Category Archives: Mundo

Matem seus filhos ou nós o mataremos, avisa governo da Chechênia a pais de LGBTs
   Blog Diversidade   │     2 de maio de 2017   │     23:54  │  0

Mais sobreviventes dos campos de concentração, onde as pessoas LGBT são torturadas, humilhadas, interrogadas e mortas, estão falando sobre as atrocidades que estão acontecendo na Chechênia.

Enquanto as autoridades chechenas continuam negando os gastos, está mais que comprovado que a vida de uma pessoa LGBT na região controlada pela Rússia corre perigo. Embora isso aconteça há muito tempo, a situação piorou, atigindo número sem precedentes de homossexuais e bissexuais homens sendo presos e assassinados.

De acordo com o governo britânico, o presidente da Chechênia, Ramzan Kadyrov, planeja eliminar a comunidade LGBTQ no início do Ramadã, a menos de um mês de distância.

Como já foi noticiado aqui no Viajay, os sobreviventes descrevem torturas, incluindo choques elétricos e espancamentos, e compartilham que quando são trazidos de volta para casa, suas famílias são informadas de que devem matá-los, como um ato de honra.

Um sobrevivente dessas prisões relatou que algumas pessoas são convidadas para os locais da prisão e instruídas para matar seus parentes, ou então as autoridades dizem que eles mesmo irão fazê-lo.

“Eles dizem aos pais para matar seu filho”, disse o homem, cuja identidade foi protegida por questões de segurança. “Eles dizem, ‘Ou você faz ou nós vamos fazer.’ As autoridades dizem aos parentes para “limpar sua honra com sangue”.

“Eles torturaram um homem por duas semanas”, continuou o sobrevivente. “Então convocaram seus pais e seus irmãos para que viesse visita-lo e disseram: ‘Seu filho é homossexual’ a família então retrucou: ‘É a nossa família, então nós faremos’. A família o levou para a floresta, mataram e enterraram ele lá mesmo, sem sequer lhe dar um funeral.”

“Nós sempre fomos perseguidos, mas nunca foi assim. Agora eles prendem todo mundo, matam pessoas, fazem o que quiserem pois sabem que não serão repreendidos por nada já que a ordem de ‘limpar a nação’ dos gays veio de cima.”

 

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Montagem mostra as 49 vítimas do ataque em boate gay de Orlando
   Blog Diversidade   │     21 de junho de 2016   │     0:00  │  0

Entre as 49 vítimas, aparecem 42 homens e sete mulheres.
Atirador Omar Mateen, de 29 anos, feriu ainda outras 53 pessoas.

A partir da esquerda e de cima para baixo, Amanda Alvear, Angel L. Candelario-Padro, Anthony Luis Laureano Disla, Antonio Davon Brown, Christopher Leinonen, Christopher Joseph Sanfeliz, Darryl Roman Burt II, Edward Sotomayor Jr., Enrique L. Rios Jr., Eric Ivan Ortiz-Rivera, Frank Hernandez, Franky Jimmy De Jesus Velazquez, Gilberto Ramon Silva Menendez, Jason Benjamin Josaphat, Javier Jorge-Reyes, Jean Carlos Mendez Perez, Joel Rayon Paniagua, Jonathan Antonio Camuy Vega, Juan P. Rivera Velazquez, Juan Ramon Guerrero, Kimberly Morris, Leroy Valentin Fernandez, Luis D. Conde, Luis Daniel Wilson-Leon, Luis Omar Ocasio-Capo, Luis S. Vielma, Martin Benitez Torres, Mercedez Marisol Flores, Miguel Angel Honorato, Oscar A Aracena-Montero, Paul Terrell Henry, Peter O. Gonzalez-Cruz, Rodolfo Ayala-Ayala, Shane Evan Tomlinson, Simon Adrian Carrillo Fernandez, Stanley Almodovar III, Tevin Eugene Crosby, Xavier Emmanuel Serrano Rosado, Yilmary Rodriguez Solivan, Eddie Jamoldroy Justice, Brenda Lee Marquez McCool, Geraldo Ortiz-Jimenez, Juan Chavez Martinez, Jerald Arthur Wright, Jean Carlos Nieves Rodriguez, Akyra Murray, Deonka Deidra Drayton, Cory James Connell e Alejandro Barrios Martinez (Foto: AP)

