Tag Archives: Homossexualidade

Consultora sexual alagoana ensina famílias como dialogar com filhos homossexuais nos dias de hoje

A consultora Sexual alagoana Milka Freitas, desenvolve palestras que tem como objetivo ensinar famílias  de LGBT’s  como dialogar sobre as dificuldades enfrentadas pelas através da Educação Sexual.

Com o tema: Não sei o que fazer com o “mundo colorido”, o novo ciclo de palestras segue a todo vapor, por escolas, empresas e centros comunitários alagoano.

Freitas diz que uma dica importante é o diálogo sempre com respeito e sabendo respeitar o tempo de cada pessoa. Não perca tempo! Perca a vergonha de praticar Educação Sexual.

Para conhecer melhor o trabalho da consultora sexual Milka de Freitas siga a mesma através de sua rede social.  Milka Freitas – Consultora Sexual

Causas da homossexualidade
   Blog Diversidade   │     9 de janeiro de 2016   │     20:31  │  0

Texto Publicado em 18/04/2011 em sua pagina pessoal, mas de um riquíssimo conhecimento explicativo fora do sério.

Artigo

Por: Drauzio Varella – Médico oncologista, cientista e escritor brasileiro, formado pela Universidade de São Paulo, na qual foi aprovado em 2° lugar, conhecido por popularizar a medicina em seu país, através de programas de rádio e TV

Existe gente que acha que os homossexuais já nascem assim. Outros, ao contrário, dizem que a conjunção do ambiente social com a figura dominadora do genitor do sexo oposto é que são decisivos na expressão da homossexualidade masculina ou feminina.

Como separar o patrimônio genético herdado involuntariamente de nossos antepassados da influência do meio foi uma discussão que monopolizou o estudo do comportamento humano durante pelo menos dois terços do século XX.

Os defensores da origem genética da homossexualidade usam como argumento os trabalhos que encontraram concentração mais alta de homossexuais em determinadas famílias e os que mostraram maior prevalência de homossexualidade em irmãos gêmeos univitelinos criados por famílias diferentes sem nenhum contato pessoal.

Mais tarde, com os avanços dos métodos de neuro-imagem, alguns autores procuraram diferenças na morfologia do cérebro que explicassem o comportamento homossexual.

Os que defendem a influência do meio têm ojeriza aos argumentos genéticos. Para eles, o comportamento humano é de tal complexidade que fica ridículo limitá-lo à bioquímica da expressão de meia dúzia de genes. Como negar que a figura excessivamente protetora da mãe, aliada à do pai pusilânime, seja comum a muitos homens homossexuais? Ou que uma ligação forte com o pai tenha influência na definição da sexualidade da filha?

Sinceramente, acho essa discussão antiquada. Tão inútil insistirmos nela como discutir se a música que escutamos ao longe vem do piano ou do pianista.

A propriedade mais importante do sistema nervoso central é sua plasticidade. De nossos pais herdamos o formato da rede de neurônios que trouxemos ao mundo. No decorrer da vida, entretanto, os sucessivos impactos do ambiente provocaram tamanha alteração plástica na arquitetura dessa rede primitiva que ela se tornou absolutamente irreconhecível e original.

Cada indivíduo é um experimento único da natureza porque resulta da interação entre uma arquitetura de circuitos neuronais geneticamente herdada e a experiência de vida. Ainda que existam irmãos geneticamente iguais, jamais poderemos evitar as diferenças dos estímulos que moldarão a estrutura microscópica de seus sistemas nervosos. Da mesma forma, mesmo que o oposto fosse possível – garantirmos estímulos ambientais idênticos para dois recém-nascidos diferentes – nunca obteríamos duas pessoas iguais por causa das diferenças na constituição de sua circuitaria de neurônios. Por isso, é impossível existirem dois habitantes na Terra com a mesma forma de agir e de pensar.

Se taparmos o olho esquerdo de um recém-nascido por 30 dias, a visão daquele olho jamais se desenvolverá em sua plenitude. Estimulado pela luz, o olho direito enxergará normalmente, mas o esquerdo não. Ao nascer, os neurônios das duas retinas eram idênticos, porém os que permaneceram no escuro perderam a oportunidade de ser ativados no momento crucial. Tem sentido, nesse caso, perguntar o que é mais importante para a visão: os neurônios ou a incidência da luz na retina?

Em matéria de comportamento, o resultado do impacto da experiência pessoal sobre os eventos genéticos, embora seja mais complexo e imprevisível, é regido por interações semelhantes. No caso da sexualidade, para voltar ao tema, uma mulher com desejo sexual por outras pode muito bem se casar e até ser fiel a um homem, mas jamais deixará de se interessar por mulheres. Quantos homens casados vivem experiências homossexuais fora do casamento? Teoricamente, cada um de nós tem discernimento para escolher o comportamento pessoal mais adequado socialmente, mas não há quem consiga esconder de si próprio suas preferências sexuais.

Até onde a memória alcança, sempre existiram maiorias de mulheres e homens heterossexuais e uma minoria de homossexuais. O espectro da sexualidade humana é amplo e de alta complexidade, no entanto; vai dos heterossexuais empedernidos aos que não têm o mínimo interesse pelo sexo oposto. Entre os dois extremos, em gradações variadas entre a hetero e a homossexualidade, oscilam os menos ortodoxos.

Como o presente não nos faz crer que essa ordem natural vá se modificar, por que é tão difícil aceitarmos a riqueza da biodiversidade sexual de nossa espécie? Por que insistirmos no preconceito contra um fato biológico inerente à condição humana?

