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Category Archives: Turismo LGBT

Salvador terá a terceira sauna hotel gay do país
   Blog Diversidade   │     12 de março de 2020   │     21:04  │  0

No próximo domingo (15), Salvador ganha sua primeira sauna e hotel gay, com funcionamento durante 24h. O Infinito Hotel Sauna é o terceiro  no Brasil com esse perfil.

A inauguração e todas as novidades da casa serão apresentadas no domingo a partir das 15h .

Serviço:

Avenida Jorge Amado  46 –  Imbui

Ponto de referência ao lado da Agromix.

Funcionamento 24hrs

Estacionamento privativo e gratuito

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As melhores saunas gay em Lisboa
   Blog Diversidade   │     16 de fevereiro de 2020   │     19:12  │  0

Nestas saunas gay nunca é Inverno

  1. Massagens, quartos escuros, tratamentos spa, festas com DJs e muita animação. Esqueça o frio, saia de casa e relaxe nas saunas gay da cidade.

O tabu, esse palavrão. A eterna bengala de tudo o que é, à partida, desconhecido ou tido como errado, a reacção facilitista ao diferente. Pois bem, aqui o tema é precisamente o contrário. Nos últimos anos a Lisboa do conservadorismo transformou-se e floresceu para um fantástico novo mundo, uma existência democrática, all serving, que abraça todos os credos. Não é de estranhar, portanto, que os espaços acompanhem a tendência e que a capital tenha hoje uma oferta particularmente atractiva quando o assunto é LGBT.

É certo que os bares são parte obrigatória do roteiro mas relaxe, as saunas também já o são, e este é o guia Time Out para que, independentemente do frio que o termómetro marque, possa tirar o casaco – e tudo o resto – e desfrutar. Aproveite as massagens, os tratamentos spa, as festas e siga noite dentro com as nossas sugestões.

As melhores saunas gay em Lisboa

Trombeta Bath - Sauna

Trombeta Bath

Bairro Alto

Do meio-dia de sexta até à madrugada de segunda, a Trombeta Bath, a sauna gay do Bairro Alto, está sempre a funcionar. Só para homens e muito frequentada por turistas, a sauna tem um staff de massagistas disposto a “many kinds of pleasure”, entre as 12.00 e as 00.00, e com massagens a vários preços, a partir de 20€. O centro de rastreio rápido CheckpointLx também tem uma equipa na sauna, para testes gratuitos e anónimos de VIH, sífilis e vírus da hepatite C.

saunapolo56

SaunApolo 56

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

É hetero friendly e a única sauna mista LGBT em território nacional. Aqui há sauna, banho turco, cascata de relaxamento, glory holes, gabinete de massagem (com ou sem massagista), cabines privadas com filmes eróticos, sala BDSM com sling, quarto escuro e sexshop. Também é possível alugar a SaunApolo56 para eventos, despedidas de solteiro, sessões fotográficas ou filmagens, num espaço que também é palco de festas sugestivas, como a Festa da Máscara e do Fetiche com Apagão ou a Festa Naturista.

Olissipo Bath

Fotografia: Francisco Santos

Gay

Olissipo Bath

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Uma recepção com bar, sauna, jacuzzi, duches, cabines “de relax” e um serviço de massagens profissionais (entre 30€, para uma massagem de meia hora, a 90€, para uma massagem com ventosas) são algumas das mordomias da sauna gay da Rua do Telhal.

Sauna Oásis

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Presença frequente nos roteiros gay da capital, o espaço pode não ser o argumento maior nesta sauna de pequenas dimensões, mas ainda assim a Oásis, próximo da Avenida da Liberdade, tem dentro um pequeno ginásio, serviços de massagem e um dark room que não deixa nada a dever à concorrência. A sauna está aberta a toda a comunidade gay mas é, definitivamente, muito mais popular entre clientes mais velhos, não sendo por isso a opção ideal para quem procura uma atmosfera de carácter mais jovem.