A partir da esquerda e de cima para baixo, Amanda Alvear, Angel L. Candelario-Padro, Anthony Luis Laureano Disla, Antonio Davon Brown, Christopher Leinonen, Christopher Joseph Sanfeliz, Darryl Roman Burt II, Edward Sotomayor Jr., Enrique L. Rios Jr., Eric Ivan Ortiz-Rivera, Frank Hernandez, Franky Jimmy De Jesus Velazquez, Gilberto Ramon Silva Menendez, Jason Benjamin Josaphat, Javier Jorge-Reyes, Jean Carlos Mendez Perez, Joel Rayon Paniagua, Jonathan Antonio Camuy Vega, Juan P. Rivera Velazquez, Juan Ramon Guerrero, Kimberly Morris, Leroy Valentin Fernandez, Luis D. Conde, Luis Daniel Wilson-Leon, Luis Omar Ocasio-Capo, Luis S. Vielma, Martin Benitez Torres, Mercedez Marisol Flores, Miguel Angel Honorato, Oscar A Aracena-Montero, Paul Terrell Henry, Peter O. Gonzalez-Cruz, Rodolfo Ayala-Ayala, Shane Evan Tomlinson, Simon Adrian Carrillo Fernandez, Stanley Almodovar III, Tevin Eugene Crosby, Xavier Emmanuel Serrano Rosado, Yilmary Rodriguez Solivan, Eddie Jamoldroy Justice, Brenda Lee Marquez McCool, Geraldo Ortiz-Jimenez, Juan Chavez Martinez, Jerald Arthur Wright, Jean Carlos Nieves Rodriguez, Akyra Murray, Deonka Deidra Drayton, Cory James Connell e Alejandro Barrios Martinez (Foto: AP)

A agência “Associated Press” divulgou na quinta-feira (16) uma montagem que mostra todas as 49 vítimas do ataque contra a boate gay Pulse de Orlando, no estado da Flórida (EUA), no último domingo (12). Outras 53 pessoas ficaram feridas.

Entre as 49 vítimas, segundo a imprensa americana, aparecem 42 homens e sete mulheres. As mulheres mortas são Mercedez Marisol Flores, Amanda Alvear, Deonka Deidra Drayton, Brenda Lee Marquez McCool, Kimberly Morris, Akyra Murray e Yilmary Rodriguez Solivan.

O atirador Omar Mateen, de 29 anos, invadiu a casa noturna durante um evento de música latina no clube, onde estavam mais de 300 pessoas. Muitas das 49 pessoas mortas eram latinas, mais da metade era de origem portorriquenha.

Mateen acabou morto por policiais que invadiram a boate Pulse na madrugada de domingo, pondo fim a um cerco de três horas iniciado quando o atirador entrou no local e abriu fogo com uma pistola e um rifle semi-automático AR-15.

Segundo as autoridades americanas, o ataque contra a boate Pulse foi o pior ataque a tiros da história moderna dos Estados Unidos e o mais violento ocorrido no país desde os atentados de 11 de setembro de 2001.

Frequentador
Após o ataque, surgiram relatos de testemunhas de que Omar Mateen, americano de origem afegã, era um frequentador regular do estabelecimento. A afirmação foi feita por clientes aos jornais “Orlando Sentinel” e “Los Angeles Times”.

O americano Ty Smith afirmou, em entrevista ao jornal, que viu Omar Mateen, de 29 anos, na boate Pulse diversas vezes.

“Às vezes, ele sentava em um canto para beber sozinho. Outras vezes ficava tão bêbado que era barulhento e ofensivo”, disse Smith.

Ele contou ainda que Mateen era fechado. “Não falávamos muito com ele, mas lembro de ter ouvido, às vezes, dizer coisas sobre seu pai. Ele disse que tinha esposa e um filho”, completou.

Kevin West, outro frequentador regular da Pulse, disse ao jornal “Los Angeles Times” que trocou mensagens com Mateen em um aplicativo voltado para o público gay por pelo menos um ano.

Outros clientes da casa noturna afirmaram à imprensa que Mateen havia utilizado aplicativos como o Grindr, que é voltado para gays, bissexuais e curiosos. No Grindr, o usuário pode combinar encontros ou fazer amigos.

Mulher de atirador
A polícia americana passou a investigar se a mulher do atirador tem alguma ligação. Noor Salman teria dito à polícia que tentou impedir que o marido realizasse o ataque. Mas ela pode ser indiciada como cúmplice e ainda por não ter alertado sobre a iminência do ataque.

Segundo uma fonte da rede de TV Fox, Mateen pode ter ligado para a mulher de dentro da boate durante o tiroteio.

Na última terça-feira, a mídia americana divulgou ainda que Noor Salman estava com Omar Mateen quando o marido comprou munição e que o levara de carro para a Pulse em outra ocasião, porque ele queria investigar o local.

