Category Archives: Esporte

Gaymada, futebol, música e militância LGBT tomam conta da zona leste de SP
   Blog Diversidade   │     10 de maio de 2017   │     0:33  │  0

Raaaaaann! Quem é que fortalece a quebrada?

Parafraseações de Mulher Pepita à parte, anotem aí em seus smartphones: neste sábado, dia 6 de maio, a Gaymada São Paulo, o time Natus F.C. e o Coletivo Alternativa L, se unem para apresentar a primeira edição da República LGBT, evento que reúne diversas atividades para a comunidade lésbica, gay, bi e trans da capital paulista, na Escola Estadual República da Nicarágua.

A programação é bem diversa e promete agradar a todos os públicos, até mesmo porque ela inteira é Catraca Livre e acontece das 11h às 16h. Entre os destaques, estão a própria Gaymada, que leva suas partidas de queimada pra lá de baphônicas; partidas de futebol organizado pelo Natus F.C, e também rodas de conversa, atendimento jurídico e até um pocket show.

Tags:

>Link  

Rio de Janeiro poderá sediar os Gay Games em 2026
   Blog Diversidade   │     8 de janeiro de 2017   │     0:00  │  0

A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.

A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.

Quem disse que os LGBTs não gostam de esportes.  Os jogos Olímpicos do Rio 2016 tiveram recorde de atletas assumidos e bombou muito. Essa feshação pode trazer para o Brasil algo bem lacrativo em 2026. A cidade pode sediar o Gay Games, jogos internacionais que deve reunir 15 mil atletas em 12 dias de competição.

A informação foi divulgada pelo jornal O Globo que informou que o Rio Convention & Visitors Bureau e a International Gay and Lesbian Travel Association (IGLTA) firmaram parceria para fazer do Rio o principal destino LGBT da América do Sul. A estimativa é que os jogos tenham uma movimentação financeira de US$ 40 milhões na economia.

Os Gay Games, que existem desde 1982, acontecem em 2018, em Paris. No próximo mês será revelada a cidade que recebe o evento em 2022.

Tags:, , , ,

>Link  

Amanda Nunes exalta orgulho em ser a primeira campeã gay do UFC
   Blog Diversidade   │     13 de julho de 2016   │     0:00  │  0

Baiana homenageou a namorada Nina Ansaroff em coletiva de imprensa pós-UFC200

Baiana homenageou a namorada Nina Ansaroff em coletiva de imprensa pós-UFC200

A brasileira Amanda Nunes deu show no UFC 200. Após herdar a vaga de main event da noite, a peso-galo (61 kg) atropelou a então campeã Miesha Tate (61 kg) e garantiu alguns feitos. Além de impor uma derrota relâmpago na resistente adversária, a atleta da ATT se tornou a primeira mulher a ser dona de um cinturão no UFC no País e, como marca histórica, cravou seu nome na história como primeira campeã gay da história do evento.

Por sinal, sua namorada Nina Ansaroff também é uma lutadora do UFC. Além de morarem e treinarem juntas, as atletas dividem a rotina de dieta e horários confusos que apenas atletas de alto rendimento conhecem. E isso é o ponto chave não apenas para o sucesso da nova campeã dentro mas também fora do cage.

“Nina é a melhor parceira de treinos que eu já tive. Essa garota será a próxima campeã do UFC. Ela tem muitos talentos e vai mostrar que será campeã. Ela é tudo para mim. Me ajuda todo dia… Eu vou chorar [risos]. Eu amo ela. Isso é demais. O mais importante é que eu sou feliz com a minha vida”, narrou ainda na coletiva de imprensa logo após o combate, para aplausos dos lutadores presentes.

Curiosamente, sua conquista com um fato interessante. Semanas atrás, um ataque à uma casa noturna voltada para o público LGBT em Orlando (EUA) causou comoção no país. E como forma de demonstrar apoio, o UFC lançou nesta semana uma camiseta especial à causa.

“Gostaria que esse tipo de coisa não acontecesse mais. Paz no mundo é importante. Não acho que os EUA vão deixar isso acontecer de novo. Acho que isso vai parar”, profetizou a campeã, com um sinal de otimismo estampado no rosto.

 

Tags:, , ,

>Link  

Meeting de Vôlei Gay começa hoje com 120 participantes
   Blog Diversidade   │     8 de outubro de 2015   │     0:13  │  0

Evento une esporte e luta contra a homofobia. (Foto: Divulgação)

Evento une esporte e luta contra a homofobia. (Foto: Divulgação)

120 participantes, entre atletas e técnicos, se preparam para a segunda edição do Meeting de Volêi Gay, que começa nessa quinta-feira (8) e vai até o dia 12 de outubro, no ginásio Avelino dos Reis, o “Guanandizão”, em Campo Grande. De acordo com os organizadores, o evento quer dar um basta no preconceito e mostrar que o esporte também é uma ferramenta de combate à homofobia.

O coordenador do evento Wilson Anderson de Almeida – o Nando – disse que o nível técnico dos atletas e dos jogos é elevado e alegre. Serão oito equipes participantes, com atletas do sexo masculino, que podem ser gays, heterossexuais, bissexuais ou simpatizantes. “O evento tem o nome ‘gay’ por que é dirigido para esse público, mas todos podem participar”, pontuou o coordenador Nando.

