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11 dicas para quem vai fazer sexo lésbico pela primeira vez
   Blog Diversidade   │     15 de agosto de 2020   │     0:00  │  0

Vai transar com uma mulher pela primeira vez e não sabe direito por onde começar? Calma, a gente te dá um help!

Vai transar com uma mulher pela primeira vez e não sabe direito por onde começar? Calma, a gente te dá um help!

Não há nada de errado em realizar fantasias sexuais, nem em descobrir-se bi ou homossexual depois de adulta. Muitas mulheres vivenciam isso, o que é maravilhoso, afinal, nunca é tarde para se sentir plenamente realizada na vida sexual.

Só que na hora de se jogar em uma nova experiência, é inevitável sentir aquele friozinho na barriga, né? Mas, calma, o sexo lésbico não é nenhum bicho de sete cabeças.

Não existe ~receita de bolo~ na hora de transar com outra mulher, mas, caso você seja nova na área, algumas dicas podem ajudá-la. Vale lembrar que o mais importante é compreender que quem manda na sua sexualidade é você. Está com vontade de se jogar? Vai fundo. O prazer será todo seu!

1. Conheça o seu corpo

Ao transar com alguém do mesmo sexo, você tem uma grande vantagem: a anatomia é igual à sua. Cada mulher é única, lógico, mas dá para colocar em prática algumas coisas que funcionam com você na masturbação – como variação de intensidade no estímulo do clitóris, movimento da mão, velocidade na penetração dos dedos e por aí vai. Também é válido relembrar de certas coisinhas que excitam você no sexo com homens, como o jeito de estimular dos seios, por exemplo.

2. Corte as unhas

Lésbicas costumam ter unhas curtinhas e há um motivo bem prático para isso. Não é uma regra, mas na hora do sexo entre mulheres os dedos são nossos amigos de fé. Seja para penetração ou para estimular o clitóris, ter as unhas cortadas é algo bem importante. Assim, você não corre o risco de machucar a moça com quem está transando.

3. Não tenha medo de dizer que é a sua primeira vez

Como já foi dito, é muito comum que mulheres adultas decidam experimentar o sexo lésbico pela primeira vez. E não precisa ter vergonha de revelar que você é nova no ramo! Dessa forma, a outra moça terá mais paciência e, caso você esteja meio perdida, ela irá compreender. Aliás, se ela for estúpida e/ou demonstrar que achou ruim saber que você não tem experiência, então ela é uma criatura sem sororidade alguma (para dizer o mínimo). Aí o melhor é nem perder tempo, né?

4. Mas deixe claro que você está com muita vontade de transar e disposta à aprender

Mesmo que a outra mulher envolvida seja experiente no assunto, ela pode ficar insegura e pensar “será que a fulana quer mesmo transar ou fui eu que forcei a barra?”. Deixe bem claro que esse não é o caso. Ter humildade para aprender com a parceira também é um fator importante e, com jeitinho, as coisas vão se encaixando.

5. Passe longe dos filmes pornô

O que a indústria pornográfica vende não é a realidade do sexo entre mulheres – a começar pelo tamanho das unhas das atrizes (socorro!). Esses filmes são feitos pensando no que o público masculino quer ver e não no que as lésbicas e bissexuais realmente fazem.

6. Não fique noiada com o seu corpo

Ao ver outra mulher nua é comum que role aquelas comparações involuntárias na sua mente. Mas não caia nessa cilada! Se a moça sente tesão em você, não é a sua celulite que vai mudar isso.

7. Preste atenção no que ela faz

Caso a moça com quem você for transar já tenha experiência, deixe que ela vá mostrando o caminho. Preste atenção no jeito como ela te toca, no movimento que ela faz com a língua, na forma como ela introduz os dedos (ou brinquedinhos) na sua vagina.

8. Sem nojinho, por favor

Vaginas são molhadas, têm sabor e têm cheiro. Você não é obrigada a fazer sexo oral na mulher com que estiver transando (aliás, você não é obrigada a NADA), mas, caso decida chupá-la, faça isso com vontade. Mais uma vez: não se sinta pressionada a tirar ~nota 10~ na primeira transa, mas entregue-se de verdade a tudo aquilo que for fazer.

9. Preste atenção aos sinais do corpo dela

Sabe quando você transa com um homem e pensa “sério que ele acha que está agradando?”. Provavelmente esse cara não se importou em prestar atenção aos sinais você estava emitindo durante o sexo. Aliás, a falta de sinais é o maior sinal de todos! Gemidos, corpo arqueado, respiração ofegante, um puxãozinho de cabelo, uma pegada de mão com força… tudo isso são sinais bem importantes.

