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Grupo Gay de Alagoas lança consulta pública voltada ao turismo LGBT no Estado
   Blog Diversidade   │     27 de abril de 2017   │     23:44  │  0

Esta no ar desde a última segunda-feira, 24/04, a consulta pública voltada à melhoria da Plataforma de Implantação do Turismo LGBT no Estado de Alagoas.

A ação tem como objetivo ouvir empresários, estudantes e profissionais da área  de hotelaria e turismo, secretarias municipais de tur entre outros que tenham interesse em conhecer a plataforma, como também trabalhar na melhoria das ações da mesma através de sugestões.

A consulta estará disponível até o próxima sexta, 12/05 , e a partir daí se transformará em um grande e rico mecanismo de dados e sugestões que servirão de início de implantação dessas ações propostas.

Os interessados em conhecer a Plataforma, como também contribuir na melhoria da mesma basta preencher o formulário abaixo e clicar no dispositivo enviar ao término do preenchimento.

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Ministro do Turismo receberá entidades e empresários que atuam na área do trade LGBT no Brasil
   Blog Diversidade   │     28 de dezembro de 2016   │     0:00  │  0

O chamado “dólar cor-de-rosa” tem sido alvo de redes de hotéis e agências de viagem. A aprovação do casamento igualitário aqueceu o setor.

Marx Beltrão - Ministro do Turismo e Nildo Correia - Pres. do Grupo Gay de Alagoas

Marx Beltrão – Ministro do Turismo e Nildo Correia – Pres. do Grupo Gay de Alagoas

No próximo dia 10 de janeiro de 2017, às 11 horas da manhã, o Ministro do Turismo – Marx Beltrão estará recebendo em seu gabinete, uma comissão de lideranças LGBT e empresários que atuam no mercado do turismo gay no país.

A audiência foi solicitada pelo Grupo Gay de Alagoas-GGAL, entidade que atua no estado de origem do atual ministro, e atende a uma solicitação de entidades do movimento LGBT e empresários de todo o país, que atuam na área do turismo LGBT no Brasil.

Um dos grandes objetivos desta ação é negociar com o atual ministro, e negociar a continuidade e ampliação do turismo LGBT no Brasil, como também estreitar laços entre o atual ministro, empresariado do trade LGBT e entidades que atual na área.

Nildo Correia, Presidente do Grupo Gay de Alagoas – GGAL, “afirma que em geral a sociedade e a cultura brasileira não nos preparam para entender a diversidade sexual. Mesmo com essa problemática a comunidade LGBT representa uma parcela expressiva no mercado, e se destaca como consumidor de viagens. Só este ano de 2016, de acordo com a World Travel Market, o mercado gay gerou e injetou em nossa economia, mais de 26 bilhões de dólares, além deste ponto positivo, os números mostram que o turista LGBT gasta 30% à mais que o turista heterossexual.”, afirmou Correia.

“O turismo é o movimento temporário de pessoas para destinos fora dos seus locais habituais de trabalho e residência, as atividades desenvolvidas durante a permanência nesses destinos e as facilidades criadas para satisfazer as suas necessidades.  Neste  sentido  é  de fundamental  importância  o  Diálogo  com o Ministério  do  Turismo   sobre  as   questões  LGBTI.   Para apoiar  ações  que    evite  a  discriminação  é  a  violência   contra  nossa  comunidade, assim  como   incentivar  o  turismo interno  no  Brasil.  E  promover  nosso  pais  no  exterior.  Visto  que  somos  uma  pais  rico  em riquezas  turísticas”, afirmou Toni reis –  Diretor-Presidente  da  Aliança  Nacional  LGBTI.

“No momento em que o País precisa gerar renda e emprego e, ao mesmo tempo, superar a discriminação,  é necessário haver investimento no turismo LGBT, que, de acordo com a Organização Mundial do Turismo, movimento 15% do dinheiro do setor no planeta”, explica o sócio-proprietário da Guiya Editora, primeira do Brasil dedicada a guias gays turísticos e presente em sete capitais.

