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“Já tinha começado meu tratamento hormonal na minha última cena”, diz ex-atriz pornô
   11 de setembro de 2021   │     11:46  │  0

Embora já soubesse aos 6 anos que não era como os outros meninos, Sarah começou a transição um pouco mais tarde do que gostaria. Hoje mais focada em outra carreira, ela ganhou notoriedade no mercado adulto nacional por filmes gravados na produtora MeninosOnline. A empresa, inclusive, lançou no começo do mês uma das cenas deixadas por Ella Sarah antes de parar de gravar.

Em entrevista exclusiva para o Dentro Do Meio, Ella revelou que não se sente desconfortável em ver fotos de antes da transição. O assunto é delicado para boa parte da população trans, que muitas vezes prefere excluir e não divulgar determinado período da vida, mas para a cabeleireira faz parte de todo processo e por isso ela mantem todas as fotos nas redes sociais.

Confira agora as respostas de Ella sobre a nova fase da vida, como a transição foi recepcionada por quem acompanhava a carreira no pornô e o que mudou agora que ela é uma mulher.

Dentro Do Meio: Como e quando começou sua carreira no mercado adulto?
Sarah: Comecei aos 19 anos através de uma casa prive que abrigava meninos e meninas trans. Meu último trabalho foi antes da pandemia e eu havia começado meu tratamento hormonal.

Dentro Do Meio: Quando você se entendeu como uma pessoa trans?
Sarah: Aos 6 anos de idade, no pré-escolar, eu já sabia que não me parecia com um menino. Aos 18 quase virei travesti, pois na época não se falava mulher trans. As faltas de oportunidade na época e as mudanças radicais no corpo me assustaram [e acabei desistindo]. Outubro de 2018 entendi que sou trans, mas segurei até carnaval de 2019 para me assumir para todos.

Dentro Do Meio: Recebeu convites para continuar gravando?
Sarah: Não. Até hoje não recebi nenhum convite para gravar depois da transição e acho que não me encaixo mais no perfil. Desde que me entendi trans tudo mudou. Sou uma pessoa totalmente diferente agora, não só fisicamente mas também a forma como lido com a sexualidade. A forma como lido com meu corpo não é mais a mesma. Estou me redescobrindo sexualmente e me incomoda o fato de nós, trans e travestis, sermos tachadas como um objeto de fetiche. Sou muito mais que um órgão genial. Órgão esse que não faz parte do corpo que idealizo como mulher. [Se fosse convidada] jamais aceitaria. Não faz mais parte da personalidade que tenho hoje. Meus valores e objetivos são outros.

Dentro Do Meio: Mas ainda têm contato com os antigos colegas? Foi apoiada na transição?
Sarah: Sim, ainda tenho contato com algumas pessoas, mas acabei fazendo outros amigos fora do pornô.

Dentro Do Meio: Como foi a recepção de quem te acompanhava seus filmes?
Sarah: Houve uma certe estranheza. Hoje mesmo um internauta me disse que estava confuso, pois tinha acabado de ver o lançamento de um filme meu de menino e com o cabelo raspado. Mas discriminação direta ainda não rolou. Alguns lamentaram, outros aplaudiram minha coragem e me incentivam.

 

Dentro Do Meio: Você sente que era mais discriminada no pornô ou como mulher trans?
Sarah: Sinceramente, na nossa comunidade, me senti discriminada nos dois.

Dentro Do Meio: Hoje, embora use a #blogger, seu perfil no Instagram é privado. Pq escolheu bloqueá-lo para quem não te segue?
Sarah: Comecei a usar a #blogger porque queria falar da transição e autoestima, mas depois fui aconselhada a bloquear por medo de alguma retaliação ou que alguém pudesse me expor de forma negativa.