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A vida LGBT+ no Japão
   Blog Diversidade   │     15 de fevereiro de 2020   │     19:59  │  0

 É fato que o Japão é uma das economias mais avançadas do mundo. A eficiência e pontualidade do transporte público, as ruas limpas, a segurança pública, a alta expectativa de vida são bem conhecidos mundo afora. Apesar de tantos avanços na sociedade, uma das áreas que evolui a passos de tartaruga é a que diz respeito aos LGBTQs. Afinal como é ser um estrangeiro LGBTQ no Japão?

LGBT no Japão

Existe homofobia?

Pensando no lado do perigo das ruas, de certa maneira, é bem tranquilo. O Japão por si só é muito seguro e as pessoas não ficam se metendo na sua vida. Não é comum ver crimes de homofobia e transfobia no país, mas de qualquer maneira não é comum ver outros crimes também. Ao meu ver, é mais difícil para o japonês LGBTQ do que para o estrangeiro, devido a sociedade ser muito conservadora. Raramente conheci japoneses que eram fora do armário no trabalho. Não que no Brasil seja fácil, mas isso seria assunto para outro post.

Apesar da harmonia no país, isso não quer dizer que não exista preconceito. De maneira geral, é raro presenciar algum ataque físico ou que alguém fale algo diretamente na sua cara. Infelizmente, algumas figuras públicas já expressaram homofobia no passado.

Por exemplo, em agosto de 2018, um caso famoso e que surtiu repercussão internacional, foi da deputada Mio Sugita, do Partido Liberal Democrata (LDP), o mesmo do Shinzo Abe (atual Primeiro Ministro). Ela questionou o uso do dinheiro público para causas LGBTQ (como o casamento). Ela disse que casais do mesmo sexo “não produzem filhos. Em outras palavras, eles não têm produtividade e, portanto, não contribuem para a prosperidade da nação”.

Na mesma época, um segundo membro do LDP, Tomu Tanigawa, sugeriu que a homossexualidade era “uma questão de gosto”. Ele disse a um programa de TV online que, embora não se opusesse a relacionamentos com pessoas do mesmo sexo, ele se opunha a leis legalizando o casamentos LGBTQ. Ele disse: “Um homem e uma mulher se casam e têm filhos. É assim que uma família tradicional é formada. Os humanos têm feito isso desde a antiguidade para evitar que as nações caiam em declínio e ruína.”

Apesar disso, diversos governos locais no Japão reconheceram parcerias entre pessoas do mesmo sexo nos últimos anos. Shibuya foi o primeiro, seguido de Setagaya. Desde então diversos outros seguiram os mesmo passos como Sapporo, Fukuoka e Osaka. Até 2020 serão 22 cidades/distritos com leis desse tipo. Porém, o governo central não reconhece o casamento ou união civil LGBTQ. Logo, na prática, esses reconhecimentos dos governos locais acabam não ajudando muito.

Para chamar a atenção do governo sobre o assunto, em fevereiro de 2019, no dia dos namorados no Japão, 13 casais do mesmo sexo processaram o governo nacional japonês, alegando que é seu direito constitucional de se casar.

Por conta disso tudo, os japoneses ainda precisam fazer muito barulho para serem ouvidos. E é aí que entra a parada gay.

LGBT no Japão

Parada Gay

Assim como muitos países, o Japão também conta com paradas gay, com o primeiro evento acontecendo em 1994. A principal acontece em Tokyo e é conhecida como Tokyo Rainbow Pride (東京レインボープライド). Ela geralmente entre abril e maio e é uma marcha de aproximadamente 3 km ao redor da área de Harajuku/Shibuya. A Parada não é só uma marcha. Ela é um evento de uma semana organizado pela comunidade LGBTQ em Tokyo para apoiar e promover a conscientização e a igualdade. No fim de semana que ela acontece, também há um evento no parque de Yoyogi (代々木公園) com direito a stands de empresas e organizações mostrando apoio e oferecendo brindes, stands de comidas e bebidas e um palco com apresentações.

