Category Archives: Paradas LGBT

Atrações da Pride SP: Anitta, Daniela Mercury, Alex Marie, Naiara Azevedo, Lorena Simpson e Márcia Freire
   Blog Diversidade   │       │     9:07  │  0

A Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, considerada o maior evento deste tipo no mundo, ocupa a avenida Paulista amanhã, domingo (18), com shows de Anitta, Daniela Mercury, Alex Marie, Naiara Azevedo, Lorena Simpson e Márcia Freire, essas são algumas das atrações que estarão fazendo o fervor nos 19 trios elétricos, ao longo do percurso do evento.

A expectativa de público este ano é de 3 milhões de pessoas.

O tema da vez é “Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei! Todas e todos por um Estado laico”. O Estado precisa garantir que todo cidadão tenha respeito, independentemente do que as religiões acham, diz a presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT, Claudia Regina Santos Garcia. “A festa é importante, mas nós vamos para a avenida reivindicar nossos direitos.”

A parada terá 19 trios elétricos que vão desfilar por 3,5 km –da Paulista até o vale do Anhangabaú, onde a cantora Tâmara Angel faz o show de encerramento.

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Pinacoteca de SP tem programação especial durante a Parada do Orgulho LGBT
   Blog Diversidade   │     6 de junho de 2017   │     17:58  │  0

A iniciativa surgiu para colocar a Pina, uma instituição já de vanguarda, no circuito oficial da Parada LGBT de São Paulo

Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, prepara uma programação especial para o fim de semana da Parada LGBT, marcada para 18 de junho na capital paulista. A iniciativa integra a programação oficial do evento oferecendo atrações ao público que estará na cidade neste período com atividades culturais que abordam as questões de gênero e sexualidade.

Para isso, o museu convidou Rodolpho Parigi para duas ações: dia 16 (sexta-feira), às 17 horas, haverá performance de Fancy, persona criada pelo artista em 2013 e que não aparecia publicamente há dois anos. Na ação, Fancy posará como modelo-vivo para uma aula de desenho – uma referência à época em que o prédio da Pina recebia aulas de pintura neste formato. A instituição, em parceria com Parigi, selecionará até 30 artistas para participar da ação desenhando Fancy. Os demais visitantes poderão assistir à performance. Para se inscrever é preciso seguir as orientações do edital. Consulte-o no fim deste texto.

No dia seguinte, 17 (sábado), às 16 horas, está prevista uma visita pelo acervo da Pina Luz. Durante o percurso, Parigi discutirá o homoerotismo presente nas obras do museu. Podem participar até 30 pessoas. Para se inscrever é preciso enviar e-mail para [email protected]

“A iniciativa surgiu para colocar a Pina, uma instituição já de vanguarda, no circuito oficial da Parada LGBT de São Paulo e para seguir apresentando uma programação atual e crítica sobre as questões de gênero e sexualidade também no campo das artes”, disse Paulo Vicelli, diretor de Relações Institucionais do museu.

O ingresso da Pinacoteca custa R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Adultos com mais de 60 anos não pagam.

SERVIÇO

Performance / Fancy em Modelo-vivo
Data: 16/06, sexta-feira
Horário: Das 17 às 20 horas
Local: Pinacoteca, Átrio, 2º andar
Endereço: Praça da Luz, 2
Inscrição para artistas: [email protected]

Visita guiada com o artista Rodolpho Parigi / Tema: O homoerotismo na coleção da Pinacoteca
Data: 17/06, sábado
Horário: Das 16 às 17 horas
Local: Pinacoteca, Átrio, 2º andar
Endereço: Praça da Luz, 2
Inscrição: Enviar e-mail para [email protected]

O museu fica em frente à estação Luz do Metrô e da CPTM e também possui estacionamento gratuito. pinacoteca.org.br – (11) 3324-1000

Fonte: Ascom APOLGBT/SP

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Jogos da Diversidade: Saiba como participar do evento mais inclusivo do mundo desportivo
   Blog Diversidade   │     5 de junho de 2017   │     0:00  │  0

A primeira edição dos Jogos da Diversidade de São Paulo acontecerá no dia 17/06, véspera da nossa Parada do Orgulho LGBT. O evento foi criado para celebrar a diversidade através de competições esportivas saudáveis entre os membros da comunidade LGBT, e é organizado pela APOGLBT e CDG Brasil – Comitê Desportivo LGBT.

Dentre as modalidades disponíveis estão: Bilhar, Carteado, Dança, Futebol Feminino, Futsal Masculino, Gaymada, Handebol, Natação e Voleibol, além de uma aula livre de Zumba.

Para participar, basta enviar sua inscrição através do site oficial. Existem duas possibilidades de inscrição: “Inscrição de equipes” para modalidades coletivas, e “Inscrição de atletas” para as individuais.

A participação é gratuita, mas no dia do evento, cada participante deve contribuir com 1 pacote de leite em pó (mínimo 400 gramas), que será doado para uma instituição de caridade.