Dentro Do Meio: Infelizmente, o Brasil é o país que mais mata trans no mundo. Você mudou sua rotina ou se sente mais insegura agora que se entende como mulher?
Sarah: Sinceramente, não mudei em nada. Sei que moramos em um país violento, mas não alimento esse medo pois seria como continuar a viver em uma prisão. Já vivi assim antes de me assumir. Mantenho minha cabeça erguida e confiante em Deus. Sou feliz com quem sou hoje. Isso me dá força para andar livre e sem medo.

Dentro Do Meio: Você trabalha com beleza há bastante tempo. Quais são suas ambições profissionais nessa nova fase da sua vida?
Sarah: Na verdade foi isso que mudou. Sou cabeleireira desde meus 20 anos, mas hoje formada em colorometria e estou em sociedade em um salão pequeno. Meus objetivos são ampliar o salão, me especializar em outras áreas da beleza como podologia, designer de sobrancelhas e crescer ainda mais na profissão que me encontrei.

Campanha “TODO MUNDO CHORA” marcará o mês setembro amarelo com foco na população LGBTQIA+
   8 de setembro de 2021   │     14:20  │  0

A iniciativa busca conscientizar sobre o perigo da pandemia de suicídios principalmente entre os jovens agravada com o isolamento social. Serão apresentados debates e um curta espetáculo estrelado pela drag queen performer Ruby Nox

O suicídio é uma questão que preocupa os profissionais de saúde mental no mundo. Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM, organiza nacionalmente o “Setembro Amarelo”. Nesta sexta-feira, dia 10 é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a campanha acontece durante todo o ano. A web TV7BRASIL, no Youtube se sensibilizou e traz ao longo deste dia debates, curta espetáculo e durante o mês de setembro depoimentos de profissionais no seu Instagram – @tv7brasil.

O diretor da TV7BRASIL Marcone Felix criou a campanha “Todo Mundo Chora” e produziu um debate que será exibido sexta-feira (10), às 19h, mediado pela psicanalista Shyrley Araújo, coordenadora do Instituto Lótus de Psicanalise e a participação das psicólogas Maria do Céu, Presidente do Instituto Boa Vista, representante da Aliança Nacional LGBTQIA+ Pernambuco, Iris Maria, representante do Conselho Regional de Psicologia, além do psicanalista Bruno Filizola, Coordenador do Projeto Escutatória e o SOS Preces.

A conversa entre os profissionais gira em torno do constante crescimento nos índices de suicídio no Brasil.  A influência da era ‘pós-moderna’ nessa tomada de decisão. Também questões centrais das realidades da população LGBTQIA+, seus pontos de angústia específicos e outros temas curiosos discutidos em um debate cheio de informações.

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde somente em 2019, mais de 700 mil pessoas morreram por suicídio o que representa uma pessoa a cada 100 mortes. Quando falamos de pessoas LGBTQIA+ o ato fica mais alarmante. As pesquisas apontam que jovens LGBTQIA+ pensam três vezes mais em suicídio que jovens CIS heterossexuais e tem cinco vezes mais chances de tentar de fato o suicídio. Os números são preocupantes, e refletem o stress crônico de se esconder e todo preconceito envolvido na sociedade.

Também outro dado   importante é que cerca de 96,8% dos casos de suicídio estavam relacionados a transtornos mentais. Em primeiro lugar é a depressão, seguida do transtorno bipolar e abuso de substâncias. Trata-se de uma triste realidade, que registra cada vez mais casos, principalmente entre os jovens.

CURTA ESPETÁCULO – Para levar a realidade às telas a TV7BRASIL ousou. O diretor Marcone Felix, foi mais longe e produziu o espetáculo “Todo Mundo Chora” de forte teor emocional, mas real. A personagem do ato cênico é estrelada pela drag queen performer Ruby Nox, que encarna uma jovem LGBTQIA+ em estágio depressivo e que tenta desistir da vida com citações da escritora Clarice Lispector.. Na primeira vez desiste. Na segunda sobe em um arranha-céu e dos seus 150 metros acima do mar encontra a libertação driblando os seus medos durante a dublagem da música tema da campanha “Everbody Hurts”, na voz da cantora australiana Tina Arena. A canção é triste e melancólica, porém reflexiva foi composta por Michael Stipe, da banda R.E.M, no início dos anos 90 em reação à epidemia de suicídios entre pessoas jovens.

