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Exposição sobre raro ícone gay bate recorde de público na Turquia
   Blog Diversidade   │     6 de fevereiro de 2015   │     0:00  │  0

Zeki Muren é talvez o nome mais conhecido da música turca dentro e fora de seu país.

Em mais de 40 anos de carreira, Muren compôs mais de 330 músicas e também foi uma estrela de cinema, participando de 18 filmes

Em mais de 40 anos de carreira, Muren compôs mais de 330 músicas e também foi uma estrela de cinema, participando de 18 filmes

Mas uma exposição em Istambul lança luz também sobre sua importância cultural como primeiro ícone gay da Turquia.

Ele chega a ser visto como herói, dado o conservadorismo da sociedade do país; foi comparado a David Bowie e Liberace por sua ousadia no palco.

Mas sua morte, em 1996, causou comoção nacional e dezenas de milhares de pessoas foram às ruas para seu funeral.

Intitulada “Zeki Muren, Aqui Estou”, o mesmo nome do último grande hit do cantor, a exibição atraiu mais de 50 mil pessoas em menos de dois meses – um recorde para eventos deste tipo na mais famosa cidade turca.

Fotos e objetos ligados a memória de Muren, em especial as roupas que o próprio cantor desenhava, fazem parte da exposição.

Apesar do sucesso, Muren teve problemas com o conservadorismo na Turquia e por diversas vezes foi ameaçado pelos que não aprovavam sua identidade sexual ou seu vestuário mais espalhafatoso.

Fonte e fotos: BBC

Em menos de dois meses, mais de 50 mil pessoas visitaram a exibição em Istambul

Em menos de dois meses, mais de 50 mil pessoas visitaram a exibição em Istambul

Muren enfrentou a ira dos setores mais conservadores da sociedade turca por conta de sua ousadia em canções e no vestuário

Muren enfrentou a ira dos setores mais conservadores da sociedade turca por conta de sua ousadia em canções e no vestuário

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Exposição sobre raro ícone gay bate recorde de público na Turquia
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Zeki Muren é talvez o nome mais conhecido da música turca dentro e fora de seu país.

Em mais de 40 anos de carreira, Muren compôs mais de 330 músicas e também foi uma estrela de cinema, participando de 18 filmes

Em mais de 40 anos de carreira, Muren compôs mais de 330 músicas e também foi uma estrela de cinema, participando de 18 filmes

Mas uma exposição em Istambul lança luz também sobre sua importância cultural como primeiro ícone gay da Turquia.

Ele chega a ser visto como herói, dado o conservadorismo da sociedade do país; foi comparado a David Bowie e Liberace por sua ousadia no palco.

Mas sua morte, em 1996, causou comoção nacional e dezenas de milhares de pessoas foram às ruas para seu funeral.

Intitulada “Zeki Muren, Aqui Estou”, o mesmo nome do último grande hit do cantor, a exibição atraiu mais de 50 mil pessoas em menos de dois meses – um recorde para eventos deste tipo na mais famosa cidade turca.

Fotos e objetos ligados a memória de Muren, em especial as roupas que o próprio cantor desenhava, fazem parte da exposição.

Apesar do sucesso, Muren teve problemas com o conservadorismo na Turquia e por diversas vezes foi ameaçado pelos que não aprovavam sua identidade sexual ou seu vestuário mais espalhafatoso.

Fonte e fotos: BBC

Em menos de dois meses, mais de 50 mil pessoas visitaram a exibição em Istambul

Em menos de dois meses, mais de 50 mil pessoas visitaram a exibição em Istambul

Muren enfrentou a ira dos setores mais conservadores da sociedade turca por conta de sua ousadia em canções e no vestuário

Muren enfrentou a ira dos setores mais conservadores da sociedade turca por conta de sua ousadia em canções e no vestuário

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Bizarro ou cultura ? Exposição pretende dar visibilidade e moralizar o ânus
   Blog Diversidade   │     21 de janeiro de 2015   │     0:00  │  0

A exposição CU É LINDO é um projeto iniciado a partir da necessidade de dar visibilidade ao ânus, parte do corpo abjetada por muitas sociedades, mesmo as contemporâneas.

Com a intenção de dar visibilidade ao tão moralizado ânus, o projeto “Cu é Lindo” pretende divulgar fotos, textos, poemas e performances para uma exposição pra lá de interessante e coletiva – cujas inscrições estão abertas até o dia 25 de fevereiro.

Os artistas maranhenses Gê Cuarauara Viana e Layo Bulhão encabeçam a ideia e traçam um percurso sobre as questões envolvendo a diversidade, gênero, sexualidade, público e privado, corpos, objeções e falso moralismo. Como colaboradores entram neste projeto a Profª Drª Viviane Rocha e Carolina Libério.

Para realizar a curadoria da exposição foram convidados os artistas Mavi Veloso/SP-BELGICA cujo trabalho se aprofunda sobre as questões de gênero e sexualidade direcionadas a performance e inserções no cotidiano, Matheus Santos/BA-RJ doutorando em estudos de imagens abjetas e Erivelto Viana/MA um dos principais nomes da performance e das artes maranhenses da atuallidade.

 “O ânus é a primeira parte do corpo que é privatizada. Partindo desse ponto de origem, queremos a dessacralização do cu, ou seja, propomos uma exposição universal dessa parte tão significativa e importante à existência humana”, diz o texto de divulgação.

Qualquer pessoa pode participar, independente da nacionalidade, credo, gênero ou idade, inclusive de forma anônima – CLIQUE AQUI. E todos os trabalhos enviados serão expostos, sem qualquer tipo de competição. “Não tem caráter competitivo, o cu não compete, ele é”.

A curadoria será dos artistas Mavi Veloso/SP-Belgica, que tem trabalho sobre questões de gênero e sexualidade direcionadas à performance e inserções no cotidiano, Matheus Santos/BA-RJ, doutorando em estudos de imagens abjetas e Erivelto Viana/MA, um dos principais nomes da performance e das artes maranhenses da atualidade.

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