Os jogos serão realizados no Complexo Desportivo do Ibirapuera. Mais informações no evento oficial.

Serviço:

Jogos da Diversidade                                                                                                                                                Dia: 17/06 (Sábado)                                                                                                                                               Hora: Das 08h às 20h                                                                                                                                             Endereço: Complexo Desportivo do Ibirapuera (Rua Abilio Soares, 1480 – São Paulo)
Website: http://www.timebrasil.lgbt/jogosdadiversidade

Fonte: ASCOM APOLGBT

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A história por trás da bandeira arco-íris, símbolo do orgulho LGBT
   Blog Diversidade   │     2 de junho de 2017   │     15:51  │  0

Baker nasceu em 2 de junho de 1951 em Chanute, no Estado americano do Kansas.

O criador de um dos principais símbolos da comunidade LGBT – a bandeira arco-íris – morreu aos 65 anos em sua casa em Nova York, nos Estados Unidos, informou a imprensa americana.

Gilbert Baker morreu enquanto dormia. As causas da morte ainda não foram divulgadas.

Mas qual é a história por trás de sua maior criação? E como a bandeira arco-íris se tornou um símbolo da comunidade LGBT?

Baker criou o estandarte, originalmente com oito cores, em 1978, para o Dia de Liberdade Gay de San Francisco, na Califórnia (Estados Unidos).

A bandeira original tinha as seguintes cores, cada uma representando um aspecto diferente da humanidade:

  • Rosa – sexualidade
  • Vermelho – vida
  • Laranja – cura
  • Amarelo – luz do sol
  • Verde – natureza
  • Turquesa – mágica/arte
  • Anil – harmonia/serenidade
  • Violeta – espírito humano

Naquela ocasião, 30 voluntários ajudaram Baker a pintar a mão as duas primeiras bandeiras arco-íris. Elas foram hasteadas para secar no último andar de galeria de um centro da comunidade gay em San Francisco.

Sujos de tinta, eles tiveram de esperar até a noite para lavar suas próprias roupas – já que não podiam lavá-las em lavanderias públicas.

Tempos depois, a bandeira foi reduzida a seis cores, sem o rosa e o anil. O azul também acabaria por substituir o turquesa.

Falando sobre sua criação, Baker disse que queria transmitir a ideia de diversidade e inclusão, usando “algo da natureza para representar que nossa sexualidade é um direito humano”.

Em 2015, o Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMa, adquiriu a bandeira para a sua coleção de obras, chamando-a de “poderoso marco histórico do design”.

“Decidi que tínhamos de ter uma bandeira, que uma bandeira nos encaixasse em um símbolo, o de que somos pessoas, um tribo”, disse Baker ao museu em uma entrevista.

“E as bandeiras são sobre proclamar poder, então é muito apropriado”, acrescentou na ocasião.

Bandeira arco-írisDireito de imagemREUTERS
Image captionO aniversário de 25 anos da bandeira foi celebrado em 2003

Homenagem

A bandeira arco-íris foi hasteada no centro de San Francisco para homenagear Baker.

Em sua conta no Twitter, o roteirista americano Dustin Lance Black disse: “Os arco-íris choram. Nosso mundo é bem menos colorido sem você, meu amor. Gilbert Baker nos deu a bandeira do arco-íris para nos unir. Nos unirmos de novo”.

O senador pelo Estado da Califórnia Scott Weiner afirmou que o trabalho de Baker “ajudou a definir o movimento LGBT moderno”.

Parada gay em Nova York (2005)Direito de imagemGETTY IMAGES
Image captionBandeira tornou-se símbolo da diversidade e da inclusão

Das Forças Armadas ao design

Baker nasceu em 2 de junho de 1951 em Chanute, no Estado americano do Kansas. Ele cresceu em Parsons, também no mesmo Estado, onde sua avó tinha uma pequena loja de roupas. Seu pai era juiz e sua mãe, professora.

De 1970 a 1972, ele serviu nas Forças Armadas americanas. Quando deixou o Exército, Baker aprendeu a costurar sozinho e usou a habilidade para criar pôsteres para marchas de protesto anti-guerra e a favor dos direitos LGBT.

Foi durante esse período que ele se tornou amigo de Harvey Milk, o primeiro parlamentar abertamente homossexual da história dos Estados Unidos.

Baker criou a bandeira arco-íris em 1978, mas se recusou a registrá-la como sua marca.

Em 1994, ele se mudou para Nova York, onde viveu até sua morte.

Naquele ano, ele criou a maior bandeira do mundo em comemoração ao 25º aniversário da Rebelião de Stonewall – como ficou conhecidas as manifestações da comunidade LGBT contra a invasão da polícia de Nova York ao bar Stonewall Inn, em Manhattan.

Os protestos anteciparam o movimento moderno de libertação gay e a luta dos direitos LGBT nos Estados Unidos.

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