“Me sinto honrada pelo convite e incorporar este personagem de forte dramatização. Me preparei psicologicamente para discutir o tema e levar o melhor da minha arte”, revela Ruby Nox, que figura no teatro de Pernambuco pela sua participação como Elis Regina, em 2021, no Teatro do Parque, no espetáculo “O Botequim de Elizeth Cardoso”, produção da AMOTRANS no projeto Janeiro de Grandes Espetáculos.

Outro destaque do curta espetáculo é o vestido amarelo usado por Ruby Nox e produzido em filó de armação com mangas bufantes, um corpete e uma calda de 5,5 metros. A estilista pernambucana Bethania Borges é quem assina o figurino. O curta espetáculo será exibido na sexta-feira (10), às 22h, no canal da TV7BRASIL, no Youtube. Emocionante…

A MARCA TODO MUNDO CHORA –  A marca na sua grafia há digitais anônimas quis remeter, de uma forma sutil, as vidas perdidas por este ato de tristeza que nos faz refletir.

O desenho do jovem é assinado por Joana Velozo, grandiosa ilustradora e designer pernambucana radicada desde 2017 em Barcelona, na Espanha. Para o seu processo de criação, a artista expressou em linhas um personagem envolto a uma atmosfera de desamparo, abandono e isolamento social.

Forte, mas de uma sutileza que toca o coração, que nos faça a ter uma leitura da vulnerabilidade de muitos. É uma obra de incentivo a humanidade para estender a mão e resgatar uma VIDA!

“Para este trabalho, além de ter como referência uma obra minha anterior, juntou-se o fato de que tenho uma tendência a simplificar, busco comunicar uma ideia ou sentimento da maneira mais direta e sem rodeios possível”, disse Joana Velozo.

Todo Mundo Chora tem o apoio do Conselho Regional de Psicologia; Instituto Lótus; Projeto Escutatória; SOS Preces; CVV; Rio Ave Corporate Center; Empresarial Charles Darwin; Espaço da Criança – A.R.H; Amotrans e Instituto Boa Vista.

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Pansexualidade: conheça a bandeira e o que significa
   22 de agosto de 2021   │     0:00  │  0

Entenda o conceito, como uma pessoa pan se define e a diferença com a bissexualidade.

Pansexual é uma pessoa que se sente atraída por todas as identidades de gênero, ou por pessoas, independente do gênero.

Isso significa que uma pessoa que se identifica como pansexual pode se sentir atraída por uma pessoa transgênero, alguém que atende pelos termos neutros de gênero de “ele” ou “ela”, ou alguém que se identifica como heterossexual, gay, não binário, binário, masculino, feminino ou qualquer outro gênero.

De acordo com a Human Rights Campaign, uma pessoa pansexual tem potencial para atração romântica, sexual ou emocional por pessoas de qualquer gênero.

Como se identificam

Muitas pessoas pan se descrevem como sendo atraídas por outras pessoas considerando sua personalidade, moral, caráter e não no gênero.

Pode ser que tenham dificuldade em identificar sua identidade de gênero ou orientação sexual, ao contrário de outras que podem saber desde cedo como se identificam.

Uma pessoa pode ter identificação com qualquer orientação que considere apropriada. Da mesma maneira, uma outra não tem necessidade de colocar um rótulo em sua sexualidade ou se moldar a certos ideais.

Também pode ser que uma pessoa se identifique com vários termos e os use para se descrever, de forma alternada. Assim como as pessoas podem trocar sua orientação sexual, se sentirem que estão atraídas por outras de forma que não se sentiam antes, ou se aprenderem outra palavra que descreva melhor sua orientação.

