Category Archives: Nota

Nota de agradecimento aos voluntários do Esquenta 2018

Em nome do grupo Gay de Alagoas – GGAL, queremos agradecer e ovacionar “ Otávio Souza ; Rosemary Bernardo ; Isac Víctor ; Gael Lima ; Sheyla Lima ; Adriana Nascimento ; Jonathan França ; Jeovane Dantas ; Melyna Ryos, Bárbara Nagman, DJ John Dayvison “, pela contribuição voluntária, na ação ocorrida no último domingo, 30/9, no Posto Sete, na orla de Jatiúca, onde foi realizado a primeira edição do Esquenta da Parada, realização essa, que teve como objetivo promover atividades de esporte, cultura, lazer e conscientizar a população alagoana, sobre a importância de se combater a LGBTFOBIA em nosso Estado.

Ao mesmo tempo parabenizamos todos os times de futebol e queimado, artistas e profissionais participantes da ação.

Att,

Nildo Correia – presidente do grupo Gay de Alagoas – GGAL

O grau da desonestidade do candidato dorminhoco

É, é o candidato que defende a família tradicional, mas já foi casado quatro vezes. É o candidato militar que defende os militares, mas em 30 anos de mandato não aprovou nenhum projeto em prol da classe. É o candidato que defende a punição severa de estupradores, mas agrediu moralmente sua amiga com insultos de apologia ao estupro. É o candidato que defende os cortes público, mas não abre mão de suas mordomias como parlamentar.  É o candidato que vai salvar o brBras da violência e da corrupção, nas não salvou nem o Estado de origem, e nunca denunciou o cartel do crime no Rio de Janeiro, e escarra na cara da sociedade, o que osurfluia nas festas do crime político.

Mesmo assim, com todo passado e presente afogado em lamos, o farsante da polipolí brasileira não perde a oportunidade de usar de sabotagem, para por todos no balaio de gato que ele faz parte. Ou melhor, balaio do crime, o qual inclusive lhe gerol n processos e punicopu na própria área, a qual iniciou sua carreira pública. Area militar.

Para esclarecer as afirmações mentirosas feita pelo candidato Jair Bolsonaro, ao afirmar que foi realizado um Seminário LGBT infantil no Congresso Nacional, em 2009. A afirmação é falsa.

A verdade é que em maio de 2012 a Comissão de Direitos Humanos e Minorias e a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados realizaram o IX Seminário LGBT no Congresso Nacional – Respeito à Diversidade se Aprende na Infância: Sexualidade, Papéis de Gênero e Educação na Infância e na Adolescência.    Confira o vídeo completo do evento AQUI

O candidato também levou um livro de PORTUGAL feito para adolescentes português ao Jornal Nacional na noite de ontem, ee descaradamende apresentou dizendo ser material didático para crianças Brasileiras, e que teria sido uma proposição do movimento LGBTI+ brasileiro, e produzindo e custeado pelo MEC – Ministério da Educação.

Nunca existiu kit gay, crianças de 6 anos estão se alfabetizando, e não aprendendo práticas sexuais nas escolas.

Veja abaixo o desmentido da NOVA ESCOLA e divulgue.

É, infelizmente vivemos na repurepúbdas bananas, lugar este que pessoas inescrupulosas como este desequilibrado de plantão arma, sabota, e nada é feito, com isso, mesmo sendo ele o dormioco, quem vive o pesadelo é a população, com isso só nos resta orar, rezar e clamar por nosso povo.

Universidade Alagoana realiza mutirão de retificação de nome de travestis e transexuais

Nota

O Centro Universitário Tiradentes de Alagoas – UNIT, estará realizando um mutirão de retificação de nome para pessoas transgêneras/travestis e transexuais.

 

A ação ocorrerá nos seguintes dias: Amanhã, 20 de abril, das 14 às 17 horas, ( recebimento da documentação descrita abaixo, e no dia 5 de maio (triagem), no Núcleo de Práticas  Jurídicas, do Centro Universitário Tiradentes – UNIT na Cruz das Almas.

