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Category Archives: Homossexualidade

Ícone gay, Astrólogo Walter Mercado morre aos 87 anos
   Blog Diversidade   │     3 de novembro de 2019   │     16:31  │  0

Walter era um ícone da comunidade gay, por desafiar o tradicionalismo e, através dos signos, ler o ser humano de uma forma muito original e com muito deslumbre.

O astrólogo Walter Mercado morreu na noite deste sábado (2) aos 87 anos. Nesse sentido, segundo informações do hospital Sofía Luquis, o famoso faleceu no Hospital Auxilio Mutuo, em San Juan, no final do sábado.

Contudo, não foi autorizado conceder pormenores do caso, incluindo sua internação; dentre outras coisas. Porém, o que se sabe sobre a causa da morte, foi que Walter acabou sendo acometido por uma insuficiência renal.

Em relação à sua vida, transcorrendo o trabalho e sexualidade, Walter nasceu em Ponce, Porto-Rico e, nesse sentido, acabou ganhando notoriedade na TV por falar sobre signos e horóscopo de uma forma bem irreverente.

Além do mais, Mercado nunca falou abertamente sobre sua sexualidade, o que não foi um empecilho para que ela gerasse controvérsia. Walter era um ícone da comunidade gay, por desafiar o tradicionalismo e, através dos signos, ler o ser humano de uma forma muito original e com muito deslumbre.

Walter, no entanto, famoso pelo bordão ‘Ligue djá’, também acabou eternizando sua frase de efeito “Acima de tudo, muito e muito amor”.

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Vocação para Igualdade é tema de livro lançado pela Igreja Batista em Maceió
   Blog Diversidade   │     24 de outubro de 2019   │     9:57  │  0

O livro conta com uma apresentação do prof. Doutor em teologia Raimundo Cesar Barreto

O livro conta com uma apresentação do prof. Doutor em teologia Raimundo Cesar Barreto

A Igreja Batista do Pinheiro – IBP é uma dessas comunidades tradicionais de batistas em Maceió que excepcionalmente, no ano de 2016, foi excluída da Convença Batista Brasileira por romper com a tradição heterossexista recebendo como membros plenos através do batismo, a população LGBTI.
Depois de um longo processo de 10 anos de oração, diálogo e pesquisa a Igreja decidiu compilar toda essa experiência em um livro com o título “Vocação para a Igualdade” lançado pela editora Novos Diálogos.
O livro conta com uma apresentação do prof. Doutor em teologia Raimundo Cesar Barreto do Seminário Teológico de Princeton, Nova Jersey- EUA. Segundo um dos organizadores do livro o Prof. Pastor Paulo Nascimento trata-se do primeiro livro no Brasil a trazer uma proposta fruto de uma caminhada.        Há um ensaio introdutório escrito por Nascimento, contando toda a trajetória da Igreja, contextualização de sua missão e eclesiologia libertadora.

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“Vocação para a Igualdade” divide-se em três partes: Na primeira parte “Estudos Comunitários” são encontrados alguns textos que foram escritos para serem estudados na Escola Bíblica da Igreja, textos estes discutindo a diversidade sexual, a luz de uma teologia bíblica.
A parte dois do livro intitulada “Olhares e repercussões” são descritas em quatro capítulos de autores nacionais e internacionais, reservado a repercussão que o caso de exclusão da Igreja Batista do Pinheiro da Convenção teve no Brasil e no mundo.
A terceira parte são as “Vozes da Comunidade” com depoimentos e relatos de pessoas da comunidade da Igreja, seja LGBTI ou heterossexuais, contando a sua experiência. Um destes depoimentos é de Júlio Daniel Farias – um dos fundadores do movimento LGBTI+ de Alagoas, ativista do Grupo Gay de Alagoas e do Afinidades GLSTAL que em 2007, abraçou o Cristianismo sem querer abrir mão da sua identidade sexual, gerando toda essa repercussão.
O livro será lançado no dia 28 de outubro, as 20 horas e contará com uma roda de conversa com os organizadores Odja Barros e Paulo Nascimento e ainda terá participação musical de Andréa Lais e Banda Seu Moço Alagoano.
Na Igreja Batista do Pinheiro – R. Miguel Palmeira, 1300 – Pinheiro, Maceió – AL (82) 3241-9402

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Casal gay já era realidade há décadas e ex-padre prova com imagens
   Blog Diversidade   │     26 de agosto de 2019   │     23:25  │  0

Mas, no passado as relações eram um tanto mais complicadas, especialmente entre casais gays.

O amor costuma ser celebrado, escancarado e motivo de orgulho. Não é tão fácil encontrar um parceiro leal para a vida e quando a “tampa da panela” encaixa, os casais costumam gritar ao mundo seu amor. Mas, no passado as relações eram um tanto mais complicadas, especialmente entre casais gays. Os relacionamentos sexuais e o próprio gay – seja homem ou mulher – eram vistos com maus olhos, tidos como pecaminosos, reprimidos por lei e até mesmo motivo de sentença de morte.

