para pessoas trans. “A Solar sempre foi muito cuidadosa comigo. No início tive dificuldades para socializar, mas aos poucos fui me adaptando com a equipe e percebo que as pessoas estão aprendendo sobre o assunto e dando suporte. Só tenho a agradecer pela inclusão e pelo acolhimento. Quero crescer dentro da Solar e sinto orgulho de ser o primeiro homem trans da unidade de Simões Filho”, finaliza Yuri.

Inclusão e Diversidade na Solar Coca-Cola – Para acelerar as transformações, a companhia desenvolveu a campanha #EuIncluo, com foco prioritário nas questões de gênero, pessoas com deficiência, raça, LGBTQIA+ e gerações. Segundo a Pesquisa de Engajamento de abril de 2021, 8% do quadro de pessoas se declara não heterossexual (lésbica, gay, bissexual etc.). Além disso, a Solar Coca-Cola trouxe como pauta o Dia Internacional contra a LGBTfobia e o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ no calendário de engajamento interno, onde foram abordadas temáticas como orientação sexual, identidade de gênero, expressão de gênero, sexo biológico, entre outras. Também iniciou o Grupo de Afinidade LGBTQIA+ em outubro de 2021, com encontros mensais como forma de acolhimento e escuta.

Fonte : ASCOM SOLARA

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Ativista social, cantora e atriz Linn da Quebrada é um dos nomes confirmados no BBB
   15 de janeiro de 2022   │     10:46  │  0

Lina Pereira dos Santos, mais conhecida como Linn da Quebrada (São Paulo, 18 de julho de 1990), é uma atriz, cantora, ativista social e compositora brasileira.

Pela segunda vez em 22 edições, o reality volta a ter uma participante transsexual! Linn da Quebrada é o 18º nome a ser confirmado no elenco do “BBB 22” como parte do “Camarote”. Cantora e atriz, ela tem 31 anos e ganhou prestígio mundial graças ao documentário “Bixa Travesty”. Na TV Globo, participou da série “Segunda Chamada”. O nome da artista já fazia parte das listas com os supostos participantes.

Para conquistar a amizade da estrela na casa, basta ser sincero, honesto e saber jogar. Linn admite que, quando era anônima, já quis participar da atração e acredita que esta será “a experiência mais icônica da vida”. A cantora promete entregar entretenimento e garante que aproveitará bastante as festas e se destacará nas provas de resistência.

 

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Um homem que se relaciona com uma mulher trans ou travesti é gay ou hétero?
   13 de janeiro de 2022   │     12:14  │  0

Certo dia, uma amiga me abordou com o pretexto de me apresentar a um de seus amigos como um possível pretendente para mim, vulgo crush. No entanto, havia uma questão: eu sou uma mulher trans e o amigo dela é gay. Onde está o erro de minha amiga?

Na realidade, a resposta para a questão do título deste texto e para o erro de minha amiga é a mesma resposta, e é muito simples. Me parece que coisas óbvias, muitas vezes, são atravessadas e encobertas por construções de ideias conservadoras, as quais nos impedem de acessar com naturalidade o que chamamos de óbvio, tornando o movimento do entendimento algo complexo. Então vamos descomplicar, partindo de um pré-requisito básico para compreender essa questão?

O primeiro passo é entender a diferença entre sexualidade e identidade de gênero. Na sigla LGBT, por exemplo, as três primeiras letras referem-se à sexualidade. No caso de L ou G, diz respeito às pessoas que se interessam sexo-afetivamente por outras pessoas do mesmo gênero que o delas, e B para pessoas que se atraem tanto pelo gênero masculino quanto pelo feminino, ao mesmo tempo.

Apenas a letra T da sigla, trata-se de identidade de gênero, que é quando uma pessoa não se identifica com o gênero compulsório, designado à ela ao nascer e baseado na genitália – a isso chamamos de gênero cisnormativo – e faz o movimento de transição para o outro gênero com o qual ela se compreende; por exemplo: uma pessoa designada socialmente homem ao nascer, pode se identificar ao longo da vida com o universo de performance do feminino, reconhecendo-se mais tarde como uma mulher-trans e vice-versa.

A maioria das pessoas possui uma sexualidade e um gênero com o qual se identifica, portanto, todas as lésbicas tem um gênero e são necessariamente mulheres, assim como toda mulher trans tem pelo menos uma das sexualidades possíveis. Eu sou uma mulher trans heterossexual, por exemplo, e tenho amigas trans que são lésbicas, o fato delas terem se entendido no mundo como mulheres trans não alteraram sua sexualidade, por isso é comum ver mulheres trans com esposas, naturalmente.

Uma vez esclarecido o que chamei de pré-requisito básico, vamos à questão: um homem que se relaciona com uma mulher-trans ou travesti é hétero ou gay? Ele é hétero ou, no mínimo, está tendo um comportamento heterossexual. Ora, a performance de gênero pela qual um homem hétero se interessa é a performance do feminino e essa qualidade é própria de mulheres trans, travestis e de mulheres cis normativas.

Uma questão interessante disso tudo é que alguns homens heterossexuais casados sentem muito prazer em ser penetrados por suas esposas, seja com um dedo, seja com o pênis ou com artigos de sex shop. Esses homens desejam ser penetrados, mas não se interessam e não buscam a performance do masculino para realizá-lo, a imagem e performance que os satisfazem é a do feminino. Portanto se um homem hétero é penetrado por uma mulher trans, travesti, ou por uma mulher cisgênero, ele naturalmente é hétero ou está tendo um comportamento heterossexual. Não haveria problema algum se eles fossem gays, mas não o são. O cerne do problema é sempre o mesmo: o machismo que desemboca na homofobia e na transfobia e que impedem pessoas que se interessam mutuamente de se relacionarem livremente, sem ser alvo de chacota e violência psicológica ou física.

E aí chegamos no erro de minha amiga: querida amiga, mulheres trans podem até se interessar por gays, mas gays não se interessam por mulheres.

* Estou falando em primeira pessoa, portanto no lugar de uma mulher trans, quando digo o termo “homem” no texto, me refiro a homens trans ou cisnormativos, seja ele hetero, bi, assexuado ou gay.

Fonte: Vogue Globo

Foto: By Vasconcellos

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