10. Não tenha medo de perguntar

Lembra da dica de fazer nela o que funciona com você na hora de se masturbar? Coloque isso em prática e, se estiver em dúvida sobre o quanto isso funciona com ela, pergunte. Não há mal nenhum em conversar durante o sexo! Lógico que a ideia não é pegar um bloco de notas e transformar a transa em uma espécie de aula, mas soltar um “você gosta disso?” de um jeito sexy pode mudar tudo – e pode ser bem excitante, inclusive.

11. Não se cobre demais

Assim como no sexo heterossexual, ninguém arrasa de primeira. E está tudo bem! Com o tempo você vai aprendendo os macetes e também vai perdendo o nervosismo. O importante é aproveitar o momento e ser sempre franca, tanto com a moça com que você for transar, quanto consigo mesma.

Por: Júlia Warken

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Ressaca da Parada acontece no próximo domingo
   Blog Diversidade   │     20 de janeiro de 2020   │     17:23  │  0

Organização do evento estima que evento leve ao Parque da Lagoa cerca de 1 mil pessoas.

A Parada de Maceió aconteceu no ultimo dia 15 do ano passado e foi um evento que lotou a orla de Ponta Verde e Pajuçara e deixou em muita gente um gostinho de quero mais.

A organização do evento pensando em por o público para lembrar o fervor que foi a pride 2019, realizará no próximo domingo, dia
26/01, a RESSACA DA PARADA, a partir das 10 horas no Club Aquático Porque da Lagoa no bairro de Bebedouro.

Seus organizadores, que são os mesmos da Parada esperam que cerca de 1 mil pessoas participem do evento, que terá paredão de som animado pelos
Dj’s John Dayvison, Jean Pierre e Júnior Marques, as bandas Érica Medeiros, Geninho Ferreira e Harry o Rei da Quebradeira, além de 2 piscinas, quadras e campos liberados para a galera curtir um dia de sol e balançar muito o bandeirão do arco-íris de 30 metros, além de uma decoração para lá de especial formada por bandeiras LGBT+ e balões, que fará o público sentir-se dentro da pride.

Nem tudo é festa, com isso os organizadores afirmam que aproveitará o evento para divulgar as propostas de leis e decretos que garante direitos a população LGBT+ a nível de Brasil, Alagoas e Maceió, mas isso não de uma forma chata e nem repetitiva, em poucas chamadas e em cartazes espalhados por todo clube .

Gostou da idéia ? Então prepara seu melhor óculos espelhado e transado, shortinho básico, regata, sungão ou sunguinha, biquíni ou canga e vem se jogar. Vem ser o que você, divirti-se e se empoderá que o dia será todo nosso.

E se tiver alguma dúvida sobre o evento ďá um salve no whatsapp do GGAL 82 99644-1004 , teremos o maior prazer em tirar suas dúvidas, pos queremos te ver lá.

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Casal gay já era realidade há décadas e ex-padre prova com imagens
   Blog Diversidade   │     26 de agosto de 2019   │     23:25  │  0

Mas, no passado as relações eram um tanto mais complicadas, especialmente entre casais gays.

O amor costuma ser celebrado, escancarado e motivo de orgulho. Não é tão fácil encontrar um parceiro leal para a vida e quando a “tampa da panela” encaixa, os casais costumam gritar ao mundo seu amor. Mas, no passado as relações eram um tanto mais complicadas, especialmente entre casais gays. Os relacionamentos sexuais e o próprio gay – seja homem ou mulher – eram vistos com maus olhos, tidos como pecaminosos, reprimidos por lei e até mesmo motivo de sentença de morte.

Atualmente, o preconceito ainda é forte a ponto de incitar violências graves, até mesmo assassinatos. Apesar disso, há avanços e em muitos países o casamento gay é legal. Nathan Monk, um ex-padre, compilou diversas fotos antigas que mostram casais gays no passado. “Encontrei as fotos na internet através de algumas publicações. Eu as compartilhei porque acho importante lembrar aqueles que vieram antes de nós, aqueles que lutaram e lutaram para viver sua verdadeira vida. Eu acho que é importante lembrar que as pessoas O LGBTQ+ sempre fizeram parte da sociedade e sempre será assim. Essa realidade deve ser aceita com amor e não silenciada e ridicularizada”, destaca.

Embora tenha largado a batina, Nathan continua trabalhando em prol do bem-estar humano. Autor de dois livros, Chasing the Mouse e Chaarity Means Love, que falam sobre pobreza e miséria, o ex-padre viaja para diferentes comunidades aos fins de semana para provocar discussões sobre como é possível solucionar esses problemas.