Atualmente, o preconceito ainda é forte a ponto de incitar violências graves, até mesmo assassinatos. Apesar disso, há avanços e em muitos países o casamento gay é legal. Nathan Monk, um ex-padre, compilou diversas fotos antigas que mostram casais gays no passado. “Encontrei as fotos na internet através de algumas publicações. Eu as compartilhei porque acho importante lembrar aqueles que vieram antes de nós, aqueles que lutaram e lutaram para viver sua verdadeira vida. Eu acho que é importante lembrar que as pessoas O LGBTQ+ sempre fizeram parte da sociedade e sempre será assim. Essa realidade deve ser aceita com amor e não silenciada e ridicularizada”, destaca.

Embora tenha largado a batina, Nathan continua trabalhando em prol do bem-estar humano. Autor de dois livros, Chasing the Mouse e Chaarity Means Love, que falam sobre pobreza e miséria, o ex-padre viaja para diferentes comunidades aos fins de semana para provocar discussões sobre como é possível solucionar esses problemas.

Ele enfatiza ainda que é fundamental que se reconheça o quanto a população LGBTQ+ sofre discriminação, preconceito e homofobia. “Embora seja algo que todo LGBTQ+ sente, é mais perigoso para aqueles que sofrem com a pobreza e a miséria. Uma pessoa trans que vive nas ruas tem mais probabilidade de ser rejeitada em abrigos e programas de apoio, é mais propensa a sofrer ataques físicos e assédio, juntamente com outros perigos. Temos que continuar contando essas histórias e realidades até que todos tenham um lugar seguro para chamar de lar”, salienta.

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Casal lésbico faz inseminação e dão a luz a gêmeos
   Blog Diversidade   │     14 de agosto de 2019   │     15:39  │  0

As duas mamães tiveram gêmeos com a ajuda de um programa de reprodução humana do HMIB (Foto: Mariana Oliveira / Instagram)

Não há limites (ou obstáculos!) para o sonho de ser mãe. Com certeza, é isso o que aprendemos com a história de Mariana e Érika Oliveira, um casal homoafetivo que recentemente teve os gêmeos Ana Louise e Noah por meio de um tratamento de reprodução assistida do SUS, o Sistema Único de Saúde.

As duas, naturais de Brasília, sempre souberam que gostariam de ser mães e começaram a pesquisar desde cedo as possibilidades que tinham. “Engravidar era um sonho inicialmente da Érika, então, foi natural para a gente que ela gerasse os bebês”, disse Mariana em entrevista para o Yahoo!.

A busca começou em 2014, quando o casal já estava junto há dois anos e casado no civil. “Mas, como para muitos casais homoafetivos, a fertilização e inseminação são um pouco distantes, porque são processos muito caros”. Atualmente, situações de reprodução assistida podem chegar até R$ 30 mil reais pela rede privada, o que torna o sonho de ter um bebê inviável para muitos.

Mariana explica que as duas até mesmo consideraram a inseminação artificial caseira – quando o processo é feito fora dos hospitais, em casa, com doação direta de sémen e aplicação com a ajuda de kits com o material necessário -, mas desistiu por conta das dúvidas em relação ao registro da criança e o envolvimento do doador no processo.

A resposta, então, veio da melhor forma possível. Durante as pesquisas, Érika descobriu o Programa de Reprodução Humana do HMIB, o Hospital Materno Infantil de Brasília, que é referência no Brasil todo.

O projeto é bastante abrangente e atende tanto mulheres e homens inférteis, quanto casais de mulheres que querem ter filhos. Na época, Érika e Mariana poderiam entrar em duas filas de espera, para a fertilização in vitro e para a inseminação artificial.

Por ser um processo mais rápido, medicamente falando, a fila da inseminação andou mais rápido, e Érika, que preenchia todos os requisitos sem complicações, avançou rápido. “A gente tinha conversado que a genética não era uma coisa muito importante para a gente. Sempre soube que seria mãe, mas sabia que não iria gerar [o bebê]. Ela fazer uma inseminação e [a gravidez] ser com a genética dela nem foi uma questão”, continua.

Processo tranquilo

Há quem pense que fazer qualquer tratamento pelo SUS seja complicado, estressante e, muitas vezes, ineficaz. Porém, Mariana é prova de que é possível ter uma experiência agradável no sistema público de saúde.

“Desde que a gente começou, quando foi no postinho de saúde falar com a ginecologista, ela foi super solícita, já encaminhou a gente para o hospital para fazer todo o processo. Foi bem bacana”, diz ela.

Aqui, claro, entram algumas dificuldades, afinal, apesar de o programa teoricamente cobrir todos os exames e cirurgias que contemplam o processo de inseminação, muitas examinações precisaram ser feitas na rede privada – além do tempo de espera para que o procedimento evoluísse.