 

As e os interessadas (os) deverão levar as seguintes documentações descritas abaixo.

Carteira de Identidade e CPF (obrigatório) / cópia de comprovante de residência (conta de água, luz ou telefone) (obrigatório) / certidão de Nascimento ou Casamento (obrigatório) / cópia da Certidão de Nascimento ou Casamento dos pais do requerente (obrigatório) / cópia da Certidão de Nascimento dos filhos (se houver) / título de eleitor, com a mudança de nome (se houver) / documentos em que é reconhecido(a) socialmente pelo nome social (ex: matrícula de instituição de ensino, documentos profissionais, prints de perfil nas redes sociais…) (se possuir) / relatório/Parecer/Laudo psicológico ou psiquiátrico (se possuir) / certidões negativas (Polícia Civil, Polícia Federal, Justiça Estadual Cível, Justiça Estadual Criminal, Justiça Federal Cível e Criminal, Justiça Eleitoral, Justiça Militar da União, Justiça Militar Estadual e SPC/Serasa) (obrigatório) / fotos (rosto, corpo inteiro, com amigos/família/trabalho) / exames referentes à transição de gênero (receitas de hormônio, resultados de exames, declaração de atendimento do Ambulatório de Saúde para pessoas Transexuais e Travestis) (se possuir)/ relatório individual expondo que Declara o gênero (obrigatório).

 

Maiores informações sobre a ação poderão ser obtidas através do contato: 82 3311- 3138

GGAL: Nota de pesar e lamento à morte de Abel Góes

603088_10152423185225357_1456510795_n

Abel estava desaparecido desde o dia 23/01 , e foi encontrado morto em Roma na Itália.

É com profundo e imenso pesar que o Grupo Gay de Alagoas-GGAL recebeu e comunica a triste notícia do falecimento de nosso querido amigo, professor, diretor e ator Abel Góes.

 Abel estava morando  na Itália, e desde o dia 23/01, estava desaparecido, seu corpo foi localizado em um hospital de Roma, mas ainda não se sabe exatamente a causa da morte.  

Abel Góes era um grande homem, ser humano, e grande parceiro do Grupo Gay de Alagoas-GGAL, ao mesmo tempo em que vivia e transpirava a sua eterna paixão, trabalhar pela arte e o mundo da moda. 

Aí amigo, que notícia triste essa, mas deixo aqui o meu profundo abraço, e obrigado por tudo que você ajudou a construir dentro do movimento LGBT alagoano.

Att,

Nildo Correria – pres. do Grupo Gay de Alagoas-GGAL

Grupo Gay de Alagoas contesta versão do delegado sobre a morte do cabeleireiro

Nildo Correia, Presidente do Grupo Gay de Alagoas - GGAL

Nildo Correia, Presidente do Grupo Gay de Alagoas – GGAL

O Grupo Gay de Alagoas – GGAL, na tarde de hoje se manifestou  através da imprensa, contestando a versão do delegado  Fábio Costa, da Delegacia de Homicídios, responsável pela apuração do caso do assassinato do cabeleireiro Cícero Alvandir Moraes, ocorrido no dia 17 deste mês, no bairro do Prado, em Maceió/AL.

Segundo o fechamento do inquérito da policia, o cabeleireiro foi morto após se recusar a pagar um programa de R$ 200 reais, assim afirmou o assassino.

Para o presidente do Grupo Gay de Alagoas, Nildo Correia, o crime foi sim premeditado, pois muitas informações estão desencontradas, começando pela afirmação do delegado, de que o assassinato ocorreu após um desentendimento entre a vitima e o algoz, em virtude de um certo pagamento de cachê, além disto, fica notório a frieza do adolescente, a partir do momento em que ele furta os bens da vitima, após o crime, e em seguida o assassino, com muito sangue frio arrumou tempo de se banhar e trocar de roupa.

