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A todos um próspero ano novo.

A chegada de um novo ano pode nos trazer uma grande diversidade de sentimentos.     Aos que tiveram um bom ano, o otimismo pode ganhar mais força, com a expectativa de que o próximo continue no mesmo caminho.      Já os que atravessaram muitas dificuldades, recebem uma nova chance de deixar os problemas no passado e renovar a esperança para um futuro mais agradável.

Passar por um ano difícil como nós LGBT+ passamos não é exclusividade de poucos .  Seja qual for o motivo, as adversidades acompanham a vida de muita gente, e não é uma tarefa muito fácil abraçar a positividade quando estamos passando por tantas adversidades e exclusão de direitos diante de um processo tão duro puxado por um governo canalha, sujo e sanguinário, que insulta a escore suja da sociedade a agredir mulheres, negros da periferia, índios, pobres, LGBT+, e tudo isso com um discurso de que em nosso país não existe preconceito e nem desigualdade social.           País este que a policia mata um pai de família negro e pobre fuzilado, o alvejando com mais de 80 tiros; país este que 180 mulheres são estupradas por hora; país este que 80 % das causas de morte de negros é o racismo; país este que morte de índios cresceu 22,7 %; país este que que travestis são vistas como comercio de satisfação de desejos sexuais, mas são mortas com requintes de crueldade e expulsas do convívio social.        .

Mas nem tudo foi tão ruim, vivemos momentos de gloria. 2019 se vai mas nos deixa grandes conquistas e marco de direitos, foram empossados 8 políticos declaradamente homossexual; tivemos o crescimento de 340 % de casamentos de casamentos homoafetivos; e o nosso maior marco de 2019 e da historia de luta do movimento LGBT brasileiro, onde o STF aprovou a criminalização da LGBTfobia, assim tipificando na lei contra o racismo ações homofobica, como crime.

“Mas talvez se pensarmos como é bom viver livre de problemas, nossas forças aumentem e o otimismo faça parte de uma porção maior do nosso tempo.      Vamos entrar no ano novo com a esperança renovada, com espaço livre para a felicidade, nos afastando cada vez mais de tudo que trouxer tristeza ou atrapalhar a nossa prosperidade, então viva, se dê o direito de pensar como quiser, e de ser o que você é”.

Um feliz prospero ano novo cheio de paz, luz e positividades.  Esses sãos os votos de  Nildo Correia – Presidente do Grupo Gay de Alagoas. 

 

Réveillon NemVem 2020 celebra a diversidade e abraça a inclusão de pessoas trans nesta edição
   Blog Diversidade   │     19 de dezembro de 2019   │     13:47  │  0

Festa promove a participação do público trans e libera uma lista limitada para curtirem noite de fim de ano gratuitamente

Em tempos difíceis, é importante frisar que representatividade importa, principalmente em um país com o maior índice de mortalidade de pessoas trans e travestis do mundo. Partindo dessa premissa, o Réveillon NemVem 2020 reforça a necessidade de impulsionar a presença desse público em eventos e promove uma lista limitada que contemplará a população trans com acesso gratuito à noite do evento em Maceió.

A iniciativa surgiu após parte da produção da festa participar da conferência municipal de Políticas Públicas de Direitos Humanos LGBT+, realizada na capital alagoana em outubro. Durante o encontro, os organizadores puderam ouvir relatos sobre a dificuldade de acesso à educação, emprego e eventos culturais vivenciados por parte dessa população, o que impacta significativamente no exercício pleno da cidadania. A partir daí, nasceu a ideia da lista Trans Free.

A ação, que é inovadora nos eventos de final de ano da capital alagoana, teve curadoria do homem trans e ativista Benjamin Vanderlei, responsável por reunir o nome social e o número do RG dos interessados. Nesse sentido, Benjamin ressalta a importância das produtoras terem um olhar cada vez mais empático. “As oportunidades não são iguais para todos. Vemos nossos próprios coletivos trans invisibilizados por aqui. É necessário que produtores de evento entendam que esse público quer e precisa estar presente nos espaços, mas que nem sempre os valores são acessíveis. Com o NemVem, me sinto feliz em ver a diversidade sendo estimulada”, comenta.

