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Rio de Janeiro poderá sediar os Gay Games em 2026
   Blog Diversidade   │     8 de janeiro de 2017   │     0:00  │  0

A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.

A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.

Quem disse que os LGBTs não gostam de esportes.  Os jogos Olímpicos do Rio 2016 tiveram recorde de atletas assumidos e bombou muito. Essa feshação pode trazer para o Brasil algo bem lacrativo em 2026. A cidade pode sediar o Gay Games, jogos internacionais que deve reunir 15 mil atletas em 12 dias de competição.

A informação foi divulgada pelo jornal O Globo que informou que o Rio Convention & Visitors Bureau e a International Gay and Lesbian Travel Association (IGLTA) firmaram parceria para fazer do Rio o principal destino LGBT da América do Sul. A estimativa é que os jogos tenham uma movimentação financeira de US$ 40 milhões na economia.

Os Gay Games, que existem desde 1982, acontecem em 2018, em Paris. No próximo mês será revelada a cidade que recebe o evento em 2022.

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Conheça mais 10 destinos gay friendly do mundo
   Blog Diversidade   │     5 de maio de 2016   │     0:00  │  0

Receber e atender de maneira adequada o publico gay é um diferencial que tem rendido muito a destinos turísticos pelo mundo todo. Trate-se da mítica San Francisco ou da descolada Berlim, da liberal Amsterdã, da boêmia Praga ou da exótica Bangkok, comprova-se um esforço por atender cada vez melhor as necessidades específicas deste público, considerado exigente e bastante sofisticado.

1. São Francisco, Estados Unidos
São Francisco, Estados UnidosSão Francisco é a cidade gay-friendly por excelência. Bandeiras arco-íris enfeitam as janelas dos apartamentos em vários bairros da cidade. O bairro de Castro provavelmente é o reduto gay mais conhecido do mundo: tem quase todos seus bares e lojas voltados para esse público. A semana do orgulho gay é coroada pela Parada do Orgulho Gay, Lésbico, Bissexual e Transgênero (GLBT), em que cerca de meio milhão de pessoas se divertem durante o último domingo de junho. Também durante o mês de junho ocorre o festival de cinema gay.

2. Sydney, Austrália
Em Sydney, gays e lésbicas são uma parte vital, bem-organizada e colorida da sociedade. Anfitriã dos Jogos Gays em 2002, Sydney também recebe o maior evento turístico do país, o Mardi Gras. A parada hedonista com tons políticos é seguida por mais de quinhentas mil pessoas. A vida de praia também ajuda a apimentar esta cidade australiana, cheia de corpos bronzeados.

3. Brighton, Inglaterra

Foto do site www.viagemnafoto.com.

Talvez seja por causa da associação de longa data de Brighton com a cena teatral, mas, por mais de 100 anos, a cidade tem sido um paraíso gay. A comunidade gay é formada por mais de 40.000 habitantes, quase um quarto de toda a população local. O bairro de Kemptown é onde tudo acontece, com uma série de bares, hotéis, cafés, livrarias e saunas com proprietários gays.

 4. Amsterdã, Holanda Conhecida como a capital gay e lésbica na Europa, Amsterdã teria uma população gay que chegaria a 30%. As estatísticas são provavelmente exageradas, mas o número de locais voltados para o público gay não são: mais de 100 bares, baladas, hotéis, livrarias, academias e todo tipo de serviço. Amsterdã recebe também a única parada gay a ser realizada sobre a água, nos canais da cidade. Em 2010, o evento reuniu, aproximadamente, 500 mil pessoas. Ainda maior é o Dia da Rainha, no dia 30 de abril, ao redor do Homomonument, dedicado àqueles perseguidos pelo nazismo em razão de suas preferências sexuais.

5. Berlim, Alemanha
Berlim, AlemanhaO liberalismo lendário de Berlim gerou uma das maiores cenas gays e lésbicas no mundo. O prefeito Kmaus Woxereit declarou: “eu sou gay, e isso é uma coisa boa”. Como convém a uma cidade descentralizada como Berlim, não há um distrito gay, embora exista um certo número de áreas gay friendly. Grandes multidões se voltam no início de junho para o Schwul-Lesbisches Strassenfest (a feira de rua gay e lésbica, em tradução literal), que serve de aquecimento para o Christopher Street Day, celebração GLBT que ocorre em várias cidades da Europa em junho.

6. Puerto Vallarta, México
Puerto Vallarta, MéxicoPuerto Vallarta, no México, tem se tornado um destino gay friendly nos últimos anos. Muitos hotéis, tours e cruzeiros na região estão voltados para o mercado homossexual. Encontre amigos e amigas na cidade em muitos dos bares de martini, boates de strip-tease e shows de drag queen.

7. Nova York, Estados Unidos
Os bairros de Chelsea e Greenwich Village em Nova York são sinônimos de vida gay. Um bom número de baladas tranquilas e bares gay continua a nascer no centro de Chelsea. Todos os movimentos, sejam de arte ou de moda, são fortes em Nova York, e o movimento gay não é exceção. A parada gay, realizada em junho, foi a primeira desse tipo no mundo e atrai visitantes dos mais distantes locais à cidade.

