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Um Casamento Feliz entra em cartaz em Maceió
   Blog Diversidade   │     20 de abril de 2018   │     23:31  │  0

A versão brasileira de “Um casamento feliz” estreou no fim do ano passado em São Paulo. Mas o texto tem vida longa lá fora. Em Madri, a peça ficou em cartaz por três anos ininterruptos.

 

— Os franceses têm uma mão fantástica para o vaudeville. O texto é maravilhoso — diz Eri, que também dirige o espetáculo.

 

Nas primeiras leituras da peça, o ator e diretor não pensava em interpretar Henrique, mas sim Dodô, dono das piadas mais evidentes. A “convocação” para fazer Henrique veio de Flavio Marinho, que fez a tradução e a adaptação do texto.

 

— Pensei comigo “ué, mas o Dodô é o mais engraçado!”. E o Flavio me disse: “Justamente por isso é você que tem de fazer o Henrique, você vai dar esta graça para ele”. Agora adoro o personagem e não me vejo fazendo outro na peça. Sempre fiz comédias, mas o Henrique me traz uma noção de humanismo cênico inédita. O personagem sofre de verdade no meio desta loucura toda. E é muito engraçado — conclui Eri

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GGB realizará o 21º Concurso de Fantasia LGBT do Carnaval de Salvador
   Blog Diversidade   │     10 de fevereiro de 2018   │     12:51  │  0

Evento é organizado pelo GGB e acontece nas escadarias do Palácio Thomé de Souza. 

O Grupo Gay da Bahia (GGB) realizará o 21º Concurso de Fantasia LGBT do Carnaval de Salvador, que acontece na segunda-feira , 12/2, nas escadarias do Palácio Thomé de Souza, na Praça Municipal.

A programação começa às 15h e segue até 22h, com DJs e shows de coletivos de atores transformistas, encerrando uma banda. Marcelo Cerqueira, presidente do GGB, explica que a enteidade busca priorizar apresentações de ativistas.  “Buscamos, por meio da arte e do trabalho dos artistas, denunciar os homicídios LGBTfóbicos e o feminicídio”.

 denunciar os crimes contra as mulheres, o ator Ferah Sunshine desenvolveu uma performance caracterizado a partir da música Maria da Vila Matilde, interpretada na voz de Elza Soares. A canção estimula ligar para 180 em casos de violência contra mulher.

Com a finalidade de denunciar os crimes contra mulheres trans, as atrizes Kimberly Portinaly e Naomy Becker utilizaram a música Brasil, na voz de Gal Costa, para denunciar a brutalidade com que a travesti Dandara dos Santos foi executada em março do ano passado, em Fortaleza, no Ceará. Dando continuidade às denúncias, a transformista Scarlet utiliza a música “Que tiro foi esse”, de Jojo Toddynho, para falar dos crimes contra gays. O Coletivo Bonecas Pretas utiliza a arte para denunciar o racismo homofóbico.

O cantor Verciah e a banda Muriquins faz o encerramento da noite a partir das 20h.  A banda leva ao palco muito reggae, ijexá, afrobeat, samba-reggae e muito groove. O 21º Concurso de Fantasia é uma realização do Grupo Gay da Bahia (GGB), Quimbanda Dudu e Bloco Vamos Nessa, com patrocínio da Prefeitura Municipal do Salvador.

Confira a programação:

Praça Municipal s/n – Centro – Salvador, Bahia,

Apresentação
Apresentador: Bagagerie Spilberg
Apresentador: Michelle Loren
Locução de Palco: Jocimar Ramos

PROGRAMAÇÃO COM ELENCO

15h00 – Atração eletrônica de abertura

DJ Chiquinho

Tribal house

15h00 – DJ (intervalos e gestão da programação musical) 

Discotecagem/música eletrônica

DJ Heckel Júnior

Apoio de produção – Otávio Reis

16h20 – Performance Que tiro foi esse!

Artista: Scarlet e balé

Interpretação na voz de Jojo Todynho, performance de Scarlet, personagem feminina criada pelo ator Edson Júnior.

Scarlet ao longo do show faz uma paródia dramática do nome da música com as mortes de LGBT no Brasil em 2017, usando os dados estatísticos do Grupo Gay da Bahia. Ela quer denunciar os tiros errados que afetam as vidas dessa população no Brasil.

16h30 – Leandro Silva. Performance Pablo Vittar Cover.

Sua Cara. Anitta, Pabllo Vittar.

No Chão. Pabllo Vittar

K.O. Pabllo Vittar

O artista, maquiador profissional, aproveita de sua semelhança física com a pop star Pablo Vittar, acrescenta a isso elementos do teatro, da dança, da estética, musicalidade, elementos da dublagem e apresenta um show com muita similaridade, ao que seria do pop star. Os bailarinos do evento Wallace Lima e Felipe se apresentam no espetáculo.

16h40 – Uma viagem no Carnaval de Salvador

Turista de quatro estados, ao chegarem a Salvador, tem as malas extraviadas, e a dona da pousada onde se hospedam é uma drag queen. Na ausência de suas roupas, todos vão para a avenida fantasiados, onde tudo de inusitado vai acontecer. Uma paródia que revela que o pior é ficar de fora do Carnaval de Salvador. Pot-pourri com as músicas Banho de Cheiro, Camelô, Mulamba Mulamba e Cafe Saved.