Qual é a relação com a sigla LGBTQIA+

A comunidade LGBTQIA+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Queer, Intersexo, Assexual e +) é uma sigla complexa e extensa, que pode se tornar ainda maior com a adição do p de pansexual.

Bandeira do Orgulho pansexual

Bandeira do Orgulho pansexual

A bandeira do Orgulho pansexual foi criada, online, em 2010, como uma maneira das pessoas pansexuais se distinguirem das bissexuais.

Na bandeira do Orgulho bissexual – com as cores rosa, roxo e azul escuro –, as listras rosa e azul representam atração por homens e mulheres; já na do Orgulho pansexual tem listras amarelas que mostram atração a não-binários e pessoas não conformes de gênero.

Qual é a diferença entre bi e pansexual

Ser pansexual vai além da atração por homens e mulheres. De acordo com o sexólogo Carlen Costa, pansexualidade “é a atração sexual, romântica, emocional, física ou espiritual por pessoas, qualquer que seja a sua identidade de gênero ou expressão sexual específica”.

Ela ainda explica que ser pansexual é reconhecer que, como um povo, nós evoluímos, portanto, a linguagem do amor e dos relacionamentos também teve que evoluir e se tornar cada vez mais inclusiva.

Embora a pansexualidade e a bissexualidade tenham muitas semelhanças, a principal diferença entre um bissexual e um pansexual é que a pansexualidade rejeita o que é conhecido como gênero binário. Os indivíduos bissexuais também podem se sentir assim, mas as pessoas pansexuais frequentemente expressam que podem se sentir atraídas por pessoas mais sensíveis ao gênero, indivíduos não-conformes ao gênero e pessoas trans, bem como homens e mulheres cisgênero.

Da mesma forma, isso não quer dizer que as pessoas que são bissexuais não se sintam atraídas por ninguém que seja transgênero ou não binário, o que inclui ser bigênero, agênero ou fluido de gênero, para citar apenas alguns termos.

Por exemplo, uma pessoa pan pode ter a mesma capacidade de atração por pessoas de qualquer sexo. Porém, ela pode vivenciar isso de maneiras distintas.

Já uma pessoa que se identifica como bi pode se sentir atraída por pessoas com fluidez de gênero, homens ou não binários, porém não por mulheres.

Para ambos – pan e bi -, o tipo de atração que experimentam pode alterar para os diferentes sexos. Outro exemplo: uma pessoa pode sentir uma atração sexual por um gênero e uma atração romântica por outro.

Ser bissexual tem significados diferentes para pessoas diferentes. Para algumas, significa atração por pessoas do mesmo gênero e de outro gênero. Para outras, é ter atração por dois ou mais gêneros, ou múltiplos gêneros. Algumas pessoas bissexuais podem ter atração somente por homens e mulheres e não por pessoas não binárias – o que não ocorre com toda pessoa bi.

Definição de bissexual

Bissexualidade pode ter significados diferentes, e nem todas as pessoas estarão de acordo com uma única definição. Em geral, se uma pessoa se identifica como bi, ela sente atração por mais de um gênero.

Há pessoas que definem seu gênero conforme seu sexo biológico. Porém outras se veem como fluidas de gênero ou agêneras.

Para outras, ser bissexual pode significar apenas se sentirem atraídas por mulheres e homens. Já, para outras, isso pode significar se sentirem atraídas por várias identidades de gênero.

Algumas ainda podem achar a palavra discutível, pois implica que há apenas dois sexos. Entretanto, muitas pessoas que se identificam como bissexuais reconhecem a existência de vários gêneros.

Bi se refere a mais de um gênero, enquanto pan a várias pessoas independente de gênero.