8. Rio de Janeiro, Brasil
A cena gay no Rio de Janeiro é muito ativa, apesar de ser menos visível do que em cidades como São Francisco ou Sydney. Eleito em 2009 o melhor destino gay, à frente de cidades como Buenos Aires, Londres e mesmo Sydney, o Rio conta com um grande número lojas, cinemas e baladas GLBT. A rua Farme de Amoedo, em Ipanema, é considerado point gay na capital carioca e é um excelente local para fazer amizades, relaxando com uma bela vista para o mar.

9. Praga, República Tcheca
Praga, República TchecaA boêmia cidade de Praga tem muita história e cultura. Em novembro, a capital da República Tcheca recebe um festival de filmes GLBT. Apesar da aceitação geral da cidade a casais do mesmo sexo, há uma cena gay segregada, e as demonstrações públicas de afeto não são aconselháveis.

10. Bangkok, Tailândia
Bangkok, TailândiaO movimento gay é único em Bangkok. A cultura tailandesa admite e aceita a homossexualidade. Mas, apesar de não haver discriminação, recomenda-se uma certa reserva em locais públicos. No entanto, você encontrará na cidade grande numero de karaokês, hotéis, saunas e salões de massagem voltados para a comunidade gay.

Fonte: Agência Andrés Bruzzone Comunicação

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Baile “Glam Gay”: Fique por dentro de tudo que rolou no evento realizado pelo carnavalesco Milton Cunha
   Blog Diversidade   │     16 de fevereiro de 2015   │     15:24  │  0

Carnavalesco Milton Cunha

Carnavalesco Milton Cunha

O artista plástico, carnavalesco e agitador cultural multimídia Milton Cunha, promoveu no ultimo dia 11 deste mês, na quadra da Escola de Samba Mangueira, a primeira edição do Baile de Carnaval Glam Gay no Rio de Janeiro. Plumas, paetês e muito strass. Foi com todo esse esplendor que os organizadores do Baile Glam Gay, fez sua primeira edição nesta ultima quarta-feira na quadra da verde e rosa.

Um concurso de fantasias abriu o baile às 21h30 e daí para a frente a animação ficou por conta da orquestra Céu na Terra, do grupo Art Jr., do DJ Edu Saad e da Bateria da Mangueira.

Milton Cunha ressalta a importância do evento, na visibilidade massiva dos artistas LGBT durante o carnaval, dai então veio a ideia de incluir na programação um concurso de fantasias de luxo, onde já a partir da entrada, os participantes já entravam desfilando em uma passarela que foi montada na entrada da quadra, para que o público apreciasse as fantasias.

O baile ainda contou com a participação de David Brazil como rei, Rogéria como rainha, Elke Maravilha como musa gay e Samile Cunha como a drag queen oficial.

A festa que teve como júri dos concursos do baile o promoter David Brazil, a apresentadora Elke Maravilha, a atriz Rogéria e a escritora Samile Cunha, votaram nas três seguintes categorias julgadas: luxo, originalidade e boneca, com desfile de biquíni, que escolheu a travesti e a transexual mais bela do baile. Os ganhadores levaram o troféu e prêmio de R$ 1 mil reais.

Cunha diz que a experiência de décadas como destaque de alegoria nas escolas de samba fez o diferencial para dois candidatos ao título de fantasia luxo masculino. Carlinhos Bragança, de 58 anos, e Silvinho Fernandes, 54, já disputaram tradicionais concursos e afirmaram que confeccionar seus próprios figurinos fez e faz toda a diferença. “Há figurinos que levam mais de três meses para ficar prontos”, contou Carlinhos. “Sempre desfilei com fantasias que fiz e foi tudo do meu próprio bolso”, destacou Serginho.

O produtor do baile Glam Gay e destaque da Mocidade, Rodrigo Leocádio, 35, gastou em um figurino, o equivalente a um carro popular. “É muito investimento, mas ver o trabalho pronto compensa”, declarou Rodrigo, que apostou que o novo baile será o evento mais bombado dos principais Carnavais do Rio. “Estamos sem baile com concurso de fantasia há três anos. Este tipo de evento se perdeu, principalmente, porque as últimas versões não tinham credibilidade”, apontou o produtor.

Sem sombra de duvidas o evento retomou o glamour dos grandes bailes de Carnaval, e entrar de vez no calendário da cidade maravilhosa.

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Baile “Glam Gay”: Fique por dentro de tudo que rolou no evento realizado pelo carnavalesco Milton Cunha
   Blog Diversidade   │       │     15:24  │  0

Carnavalesco Milton Cunha

Carnavalesco Milton Cunha

O artista plástico, carnavalesco e agitador cultural multimídia Milton Cunha, promoveu no ultimo dia 11 deste mês, na quadra da Escola de Samba Mangueira, a primeira edição do Baile de Carnaval Glam Gay no Rio de Janeiro. Plumas, paetês e muito strass. Foi com todo esse esplendor que os organizadores do Baile Glam Gay, fez sua primeira edição nesta ultima quarta-feira na quadra da verde e rosa.