Para Isis Florescer, transfeminista, escritora e atriz, a ação foi uma grata surpresa e comemora que um réveillon privado esteja contribuindo para que esse público possa viver a virada de ano no NemVem. “Fui marcada por uma amiga na publicação e imediatamente enviei os dados para a produção. Como a maioria das pessoas trans, principalmente as mulheres, estão sobrevivendo em condições precarizadas, ao promover essa ação de cunho social inclusivo, o NemVem demonstra que todas as vidas também merecem celebrar a existência e a festa da virada. Serei imensamente grata a essa oportunidade e espero encontrar mais manas e manos trans para compartilhar essa linda experiência”, reconhece Isis.

Apesar da lista ter sido limitada, a produção explica que ações como essa são mais do que necessárias e urgentes, por isso, tudo indica que deverá ser levada para as próximas edições. “Estamos crescendo e experimentando novidades a cada ano. Este ano apostamos em uma atração nacional e aumentamos as opções do open bar. Mas ainda assim, tentamos contemplar um pequeno grupo e fortalecer esse movimento de pessoas trans. Já incluímos o assunto como pauta no planejamento do próximo ano, onde pretendemos atender um grupo bem maior”, promete Layla Ferro, produtora do réveillon.

RÉVEILLON NEMVEM 2020

O NemVem 2020 acontece no dia 31 de dezembro, na Praia de Riacho Doce, e contará com os shows da rainha da sofrência pop Duda Beat, do axé raiz da alagoana Naná Martins e do show conjunto das bandas Unidade Nova Praia e Tequila Bomb, além de DJs nos intervalos dos shows. Mais informações em reveillonnemvem.com.br.

Fonte: ASCOM – Réveillon Nem Vem

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Câmara de Rio Largo realiza Audiência Pública que discutirá LGBTFOBIA e Intolerância Religiosa
   Blog Diversidade   │     22 de novembro de 2019   │     7:22  │  0

Hoje, 22 de novembro, a partir das 10 horas, a Câmara Municipal de Rio Largo, em parceria com o Grupo Gay de Alagoas realizará audiencia pública, que tem como objetivo traçar estratégias de acoes de combate a LGBTFOBIA e intolerância religiosa.

A ação faz parte da agenda de atividades em alusão a primeira Parada do Orgulho LGBT+ de Rio Largo, que ocorrerá no próximo domingo, ás 15:h.

Várias instituições religiosas estarão presente no evento, (igreja católica, evangélica, matizes africana) e autoridades pública como a secretária de Estado de Prevenção a Violência – Esvalda Bittencourt, Superintendente de Direitos Humanos da SEMUDH – Mirabel Alves, a ex vereadora por Maceió Rita Correia, historiadora Arisia Barros e outras.

A palestra magna será ministrada pelo advogado e escritor Dr. Adriano Nunes, especialista na área de diagnóstico de crimes LGBTFOBICO em Alagoas.

Nosso intuito não é trabalhar o apartaite dessas religiões, e nem fazer apologia a homossexualidade, mas sim trabalhar formas de combate a qualquer forma de discriminação, disse Lafon Pires-coord. do Evento.

Para a presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Rio Largo – vereadora Patrícia Pinto, “ações que oportunizam e unificam populações vulneráveis se faz necessário . Vivemos momentos difíceis, onde a sociedade perdeu a noção do que é liberdade de expressão”, desta forma a CDH da Câmara Municipal de Rio Largo trás para esta casa essas populações religiosas e lideres defensores da luta contra a LGBTFOBIA e intolerância religiosa para fazer e propor formas de diminuição da violência contra os mesmos.

PROGRAMAÇAO OFICIAL DA AUDIÊNCIA PÚBLICA

*Audiências Pública* – “Discutindo a LGBTFOBIA e a Intolerância Religiosa na Cidade de Rio Largo”
22/11 – ás 10:h – Câmara Municipal de Rio Largo/AL

Mesa de Abertura :

*Vereador Thales Diniz* – Presidente da Câmara Municipal de Rio Largo

Vereadora Patrícia Pinto – Pres. da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Rio Largo

Vereadora Daniela Araújo – Cons. Municipal de Segurança Pública de Rio Largo;

*Jornalista Nildo Correia* – Presidente do Grupo Gay de Alagoas

*Esvalda Bittencourt* – Secretária de Estado de Prevenção a Violência – SEPREV – Graduada em Serviço Social pela Ufal.

*Mirabel Alves* – Superintendência de Direitos Humanos da Igualdade da SEMUDH*. Advogado especialista em direito no trabalho e militante no movimento de direitos humanos.

*Rita Correia* – Médica, ginecologista, ex-vereadora de Maceió e ex prefeita de Maceió.