Esse ano o evento acontece nos dias 27 e 28 de abril, com a parada tomando conta das ruas no dia 28, a partir das 14h. O desfile sai do parque de Yoyogi e vai até Shibuya.

Existem outras paradas gay pelo país, como a Kansai Rainbow Festa. Vale a pena conferir qual é a mais próxima da onde você mora/irá visitar.

Nichome e eventos

Apesar do tamanho da população do país, as casas noturnas e os bares gays deixam a desejar, especialmente quando comparado com outros países e capitais. Mesmo assim é possível se divertir bastante, beber a noite toda e conhecer locais (existe jeito melhor de treinar o japonês fora da sala de aula?).

A área mais famosa em Tokyo se chama Nichome (2丁目, にちょうめ) em Shinjuku. Lá há uma grande concentração de bares LGBTQ – dizem que existe por volta de 300, sendo a grande maioria bem pequenos, localizados nos diversos andares dos prédios. Esses bares minúsculos têm uma atmosfera calorosa e amigável, centrada no barman, que geralmente é o dono (ou mama-san na gíria gay japonesa). Normalmente todo mundo conhece todo mundo, e às vezes eles até trazem comida de casa para compartilhar. Esses bares podem ser uma experiência única, porém sem muito conhecimento da língua, há grandes chances de você ficar sem entender nada.

Entre os mais famosos e maiores, onde os estrangeiros costumam frequentar, vale a pena mencionar a Dragon Men, que começa como bar e vai virando uma baladinha ao longo da noite. Outro bar famoso é o The Eagle, que recentemente abriu um segundo bar, lá mesmo em Nichome. O Gold Finger é um bar focado nas lésbicas e aos sábados só mulheres podem entrar. E por fim, a balada mais famosa se chama Arty Farty. Ela fica escondida no primeiro andar de um prédio (ou segundo andar de acordo com o jeito que os japoneses contam os andares). É só ficar atento a placa que está na frente do prédio. Uma dica: muita gente faz um esquenta em frente a loja da Seven Eleven na área antes de ir para os bares.

Outros bares/baladas que valem a pena mencionar também são Campy, AiiRo Cafe, Leo Lounge, FTM Bois (focado em transexuais), The ANNEX (do mesmo grupo do Arty Farty) e AiSOTOPE Lounge.

A Dragon Men também possui um evento chamado Not Alone Café, que acontece no primeiro domingo do mês. É um evento aberto a qualquer pessoa e pode ser uma boa para conhecer gente nos seus primeiros meses em Tokyo. Também em Nichome, existe o Akta, que é um centro comunitário para a comunidade LGBTQ em Tokyo. Apesar de quase tudo ser em japonês, de vez em quando há pessoas que sabem inglês e até português.

Outro evento LGBTQ é o festival de cinema Rainbow Reel Tokyo, com a sua primeira edição acontecendo em 1992. O festival geralmente ocorre em julho, sem data marcada para esse ano ainda.

Para conhecer mais sobre como é ser LGBTQ no Japão, recomendo o documentário Gaycation. É uma série criada pela Vice que mostra a vida LGBTQ em diversas cidades pelo mundo, e o primeiro episódio aborda Tokyo!

Espero que com esse post eu possa ter dado uma geral como é a vida LGBTQ no Japão. Nem tudo é perfeito mas o futuro é promissor!

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Conheça os 10 destinos internacionais gay-friendly para visitar em 2020
   Blog Diversidade   │     3 de fevereiro de 2020   │     0:00  │  0

O turismo LGBT+ tem crescido cada vez mais nos últimos anos. Segundo a Organização Mundial de Turismo (OMT), a população LGBT representa 10% do fluxo mundial de viajantes, mas 15% das despesas total dos usuários do setor. Ou seja, gastam mais do que representam numericamente.

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shutterstock

Turismo LGBT+ está em alta pelo mundo

E para ajudar quem tem vontade de viajar, mas tem medo da insegurança de alguns destinos, o prêmio Viaja Bi!, do blog de mesmo nome, listou os 10 melhores lugares para o turismo LGBT+  em 2020.

