Tag Archives: Turismo LGBT

Como apresentar o Brasil como destino LGBT ? “Os motivos são muitos e positivos, destinos e ofertas crescentes”
   Blog Diversidade   │     3 de fevereiro de 2017   │     0:18  │  0

Clovis Casemiro, Coordenador Brasil IGLTA

Clovis Casemiro, Coordenador Brasil IGLTA

O Brasil há pelo menos 25 anos tem uma posição mais diversa e mais friendly com a comunidade LGBT. E isso trás muitas garantias para a população local e que também reflete no lado positivo em dar as boas vindas aos nossos amigos LGBTs de outros países. Um bom exemplo disso é o Rio de Janeiro que desde os anos 80 coloca bandeiras rainbows nas barracas de praia em frente à famosa Rua Farme de Amoedo, endereço certo de encontro dos LGBTs brasileiros e estrangeiros.

 A própria IGLTA – Associação Internacional de Turismo LGBT – fez sua primeira reunião no Rio, durante um congresso da ABAV, em 1997. Realizando um encontro no antigo Rio Palace hotel (hoje Sofitel). No ano seguinte no Rio Othon Palace Hotel realizamos o primeiro Simpósio da IGLTA, com abertura feita pelo Sr. Álvaro Bezerra de Melo, presidente da rede Othon. E em São Paulo realizamos no antigo Caesar Park da Augusta, ainda no mesmo ano de 1998, um encontro do presidente da IGLTA na época, Sr. Bernard De Paz, que trouxe as novidades dos investimentos feitos no exterior no mercado LGBT.

 E depois foram muitos eventos, reuniões, congressos em diferentes cidades como Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Manaus, etc. Cidades com interesse em desenvolver e aprimorar o contato com o mercado LGBT. Um dos mais importantes acordos da IGLTA no Brasil foi com o Festuris de Gramado, que há sete anos oferece uma área para as empresas interessadas neste mercado expor seus produtos e serviços, com muito sucesso. É tanto que em sua ultima edição em 2016 o Ministro do Turismo Sr. Marx Beltrão apresentou a cartilha de como atender ao cliente LGBT, levando para toda cadeia do Turismo Brasileiro a importância do mercado e de como oferecer o melhor atendimento possível.

 Com a IGLTA trouxemos pela primeira vez na America Latina sua Convenção, que foi em 2012 na linda ilha de Florianópolis. O evento foi um grande sucesso com profissionais de vários países, jornalistas que levaram o nome do destino para todo o mundo. Em 2016 sob nova direção a ABRAT GLS – Associação Brasileira de Turismo GLS – fechou nova parceria com a IGLTA para que em conjunto possam levar mais treinamentos, promoção, capacitação, para o mercado como um todo. Pois o foco deve ser no cliente final, no Turista LGBT, suas necessidades e desejos de uma viagem com grande experiência e muitas boas lembranças.

Como podem ter notado, só falta agora dar as Boas Vindas a todos Turistas LGBT !    

Fonte: Ass. de Comunicação IGLTA Brasil    

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Ministro do Turismo receberá entidades e empresários que atuam na área do trade LGBT no Brasil
   Blog Diversidade   │     28 de dezembro de 2016   │     0:00  │  0

O chamado “dólar cor-de-rosa” tem sido alvo de redes de hotéis e agências de viagem. A aprovação do casamento igualitário aqueceu o setor.

Marx Beltrão - Ministro do Turismo e Nildo Correia - Pres. do Grupo Gay de Alagoas

Marx Beltrão – Ministro do Turismo e Nildo Correia – Pres. do Grupo Gay de Alagoas

No próximo dia 10 de janeiro de 2017, às 11 horas da manhã, o Ministro do Turismo – Marx Beltrão estará recebendo em seu gabinete, uma comissão de lideranças LGBT e empresários que atuam no mercado do turismo gay no país.

A audiência foi solicitada pelo Grupo Gay de Alagoas-GGAL, entidade que atua no estado de origem do atual ministro, e atende a uma solicitação de entidades do movimento LGBT e empresários de todo o país, que atuam na área do turismo LGBT no Brasil.

Um dos grandes objetivos desta ação é negociar com o atual ministro, e negociar a continuidade e ampliação do turismo LGBT no Brasil, como também estreitar laços entre o atual ministro, empresariado do trade LGBT e entidades que atual na área.

Nildo Correia, Presidente do Grupo Gay de Alagoas – GGAL, “afirma que em geral a sociedade e a cultura brasileira não nos preparam para entender a diversidade sexual. Mesmo com essa problemática a comunidade LGBT representa uma parcela expressiva no mercado, e se destaca como consumidor de viagens. Só este ano de 2016, de acordo com a World Travel Market, o mercado gay gerou e injetou em nossa economia, mais de 26 bilhões de dólares, além deste ponto positivo, os números mostram que o turista LGBT gasta 30% à mais que o turista heterossexual.”, afirmou Correia.