Noor Salman, mulher de Omar Mateen, teria dito à polícia que tentou impedir que o marido realizasse o ataque (Foto: Reprodução Facebook)Noor Salman, mulher de Omar Mateen, teria dito à polícia que tentou impedir que o marido realizasse o ataque (Foto: Reprodução Facebook)

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Casal lésbico casam-se depois de 72 anos de namoro
   Blog Diversidade   │     11 de janeiro de 2016   │     0:48  │  0

Alice e Vivian vivem juntas numa casa de repouso e ficaram muito felizes por poderem oficializar o seu amor

Alice e Vivian vivem juntas numa casa de repouso e ficaram muito felizes por poderem oficializar o seu amor

Ainda existem histórias de amor como antigamente. Alice Dubes, de 90 anos, e Vivian Boyack, de 91, são duas mulheres norte-americanas que têm uma relação amorosa há 72 anos e que conseguiram finalmente casar-se no estado onde moram, o Iowa.

As duas mulheres conheceram-se quando estudavam no Iowa State Teachers College e desde então que têm sido inseparáveis, vivendo como um casal dentro de casa, mas vistas apenas como amigas nas ruas da cidade, pois as relações entre pessoas do mesmo sexo não eram bem vistas pelas pessoas do Iowa.
Depois de muitos anos de espera, o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi aprovado no estado onde vivem e Alice e Vivian aproveitaram para oficializar a sua relação de 72 anos, casando-se na First Christian Church, na cidade de Davenport.
“Eu já fiz vários casamentos com pessoas jovens e, infelizmente, não acredito que tenham durado. Como é que estas duas mulheres podiam estar proibidas de ter um relacionamento? Elas são pessoas modelo”, disse o pastor que celebrou o matrimónio, chegando até a chorar durante a cerimónia.
Alice e Vivian vivem juntas numa casa de repouso e ficaram muito felizes por poderem oficializar o seu amor. “A melhor parte foi todo o carinho que nós recebemos como resposta de todas as pessoas. Foi muito bom”, afirmou Vivian.

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Estudos revelam preconceito com pais homossexuais
   Blog Diversidade   │     5 de janeiro de 2016   │     0:00  │  0

Alunos acham que ser gay é doença. Relações pessoais reduzem ideias negativas.

Três estudos liderados por um investigador português, Pedro Costa, mostram que ainda há elevados níveis de preconceito sexual em Portugal

Três estudos liderados por um investigador português, Pedro Costa, mostram que ainda há elevados níveis de preconceito sexual em Portugal

Os casais homossexuais não deviam ser pais. A homossexualidade é uma doença mental ou é aprendida no contacto com homossexuais. Três estudos liderados por um investigador português, Pedro Costa, mostram que ainda há elevados níveis de preconceito sexual em Portugal, o que contrasta com a recente aprovação da lei que permite a adoção por casais do mesmo sexo. A percepção negativa e o desconforto em relação a estes temas parece diminuir ou desaparecer quando os participantes têm conhecidos ou amigos gay.

Alguns destes resultados, refere o investigador do ISPA-Instituto Universitário, “colocam Portugal ao nível dos países da antiga União Soviética”. O psicólogo desenvolveu três estudos distintos e com métodos diferentes, mas todos focados na homoparentalidade e nas atitudes dos portugueses em relação às famílias com pais do mesmo sexo.

Um deles incidiu sobre quase 300 estudantes de três universidades em Lisboa. “Foi uma amostra aleatória com uma população informada e jovem. Cerca de 92% dos estudantes [heterossexuais] dizem que os gays não se preocupam com o interesse superior da criança. E 70% responderam que não deviam exercer funções parentais. Há dez anos, um estudo semelhante no Reino Unido mostrava o oposto: 70% achavam que tinham essas capacidades.”

O estudo aborda temas como a origem da homossexualidade, em que os estudantes respondem em 56% dos casos que a orientação é uma escolha, mas depois há 87% que dizem tratar-se de uma doença mental ou que se aprende em contacto com outros gays (80%).

Um estudo com 1690 pessoas, publicado ano passado numa revista científica, também tira conclusões semelhantes, mas analisa um fator relevante que é a existência ou não de pessoas ou amigos homossexuais entre os contactos de cada um dos participantes. “As pessoas que têm mais ligação com pessoas LGBT [lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros] sentem mais conforto e têm menos preconceitos. Por outro lado, há mais preconceitos se estes contactos forem distantes”, explica, por exemplo, colegas de trabalho. Se forem amigos ou pessoas da família, a perceção negativa é menor. Neste estudo, apesar de as mulheres terem menos preconceito, eram também as que tinham mais contactos (e de proximidade) com gays ou lésbicas.

“Verificámos que quando há uma amizade ou maior conhecimento, há maior conforto e redução do preconceito, que se reflete na forma como percecionam a a homoparentalidade.” Os participantes religiosos, bem como os mais conservadores, revelaram menor conforto no contacto com homossexuais e com a parentalidade.

