Category Archives: Esporte

Meeting de Vôlei Gay começa hoje com 120 participantes
   Blog Diversidade   │     8 de outubro de 2015   │     0:13  │  0

Evento une esporte e luta contra a homofobia. (Foto: Divulgação)

Evento une esporte e luta contra a homofobia. (Foto: Divulgação)

120 participantes, entre atletas e técnicos, se preparam para a segunda edição do Meeting de Volêi Gay, que começa nessa quinta-feira (8) e vai até o dia 12 de outubro, no ginásio Avelino dos Reis, o “Guanandizão”, em Campo Grande. De acordo com os organizadores, o evento quer dar um basta no preconceito e mostrar que o esporte também é uma ferramenta de combate à homofobia.

O coordenador do evento Wilson Anderson de Almeida – o Nando – disse que o nível técnico dos atletas e dos jogos é elevado e alegre. Serão oito equipes participantes, com atletas do sexo masculino, que podem ser gays, heterossexuais, bissexuais ou simpatizantes. “O evento tem o nome ‘gay’ por que é dirigido para esse público, mas todos podem participar”, pontuou o coordenador Nando.

A competição terá equipes de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. A abertura dos jogos será às 19 horas dessa quinta-feira. Após a solenidade, que vai contar com a presença de diversas autoridades políticas do Estado, acontecerá uma partida entre a equipe AVQ (Amigos do Vôlei de Quadra) de Campo Grande contra um adversário ainda não definido.

De acordo com Nando, a primeira edição do Meeting de Vôlei Gay contou com um grande público e foi um sucesso. Ele lembra que outras cidades do país, como São Paulo e Manaus realizam eventos dessa natureza, criados para incentivar o esporte e combater o preconceito. Competições com essa temática surgiram após o jogador Michael, que disputava a Superliga de Vôlei Masculino, em 2012, ser hostilizado pelo público ao assumir sua homossexualidade.

Na sexta-feira (9) os jogos começam às 17h, 18h e 19 horas. No sábado as partidas acontecem às 14, 15, 16 e 17 horas. No domingo seguem no mesmo horário do sábado e a grande final acontece na segunda-feira (feriado) às 8 horas. Ainda segundo a organização, os atletas e árbitros usarão uniformes com as cores do arco-íris, símbolo da causa gay no mundo.

A premiação total é de R$ 4 mil, sendo R$ 2 mil para o primeiro lugar, R$ 1.200 para o segundo colocado e R$ 800 reais para o terceiro lugar.

A realização do evento é da FVMS (Federação de Vôlei de Mato Grosso do Sul), com patrocínio de uma empresa de turismo.

O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul dará apoio aos jogos por meio da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul). A Sedhast (Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho) junto com a SES (Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul) montarão tendas no local dos jogos com orientações diversas sobre saúde, palestras e distribuição de preservativos. Também há o apoio da Prefeitura Municipal de Campo Grande, por meio da Funesp (Fundação Municipal de Esporte).

As equipes participantes são: The Flower Pink (Rondonópolis – MT); Estrelas Vôlei Clube (Primavera do Leste – MT);
Amigos do Voley de CG da Jockey Clube (Campo Grande – MS); Novo Volley Cebracats (Cuiabá – MT); AVQ (Campo Grande – MS); AVP (Campo Grande – MS); Freedon Star (Campo Grande – MS); Quirinópolis – GO.

Por: Thiago de Souza – Jornalista

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Cidade deToronto no Canadá espera sediar o Panamericano mais Gay da história
   Blog Diversidade   │     10 de julho de 2015   │     14:24  │  0

Toronto Hosts Gay Pride Parade

Toronto Hosts Gay Pride Parade

“Ódio de qualquer tipo não pode ter lugar no século 21.” A declaração do secretário geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, foi bastante clara na véspera da abertura da Olimpíada de Inverno em Sochi, na Rússia, em 2014.

Mas nada surtiu efeito. Atletas, ex-atletas, treinadores, comissões inteiras se rebelavam contra as leis homofóbicas do país de Vladimir Putin. A coisa é tão séria que não são raros os casos de quem deixou a terra gelada para trás para recomeçar tudo num outro continente.

Toronto, no Canadá, é candidata a apagar as recentes marcas contra a diversidade dos eventos esportivos. Nesta sexta-feira (10), é dada a largada para os Jogos Panamericanos que prometem ser um símbolo de tolerância e diversidade. É a terceira vez que os canadenses recebem o evento – as edições anteriores, de 1967 e 1999, ocorreram em Winnipeg.