Ele enfatiza ainda que é fundamental que se reconheça o quanto a população LGBTQ+ sofre discriminação, preconceito e homofobia. “Embora seja algo que todo LGBTQ+ sente, é mais perigoso para aqueles que sofrem com a pobreza e a miséria. Uma pessoa trans que vive nas ruas tem mais probabilidade de ser rejeitada em abrigos e programas de apoio, é mais propensa a sofrer ataques físicos e assédio, juntamente com outros perigos. Temos que continuar contando essas histórias e realidades até que todos tenham um lugar seguro para chamar de lar”, salienta.

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Casal lésbico faz inseminação e dão a luz a gêmeos
   Blog Diversidade   │     14 de agosto de 2019   │     15:39  │  0

As duas mamães tiveram gêmeos com a ajuda de um programa de reprodução humana do HMIB (Foto: Mariana Oliveira / Instagram)

Não há limites (ou obstáculos!) para o sonho de ser mãe. Com certeza, é isso o que aprendemos com a história de Mariana e Érika Oliveira, um casal homoafetivo que recentemente teve os gêmeos Ana Louise e Noah por meio de um tratamento de reprodução assistida do SUS, o Sistema Único de Saúde.

As duas, naturais de Brasília, sempre souberam que gostariam de ser mães e começaram a pesquisar desde cedo as possibilidades que tinham. “Engravidar era um sonho inicialmente da Érika, então, foi natural para a gente que ela gerasse os bebês”, disse Mariana em entrevista para o Yahoo!.

A busca começou em 2014, quando o casal já estava junto há dois anos e casado no civil. “Mas, como para muitos casais homoafetivos, a fertilização e inseminação são um pouco distantes, porque são processos muito caros”. Atualmente, situações de reprodução assistida podem chegar até R$ 30 mil reais pela rede privada, o que torna o sonho de ter um bebê inviável para muitos.

Mariana explica que as duas até mesmo consideraram a inseminação artificial caseira – quando o processo é feito fora dos hospitais, em casa, com doação direta de sémen e aplicação com a ajuda de kits com o material necessário -, mas desistiu por conta das dúvidas em relação ao registro da criança e o envolvimento do doador no processo.

A resposta, então, veio da melhor forma possível. Durante as pesquisas, Érika descobriu o Programa de Reprodução Humana do HMIB, o Hospital Materno Infantil de Brasília, que é referência no Brasil todo.

O projeto é bastante abrangente e atende tanto mulheres e homens inférteis, quanto casais de mulheres que querem ter filhos. Na época, Érika e Mariana poderiam entrar em duas filas de espera, para a fertilização in vitro e para a inseminação artificial.

Por ser um processo mais rápido, medicamente falando, a fila da inseminação andou mais rápido, e Érika, que preenchia todos os requisitos sem complicações, avançou rápido. “A gente tinha conversado que a genética não era uma coisa muito importante para a gente. Sempre soube que seria mãe, mas sabia que não iria gerar [o bebê]. Ela fazer uma inseminação e [a gravidez] ser com a genética dela nem foi uma questão”, continua.

Processo tranquilo

Há quem pense que fazer qualquer tratamento pelo SUS seja complicado, estressante e, muitas vezes, ineficaz. Porém, Mariana é prova de que é possível ter uma experiência agradável no sistema público de saúde.

“Desde que a gente começou, quando foi no postinho de saúde falar com a ginecologista, ela foi super solícita, já encaminhou a gente para o hospital para fazer todo o processo. Foi bem bacana”, diz ela.

Aqui, claro, entram algumas dificuldades, afinal, apesar de o programa teoricamente cobrir todos os exames e cirurgias que contemplam o processo de inseminação, muitas examinações precisaram ser feitas na rede privada – além do tempo de espera para que o procedimento evoluísse.

Até o momento, a fila tem mais de mil e 200 números na espera para a inseminação, e cinco mil para a fertilização. Ou seja, o chá de cadeira é, mesmo, demorado, mas Mariana diz que vale a pena.

“A gente conheceu outros casais que estavam no mesmo processo que a gente, a gente foi muito bem tratada pela equipe médica… Como é uma equipe de pesquisa, tem muita gente nova, muito médico novo com muito gás, muito receptivo”, diz ela.

No fim das contas, um processo que poderia valer mais de R$ 30 mil acabou saindo por menos de R$ 10 mil. Os únicos gastos que o casal teve foi com o sêmen – que, segundo as normas da ANVISA, tem que ser nacional e adquirido em um laboratório brasileiro – e com os exames que não puderem ser feitos na rede pública.