Já para Maria do Céu, considerada uma das maiores empresárias na área do mercado LGBT no nordeste, a maior dificuldade enfrentada ainda é a homofobia. Atuando no mercado gay desde 93  , Maria afirma que mesmo sendo heterossexual, casada e mãe, não se ver fazendo outra coisa, que não seja destinada ao público gay. “ agradeço a comunidade LGBT por tudo que conquistei até os dias de hoje em minha vida profissional, financeira e pessoal, se hoje tenho estabilidade financeira e profissional é graças ao mercado Pink, que mesmo precisando evoluir e muito no nordeste, é uma área lucrativa e extensa, o empresariado só precisa acordar para esta mina de ouro”, afirmou ela que é proprietária da boate Metrópole e do Santo Bar em Recife, além de organizadora do maior festival de musica eletrônica LGBT do nordeste, Love Noronha, realizado na ilha de Fernando de Noronha.

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Buenos Aires, a capital gay da America Latina
   Blog Diversidade   │     9 de junho de 2016   │     0:00  │  0

Se você acha que devido os principais pontos turísticos serem um palácio todo rosa e um obelisco que lembra um pênis de 67,5m de altura, Buenos Aires é gay?….acertou

Existem muitos motivos pra você ir correndo para Buenos Aires: são apenas três horas de vôo de São Paulo ou do Rio, não precisa visto, é barato, é considerada a mais européia da América Latina, tem uma oferta cultural ampla (http://www.cultura.gov.ar ) e a vida noturna uma ferveção, com ruas cheias de bares e boates que começam a funcionar à uma da matina ( se você chegar a meia noite corre o risco de ser o primeiro ).

Mas o quente mesmo queridinhos é que além de uma gente belíssima e elegantérrima, os argentinos são tolerantes e respeitosos, prova disso é que em 2002 foi aprovada a união legal de parceiros de mesmo sexo.

Pronto, já te convenci, não só a você, mas as bibas de quase todo mundo que somam 20% do total de turistas que visitam a cidade (isso significa 550 mil bis por mês).

Portanto, lugares gayfriendly é que não faltam. Segundo o guia gay local são quase 168 lugares entre restaurantes, hotéis, boates, saunas e por aí vai. O interessante é que diferente das outras grandes cidades mundiais, em Buenos Aires não existe um bairro gay específico, tudo está espalhado e você pode conferir vendo o mapa gay da cidade em www.bleucards.net/map/mapa_grande.htm . Mas Não se desespere ! pois as regiões de Palermo, San Telmo, Recoleta e o Centro são as preferidas pela comunidade gay.

Assim como a diversidade de lugares, existem muitas opções para se alojar e uma bem legal são os bed & breakfast ( cama e café da manhã ) exclusivamente gays. Em alguns, os banheiros são compartilhados, mas isso não significa que é um Albergue da Juventude. Também existe a opção de se alugar um apartamento durante a estadia, ou para os mais clássicos existem várias opções de hotéis, com destaque para a rede Howard Johnson, o primeiro hotel reconhecido como gay friendly e localizado no centro.

Infelizmente aqui não há espaço pra te contar com detalhes de todos os lugares gays, mas nós da FRIENDLYTUR organizamos um guia gay local resumido que você pode receber via e mail quando optar por esta viagem conosco.

Claro que além de toda ferveção você tem que reservar tempo para conhecer os principais pontos turísticos dessa maravilhosa cidade.

Uma dica é começar com um city tour que dura geralmente por volta de 03 horas te dando uma rápida noção da cidade, e depois você pode caminhar tranqüilamente nos pontos que mais lhe interessaram. Destacamos um pequeno roteiro pra quem vai passar 3 dias e depois abaixo uma descrição muito alguns pontos.

1º dia -Explore o centro pela manhã, almoce em Puerto Madero e passe a tarde na Recoleta. A noite vá a uma milonga gay:

Centro da cidade
Comece pela Plaza San Martín, onde os argentinos enfrentaram e venceram os ingleses em 1807. Ali começa o calçadão da Calle Florida (veja compras) e ande em direção ao Obelisco, na monumental Avenida 9 de Julio, ande até o Teatro Colón (www.teatrocolon.org.ar) e pegue o metrô(ou subte, como dizem os argentinos) até a Estação Catedral e você estará em plena Plaza de Mayo, o coração político de Buenos Aires. Visite o Banco de la Nación, o Museu do Cabildo (antiga sede do poder civil) e a Casa Rosada, antes de entrar na Avenida de Mayo. Na esquina com a Rua Peru, desça as escadas para ver a estação mais antiga do Subte, de 1913. Depois, continue até o Gran Café Tortoni (abaixo) e não deixe de ver o Congresso e o Palácio de las Águas Corrientes, dois outros marcos da arquitetura portenha.