Os cinco milhões de habitantes da maior cidade do país receberão seis mil atletas de 41 nacionalidades americanas. Serão 16 dias decompetições de 36 esportes diferentes.

Os acenos da organização têm sido bastante claros até aqui. “Queremos ter certeza que qualquer um que vai participar dos Jogos Pan-Americanos como atleta, técnico ou espectador saiba que a homofobia não vai ter lugar em nosso ambiente.” A fala é de John Jansen, co-presidente da Pride House.

Pois, vamos lá. A Pride House foi estabelecida em Church Village e será espécie de pavilhão que servirá de espaço de convivência para quem quiser acompanhar os jogos. Claro, a temática é abraçar, ser convidativo à comunidade LGBT, mas todos são muito bem-vindos. O espaço conta com apoio oficial da organização do Pan — é a primeira vez que isso acontece.

A própria Toronto é bastante conhecida por sua aura gay friendly. Bandeiras da diversidade colorem as ruas, principalmente no bloco formado pelas ruas Gerrard, Yonge, Charles e Jarvis, em Church Village. É por ali que acontece a Semana do Orgulho. Também na vizinhança está o 519 Church Street Community Center, sede não oficial da militância pelos direitos LGBT na cidade.

Há 20 anos está em vigor a Carta Canadense de Direitos e Liberdades, que protege juridicamente os homossexuais de preconceito ou discriminação. Por tudo isso, não é difícil entender os motivos que colocam a cidade no pódio entre as mais receptivas ao público gay. Mas há entre os países participantes dos jogos quem não pense da mesma forma. Barbados, Jamaica, Trinidad e Tobago ainda criminalizam os homossexuais, por exemplo.

COB quer resultados

O Brasil conta com uma delegação de 600 atletas, a segunda maior participação brasileira em Panamericanos, ficando atrás somente dos 670 atletas que vestiram os uniformes brasileiros na edição do Rio de Janeiro, em 2007. O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) é bastante claro. A ideia é bater as 141 medalhas conquistadas no Pan de Guadalajara, no México, em 2011.

Toronto servirá como aquecimento para tentar fazer bonito em casa no próximo ano, quando é a vez de o Brasil receber atletas do mundo todo para a Olimpíada do Rio.

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1ª Semana de Surfe para Lésbicas da América do Sul, acontece nos dias 9 e 10 de maio em SC
   Blog Diversidade   │     26 de fevereiro de 2015   │     0:00  │  0

As atividades incluem clínicas de surfe, aulas de ioga, passeios e gastronomia.

As atividades incluem clínicas de surfe, aulas de ioga, passeios e gastronomia.

Essa é para as mulheres lésbicas que adorariam pegar uma onda e se espelhar nas campeãs Keala Kennely e Cori Schumacher. Vai rolar entre os dias 9 e 10 de maio a 1ª Semana de Surfe para Lésbicas da América do Sul, em Santa Catarina.

O evento é promovido pela Brazil Ecojourneys e pretende reunir mulheres de todas as idades, habilidades e nacionalidades para se reunirem, aprenderem e divulgarem experiências do surfe.

A organizadora Martha Dalla Chiesa explica “Eu surfo o tempo todo, e sou geralmente a única mulher gay do mar, cerca por homens héteros. Eu vejo que não há muitas oportunidades para lésbicas se reunirem e aprender a surfar em um ambiente amigável. Aqui está a chance de um grupo de mulheres se reunirem para desfrutar de umas férias incríveis juntas”.

“Eu surfo o tempo todo, e eu sou geralmente a única mulher gay no mar, cercada por homens héteros. Eu vejo que não há muitas oportunidades para lésbicas se reunirem e aprender a surfar em um ambiente amigável”, definiu o evento Marta Dalla Chiesa, proprietária do Brazil Ecojourneys e uma das idealizadoras do projeto.

O cenário paradisíaco já foi local de eventos GLS organizados pela empresa que desta vez quer apostar no público lés para clínicas de surfe, aulas de ioga, passeios e gastronomia.O evento é aberto a todas as mulheres. Não precisa ser necessariamente surfista, ou lésbicas.

As atividades incluem clínicas de surfe, aulas de ioga, passeios e gastronomia. Embora a semana tenha sido criada para as surfistas (ou aspirantes a surfistas) lésbicas, o evento é aberto também às mulheres simpatizantes, familiares e amigas.

Para mais detalhes sobre este evento ou sobre os eventos de surfe LGBT em geral, entre em contato: [email protected]

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