Elenco

Ginna D’mascar

Nágila Goldstar

Mell Blera

Orleth Ornelas

Milla Hunty

17h00 – Bonecas Fora da Caixa.

Coletivo Bonecas Pretas. Performance que agrega a arte do transformismo à luta contra o racismo que ainda persiste na sociedade.

Elenco/performance:

Alehandra Dellavega

Dandara

Ferah Sunshine

Saphyra Luzz

Ludmilla Black

Sasha Heels

Suzzy D’costa

Yanna Stefens

17h30 – Desfile de Fantasia Categoria Originalidade

Passarela tapete vermelho

18h30 – Performances

Artista Gilvan Oliveira

Bambo do Bambu (Ney Matogrosso)

Tem de Rebolar (Ney Matogrosso)

Performance dos atores Everton Menezes (Suzzy D´Costa), interpretando Elza Soares, e Gilvan Oliveira, interpretando Ney Matogrosso.

Interpretações nas vozes de Elza Soares e Ney Matogrosso.

Marcação: Bambo de Bambu, introdução instrumental

– Performance do Balé

– Entrada de Gilvan Oliveira, interpretando o cantor Ney Matogrosso

– Gilvan e Balé no palco

– Gilvan Oliveira recebe Everton Menezes (Suzzy D´Costa) para performance de Elza Soares

– Maria da Vila Matilde – (Porque se a da Penha é brava, imagine a da Vila Matilde)

– Ferah Sunshine, performance e balé

Na voz de Elza Soares, performance de Ferah Sunshine. Durante o show os bailarinos mostram cartazes de números de feminicídios – Campanha “Sou mulher, mereço respeito, denuncie 180”.

Ativismo social: denúncia à violência contra a mulher. Fala da Secretária Julieta Palmeira, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Bahia. Secretária fala sobre feminicídio. Acompanha balé.

18h45 – Brasil, mostra a sua cara!

Na voz de Gal Costa

Elenco / performance:

Kimberly Portinaly

Naomy Becker

Performance que denuncia a violência contra transexuais no Brasil. Para ilustrar o quadro dramático, as artistas utilizam o caso “Dandara”. A travesti Dandara dos Santos foi espancada, humilhada e assassinada a tiros por um grupo de homens, na cidade de Fortaleza, no Ceará, em março de 2017. Na performance, Dandara ganha minutos de vida na interpretação de Naomy Becker.

19h00 – Desfile Categoria Luxo

Apresentação da categoria luxo

Premiação das categorias

20h30 – Vérciah e Banda Muriquins!

Banda de Música Preta Brasileira, formada pelo cantor e compositor trans, Vérciah, o guitarrista e compositor Gabriel Barros, o baterista, compositor e diretor musical Marcos Santos e o baixista Zé Livera. A banda traz um show dançante, com composições que pontuam questões ligadas à raça, gênero e classe. E ao carnaval, claro.

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Bizarro ou cultura ? Exposição pretende dar visibilidade e moralizar o ânus
   Blog Diversidade   │     21 de janeiro de 2015   │     0:00  │  0

A exposição CU É LINDO é um projeto iniciado a partir da necessidade de dar visibilidade ao ânus, parte do corpo abjetada por muitas sociedades, mesmo as contemporâneas.

Com a intenção de dar visibilidade ao tão moralizado ânus, o projeto “Cu é Lindo” pretende divulgar fotos, textos, poemas e performances para uma exposição pra lá de interessante e coletiva – cujas inscrições estão abertas até o dia 25 de fevereiro.

Os artistas maranhenses Gê Cuarauara Viana e Layo Bulhão encabeçam a ideia e traçam um percurso sobre as questões envolvendo a diversidade, gênero, sexualidade, público e privado, corpos, objeções e falso moralismo. Como colaboradores entram neste projeto a Profª Drª Viviane Rocha e Carolina Libério.

Para realizar a curadoria da exposição foram convidados os artistas Mavi Veloso/SP-BELGICA cujo trabalho se aprofunda sobre as questões de gênero e sexualidade direcionadas a performance e inserções no cotidiano, Matheus Santos/BA-RJ doutorando em estudos de imagens abjetas e Erivelto Viana/MA um dos principais nomes da performance e das artes maranhenses da atuallidade.

 “O ânus é a primeira parte do corpo que é privatizada. Partindo desse ponto de origem, queremos a dessacralização do cu, ou seja, propomos uma exposição universal dessa parte tão significativa e importante à existência humana”, diz o texto de divulgação.

Qualquer pessoa pode participar, independente da nacionalidade, credo, gênero ou idade, inclusive de forma anônima – CLIQUE AQUI. E todos os trabalhos enviados serão expostos, sem qualquer tipo de competição. “Não tem caráter competitivo, o cu não compete, ele é”.

A curadoria será dos artistas Mavi Veloso/SP-Belgica, que tem trabalho sobre questões de gênero e sexualidade direcionadas à performance e inserções no cotidiano, Matheus Santos/BA-RJ, doutorando em estudos de imagens abjetas e Erivelto Viana/MA, um dos principais nomes da performance e das artes maranhenses da atualidade.

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