“O turismo é o movimento temporário de pessoas para destinos fora dos seus locais habituais de trabalho e residência, as atividades desenvolvidas durante a permanência nesses destinos e as facilidades criadas para satisfazer as suas necessidades.  Neste  sentido  é  de fundamental  importância  o  Diálogo  com o Ministério  do  Turismo   sobre  as   questões  LGBTI.   Para apoiar  ações  que    evite  a  discriminação  é  a  violência   contra  nossa  comunidade, assim  como   incentivar  o  turismo interno  no  Brasil.  E  promover  nosso  pais  no  exterior.  Visto  que  somos  uma  pais  rico  em riquezas  turísticas”, afirmou Toni reis –  Diretor-Presidente  da  Aliança  Nacional  LGBTI.

“No momento em que o País precisa gerar renda e emprego e, ao mesmo tempo, superar a discriminação,  é necessário haver investimento no turismo LGBT, que, de acordo com a Organização Mundial do Turismo, movimento 15% do dinheiro do setor no planeta”, explica o sócio-proprietário da Guiya Editora, primeira do Brasil dedicada a guias gays turísticos e presente em sete capitais.

Já para Maria do Céu, considerada uma das maiores empresárias na área do mercado LGBT no nordeste, a maior dificuldade enfrentada ainda é a homofobia. Atuando no mercado gay desde 93  , Maria afirma que mesmo sendo heterossexual, casada e mãe, não se ver fazendo outra coisa, que não seja destinada ao público gay. “ agradeço a comunidade LGBT por tudo que conquistei até os dias de hoje em minha vida profissional, financeira e pessoal, se hoje tenho estabilidade financeira e profissional é graças ao mercado Pink, que mesmo precisando evoluir e muito no nordeste, é uma área lucrativa e extensa, o empresariado só precisa acordar para esta mina de ouro”, afirmou ela que é proprietária da boate Metrópole e do Santo Bar em Recife, além de organizadora do maior festival de musica eletrônica LGBT do nordeste, Love Noronha, realizado na ilha de Fernando de Noronha.

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Turismo LGBT no Brasil ganha versão de plataforma em inglês
   Blog Diversidade   │     9 de dezembro de 2016   │     0:00  │  1

Além das informações sobre as opções LGBT’s nas principais capitais, o Visitay estreia com um conteúdo exclusivo sobre o Carnaval do Brasil.

Além das informações sobre as opções LGBT’s nas principais capitais, o Visitay estreia com um conteúdo exclusivo sobre o Carnaval do Brasil.

De acordo com dados de 2016 da Out Now, consultoria anual sobre turismo LGBT, só neste ano os turistas gays movimentaram $26,4 bilhões de dólares no Brasil.

Com o objetivo de fomentar o turismo LGBT, foi lançado o Visitay –  primeira plataforma que reúne informações sobre as opções friendly no Brasil com um conteúdo totalmente em inglês. O Visitay conta com guias de oito capitais brasileiras (Salvador, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte e Brasília). “Se nós que moramos aqui no Brasil já temos dificuldade para ter informações sobre as opções LGBT’s que estão ao nosso lado, imagine para um turista que vem de fora, sem sequer dominar o idioma. Foi para ajudar essas pessoas que criamos o Visitay”, explica Fernando Sandes, idealizador do projeto que é co-irmão do Viajay

Além das informações sobre as opções LGBT’s nas principais capitais, o Visitay estreia com um conteúdo exclusivo sobre o Carnaval do Brasil. Em parceria com a agência Discover Brazil, quatro pacotes foram montados para o Carnaval de Salvador e do Rio de Janeiro, incluindo ainda destinos como Morro de São Paulo (BA), Praia do Forte (BA) e Búzios (RJ).

“Queremos mostrar que o Brasil é um grande destino gay no mundo. Pela primeira vez, um turista que vem de fora pode planejar uma viagem com informações sobre os blocos de carnaval, festas e roteiros voltados para a diversidade sexual”, afirma Sandes. O Visitay faz parte da rede da IGLTA (International Gay and Lesbian Travel Association) e da Abrat (Associação Brasileira de Turismo para Gays, Lésbicas e Simpatizantes).