Por: Redação Hora

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Documentário “O Amigo do Meu Tio” conta infância de uma criança LGBTQIA+
   19 de agosto de 2021   │     0:00  │  0

O documentário “O Amigo do Meu Tio” de Renato Turnes e Vicente Concilio conta, através de imagens antigas de fitas VHS, a história da infância de uma criança LGBTQIA+. Os vídeos foram gravados pelo pai de Vicente entre os anos de 1987 e 1993. De acordo com o site Gay Blog, a ideia para o curta-metragem surgiu durante uma oficina guiada por Ronaldo Serruya e Fabiano de Freitas, com o nome “Como Eliminar Monstros”.

Em entrevista dada para o blog através de e-mail Vicente comentou a respeito da obra em parceria com Renato e sobre quando participou da oficina. “Eu não tinha como não lembrar da minha própria história: a epidemia era pauta fortíssima justamente no momento em que eu entrava na adolescência, e nós éramos o público alvo de muitas ações referentes ao uso da camisinha e do sexo seguro. Mais do que isso: a ênfase dos discursos nos ‘grupos de risco’, sempre lembrando que gays eram mais vulneráveis, imprimia certo terror para a minha geração” disse ele.

Renato Turnes também concedeu uma entrevista ao Gay Blog falando sobre o documentário e quais foram as ideias e planos que seguiram para a realização do projeto. “‘O Amigo do Meu Tio’ é um documentário performativo que criamos no momento mais isolado da pandemia do covid 19. Nesse contexto escolhemos desenvolver uma narrativa audiovisual sem nenhuma filmagem atual e nos concentrarmos nas possibilidades de criação de sentido do material de arquivo, em diálogo com a voz de Vicente adulto” disse Renato.

“O Amigo do Meu Tio” é um documentário coproduzido pelas produtoras La Va e Vinil Filmes, e será exibido na Mostra Internacional Curta o Gênero que começa nesta terça-feira (17) e vai até o dia 29 de agosto, e estará disponível também no canal do evento no Youtube durante os dias em que estará sendo realizado.

Fonte: Observatório UOL

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Revista Diálogos celebra diversidade e inclusão
   6 de agosto de 2021   │     14:13  │  0

Publicação do IRELGOV aborda temas como representatividade e liderança inclusiva

Publicação do IRELGOV aborda temas como representatividade e liderança inclusiva

Muito ainda deve ser feito em relação aos temas diversidade e inclusão na sociedade brasileira. Quando focamos na área de relações governamentais, os dados são ainda mais escassos. É justamente para contribuir com esse debate que a revista digital “Diálogos”, produzida pelo Instituto de Relações Governamentais (IRELGOV), escolheu o tema como conteúdo de sua mais recente edição as ações afirmativas na área.

De acordo com o Anuário Origem, patrocinado pelo IRELGOV, apesar de as mulheres representarem 41,9% do total de profissionais, ocupam menos de 1/3 das posições de liderança. Além disso, nas posições de “entrada”, como as de estágio e trainee, as mulheres somam apenas 26,2%.

Dados sobre a população LGBTQIAP+, apontam que somente 36% se assumem para os colegas e 73% testemunham atos de homofobia no local de trabalho. Não existem dados consolidados sobre os espaços ocupados por pretos e pretas ou de pessoas com deficiência na área de Relações Governamentais. Aqui o silêncio é ainda maior.

A revista ouviu headhunters especializados no mercado de Relações Governamentais sobre diversidade nos processos de recrutamento e seleção. Debateu sobre liderança inclusiva e o papel dos aliados, assim como perguntou aos pretos e pretas, à comunidade LGBTQIAP+, a pessoas com deficiências e aos 50+ se o lobby é inclusivo. Suas páginas também abriram espaço para falar sobre inclusão de refugiados no mercado de trabalho brasileiro.

Confira tudo isso e muito mais no site www.irelgov.com.br

A publicação digital é assinada pelo eixo Diversidade&Inclusão do IRELGOV, sob o comando de Helga Franco e Nayana Rizzo, e contém 45 páginas, sendo duas entrevistas especiais e seis artigos assinados pelo squad que compõe o eixo.

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