Com a ajuda de 24 convidados, entre eles Fred Ichioka (TV Globo/Altas Horas), Mauro Sousa (Turma da Mônica), Ed Salvato, Pedro HMC e Nomadic Boys, o Viaja Bi! montou uma lista com países de todos os continentes. Confira todos abaixo:

1º lugar: África do Sul

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shutterstock

Cidade do Cabo é a capital da África do Sul e vencedora do prêmio Viaja Bi!

Na maioria das listas que envolvem destinos para o turismo LGBT+, você encontrará a África do Sul. A Cidade do Cabo , capital do país africano, legalizou o casamento homoafetivo em 2006 e também abriga o De Waterkant, um bairro inteiramente habitado pela comunidade LGBT+ e que atrai muitos turistas.

A vida noturna agitada, bares gays, shows de drags, vinícolas, safáris, praias e belezas naturais são apontadas pelos especialistas do prêmio Viaja Bi! como as atrações principais do país .

2º lugar: Londres (Inglaterra)

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Divulgação

Londres é uma das cidades gay-friendly do mundo

Na capital inglesa, o público LGBT+ terá muitas atrações. Segundo Rafael Leick, dono do blog ViajaBi, Londres é “uma das cidades mais avançadas nesse quesito”, destaques para o Soho, onde a “vida gay” acontece, e o bairro Vauxhall.

Além dos dois locais sitados, a cidade é repleta de cultura pop, entretenimento, gastronomia e bares para rechear seu roteiro de atrações.

3º lugar: Tailândia

tailândia
Divulgação/Booking.com

Ilhas Similan, Tailândia

Bangkok é a atração principal da Tailândia , país do Sudoeste Asiático. Com praias paradisíacas e uma vida noturna agitada, a capital é muito receptiva com o público trans. Considerada uma cidade sem preconceitos, por lá dá para visitar templos, aproveitar a comida e cultura local e descolar boas fotos para as redes sociais.

4º lugar: Amsterdam (Países Baixos)

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Divulgação/iStock

A arquitetura de Amsterdã, nos Países Baixos, é uma das principais atrações

Amsterdam é conhecida no imaginário das pessoas como a “cidade liberal” e, no quesito, LGBT+ ela é mesmo. Com uma Parada do Orgulho acontecendo nos barcos pelos canais, a cidade foi a primeira a legalizar o casamento homoafetivo, em 2001.

No turismo, a arquitetura de Amsterdam é o que mais chama atenção. A cultura local, comidas e a chance de se locomover de bicicleta por cenários de filmes, vão fazer a sua viagem ser única.

5º lugar: Espanha

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Barcelona está entre as melhores cidades para o turismo LGBT+ na Espanha

No prêmio Viaja Bi!, cidades como Madri, Barcelona e Valência foram lembradas como gay friendly na Espanha. O país organiza Paradas do Orgulho, tem muitos bares para a cena LGBT+, praias paradisíacas, ótima gastronomia e cultural muito forte.

Em Torremolinos, uma pequena cidade na Andaluzia, tem até um hotel gay com rooftop nudista (dica do ViajaBi).

6º lugar: Nova York (EUA)

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Stonewall, em Nova York, foi palco de manifestações LGBT em 1969

Manhattan é conhecida como o “centro da história LGBT”. Por lá está o primeiro museu dedicado à arte LGBT do mundo, o ‘Leslie-Lohman Museum of Gay and Lesbian Art’, o bairro Greenwich Village, da ascensão de Stonewall, o Christopher Park e alguns dos melhores bares com espetáculos Drag dos Estados Unidos.

Os bairros do Brooklyn e do Queens também tem atrativos para o público LGBT+, além de cenários de cinema, muita cultura, gastronomia e entretenimento.

7º lugar: Israel

israel

Divulgação/iStock

Tel Aviv, Israel

Pode parecer estranho, mas Tel Aviv , capital de Israel, é uma das cidades mais gay-friendly no Oriente Médio. Praias, festas e eventos temáticos estão atraindo cada vez mais o público LGBT+ para a cidade, além da segurança oferecida.