Neste passeio temos dois destaques: o Obelisco da Av. 9 de Julho, cartão-postal mais conhecido de Buenos Aires. Um monumento de 68 metros que foi construído em 1936, em comemoração ao quarto centenário da cidade. Ele marca o ponto central da Av. 9 de Julho, considerada a mais larga do mundo, com 140 metros. E o magnífico Teatro Colón ( Plaza Lavalle ), um teatro para ópera com arquitetura francesa construído em estilo neoclássico, com capacidade para 3 200 pessoas, é considerado uma das melhores acústicas do planeta. Repare na marquise de ferro trabalhado e no candelabro central, de sete metros de largura. Não deixe de fazer um tour de uma hora com guia pelo teatro, você vai ver as oficinas onde são feitos os cenários e os figurinos das óperas.

Entre outros museus, destaca-se o Museu Nacional de Belas Artes ( Av. Libertador, 1473 ), que está instalado numa fábrica abandonada de tijolos e cimento, e o Museu Nacional de Arte Decorativa ( Libertador, 1902 ) instalado num suntuoso palácio da cidade. E o Malba – Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (avenida Figueroa Alcorta, 3415, tel. 4808-6500).

Puerto Madero
É um audacioso projeto urbanístico que transformou a decadente zona portuária em um dos bairros mais elegantes da cidade. Com seus prédios de tijolos vermelhos, agora está cheio de cafés, lojas e restaurantes. Em uma das pontas fica atracado um navio-cassino, o Estrella de la Fortuna. Para entrar, é preciso fazer um depósito de 300 dólares. Pode-se também conhecer o Museo Fragata Sarmiento, um barco-escola de 1897, atracado no dique 3, ou caminhar pela arborizada Avenida Costanera Sur. Almoce por lá e não deixe de saborear a cerveja Quilmes ou um café no El Mirassol del Puertover.

Bairro da Recoleta
Tudo é muito chique na Recoleta, o reduto dos milionários de Buenos Aires. Para quem curte arquitetura vai perceber que é na Recoleta onde Buenos Aires se parece mais com Paris. Aqui as opções são muitas, comece apenas passeando e admirando os diversos palácios da avenida Alvear como a Embaixada da França (Cerrito, 1390), em estilo belle époque; o Palácio Pereda que hoje abriga a residência do embaixador brasileiro (Arroyo, 1130); a Mansão Algaza Unzué, atualmente anexo do hotel Four Seasons; o Palácio Duhau no n°- 1683; o Palácio Casares, que abriga a sede do Jockey Club no n°- 1345; a Casa Nacional de Cultura no n°- 1690; e a Nunciatura Apostólica no n°- 1671. Também existem muitas praças ( nos fins de semana, visite a feira de artesanato, na Plaza Francia ), restaurantes e cafés sofisticados (ver abaixo). Não deixe de ver o complexo de cinemas Village Recoleta, ou visitar as galerias do Centro Cultural Recoleta localizado no prédio do antigo convento dos frades recoletos, do século 18, onde há exposições, apresentações interessantes e uma ótima livraria.

Para os mais afortunados é também um local de compras (ver abaixo), não se podendo deixar de citar o Buenos Aires Design Center, um shopping dedicado à decoração e que reúne desde grandes marcas nacionais até designers jovens e descolados. E caso esteja “arrependida” de algo na noite anterior, não se preocupe vá até a magnífica Igreja de Nuestra Senõra de Pilar, a segunda mais antiga da cidade, de 1732, e que contém a mais importantes amostra da arquitetura colonial portenha.