Até o momento, a fila tem mais de mil e 200 números na espera para a inseminação, e cinco mil para a fertilização. Ou seja, o chá de cadeira é, mesmo, demorado, mas Mariana diz que vale a pena.

“A gente conheceu outros casais que estavam no mesmo processo que a gente, a gente foi muito bem tratada pela equipe médica… Como é uma equipe de pesquisa, tem muita gente nova, muito médico novo com muito gás, muito receptivo”, diz ela.

No fim das contas, um processo que poderia valer mais de R$ 30 mil acabou saindo por menos de R$ 10 mil. Os únicos gastos que o casal teve foi com o sêmen – que, segundo as normas da ANVISA, tem que ser nacional e adquirido em um laboratório brasileiro – e com os exames que não puderem ser feitos na rede pública.

Falando especificamente da compra do sêmen, Mariana diz que nem isso foi uma grande preocupação para ela e Érika, já que o próprio hospital cuidou da tramitação, e elas ficaram encarregadas de apenas escolherem o doador, pela internet, de um laboratório de São Paulo.

“A gente vem se tornando mãe dia a dia”

Dificuldades sempre existem, ainda mais quando se fala em um casal homoafetivo no Brasil. Mariana diz que percebeu pequenos obstáculos na rotina durante o processo, que, aliás, pouco tinham a ver com a demora do SUS.

“Por exemplo, o cartão do neném vinha com nome de ‘mãe’ e ‘pai’, mas as enfermeiras prontamente já riscavam ‘pai’ e colocavam ‘mãe'”, explica.

A boa notícia, porém, é que essas dificuldades foram mínimas diante da experiência como um todo. Mariana diz que ela e Érika sempre foram tratadas pela equipe médica como duas mães, e Mariana pode, inclusive, estar na sala de parto na hora do nascimento dos bebês. “O parto da Érika foi ótimo, os bebês nasceram supersaudáveis”.

De lá para cá, o momento é de descobertas para as duas – ainda mais com a chegada não de um, mas dois bebês. “A gente vem se tornando mãe dia a dia. É incrível a experiência, é uma coisa que a gente queria muito. A gente sabia que poderiam vir gêmeos, mas, até então, a gente não tinha tornado isso tão real até fazer o ultrassom. Foi assustador nos primeiros cinco minutos, mas depois a gente já comprou a ideia e não se vê mais não sendo mãe de gêmeos”.

Família e amigos receberam os bebês muito bem. Talvez o único ponto de atenção é um que, de acordo com ela, é bastante comum para mães lésbicas. “Às vezes, tem um contratempo aqui ou ali e pergunta e curiosidade o tempo todo, mas a gente tenta levar isso pra um lado de informação”.

“É possível ter uma família homoafetiva não tradicional”

Nessa hora, as redes sociais são grandes aliadas e tanto Mariana, quanto Érika, usam o Instagram para postar fotos da família, além de informações que possam ser úteis para conscientizar as pessoas de que é possível, sim, realizar o sonho de ter filhos em uma relação homossexual.

“É possível duas mulheres terem filhos, mesmo sem tanta grana assim. A gente tenta passar que é possível ter uma família homoafetiva não tradicional – porque a gente nem quer ser tradicional, a gente quer mesmo quebrar os padrões”, afirma . ela, que junto com Érika estão tentando criar as crianças de uma forma livre, sem imposições de gênero.

“A gente queria que as pessoas soubessem que não é tão fácil quanto parece, mas não é tão difícil a ponto de ser impossível. Se a gente conseguiu, muita gente consegue. Sério, todo mundo consegue, porque a gente realmente foi atrás do que queria. Aqui no Brasil, as coisas são realmente muito difíceis, ainda mais com esse governo de agora – provavelmente, vai complicar um pouco mais. Mas a gente está aqui para representar e para resistir, sabe?”, finaliza.

Por: Marcela De Mingo – Yahoo Vida e Estilo

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Bradesco traz casal gay e trilha com Gloria Groove em campanha de fim de ano
   Blog Diversidade   │     18 de dezembro de 2018   │     12:35  │  0

Todas empresas fazem suas campanhas de fim de ano afim de investir na marca e desejar boas festas aos seus clientes.

Chamou atenção a campanha recente do banco Bradesco, veiculada na TV e Internet, que inclui um casal gay  em sua animação.

texto da campanha inclusive ressalta a importância da diversidade: “Cada pessoa é única, tem seu próprio brilho e todas as diferenças são importantes. Juntos, podemos brilhar ainda mais. Um vagalume no campo vai desbravar a cidade em busca de seu sonho, mas se vê diante de um mundo disperso e pouco acolhedor”.

Além disso, a trilha, que é música Beautiful da Christina Aguilera – uma letra de empoderamento e que fala sobre a beleza singular de cada um – é cantada por ninguém menos que a drag queen Gloria Groove.

Assista:

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