Para quem não quiser ficar apenas na capital, cidades como Jerusalém e Haifa podem ser um bônus no roteiro, além de uma passada no Mar Vermelho e no Mar Morto.

8º lugar: Colômbia

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Bogotá já foi eleita o melhor destino turístico LGBT+ em 2017

Em 2017, a Colômbia foi eleita o melhor destino turístico LGBT+ pela Feira Internacional de Turismo (FITUR) e a cidade de Bogotá é o centro dessa viagem. Discotecas, alta gastronomia e até teatros são voltados somente para o público gay.

9º lugar: Sydney (Austrália)

sydney

shutterstock

Ponte da baía de sydney, austrália

Sydney é facilmente encontrada na lista de melhores destinos gay-friendly, apesar de só ter legalizado o casamento homoafetivo em dezembro de 2017.

Com belas praias e uma ampla rede de restaurantes e bares, a cidade tem a chamada “Sydney Gay”, uma área onde estão os melhores atrativos para o grupo, como as boates na Oxford Street e hotéis como o Stonewall Hotel ou o The Colombian Hotel.

10º lugar:  Buenos Aires (Argentina)

Buenos Aires
Reprodução/Divulgação

Buenos Aires, na Argentina

Além da Colômbia, a Argentina também é amigável ao público LGBT+, com destaque para Buenos Aires. A cidade possui alguns locais famosos para a comunidade como o cruzamento das Avenidas Santa Fé e Pueyrredón, no bairro Recoleta; uma estação de metrô dedicada a um ativista gay (Carlos Jáuregui); já foi sede da Conferência Internacional de Turismo LGBT e organiza eventos como o Festival Diversa que inclui exposições, shows e espetáculos de drag queens.

 Bares, restaurantes, cafés, clubes de dança e rede de hotéis completam o roteiro de turismo LGBT+ pela capital argentina.

Por: IG Turismo

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Ressaca da Parada acontece no próximo domingo
   Blog Diversidade   │     20 de janeiro de 2020   │     17:23  │  0

Organização do evento estima que evento leve ao Parque da Lagoa cerca de 1 mil pessoas.

A Parada de Maceió aconteceu no ultimo dia 15 do ano passado e foi um evento que lotou a orla de Ponta Verde e Pajuçara e deixou em muita gente um gostinho de quero mais.

A organização do evento pensando em por o público para lembrar o fervor que foi a pride 2019, realizará no próximo domingo, dia
26/01, a RESSACA DA PARADA, a partir das 10 horas no Club Aquático Porque da Lagoa no bairro de Bebedouro.

Seus organizadores, que são os mesmos da Parada esperam que cerca de 1 mil pessoas participem do evento, que terá paredão de som animado pelos
Dj’s John Dayvison, Jean Pierre e Júnior Marques, as bandas Érica Medeiros, Geninho Ferreira e Harry o Rei da Quebradeira, além de 2 piscinas, quadras e campos liberados para a galera curtir um dia de sol e balançar muito o bandeirão do arco-íris de 30 metros, além de uma decoração para lá de especial formada por bandeiras LGBT+ e balões, que fará o público sentir-se dentro da pride.

Nem tudo é festa, com isso os organizadores afirmam que aproveitará o evento para divulgar as propostas de leis e decretos que garante direitos a população LGBT+ a nível de Brasil, Alagoas e Maceió, mas isso não de uma forma chata e nem repetitiva, em poucas chamadas e em cartazes espalhados por todo clube .

Gostou da idéia ? Então prepara seu melhor óculos espelhado e transado, shortinho básico, regata, sungão ou sunguinha, biquíni ou canga e vem se jogar. Vem ser o que você, divirti-se e se empoderá que o dia será todo nosso.

E se tiver alguma dúvida sobre o evento ďá um salve no whatsapp do GGAL 82 99644-1004 , teremos o maior prazer em tirar suas dúvidas, pos queremos te ver lá.

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