O último estudo, com quase mil pessoas com elevada qualificação também, “demonstrou que, quando se apresentam três cenários, os casais do mesmo sexo são avaliados mais negativamente enquanto pais, devido às expectativas de desenvolvimento das crianças, sobretudo nos casais de dois homens, sendo vulgar alegações como a falta de papéis tradicionais, carências afetivas e experiências de discriminação. No caso de serem duas mulheres a avaliação é menos negativa”, refere. Em causa, e tendo por base outros estudos internacionais, “é o provável estereótipo associado à mulher, que é mais materna, tem mais qualidades para saber o que pode afetar o desenvolvimento de uma criança”.

Leis protegem os direitos

Se ainda há preconceitos, Pedro Costa acredita que “é mais uma razão não se manifestar na atribuição de direitos. A legislação é uma forma de combater o preconceito de forma institucional. Ao legitimar a adoção, passa-se a mensagem de que deve haver uma decisão superior”. A mudança pode ainda chegar “pelas pessoas, já que se prova que as relações trazem conforto e reduzem o preconceito”.

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Malawi suspende leis anti-homossexuais
   Blog Diversidade   │     29 de dezembro de 2015   │     22:25  │  0

País replica uma moratória de 2012 que proibia as detenções e acusações de pessoas com base na sua orientação sexual.

Um casal gay detido e transportado para o tribunal em Janeiro de 2010. Mais tarde receberiam um perdão presidencial.

Um casal gay detido e transportado para o tribunal em Janeiro de 2010. Mais tarde receberiam um perdão presidencial.

O Governo do Malawi declarou a suspensão das leis anti-homossexuais previstas pela Constituição e decretou a libertação de um casal gay detido no início deste mês e acusado de actos de sodomia. A ordem surge no contexto de uma revisão da legislação sobre relações homossexuais, que está em vigência no país desde a época colonial, e pode agora ser revogada.

“Muitas pessoas pensam que o Malawi é um país cristão, o que não é verdade, somos um Estado secular”, afirmou o ministro da Justiça do país, Samuel Tembenu, no sábado, alegando que a decisão final sobre a anulação da legislação relativa à homossexualidade terá de ser aprovada pela população, como previsto pela Constituição.

Tembenu adiantou que o país está comprometido “com os padrões universais dos direitos humanos”, e levantou a queixa interposta contra dois homossexuais, detidos em Lilongwe no dia 7 de Dezembro por se envolverem sexualmente. Cuthbert Kulemela, de 19 anos, e Kelvin Gonani, de 39, foram acusados de actos de sodomia, que segundo o código penal vai “contra a ordem da natureza”, e enfrentavam uma sentença que podia ascender aos 14 anos de prisão.

Esta foi a primeira detenção de homossexuais desde que, em Maio, o Presidente Peter Mutharika assumiu o poder, e depois de a sua antecessora, Joyce Banda, ter suspendido em 2012 a prisão  de gays, perante a decisão do Supremo Tribunal de rever a constitucionalidade da legislação anti-homossexual.

A acusação a Kulemela e Gonani valeu a crítica de activistas da comunidade lésbica, gay, bissexual e transsexual (LGBT), da organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch e da própria embaixadora dos Estados Unidos no país, Virginia Palmer, que numa publicação no Facebook lembrou o Governo de Lilongwe da sua “política de não deter, acusar, ou perseguir pessoas do mesmo sexo envolvidas em actos sexuais consentidos”. Palmer exigiu ainda que o Malawi cumprisse “com as suas obrigações perante os direitos humanos internacionais”.

Apesar de a Constituição prever a protecção da liberdade dos cidadãos e dos seus direitos contra formas de discriminação, a criminalização de actos de “indecência” e “contra-natura”, entram em conflito com os princípios de igualdade que o Malawi ratificou, inclusive, na Carta Africana dos Direitos do Homem e dos Povos.

“O Governo que criminaliza relações entre pessoas do mesmo sexo, é o mesmo que as quer ajudar. Não faz sentido”, afirmou Gift Trapence, do Centro de Desenvolvimento do Povo (CEDEP), ao jornal nacional “Nyasa Times”. Trapence considera, no entanto, que este “é um encorajador passo em frente” na luta pela igualdade de direitos dos homossexuais no Malawi.

Num país onde a homossexualidade continua a ser tabu, o ministro da Justiça salientou que, mesmo com a moratória, é necessária a sensibilização da população para o tema: “A homossexualidade é um extra-terrestre para a cultura do Malawi”.

 

Texto editado por Joana Amado

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