TURISMO LGBT
De acordo com dados de 2016 da Out Now, consultoria anual sobre turismo LGBT, só neste ano os turistas gays movimentaram $26,4 bilhões de dólares no Brasil. O país é o segundo que mais recebe dinheiro desse público em todo o mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. O valor global gasto pelos gays e lésbicas nesse período foi de $211 bilhões, com crescimento anual apesar do cenário de recessão. Ainda segundo levantamentos do setor, um turista gay gasta 40% a mais do que o turista comum e consome mais bens de luxo e se hospeda em hotéis qualificados, porém não consegue encontrar informações detalhadas e atualizadas sobre as opções friendlys nos destinos por onde passa.

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Puerto Vallarta, no México, ganha selo de destino gay friendly
   Blog Diversidade   │     27 de julho de 2016   │     0:00  │  0

Cidade banhada pelo Pacífico tem hotéis, clubes e festivais voltados ao público LGBT.

A cidade também sedia eventos como o Festival de Cinema e Diversidade Diva Puerto e o Vallarta Pride

A cidade também sedia eventos como o Festival de Cinema e Diversidade Diva Puerto e o Vallarta Pride

A mexicana Puerta Vallarta, localizada à beira do Oceano Pacífico, acaba de ganhar o selo de excelência no acolhimento à comunidade LGBT. A certificação foi concedida pelo portal de viagens gaytravel.com, para quem a cidade pode ser considerada a São Francisco do México.

O Gay Travel Approved reconhece empresas, serviços e destinos que asseguram tratamento especial e exclusivo para o viajante, em atmosfera de inclusão e bem-estar. O lugar já se insere entre os destinos gay friendly mais populares do mundo.

A região, na costa oeste do México, já estava entre os destinos gay friendly mais populares do mundo. Na chamada Zona Romântica encontram-se estabelecimentos focados na comunidade gay, como restaurantes, hotéis, beach clubs, spas, lojas de roupa e galerias de arte. A vida noturna local é muito diversificada, com dezenas de bares e clubes noturnos, alguns com shows de drag queens.

A cidade também sedia eventos como o Festival de Cinema e Diversidade Diva Puerto e o Vallarta Pride, o maior do gênero na região, que aumenta em média 30% a ocupação da rede hoteleira local.

 Por: O Globo

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Porto Alegre quer se tornar destino gay friendly
   Blog Diversidade   │     13 de julho de 2015   │     14:25  │  0

Seminário de capacitação do trade é um dos primeiros passos da SMTur para qualificar receptivo do público LGBT.

De olho neste segmento, que  movimenta no mundo, anualmente, cerca de  US$ 70 bilhões (30% a mais do que outros viajantes, Porto Alegre se prepara para expandir turismo gay

De olho neste segmento, que movimenta no mundo, anualmente, cerca de US$ 70 bilhões (30% a mais do que outros viajantes, Porto Alegre se prepara para expandir turismo gay

Responsável por 30% do faturamento das empresas de turismo de lazer em todo o mundo, o segmento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) está no foco do trade turístico da capital gaúcha. Amanhã, um seminário promovido pela Secretaria Municipal de Turismo (SMTur) marcará as primeiras iniciativas do poder público voltadas para a estruturação deste segmento em Porto Alegre. Sob o tema Cenários do Turismo LGBT, a palestra será ministrada pela presidente da Associação Brasileira de Turismo para Gays, Lésbicas e Simpatizantes (Abrat GLS), Marta Dalla Chiesa, que irá apresentar números e potencialidades deste mercado no Brasil e no mundo, além de estratégias de sucesso adotadas por grandes empresas e destinos gay friendly, seguidas de dicas para ingressar e trabalhar com viagens para o segmento. O evento é fechado para convidados, e ocorre a partir de 14h, no Novotel Três Figueiras.

Em setembro, será lançado o Programa de Turismo LGBT da Capital em feira promovida pela Associação Brasileira de Agências de Viagem. De acordo com o titular da SMTur, Luiz Fernando Moraes, a secretaria também estuda proposta de utilização de um selo gay friendly na hotelaria de Porto Alegre, que será entregue às empresas que aderirem ao programa. “Estamos preparando um inventário sobre o tema, e construiremos um guia turístico com sugestões de roteiros e um hotsite específico para o segmento, com informações concentradas”, completa Moraes.

De forma isolada, já há quem trabalhe com este público na Capital. É o caso da Equality Turismo. Quando abriu a empresa, em 2007, a proprietária, Mariana Fortes, optou por segmentar este público, ao perceber que não havia no Estado nenhuma agência especializada neste sentido. “Focamos em ter um diferencial.”

