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Essa Coca-Cola é Fanta e daí ?
   29 de junho de 2017   │     14:39  │  0

Ontem, quarta-feira, 28 de junho, data em que é comemorada o Dia Internacional do Orgulho LGBT  em todo o mundo, funcionários da Coca-Cola receberam latas do refrigerante principal da companhia porém com Fanta em seu conteúdo. A empresa aproveitou uma brincadeira popular para abordar um tema sério.

Com a inscrição “Essa Coca-Cola é Fanta e daí?” na lata, mostra seu apoio à causa da diversidade sexual e contra o preconceito.

“Acreditamos que ações como essa geram orgulho e empatia e ajudam na cultura positiva do nosso dia a dia”, diz Marina Peixoto, diretora de comunicação da Coca-Cola Brasil.

As Cocas-Cola que são Fanta, porém, não serão comercializadas. Foi uma ação interna da companhia que recheou as geladeiras dos 13 andares da sede da empresa, no bairro do Botafogo, no Rio de Janeiro, para lembrar a data.

E viva a Coca Cola e demais empresas que a cada dia abrem seus braços para divulgar e Visibilizar uma cultura de paz e tolerância.

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Filhos do Arco-Íris: Artistas se unem em prol da causa LGBT
   12 de junho de 2017   │     16:51  │  0

“Filhos do Arco-Íris” é uma música apresentada pelo produtor Rick Bonadio, com assinatura de Joca Beta e Nizan Guanaes. Nos vocais, estão Sandy, Preta Gil, Daniella Mercury, Pabllo Vittar, Luiza Possi, Gloria Groove, Kell Smith, Di Ferrero e outros destaques. 

Foi divulgado, nesta terça-feira (6), o áudio da música feita para o Mês do Orgulho LGBT no Brasil, celebrado no dia 28 de junho. Intitulada ‘Filhos do Arco-Iris’, a música conta com a participação de ícones nacionais como Preta Gil, Gloria Groove, Pabllo Vittar, Daniela Mercury, Sandy, Fafá de Belém, Carlinhos Brown, Luiza Possi, Paulo Miklos, Rogério Flausino e Di Ferrero e foi produzida por Rick Bonadio.

Os lucros rendidos com a canção irão ser revertidos para fundações que lutam para prevenir a epidemia do HIV.

Segundo o compositor Nizan Guanaes, a canção “é o início de uma campanha de mobilização e conscientização que irá culminar na Parada LGBT de 2018, ano da eleição presidencial e do Legislativo, cuja causa LGBT precisa influenciar”.

A versão completa da música será lançada no Spotify em breve, mas um trecho de 2 minutos já circula na internet, inclusive na página oficial de Pabllo Vittar no Facebook.

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APROVADO NO SENADO: Casamento é união de duas pessoas
   9 de março de 2017   │     2:35  │  0

O Projeto de Lei do Senado (PLS) 612/2011, que altera o Código Civil para reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo e para possibilitar a conversão dessa união em casamento, foi aprovado nesta quarta-feira (8) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa. Durante a votação houve 17 votos favoráveis e uma abstenção.

Apresentada pela senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), a proposta recebeu voto favorável do relator, senador Roberto Requião (PMDB-PR), e poderá seguir diretamente para análise da Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação em Plenário.

Atualmente, o Código Civil reconhece como entidade familiar “a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família”. Com o projeto, a lei será alterada para estabelecer como família “a união estável entre duas pessoas”, mantendo o restante do texto do artigo.

O texto determina ainda que a união estável “poderá converter-se em casamento, mediante requerimento formulado dos companheiros ao oficial do Registro Civil, no qual declarem que não têm impedimentos para casar e indiquem o regime de bens que passam a adotar, dispensada a celebração”.

Segurança jurídica

A conversão em casamento da união estável entre pessoas do mesmo sexo já é autorizada por juízes. No entanto, há casos de recusa, fundamentada na inexistência de previsão legal expressa. O projeto busca eliminar as dificuldades nesses casos e conferir segurança jurídica à matéria.

No relatório, Requião lembra decisão de 2011 do Supremo Tribunal Federal, reconhecendo o direito à formalização da união entre casais homossexuais. No entanto, ele diz ser responsabilidade do Legislativo adequar a lei em vigor ao entendimento consagrado pelo Supremo, “contribuindo, assim, para o aumento da segurança jurídica e, em última análise, a disseminação da pacificação social”.

O projeto aguardava decisão do Senado desde 2012, quando recebeu emendas da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), que foram mantidas por Requião.

Fonte: Agência Senado

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Brasil e EUA assinam acordo de promoção comercial LGBT
   24 de fevereiro de 2017   │     16:38  │  0

 Ricardo Gomes, Presidente da CCLGBTB (Câmara de Comércio LGBT Brasileira) e Chance Mitchell, co-fundador e CEO da NGLCC (National Gay & Lesbian Chamber of Commerce) assinam acordo nesta quinta-feira para cooperação no desenvolvimento de atividades e empreendedorismo LGBT nos dois países.

 O empreendedorismo e as atividades de desenvolvimento comercial para a população Lésbica, Gay, Bissexual e Transgênera do Brasil e dos EUA deram um grande passo nesta quinta-feira, dia 23 de fevereiro de 2017, com a assinatura de um convênio entre a CCLGBTB e a NGLCC, respectivamente as câmaras de comércio brasileira e norte-americana.