Para os admiradores de Evita passeie pelo cemitério da Recoleta para ver seu túmulo (procure pelo túmulo da família Duarte), daí você vai entender porque Madonna encarnando Evita gerou tanta polêmica? Há visitas guiadas gratuitas no último domingo de cada mês, às 14h30. Se isso ainda não for o suficiente, visite o Museu Evita ( www. )

Tango Gay
Vai preparando a cinturinha, pois é ponto obrigatório ir a uma casa de Tango. Além das clássicas casas de show de tango, as gays ganharam também aqui seu espaço, denominada La Marshall, a primeira tangueria gay do mundo (chamada também de milongas). Ali as bi se entrelaçam na pista e jogam o corpo para todos os lados ao som de clássicos como El dia que me quieras. O lugar é um enorme salão com bar e decoração que lembra uma discoteca (Avenida Córdoba, 4.185). Existem aulas, mas depois seguem as milongas livres.

Você também encontra aulas de Tango aos Sábados no Bad and breakfast chamado Lugar Gay, denominado Tango entre Muchahos – www.lugargay.com.ar/bedandbreakfast. Mas também existem as casas clássicas de show de tango, como Casablanca (Balcarce, 668, 331-4621), a Michelângelo (Balcarce, 450, 334-4321), Tango Mío (Ituzamngó, 1200, 303-0231) e Señor Tango (Av. Vieytes, 1655). São agradáveis, mas não são autênticas. O verdadeiro tango rola nos ambientes enfumaçados e decadentes como no La Media Luz (Chile, 316, 331-1872), Café Homero (J. A. Cabrera, 4946, 773-1979), Bar Sur (Balcarce e Estados Unidos, 362-6086), El Querandí (Calle Peru, 302) e La Ventana (Balcarce, 425, 331-0217). Mas, atenção: ligue antes de sair para evitar decepções. As tanguerias vivem fechando (e reabrindo) as portas.

2º dia – Passeie pelo parque de Palermo, vá até o bairro La Boca e conheça o Caminito. A noite se jogue numa das várias opções de bares e boates:

Palermo
Este bairro se divide em dois. À esquerda da linha do trem, ele é Palermo Soho. Já à direita dessa linha, ele é Palermo Hollywood, pela proximidade de uma rede local de TV e do fato de sempre ser locação de filmes de publicidade. Em Palermo Soho, geralmente em lojas não identificadas por placa, escondem-se os estilistas vanguardistas e os designers de interiores pós-pós-modernos. Já em Palermo Hollywood, se concentram os restaurantes moderníssimos. A poucos passos de Palermo Hollywood se esconde o antigo Mercado de Pulgas na Av. Dorrego, 1600. Abre das 9h às 19 h.

Parque de Palermo
Localizado no elegante Bairro de Palermo, o Parque Tres de Febrero é um paraíso, com jacarandás, pedalinhos, e um Jardim Japonês. Sinta os aromas do jardim das roseiras, confira se está havendo corrida no Hipódromo, inaugurado em 1876, ou se preferir, vá conhecer o Zoológico. Depois, explore La Imprenta, um bairro bem atrás do Hipódromo com ruas muito arborizadas, cheias de prédios charmosos. O point de La Imprenta é La Cuadra – uma vila coberta, com lojas e galerias dos dois lados e um lounge-café no meio, com música ambiente e revistas.

La Boca
É um bairro portuário formado pelos imigrantes italianos. A grande atração de La Boca é o Caminito, uma tradicional rua do bairro, que tem casas coloridas feitas de chapas de aço e com muitos artistas por todos os cantos. Também ali se encontram animadas cantinas italianas ao longo da Av. Necochea ( a maioria delas tem shows ao vivo ). Embora o Caminito seja a vedete de La Boca há muito mais para se ver pelos arredores.

Na divisa com o bairro vizinho de San Telmo, o Parque Lezama mantém o interessante Museo Histórico Nacional, no local da fundação da cidade, em 1536. Na Avenida Brasil, em frente, fica a Igreja Apostólica Ortodoxa Russa, adornada com cúpulas em forma de cebolas. Para chegar ao coração de La Boca, pegue a Avenida Almirante Brown. No cruzamento com a Avenida Don Pedro de Mendoza estão as duas pontes que ligam Buenos Aires à cidade vizinha de Avellaneda. Do alto da mais nova, você terá uma bela vista do porto. Continue então pela Don Pedro de Mendoza até Vuelta do Rocha, onde começa o Caminito. Seguindo a pé por mais alguns quarteirões, você chegará ao estádio de futebol do Boca Juniors.

