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Marcha LGBT de Alagoas acontece neste próximo domingo, 28 de maio
   Blog Diversidade   │     24 de maio de 2017   │     20:22  │  0

Evento ocorrerá no próximo domingo, a partir das 15 horas , na orla de Pajuçara, Maceió/AL

Vítimas do preconceito e de manifestações de violência física e moral, lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais ainda lutam pelo reconhecimento de direitos sociais. Apesar das dificuldades, no entanto, o país contabilizou avanços significativos na última década, com a crescente participação da sociedade civil em fóruns de discussões e organizações não governamentais, e a execução de políticas públicas voltadas para a defesa, e maior representatividade da população LGBT.

Essas conquistas só são possíveis, graças as lutas de massas de ONGs que lutam em prol de direitos iguais. E é passando no fortalecimento desta bandeira de luta por igualdade de direitos, que a Central LGBT de Alagoas, ASTTAL, GGM e outras instituições sairão as ruas no próximo domingo, 28/05, a partir das 15: horas , para lutar contra a homolésbotransfobia.

O evento terá como ponto de concentração a Sete Coqueiros, e seguirá até a praça Multieventos, na orla de Pajuçara, e lá encerrando com apresentações culturais no palco da Multi.

Já o entretenimento musical da Marcha ficará por conta da banda Kuarto de Barão, dos Dj´s John; Jean Pierre e Marcos Salles e outros, que se revezarão entre o  trio e o palco, além de manifestações culturais com os Grupos de afoxé Ofa Omin, Afro Afoxé,  Maracatu Raízes da Tradição e o grupo teatral Tembar.

Ainda na concentração haverá intervenção de prevenção que será realizada pela militância, que no momento estarão fazendo a entrega de preservativo, gel lubrificante e material informativo. Além da intervenção haverá um ato púbico, que terá como objetivo repudiar os crimes de homolésbotransfobia por todo o país, tendo como exemplo o da travesti Dandara, que foi humilhada, torturada e espancada até a morte em Fortaleza/CE.

Mas as ações em prol da Marcha LGBT de Alagoas, realizadas no mês de maio não param por ai: 26//05, às 14 horas, no auditório Aquatume, no Palácio do Governo, ocorrerá à abertura oficial das ações da Marcha LGBT 2017, com a realização do 6º Seminário de Combate a Homofobia no Estado de Alagoas, com a presença de Eduardo Piza, advogado e Diretor do Instituto Edson Nery, Claudio Nascimento, Ex. Superintendente de Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro e e idealizador do programa Rio Sem Homofobia, além da participação de Marcelo Nascimento, fundador do movimento LGBT em Alagoas; 27/05, ás 14:hs no auditório do Urbanitarios ocorrerá o encontro do Movimento Feminista Alagoano.

 

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Domingão tem festão na piscina em MCZ
   Blog Diversidade   │     20 de abril de 2017   │     12:07  │  0

🌞Day and Night🌜 Ao raiar do sol.  Alegre se, pois algo especial esta para acontecer. As horas vão passando o calor aumentando e o clima de Pool Party vem surgindo, não há dia sem noite, Eles completam-se com alegria e satisfação.

E é com essa energia que o grupo O Príncipe e o Plebeu, o grupo LGBT no whatsaap mais bombado de MCZ os convida para participar de mais uma surpreendente festa , a Day and Night, aquela  que começa pelo dia,(sol) , e vai ao encontro da noite, (lua).

Será imperdível e ocorrerá no dia 23/04 , próximo domingo, a partir do meio dia e irá até as 23 horas, na piscina do Guedes, no Trapiche da Barra, na rua do EMOAL, 391.

O comando da pista ficará por conta dos the best Deejay’s Chris Mendonça e Woshigton.

ah, e se liga ai! Entrada free das 12 às 13horas, já os atrasadinhos  pagarão R$ 15 manjares de reais, ou R$ 60 aqué de Consumação.

Se joga ocós e amapós magia, vem jogar seu glitter na piscina.

Informações fone e whatsaap: 98828-0787

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GGAL realizará 2º Casamento Coletivo LGBT de Alagoas
   Blog Diversidade   │     28 de março de 2017   │     0:28  │  0

Em 09 de maio deste ano, o Memorial da República dos Palmares, no bairro de Jaraguá será palco de mais um acontecimento histórico do movimento LGBT alagoano, II edição do Casamento Coletivo LGBT de Alagoas. Evento este que acontecerá com o objetivo de oficializar uniões homoafetivas entre pessoas do mesmo sexo ou não, assim assegurando a garantia de direitos para certa de 30 ou mais casais LGBT de Alagoas.

O evento ocorrerá na data citada acima, a partir das 16: horas, e será uma cerimônia fechada para cerca de 300 convidados e imprensa alagoana.

O presidente do Grupo Gay de Alagoas-GGAL, Nildo Correia, idealizador do evento, afirma que é mais que gratificante está a frente do acontecimento, que com a realização desta edição, soma-se já dois momentos de conquistas e resistência a homofobia no Estado. Mais satisfatório ainda é saber que estamos contribuindo com a garantia de direitos para esta população.