 O Tratado incentivará ações conjuntas e parcerias entre as empresas dos dois países que se prontificam a atuar de maneira inclusiva junto à população LGBT. Entre as ações previstas estão projetos culturais, de capacitação da comunidade e apoio aos empresários associados em acesso e negociação com grandes indústrias.

 Para Ricardo Gomes, presidente da CCLGBTB, o convênio com os EUA (terceiro já assinado pelo Brasil que já conta com a parceria com a Argentina e o Uruguai) trará o impulso necessário para que grandes companhias atuem efetivamente em prol do desenvolvimento pessoal e profissional da população e do mercado LGBT. “O caminho da Câmara é o de aproximação com os principais mercados consumidores e produtores no mundo, trazendo uma integração entre empresários que abracem a causa LGBT, sejam eles parte da comunidade ou simpatizantes. É hora de o Brasil ingressar neste importante movimento que, estima-se, pode gerar cerca de US$3 trilhões por ano ao redor do mundo”, diz.

O co-fundador e CEO da NGLCC, Chance Mitchell, confirma a importância do acordo, tendo em especial atenção ao fato de que o Brasil é um importante mercado latino americano. “A NGLCC dá as boas-vindas ao CCLGBTB na sua crescente rede de 46 câmaras de comércio LGBT em todo os Estados Unidos e 12 organizações empresariais LGBT a nível internacional. A CCLGBTB, sediada em São Paulo, é a décima terceira organização a se filiar à NGLCC Global e a oitava organização empresarial LGBT na América Latina. Esta nova parceria formalizará as relações comerciais entre os Estados Unidos e o Brasil e festejará o papel do CCLGBTB na promoção da comunidade empresarial LGBT brasileira e na defesa da inclusão econômica das pessoas LGBT no Brasil”, afirmou Chance.

Fonte: Jornalista Gabriel Rajão

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Google cria vídeos em 360º de Paradas do Orgulho Gay do mundo inteiro para comemorar o dia 28 de junho
   28 de junho de 2016   │     0:00  │  0

O Google lançou  no dia 23 de junho um projeto para levar as Paradas do Orgulho LGBTT do mundo todo a pessoas que não podem participar delas fisicamente. Chamado de #prideforeveryone (#orgulhoparatodos), o projeto disponibiliza registros em 360 graus das Paradas do Orgulho LGBTT de diversos locais do mundo, incluindo Estados Unidos, Canadá, Brasil, Colômbia, Índia, China, Japão, Austrália, Reino Unido, Irlanda e Itália.

Segundo a empresa, o objetivo do projeto é que “trazer o senso de empolgação e de união [das Paradas a pessoas que normalmente não poderiam estar presentes”, como também comemorar o dia 28 de junho, data esta que se comemora o Dia Internacional do Orgulho Gay em todo mundo. Conforme o Engadget aponta, muitas pessoas no mundo deixam de ir a esses eventos por conta de leis anti-LGBTTs de alguns países, ou por medo de ser discriminado por suas famílias ou conhecidos. O vídeo abaixo apresenta o projeto:

De acordo com uma pesquisa citada pelo próprio Google, mesmo nos Estados Unidos, 52% da população LGBTT nunca foi a uma dessas paradas. Isso apesar do fato de os Estados Unidos não ser um dos mais de 70 países em que pertencer a essa comunidade é um crime.

Em entrevista ao USA Today, Arjan Dijk, vice-presidente de marketing disse acreditar que a mensagem do projeto é ainda mais iportante após o massacre homofóbico que aconteceu em Orlando no dia 12 de junho. Dijk também é patrocinador executivo dos Gayglers, o grupo dos funcionários LGBTT que trabalham no Google. “Acho que depois de Orlando, essa mensagem é ainda mais importante, que as pessoas devem ter orgulho de quem elas são e de quem elas amam”, disse.

De acordo com o site do projeto, funcionários do Google e seus parentes e amigos participaram da 20ª Parada do Orgulho LGBTT em São Paulo e registraram o evento em vídeo 360º. Com mais de 2 milhões de participantes, a Parada de São Paulo é uma das maiores do mundo. No ramo de tecnologia, não foi só o Google que apoiou o evento: a Microsoft também incentivou seus funcionários a participar.

28 de junho é o Dia do Orgulho LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersex), data celebrada e lembrada mundialmente, que marca um episódio ocorrido em Nova Iorque, em 1969. Naquele dia, as pessoas que frequentavam o bar Stonewall Inn, até hoje um local de frequência de gays, lésbicas e trans, reagiram a uma série de batidas policiais que eram realizadas ali com frequência.

O levante contra a perseguição da polícia às pessoas LGBTI durou mais duas noites e, no ano seguinte, resultou na organização na 1° parada do orgulho LGBT, realizada no dia 1° de julho de 1970, para lembrar o episódio. Hoje, as Paradas do Orgulho LGBT acontecem em quase todos os países do mundo e em muitas cidades do Brasil ao longo do ano.

Infelizmente, a perseguição, discriminação e as violências contra pessoas por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero – real ou percebida – não acabou. No relatório ”Making love a crime”, a Anistia Internacional mostra que em 38 países da África, a homossexualidade é criminalizada por lei, e ao longo da última década houve diversas tentativas de tornar estas leis ainda mais severas.

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