A empresária afirma que até hoje ainda é bastante difícil encontrar operadoras ou pacotes de viagens específicos para o segmento. “Por isso, montamos roteiros personalizados de acordo com o perfil de cada cliente.” Viagens culturais e cruzeiros são alguns exemplos de produtos que encantam o público gay, afirma Mariana. A cada pacote vendido, ela cuida para que o receptivo dos destinos eleitos esteja preparado para atender com qualidade o segmento, buscando exclusivamente estabelecimentos gay friendly. “Também damos dicas de baladas gay, bairros e guetos LGBT de cada cidade”, completa a agente de turismo, ressaltando que, em geral, este é um público “mais decidido” do que o convencional, e que pesquisa mais sobre os destinos – em geral, sabendo exatamente o que quer. A aposta da Equality foi certeira, e atualmente o segmento representa 50% de vendas dos pacotes.

Em andamento na secretaria municipal de Turismo, o trabalho voltado para o segmento foi iniciado há dois meses, integrando outras ações na busca de novos mercados para fortalecer o trade. “O turismo LGBT movimenta 15% do faturamento do setor em todo o mundo. Este é um público de alto poder aquisitivo, e que permanece por mais tempo nos destinos”, observa o titular da SMTur. Segundo a Organização Mundial do Turismo, enquanto o setor cresce 3,8% ao ano, o segmento LGBT cresce 10,2%. “Em geral, o ticket médio deste público é 30% maior do que o turista de lazer comum”, diz Moraes.

Marta, da Abrat GLS, lembra que a cidade de São Paulo recebe um incremento de R$ 360 milhões a cada ano na economia durante a semana da Parada do Orgulho Gay. No carnaval do Rio de Janeiro, o movimento financeiro de turistas do público LGBT é de R$ 460 milhões/ano.

Empresas turísticas preocupam-se em oferecer atendimento qualificado voltado ao segmento

A agente de turismo Mariana Fortes, proprietária da Equality Turismo em Porto Alegre, destaca que, para bem atender o segmento LGBT, alguns cuidados devem ser tomados. Na reserva, por exemplo, o atendente não deve determinar por si só as acomodações com base nos nomes; o correto é dizer quais os TIPOS DE QUARTOS oferecidos e perguntar qual é o pretendido. Ainda sobre acomodações, no check-in, o que está no voucher deve ser respeitado. No caso de dúvida, recomenda-se aos recepcionistas de hotéis ler todas as informações para confirmar o serviço, deixando que o cliente identifique se há ou não erro. Isso se reflete nas ações: ao ler a reserva, se a cama for de casal, aquele olhar de espanto ou reprovação não é admissível em um estabelecimento gay friendly.

“São medidas que evitam o constrangimento”, concorda a presidente da Abrat GLS, Marta Dalla Chiesa, que irá palestrar amanhã sobre o cenário do segmento, no Novotel Três Figueiras, em Porto Alegre. Ao colocar o tema em pauta, a SMTur, promotora do evento, pretende sensibilizar entidades e empresas do receptivo local para o turismo LGBT, considerado um dos mais relevantes mercados de viagens no mundo. “O objetivo é tornar a capital gaúcha referência entre os destinos turísticos identificados como gay friendly, seja por suas características de cidade que respeita e defende as diversidades, as conquistas e os direitos desta comunidade, como pela qualidade de seus serviços e boas práticas de acolhimento”, explica o secretário de Turismo, Luiz Fernando Moraes.

No receptivo hoteleiro, por exemplo, os detalhes são muito importantes, explica Marta, que também integra o Conselho de Diretoria da International Gay & Lesbian Travel Association (IGLTA) e preside o Grupo de Trabalho para o Segmento LGBT da Secretaria de Turismo de Santa Catarina. De acordo com ela, no Brasil, alguns dados sobre o segmento se assemelham aos da comunidade internacional. “É um mercado com um potencial imenso. Somente no Brasil, são 12 milhões de consumidores em potencial. Existem muitas OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS, e as agências podem promover pacotes turísticos diferentes, incluindo os voltados para lua de
mel ou que garantam um bom acolhimento do idoso gay nas viagens”, diz.

Detalhes como atentar ao perfil do hóspede passam desde educação e respeito na recepção, até as cores dos pares de chinelos que ficam nos quartos de casal. Na maioria das vezes, o acessório tem cores azul e rosa, pressupondo a recepção de um casal heterossexual. A dica é dar preferência para a cor branca. Para quem quer INVESTIR no segmento, vale observar a reserva e providenciar os pares, onde ambos sejam azul ou rosa, mostrando que o serviço foi pensado especificamente no cliente.
Segundo a Embratur, o público LGBT gasta mais em cultura, arte, lazer, entretenimento e vida noturna, dando preferência a estabelecimentos de boa qualidade e amigáveis, onde é respeitado e bem-acolhido.

Por: Adriana Lampert – Jornalista

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