3º dia – Vá a Feira de San Telmo e almoce

Feiras
A Feira de San Telmo é a mais conhecida feira permanente de Buenos Aires. Ela acontece aos domingos, das 10h às l7h, na Praça Dorrego, coração do bairro de San Telmo. É uma espécie de mercado de pulgas, com muitas antiguidades, artesanato e alguns casais de bailarinos dando shows de tango. A feira não termina antes das cinco da tarde. Ou seja, você terá tempo de explorar as outras atrações do bairro antes de chegar lá. A Manzana de las Luces, um quarteirão antigo delimitado pelas ruas Peru, Moreno, Bolivar e Alsina, é um bom ponto de partida. Veja a Igreja de San Ignácio e a Universidade de Buenos Aires. Na esquina da Alsina com a Defensa, pare no Museo de la Ciudad. Continuando pela Defensa, você verá muitos sobrados antigos. Aproveite para almoçar no La Vieja Rotisería (calle Defensa, 963) a dois quarteirões da feira de San Telmo, carnes e lingüiças são preparadas à vista de todos, por preços imbatíveis.

Outra feira de artistas acontece às sextas-feiras, a partir das 10h, na praça em frente à Igreja dos Franciscanos (Defensa com Alsina). Para comprar artigos de couro, a melhor feira é a que acontece nos finais de semana na Plaza Itália, em Palermo, que também oferece livros usados e revistas em quadrinhos.

Aqui ficam outros destaques:

Cafés
É nos cafés que Buenos Aires mais se parece com Paris. Algumas dicas: La Biela na esquina da Av. Quintana, 600 é um dos mais badalados do bairro da Recoleta, e parada obrigatória. Exatamente do outro lado da rua está o Café de La Paix, o mais francês da cidade. Mas o endereço mais tradicional da cidade é, sem dúvida, o Tortoni ( Av. de Mayo, 825 ) com seus quase 140 anos de história. O Café La Academia (Callao entre a Corrientes e o Sarmiento) segue o melhor estilo dos antigos cafés com bilhar.

Compras
A Calle Florida é ótima para as compras – tem de tudo. Mas é uma rua cara. Os locais mais baratos para roupas estão no centro, nas lojas de fábrica localizadas na esquina da Comentes com a Pueyrredón. As fábricas de couro e peles aglomeram-se no quarteirão da Suipacha com a Paraguai, e nas avenidas Santa Fé e Cabildo. Para quem quer um pouco mais de charme procure a Galerías Pacífico ( Calle Florida,750 esquina com Cordoba ), construído em 1889, foi reciclado no início desta década e seus maravilhosos afrescos seculares convivem com lojas elegantes ou o sofisticado ou o Pátio Bullrich ( Av.Libertador, 750 na Recoleta ) que tem lojas de roupas de griffe, perfumes e discos. Outras opções são os armazéns reformados de Puerto Madero, à beira do Rio da Prata e o maior shopping que é o Alto Palermo( Santa Fé, 3253 ).

Na Av. Córdoba entre a rua Lavalleja e a avenida Juan B. Justo, concentram-se os outlets de grifes concorridas, como Nike, Adidas, Levi’s, Yves Saint-Lauren e Cheeky. Vale uma olhada.

Trem de la Costa para o Delta do rio Tigre
É um trem turístico recém-reformado, que sai da estação de Borges, no bairro de Olivos, a 12 quilômetros do centro, e vai até Tigre, uma vila charmosa a uma hora de Buenos Aires. Pela janela do vagão, você vai acompanhando a encantadora paisagem à beira-rio, intercalada por antigas estações de estilo inglês. A mais famosa é a de San Isidro, onde há uma feira de artesanato, uma bonita igreja e um hipódromo. Em Tigre partem os barcos que fazem cruzeiros pelo emaranhado de ilhas e deltas do rio. Aqui se encontra também um cassino flutuante nas margens do Rio Tigre

É hora de arrumar a malinha, se despeça do bofe latino liiiiiiiiindo que você conheceu e volte sabendo que ainda vai ter que voltar pra curtir mais essa cidade maravilhosa.