*Jade Soares* – Assessora Técnica de Direitos LGBT de Alagoas,
Técnica em Enfermagem e
Graduanda em gestão Pública

*Silvânia Maria* – Comissão da Campanha da Fraternidade da Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Rio Largo;

*Pastor da Comunidade Batista Aliança da vida Tiago de Souza* – Bacharel em Teologia e Lic. Em Letras portugues/Espanhol.
*Arisia Barros* – Mini currículo
Conhecida, nacionalmente, pelo ativismo social preto-político, Arísia Barros, é professora,redatora publicitária, escritora e coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, em Alagoas.
*Palestra magna da audiencia pública*

*Adriano Nunes*: Médico formado pela UFAL; jurista formado em Direito pela UFAL. Mestre em Sociologia pela UFAL. Pesquisador na área de violência e violência contra os LGBTQ+.

 

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Nota de pesar pela morte do arquiteto e artista plastico Alex Barbosa

Em nome do Grupo Gay de Alagoas – GGAL, entidade percussora na luta em prol da população LGBTI+ alagoana, o presidente , Nildo Correia, se solidariza com a família, amigos, clientes e admiradores do artista plástico e arquiteto alagoano Alex Barbosa, falecido na tarde de hoje, 12 de agosto de 2019.

Neste momento de dor, nos solidarizamos com seus familiares ratificando nosso voto de pesar pela grande perda e agradecimentos à dedicação e trabalho prestado a arte em Alagoas, como também visibilidade da mesma dentro e fora do Estado.

Se o “estado de felicidade” como motivo de pensamento e ação foi essencialmente um fator de conservação e estabilização, a “busca da felicidade” é uma poderosa força desestabilizadora.    Mas com a fórmula da felicidade que eleva o “estar na frente” à categoria de princípio orientador, com indivíduos esmagados por uma “sede de excitação e uma decrescente disposição de se ajustar aos outros, subordinar-se ou abrir mão, “como é possível que dois indivíduos que desejam ser ou se tornar iguais e livres descubram o terreno comum no qual seu amor pode crescer, e é assim que queremos lembrar da passagem de Alex Barbosa por este plano, um ser que viveu a arte na alma.


Maceió, 12 de agosto de 2019

Atenciosamente,

Nildo Correia – Presidente do Grupo Gay de Alagoas

Corrida de salto alto em Madri desafia gravidade e homofobia
   Blog Diversidade   │     9 de agosto de 2019   │     0:00  │  0

O Orgulho de Madri, uma das maiores celebrações LGBT do mundo, culminará em um desfile no centro da cidade no sábado (6) de julho

Dezenas de homens e algumas mulheres de salto alto correram pelo centro da capital espanhola nesta quinta-feira, desafiando a gravidade, o calor e as tentativas do partido de extrema-direita Vox de restringir suas comemorações do orgulho gay neste ano.

A corrida em Chueca, um bairro do centro de Madri que é acolhedor com gays, atrai competidores até do exterior e é uma das partes mais ansiosamente aguardadas do festival anual da comunidade de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT).

JUAN MEDINA / REUTERS
Concorrentes participam da corrida anual de salto alto durante as celebrações do Orgulho Gay no bairro de Chueca.

A competição conta com jovens e idosos, atléticos e corpulentos. Cruzar a linha de chegada não é uma tarefa fácil: as regras estipulam que os saltos precisam ter ao menos 10 centímetros de altura — os sapatos são medidos antes da prova.

O Orgulho de Madri, uma das maiores celebrações LGBT do mundo, culminará em um desfile no centro da cidade no sábado.

O ultraconservador Vox, estreante político que conquistou cerca de 10% dos votos na eleição nacional de abril e recentemente permitiu que a centro-direita assumisse a prefeitura de Madri, vem atacando cada vez mais o festival e os direitos LGBT na Espanha.

JUAN MEDINA / REUTERS
Entre as regras da corrida estão saltos com, no mínimo, 10 centímetros. 

Javier Garcia, enfermeiro de 23 anos, quer que a corrida continue no centro de Madri para manter sua visibilidade.

“As pessoas ainda têm que lutar e tornar visíveis certas desigualdades que ainda não estão plenamente resolvidas”, disse ele antes de participar da prova.

Garcia disse estar nervoso por ser a primeira vez que corre no evento de Madri, mas que já participou de um semelhante nas Ilhas Canárias.

O vencedor recebe 350 euros.

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