Em contraposição ao comportamento adotado em sociedade, a sexualidade humana não é questão de opção individual, como muitos gostariam que fosse, ela simplesmente se impõe a cada um de nós. Simplesmente, é!

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Monge budista fala de forma esclarecedora sobre como eles veem a homossexualidade
   Blog Diversidade   │     23 de setembro de 2015   │     0:00  │  0

Monge Dzongsar Khyentse Rinpoche fala com clareza sobre como o budismo vê a homossexualidade.

Dzongsar Khyentse Rinpoche é um grande mestre butanês que fez uma palestra sensacional que, apesar do principal tema ser homossexualidade e budismo, ele vai além, e fala de igualdade de gêneros e até bate um papo diretamente com os pais sobre aceitação e educação.

De forma descontraída e leve, são 7 minutos de pura inspiração e verdades, que aliás é sobre o que o mestre mais fala. Que no budismo é sobre a busca da verdade, mas que por motivos culturais, deturpamos uma série de coisas, incluindo escolha de orientação sexual, que ele afirma, não tem nada de errado.

“Sabem, vocês não podem considerar isso uma doença ou que é errado. Algumas pessoas gostam de queijo cottage outras de queijo suiço. É apenas isso. É a mesma coisa. E ainda há algumas pessoas que gostam dos dois”, diz francamente o mestre.

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Homossexualidade e homofobia sob o ponto de vista histórico
   Blog Diversidade   │     19 de setembro de 2015   │     0:00  │  0

Dossiê organizado pela Revista de História da Biblioteca Nacional aponta o Brasil como líder mundial em crimes homofóbicos.

Jovem e adolescente praticando sexo intercrural; fragmento de taça ática de figuras negras, 550-525 a.C. (Louvre).

Jovem e adolescente praticando sexo intercrural; fragmento de taça ática de figuras negras, 550-525 a.C. (Louvre).

O Tema Livre desta ultima quarta-feira (16) trouxe à discussão o assunto homossexualidade e homofobia, sob o ponto de vista histórico. O tema foi o assunto principal da edição de agosto da Revista de História da Biblioteca Nacional (RHBN), em dossiê organizado pela historiadora Nashla Dahás, presente na discussão.

Esta edição do Tema Livre reuniu no estúdio da Rádio Nacional a própria Nashla Dahás, historiadora e pesquisadora da RHBN, e organizadora do dossiê; Fábio Baruque, delegado da Polícia Civil, da delegacia de homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí; Marcelle Esteves, assistente social e vice-presidente do Grupo Arco Íris de cidadania LGBT; e João Paulo JP, coreógrafo, professor de dança de rua, do projeto Urban Style, da Vila Cruzeiro, na Penha.

Ao final da Carta do Editor, assinada por Rodrigo Elias, publicada no site da RHBN, diz assim, depois de relatar três casos de violência homofóbica explícita e mortal: “Líder mundial em crimes homofóbicos, o Brasil é um país no qual um homossexual corre um risco 785% maior de morrer do que nos Estados Unidos. A intolerância em atos e palavras contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros forma um ambiente social que, no limite, leva ao assassinato e ao suicídio.”

Hoje, no Brasil, a estimativa é de que a cada 27 horas um gay, travesti, transexual ou lésbica é brutalmente assassinado vítima da homofobia.

Esse foi o eixo da discussão promovida nesta edição do Tema Livre.

Fonte: Rádio EBC

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Homossexualidade e homofobia sob o ponto de vista histórico
   Blog Diversidade   │       │     0:00  │  0

Dossiê organizado pela Revista de História da Biblioteca Nacional aponta o Brasil como líder mundial em crimes homofóbicos.

Jovem e adolescente praticando sexo intercrural; fragmento de taça ática de figuras negras, 550-525 a.C. (Louvre).

Jovem e adolescente praticando sexo intercrural; fragmento de taça ática de figuras negras, 550-525 a.C. (Louvre).

O Tema Livre desta ultima quarta-feira (16) trouxe à discussão o assunto homossexualidade e homofobia, sob o ponto de vista histórico. O tema foi o assunto principal da edição de agosto da Revista de História da Biblioteca Nacional (RHBN), em dossiê organizado pela historiadora Nashla Dahás, presente na discussão.

Esta edição do Tema Livre reuniu no estúdio da Rádio Nacional a própria Nashla Dahás, historiadora e pesquisadora da RHBN, e organizadora do dossiê; Fábio Baruque, delegado da Polícia Civil, da delegacia de homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí; Marcelle Esteves, assistente social e vice-presidente do Grupo Arco Íris de cidadania LGBT; e João Paulo JP, coreógrafo, professor de dança de rua, do projeto Urban Style, da Vila Cruzeiro, na Penha.

Ao final da Carta do Editor, assinada por Rodrigo Elias, publicada no site da RHBN, diz assim, depois de relatar três casos de violência homofóbica explícita e mortal: “Líder mundial em crimes homofóbicos, o Brasil é um país no qual um homossexual corre um risco 785% maior de morrer do que nos Estados Unidos. A intolerância em atos e palavras contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros forma um ambiente social que, no limite, leva ao assassinato e ao suicídio.”

Hoje, no Brasil, a estimativa é de que a cada 27 horas um gay, travesti, transexual ou lésbica é brutalmente assassinado vítima da homofobia.

Esse foi o eixo da discussão promovida nesta edição do Tema Livre.

Fonte: Rádio EBC

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