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Maior hotel gay da América Latina ganhará novas acomodações
   Blog Diversidade   │     16 de fevereiro de 2016   │     23:06  │  0

O Chilli Pepper é o único empreendimento LGBT contemplado com o ISO 900, que atesta a qualidade dos serviços oferecidos por uma empresa gay, e a receber a Louis Vuitton, marca de luxo francesa.

O maior hotel só para homens da América Latina, o Chilli Pepper, localizado no centro de São Paulo, vem com uma novidade quente para 2016. Um novo espaço, com mais 22 acomodações, será inaugurado ainda esse ano. “Compramos o imóvel ao lado de 440 metros quadrados e batizamos de Mais Chilli. Demos esse nome porque teremos mais suítes, mais homens e muito mais opções para os nossos hóspedes. O acesso será feito pela piscina de verão” adianta Douglas Drumond, proprietário.

As single suites foram desenhadas pelo arquiteto mineiro Rodrigo Canhestro e terão cama box, banheiro, água filtrada, cofre, ar condicionado, ducha, lençol de 200 fios e acabamento de alto padrão. As obras já começaram e o Mais Chilli deve ser inaugurado em outubro com uma super festa. Em 2015, o Chilli Pepper foi contemplado com o ISO 9001, que atesta a qualidade dos serviços oferecidos por uma empresa. Além disso, a Louis Vuitton, aquela marca de luxo francesa, listou o hotel como uma mais badalados da capital paulista na sua edição Guia de Luxo.

 

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Carnaval: Turismo gay representa 30% das receitas do Rio de Janeiro
   Blog Diversidade   │     15 de fevereiro de 2015   │     12:00  │  0

Dos 1,5 mil milhões de reais (465 milhões de euros) gastos por turistas no ano passado, 461 milhões de reais (143 milhões de euros) foram gastos por turistas associado ao setor LGBT (Lésbicas, gays, bissexuais e transgénero).

Dos 1,5 mil milhões de reais (465 milhões de euros) gastos por turistas no ano passado, 461 milhões de reais (143 milhões de euros) foram gastos por turistas associado ao setor LGBT (Lésbicas, gays, bissexuais e transgénero).

O turismo gay é responsável por mais de 30 por cento das receitas na cidade do Rio de Janeiro, durante o Carnaval, refere a prefeitura com base numa pesquisa feita em 2014.

Dos 1,5 mil milhões de reais (465 milhões de euros) gastos por turistas no ano passado, 461 milhões de reais (143 milhões de euros) foram gastos por turistas associado ao setor LGBT (Lésbicas, gays, bissexuais e transgénero).

A maioria dos visitantes desse segmento é composta por homens jovens (70% deles têm entre 20 e 34 anos), licenciados e rendimentos médios de 6.800 reais (2.100 euros).

Segundo a empresa municipal RioTur, o gasto médio diário do turista gay brasileiro (100 euros) e estrangeiro (150 euros) supera o de um heterossexual (70 euros), afirma o estudo.

Apesar de reconhecido internacionalmente como destino ‘gay friendly’, o Rio de Janeiro ainda é cenário de manifestações homofóbicas. Num esforço para limpar a imagem de intolerância, a cidade conta agora com novos mecanismos para o registo de casos de homofobia, tanto nas delegacias como nos hospitais da rede pública.

Em paralelo, há ainda uma campanha que atribui um selo de qualidade a lojas, bares e restaurantes amigáveis ao público homossexual.

O governo estadual anunciou que esta fazendo policiamento preventivo e diferenciado para evitar casos de homofobia durante o Carnaval na cidade. De acordo com Cláudio Nascimento, superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos e coordenador do Programa Estadual Rio Sem Homofobia, será feita em paralelo uma campanha de consciencialização.

«Entregámos um mapeamento todos os locais de frequência LGBT para que a polícia possa planejar seu trabalho. Faremos também uma ação pedagógica, inclusive com os policiais, para esclarecer os direitos dos homossexuais e o que fazer em caso de violência», afirmou.

 

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