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Casais gays se divorciam menos que casais héteros, dizem estudos
   Blog Diversidade   │     9 de setembro de 2018   │     15:29  │  0

Artigo

Por: Verônica Vergara – jornalista, escritora, mestre em comunicação pela Universidad Autónoma de Barcelona e autora de diversos livros digitais de desenvolvimento pessoal focados especificamente para homens gays. Também sou coach, formada pelo Instituto Europeu de Coaching EFIC e certificada pela Associação Espanhola de Coaching.

Eles podem até levar a fama de promíscuos e infiéis. Podem ser adeptos a relações abertas, a menage a trois e a novas experiências. Mas, quando o assunto é relacionamento duradouro, os gays dão aula para muito casal hétero por aí.

Pelo menos é o que dizem os estudiosos de vários países onde o casamento gay já é realidade.

Os estudos

Uma pesquisa promovida pelo Instituto Williams, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Estados Unidos, descobriu que casais homossexuais se separam menos que casais héteros.

Jura, mana? Juro!

Realizado em 23 estados norte-americanos, o estudo revelou que a taxa de separação entre homossexuais é aproximadamente metade da taxa entre heterossexuais: em geral, aproximadamente 2% dos casais heterossexuais casados divorciam-se por ano, enquanto a cifra é de 1% entre os casais homossexuais.

E essas taxas se mantêm na Inglaterra e no País de Gales: estatísticas computadas pelo Escritório Nacional de Estatísticas Britânico demonstram que, desde 2005, os casais héteros têm propensão duas vezes maiores que os homossexuais a se separarem.

Na Holanda, o primeiro país a liberar a união de pessoas do mesmo sexo, os resultados não são diferentes. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Departamento Central de Estatísticas nos Países Baixos, nos 15 anos desde que o país aprovou o casamento igualitário, os casais homoafetivos exibem uma taxa de divórcio 3% inferior que a média dos casais heterossexuais.

Sim, gatíssima! As gays levam essa história de “felizes para sempre” mais a serio.

Por que casais gays são mais estáveis?

Há quem diga que gays têm mais intimidade, afeto e satisfação sexual. Verdade ou mentira, não podemos negar que o homem, seja ele homo ou heterossexual, sente mais facilidade em se comunicar e se entender com outros homens. Da mesma forma, para a mulher geralmente também é mais fácil a comunicação com outras mulheres.

É a velha história do “papo de homem” e o “clube da Luluzinha”. Se os homens são de Marte e as mulheres são de Vênus, nada mais compreensível que dois marcianos resolvam melhor um conflito, não é mesmo?

Além do mais, ao contrário dos heterossexuais, gays não têm expectativas sociais pesando sobre as suas uniões. E, acreditem ou não, isso reflete decisivamente na rotina o casal.

Parceiros de mesmo sexo tendem a partilhar os afazeres domésticos de maneira justa e atribuir tarefas com base em preferencias pessoais – em vez de gênero, renda e posição de poder na cama. Não existe papeis tradicionais previamente definidos: os dois trabalham, limpam a casa, dividem as contas, os problemas e as dificuldades. Como deveria ser em qualquer relação.

Porém, mais importante do que qualquer possível explicação, não podemos esquecer que um casamento gay vem sempre seguido de muita luta.

O “eu aceito” homossexual tem mais valor, sim, porque ele representa uma série de conquistas. Não apenas do direito de casar, mas de assumir a própria identidade e gritar para o mundo que, diferente do que mamãe sonhou, aquele é parceiro escolhido para passar o resto da vida.

Abençoado ou não, fundamental é mesmo o amor.

A propósito, você está solteiro?

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Relacionamento aberto entre casais gays funciona ?
   Blog Diversidade   │     4 de junho de 2017   │     13:14  │  0

Para os adeptos à prática, amor não se divide, se multiplica.  E engana-se quem pensa que estamos falando do pensamento de uma minoria…

Dizem que poucas coisas na vida são mais complicadas que um relacionamento a dois. Mas, como o ser humano gosta mesmo é de um desafio, resolveu levar a questão a um outro nível: o relacionamento aberto.

Para os adeptos à prática, amor não se divide, se multiplica.  E engana-se quem pensa que estamos falando do pensamento de uma minoria…

A maioria dos casais gays hoje está em um relacionamento aberto!

Sim, você leu bem!

No Brasil eu não sei, mas pelo menos essa é a realidade dos australianos. Uma pesquisa realizada pela Universidade de New South Wales revelou que 32% dos entrevistados vivem esse tipo de união.

O estudo entrevistou 2886 homens que fazem sexo com homens. A diferença é pequena. Os que estão em uma relação monogâmica somam 31%. Na sequência, aparecem os que disseram praticar apenas sexo casual (23%) e os que não estão com a vida sexual ativa (14%).

Talvez pela liberdade sexual ou pela ideia de que dois homens têm necessidades carnais mais afloradas, o fato é que casais gays têm mais propensão a estarem em relacionamentos abertos que em estritamente monogâmicos.

Mas será que é mesmo possível separar amor e sexo?

Definindo as regras

relacionamento-aberto-gayPrimeiro, esclareçamos a definição: ter um relacionamento aberto não significa sair por aí pegando todo mundo de maneira desenfreada, mas sim estar disponível para conhecer, beijar e, quem sabe, até transar com outras pessoas interessantes.

É claro que isso demanda tempo e muita, mas muita conversa. Se você é o tipo de pessoa que não gosta muito de discutir o relacionamento (vale frisar que discutir não quer dizer brigar, mas sim conversar), é melhor pensar duas vezes antes de se aventurar por esse caminho.

Quando, onde e com quem são perguntas mais específicas, que vão depender de cada relação. Vocês podem ficar com outras pessoas apenas quando não estiverem juntos, ou somente quando estiverem juntos.  Podem estabelecer limites geográficos: apenas em casa ou em lugares sem amigos em comum. Podem estabelecer regras: apenas com pessoas desconhecidas, apenas se contar depois para o outro…

As especificidades de cada acordo ficam a critério dos envolvidos. Seja qual for o caso, o que interessa é que não há traição, uma vez que é algo pré definido entre o casal. Um ama o outro, mas desejam ter outras paixões fora do namoro, que supostamente teriam um prazo curto e jamais atrapalhariam a relação. Ok, entendido.

Ou, nem tanto… Se na teoria já parece complicado, na prática é mais difícil ainda!

Por: Verônica Vergara

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