Falando especificamente da compra do sêmen, Mariana diz que nem isso foi uma grande preocupação para ela e Érika, já que o próprio hospital cuidou da tramitação, e elas ficaram encarregadas de apenas escolherem o doador, pela internet, de um laboratório de São Paulo.

“A gente vem se tornando mãe dia a dia”

Dificuldades sempre existem, ainda mais quando se fala em um casal homoafetivo no Brasil. Mariana diz que percebeu pequenos obstáculos na rotina durante o processo, que, aliás, pouco tinham a ver com a demora do SUS.

“Por exemplo, o cartão do neném vinha com nome de ‘mãe’ e ‘pai’, mas as enfermeiras prontamente já riscavam ‘pai’ e colocavam ‘mãe'”, explica.

A boa notícia, porém, é que essas dificuldades foram mínimas diante da experiência como um todo. Mariana diz que ela e Érika sempre foram tratadas pela equipe médica como duas mães, e Mariana pode, inclusive, estar na sala de parto na hora do nascimento dos bebês. “O parto da Érika foi ótimo, os bebês nasceram supersaudáveis”.

De lá para cá, o momento é de descobertas para as duas – ainda mais com a chegada não de um, mas dois bebês. “A gente vem se tornando mãe dia a dia. É incrível a experiência, é uma coisa que a gente queria muito. A gente sabia que poderiam vir gêmeos, mas, até então, a gente não tinha tornado isso tão real até fazer o ultrassom. Foi assustador nos primeiros cinco minutos, mas depois a gente já comprou a ideia e não se vê mais não sendo mãe de gêmeos”.

Família e amigos receberam os bebês muito bem. Talvez o único ponto de atenção é um que, de acordo com ela, é bastante comum para mães lésbicas. “Às vezes, tem um contratempo aqui ou ali e pergunta e curiosidade o tempo todo, mas a gente tenta levar isso pra um lado de informação”.

“É possível ter uma família homoafetiva não tradicional”

Nessa hora, as redes sociais são grandes aliadas e tanto Mariana, quanto Érika, usam o Instagram para postar fotos da família, além de informações que possam ser úteis para conscientizar as pessoas de que é possível, sim, realizar o sonho de ter filhos em uma relação homossexual.

“É possível duas mulheres terem filhos, mesmo sem tanta grana assim. A gente tenta passar que é possível ter uma família homoafetiva não tradicional – porque a gente nem quer ser tradicional, a gente quer mesmo quebrar os padrões”, afirma . ela, que junto com Érika estão tentando criar as crianças de uma forma livre, sem imposições de gênero.

“A gente queria que as pessoas soubessem que não é tão fácil quanto parece, mas não é tão difícil a ponto de ser impossível. Se a gente conseguiu, muita gente consegue. Sério, todo mundo consegue, porque a gente realmente foi atrás do que queria. Aqui no Brasil, as coisas são realmente muito difíceis, ainda mais com esse governo de agora – provavelmente, vai complicar um pouco mais. Mas a gente está aqui para representar e para resistir, sabe?”, finaliza.

Por: Marcela De Mingo – Yahoo Vida e Estilo

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Ludmilla assume namoro com bailarina
   Blog Diversidade   │     3 de junho de 2019   │     12:13  │  0

Ludmilla, 24, surpreendeu os fãs ao assumir namoro com Brunna Gonçalves, uma de suas bailarinas.
A assessoria da cantora confirmou à reportagem que as duas estão mantendo um relacionamento, e que Lud teria até escrito uma música para ela, “Espelho”, que integra seu novo DVD “Hello Mundo”.
“É que você me faz bem. Eu quero, muito, muito mais. E só você tem o beijo que me satisfaz. E um jeito de fazer gostoso demais, demais”, diz a música.
Em meados de fevereiro, Brunna já havia publicado uma série de fotos de shows de Ludmilla e feito uma declaração para a cantora.
“Como uma menina de só 23 anos, tem o poder de mudar e tocar na vida de tanta gente ?! Você foi responsável pelas realizações dos meus maiores sonhos.. coisas que eu nunca imaginei viver eu vivi contigo e ainda vivo! Cada dia é uma surpresa, um aprendizado ou até mesmo um puxão de orelha diferente”, escreveu a cantora ba legenda.
Apesar de tratar Ludmilla como “amiga” no texto, ela diz que a ama e que “fico muito feliz em poder estar presente nesse dia, mas feliz ainda por estar ali no palco bem do seu ladinho o tempo inteiro vivendo aquilo contigo, vendo bem de perto sua carinha de feliz”.

 

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