Laffon Pires, presidente do Grupo Gay do Tabuleiro – GGT, afirmar esta confiante que esta segunda edição multiplicará o numero de casais, pois a busca é muito grande, e cerca de 25 pares já fizeram a entrega das documentações.

“São casais de todas as regiões do estado, é incrível como a busca é grande, mesmo precisando a sociedade avançar e se conscientizar mais sobre os seus direitos e deveres, parte desta população tem a total consciência de se garantir o assegura mento dos direitos conjunto, como também a necessidade de se alto afirmar como casal, para poder conquistar direitos já garantindo através da união homoafetiva”, afirma Maria Santos – Grupo Dandara.

Os casais interessados em oficializar suas uniões durante o Casamento Coletivo LGBT, deverão contactar a organização do evento através do Whatsaap a baixo citado e solicitar a lista da documentação necessária, entre outras informações.

Informações complementares e credenciamento de participação de jornalistas no evento – Whatsaap: 8888-5300 Tel: 99644-1004 – Nildo Correia.

Fonte: ASCOM-GGAL

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Levantamento mostra que aplicação de politicas públicas LGBT ainda engatinham em todo o país
   Blog Diversidade   │     16 de janeiro de 2015   │     14:02  │  0

O levantamento apontou que apenas os Estados de Alagoas, Acre, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Roraima possuem conselhos específicos para debater o tema

O levantamento apontou que apenas os Estados de Alagoas, Acre, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Roraima possuem conselhos específicos para debater o tema

Levantamento realizado pelo UOL mostra que a maioria dos Estados brasileiros tem secretarias e subsecretarias com políticas para as mulheres, mas ainda não criou órgãos para a comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros).

Entre os 26 Estados e o Distrito Federal, 14 têm secretarias que cuidam de assuntos relacionados a políticas de proteção e garantias de direitos das mulheres. Em cinco outros Estados, há ao menos coordenadorias e conselhos que debatem essas políticas.

Há casos em que já existiu um órgão no poder público que tratava de iniciativas para mulheres, mas que foi reduzido por retenção de gastos. Foi o que aconteceu no Rio Grande do Sul, que possuía uma secretaria específica, mas que será transformada em uma diretoria pelo novo governador José Ivo Sartori (PMDB), por cortes no orçamento. Segundo a assessoria de imprensa do governo gaúcho, os principais programas serão mantidos na nova diretoria.

A responsável pela articulação institucional da Secretaria para Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Vera Soares, critica a medida. “Se uma secretaria passa a ser subordinada a outro departamento é uma perda de espaço e condição de atuação. No nosso entendimento, é um prejuízo”, disse Vera.
“Além conversa de igual para igual [com outros secretários], uma secretária – e não uma diretora ou coordenadora – tem mais condição de discutir com os prefeitos. A implantação dessas secretarias estaduais também tem uma coisa didática para a sociedade. Você mostra que a sociedade tem esse problema, que as mulheres sofrem preconceito e exclusão apenas pelo fato de serem mulheres e que o Estado está atento a esse problema”, afirma Vera, que é secretária de Articulação Institucional e Ações Temáticas da Secretaria para Políticas para as Mulheres do governo federal.

Políticas LGBT engatinham

Embora já existam alguns órgãos para defender as mulheres, não há nenhum Estado que possua uma secretaria voltada à promoção de políticas para lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros.

A coordenadora-geral de Promoção dos Direitos LGBT da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, Samanda Alves, afirma que a promoção dessas políticas ainda é uma ação recente no poder público — o setor que ela coordena só foi criado em 2011.

No Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Ceará, há coordenadorias, comitês e superintendências que promovem políticas que visam garantir os direitos LGBT. Em geral, estes órgãos estão subordinados às secretarias estaduais de direitos humanos e de justiça.

O Relatório Anual de Assassinatos de Homossexuais no Brasil, elaborado pelo Grupo Gay da Bahia, apontou que ocorreram 312 mortes de homossexuais em 2013. Ainda não há a totalização dos números de 2014. O estudo mostra que a vulnerabilidade é maior no Nordeste, com registro de 43% dos assassinatos. As regiões Sul e Sudeste e do Sul têm 35%. O Centro-Oeste e o Norte concentram 21% dos casos.

O levantamento apontou que apenas os Estados de Alagoas, Acre, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Roraima possuem conselhos específicos para debater o tema.

O novo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), chegou a criar uma Subsecretaria para Assuntos de Pessoas LGBT, mas na última segunda-feira (9) a transformou em uma Coordenação de Direitos da Diversidade, vinculada à Secretaria de Direitos Humanos local.
Nos bastidores, o motivo que levou à alteração da pasta foi a pressão feita bancada religiosa da Câmara Legislativa do DF. Questionada pelo UOL, a assessoria de imprensa do governo não confirma o motivo da extinção da subsecretaria.
Para estimular a formação de mais conselhos, o governo federal abre editais que oferecem recursos financeiros por meio da Secretaria de Direitos Humanos. 

De acordo com o governo federal, a Bahia foi o Estado que mais recentemente assinou um convênio para a instalação de um conselho estadual, criado em setembro passado, mas cuja implantação depende da aprovação da Assembleia Legislativa da Bahia.

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