“Com todas essas evidencias, fico mais que convencido que o jovem tinha sim o intuito de matar a vitima para roubar os seus pertences, ou então à mesma acabou morrendo por reagir ao roubo dos objetos”, diz correia.

Nildo Correia se diz estarrecido com a forma de conclusão do delegado, onde de certa forma justifica o assassinato da vitima, por uma versão ao certo montada pelo assassino, que infelizmente só serviu para por a vitima como culpada.

“Infelizmente vários crimes praticados desta natureza, acabam sendo tratado desta forma, sei que a nossa forma de ver o caso, não mudará quem sabe a punição do assassino, já que nossas leis são brandas, mas ao menos não justificará o crime, culpando  a vitima, que não esta aqui infelizmente para se defender e contar sua versão”, afirma Correia.

Ronaldo Pires – Pres. do Grupo Gay do Tabuleiro diz que até o presente momento não conseguiu entender de onde o delegado tirou essa apuração do caso, que infelizmente só foi levado em conta à versão tão delirosa contada pelo algoz, onde o mesmo afirma que assassinou o cabeleireiro, após ele se negar a pagar um cachê de R$200 reais.

“Se o próprio delegado afirma que o jovem tem um comportamento frio, e que parece estar até gostando da repercussão do caso, vou muito mais além, ele afirma que após assassinar Alvandir, cobriu o corpo, tomou banho e vestiu roupas da vítima, desta forma, como o delegado pode afirmar que realmente houve um desentendimento, em virtude do não pagamento de um certo programa”, questionou Pires.

Já para Maria Santos – Pres. do Grupo Lésbico Dandara, esta mais que provado que a policia se equivocou em revelar a motivação do crime, pois a partir da fala dos familiares, onde por intermédio de advogado contratado para atuar no caso da morte de Cícero Alvandir Dimorais, cabeleireiro, a família da vítima afirma que a versão do menor sobre o crime é falaciosa e absolutamente surreal, pois de acordo com a defesa, o acusado mantinha sim um relacionamento com Alvandir e o assassinato teve um motivo torpe.

Segundo o advogado da família, Dawis Alves, a tese trazida pelo acusado é falsa e a vítima e o menor se relacionavam há algum tempo. Além disso, o advogado ainda nega que o programa tenha existido.

Assassinato de homossexuais em Alagoas em 2016.

E ai segue a barbárie desses assassinatos, como também a falta de interesse de algumas autoridades em elucidar os casos. Não tenham duvidas que o assassinato do cabeleireiro não foi mais um que caiu no esquecimento, graças a pressão da opinião publica.

Contando com o caso de Alvandir, já totaliza-se 15 assassinatos de homossexuais só este ano em Alagoas, infelizmente grande maioria deles se encontram sem solução, esquecidos nos arquivos frios das delegacias, alguns desses casos, a policia não tem nem o paradeiro do assassino. Em todo o país, só este ano já foram assassinados 232 LGBT em 2016.

“Sei que é notório que todos os dias morre gente em nosso estado, independente de gênero, cor da pela e orientação sexual, mas me sinto no dever de cobrar a elucidação desses casos, para que outros Alvandir não tenham a vida ceifada. Sei também que é mais que importante a elucidação desses casos, mas também não podemos esquecer que a gestão pública precisa fazer a sua parte, investindo na implantação de políticas públicas na área de prevenção, conscientização e principalmente, trabalhar em prol do combate a intolerância e o respeito da população LGBT, frisa Nildo Correia.

Além do desabafo, Correia, Presidente do GGAL, afirma que a partir da próxima semana, após passar esse período eleitoral, a instituição estará oficializando um pedido de audiência com o Secretário de Segurança Publica do Estado – Coronel Lima Junior, para que assim possa dialogar com a cúpula da Segurança Pública, a reativação e implantação de ações em prol do combate aos crimes praticados contra a população LGBT no estado de Alagoas.