Um concurso de fantasias abriu o baile às 21h30 e daí para a frente a animação ficou por conta da orquestra Céu na Terra, do grupo Art Jr., do DJ Edu Saad e da Bateria da Mangueira.

Milton Cunha ressalta a importância do evento, na visibilidade massiva dos artistas LGBT durante o carnaval, dai então veio a ideia de incluir na programação um concurso de fantasias de luxo, onde já a partir da entrada, os participantes já entravam desfilando em uma passarela que foi montada na entrada da quadra, para que o público apreciasse as fantasias.

O baile ainda contou com a participação de David Brazil como rei, Rogéria como rainha, Elke Maravilha como musa gay e Samile Cunha como a drag queen oficial.

A festa que teve como júri dos concursos do baile o promoter David Brazil, a apresentadora Elke Maravilha, a atriz Rogéria e a escritora Samile Cunha, votaram nas três seguintes categorias julgadas: luxo, originalidade e boneca, com desfile de biquíni, que escolheu a travesti e a transexual mais bela do baile. Os ganhadores levaram o troféu e prêmio de R$ 1 mil reais.

Cunha diz que a experiência de décadas como destaque de alegoria nas escolas de samba fez o diferencial para dois candidatos ao título de fantasia luxo masculino. Carlinhos Bragança, de 58 anos, e Silvinho Fernandes, 54, já disputaram tradicionais concursos e afirmaram que confeccionar seus próprios figurinos fez e faz toda a diferença. “Há figurinos que levam mais de três meses para ficar prontos”, contou Carlinhos. “Sempre desfilei com fantasias que fiz e foi tudo do meu próprio bolso”, destacou Serginho.

O produtor do baile Glam Gay e destaque da Mocidade, Rodrigo Leocádio, 35, gastou em um figurino, o equivalente a um carro popular. “É muito investimento, mas ver o trabalho pronto compensa”, declarou Rodrigo, que apostou que o novo baile será o evento mais bombado dos principais Carnavais do Rio. “Estamos sem baile com concurso de fantasia há três anos. Este tipo de evento se perdeu, principalmente, porque as últimas versões não tinham credibilidade”, apontou o produtor.

Sem sombra de duvidas o evento retomou o glamour dos grandes bailes de Carnaval, e entrar de vez no calendário da cidade maravilhosa.

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Carnaval: Turismo gay representa 30% das receitas do Rio de Janeiro
   Blog Diversidade   │     15 de fevereiro de 2015   │     12:00  │  0

Dos 1,5 mil milhões de reais (465 milhões de euros) gastos por turistas no ano passado, 461 milhões de reais (143 milhões de euros) foram gastos por turistas associado ao setor LGBT (Lésbicas, gays, bissexuais e transgénero).

Dos 1,5 mil milhões de reais (465 milhões de euros) gastos por turistas no ano passado, 461 milhões de reais (143 milhões de euros) foram gastos por turistas associado ao setor LGBT (Lésbicas, gays, bissexuais e transgénero).

O turismo gay é responsável por mais de 30 por cento das receitas na cidade do Rio de Janeiro, durante o Carnaval, refere a prefeitura com base numa pesquisa feita em 2014.

Dos 1,5 mil milhões de reais (465 milhões de euros) gastos por turistas no ano passado, 461 milhões de reais (143 milhões de euros) foram gastos por turistas associado ao setor LGBT (Lésbicas, gays, bissexuais e transgénero).

A maioria dos visitantes desse segmento é composta por homens jovens (70% deles têm entre 20 e 34 anos), licenciados e rendimentos médios de 6.800 reais (2.100 euros).

Segundo a empresa municipal RioTur, o gasto médio diário do turista gay brasileiro (100 euros) e estrangeiro (150 euros) supera o de um heterossexual (70 euros), afirma o estudo.

Apesar de reconhecido internacionalmente como destino ‘gay friendly’, o Rio de Janeiro ainda é cenário de manifestações homofóbicas. Num esforço para limpar a imagem de intolerância, a cidade conta agora com novos mecanismos para o registo de casos de homofobia, tanto nas delegacias como nos hospitais da rede pública.

Em paralelo, há ainda uma campanha que atribui um selo de qualidade a lojas, bares e restaurantes amigáveis ao público homossexual.

O governo estadual anunciou que esta fazendo policiamento preventivo e diferenciado para evitar casos de homofobia durante o Carnaval na cidade. De acordo com Cláudio Nascimento, superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos e coordenador do Programa Estadual Rio Sem Homofobia, será feita em paralelo uma campanha de consciencialização.

«Entregámos um mapeamento todos os locais de frequência LGBT para que a polícia possa planejar seu trabalho. Faremos também uma ação pedagógica, inclusive com os policiais, para esclarecer os direitos dos homossexuais e o que fazer em caso de violência», afirmou.

 

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