A competição terá equipes de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. A abertura dos jogos será às 19 horas dessa quinta-feira. Após a solenidade, que vai contar com a presença de diversas autoridades políticas do Estado, acontecerá uma partida entre a equipe AVQ (Amigos do Vôlei de Quadra) de Campo Grande contra um adversário ainda não definido.

De acordo com Nando, a primeira edição do Meeting de Vôlei Gay contou com um grande público e foi um sucesso. Ele lembra que outras cidades do país, como São Paulo e Manaus realizam eventos dessa natureza, criados para incentivar o esporte e combater o preconceito. Competições com essa temática surgiram após o jogador Michael, que disputava a Superliga de Vôlei Masculino, em 2012, ser hostilizado pelo público ao assumir sua homossexualidade.

Na sexta-feira (9) os jogos começam às 17h, 18h e 19 horas. No sábado as partidas acontecem às 14, 15, 16 e 17 horas. No domingo seguem no mesmo horário do sábado e a grande final acontece na segunda-feira (feriado) às 8 horas. Ainda segundo a organização, os atletas e árbitros usarão uniformes com as cores do arco-íris, símbolo da causa gay no mundo.

A premiação total é de R$ 4 mil, sendo R$ 2 mil para o primeiro lugar, R$ 1.200 para o segundo colocado e R$ 800 reais para o terceiro lugar.

A realização do evento é da FVMS (Federação de Vôlei de Mato Grosso do Sul), com patrocínio de uma empresa de turismo.

O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul dará apoio aos jogos por meio da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul). A Sedhast (Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho) junto com a SES (Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul) montarão tendas no local dos jogos com orientações diversas sobre saúde, palestras e distribuição de preservativos. Também há o apoio da Prefeitura Municipal de Campo Grande, por meio da Funesp (Fundação Municipal de Esporte).

As equipes participantes são: The Flower Pink (Rondonópolis – MT); Estrelas Vôlei Clube (Primavera do Leste – MT);
Amigos do Voley de CG da Jockey Clube (Campo Grande – MS); Novo Volley Cebracats (Cuiabá – MT); AVQ (Campo Grande – MS); AVP (Campo Grande – MS); Freedon Star (Campo Grande – MS); Quirinópolis – GO.

Por: Thiago de Souza – Jornalista

Tags:, , , , , , , , , , , ,

>Link  

Cidade deToronto no Canadá espera sediar o Panamericano mais Gay da história
   Blog Diversidade   │     10 de julho de 2015   │     14:24  │  0

Toronto Hosts Gay Pride Parade

Toronto Hosts Gay Pride Parade

“Ódio de qualquer tipo não pode ter lugar no século 21.” A declaração do secretário geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, foi bastante clara na véspera da abertura da Olimpíada de Inverno em Sochi, na Rússia, em 2014.

Mas nada surtiu efeito. Atletas, ex-atletas, treinadores, comissões inteiras se rebelavam contra as leis homofóbicas do país de Vladimir Putin. A coisa é tão séria que não são raros os casos de quem deixou a terra gelada para trás para recomeçar tudo num outro continente.

Toronto, no Canadá, é candidata a apagar as recentes marcas contra a diversidade dos eventos esportivos. Nesta sexta-feira (10), é dada a largada para os Jogos Panamericanos que prometem ser um símbolo de tolerância e diversidade. É a terceira vez que os canadenses recebem o evento – as edições anteriores, de 1967 e 1999, ocorreram em Winnipeg.

Os cinco milhões de habitantes da maior cidade do país receberão seis mil atletas de 41 nacionalidades americanas. Serão 16 dias decompetições de 36 esportes diferentes.

Os acenos da organização têm sido bastante claros até aqui. “Queremos ter certeza que qualquer um que vai participar dos Jogos Pan-Americanos como atleta, técnico ou espectador saiba que a homofobia não vai ter lugar em nosso ambiente.” A fala é de John Jansen, co-presidente da Pride House.

Pois, vamos lá. A Pride House foi estabelecida em Church Village e será espécie de pavilhão que servirá de espaço de convivência para quem quiser acompanhar os jogos. Claro, a temática é abraçar, ser convidativo à comunidade LGBT, mas todos são muito bem-vindos. O espaço conta com apoio oficial da organização do Pan — é a primeira vez que isso acontece.

A própria Toronto é bastante conhecida por sua aura gay friendly. Bandeiras da diversidade colorem as ruas, principalmente no bloco formado pelas ruas Gerrard, Yonge, Charles e Jarvis, em Church Village. É por ali que acontece a Semana do Orgulho. Também na vizinhança está o 519 Church Street Community Center, sede não oficial da militância pelos direitos LGBT na cidade.

Há 20 anos está em vigor a Carta Canadense de Direitos e Liberdades, que protege juridicamente os homossexuais de preconceito ou discriminação. Por tudo isso, não é difícil entender os motivos que colocam a cidade no pódio entre as mais receptivas ao público gay. Mas há entre os países participantes dos jogos quem não pense da mesma forma. Barbados, Jamaica, Trinidad e Tobago ainda criminalizam os homossexuais, por exemplo.

COB quer resultados

O Brasil conta com uma delegação de 600 atletas, a segunda maior participação brasileira em Panamericanos, ficando atrás somente dos 670 atletas que vestiram os uniformes brasileiros na edição do Rio de Janeiro, em 2007. O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) é bastante claro. A ideia é bater as 141 medalhas conquistadas no Pan de Guadalajara, no México, em 2011.

Toronto servirá como aquecimento para tentar fazer bonito em casa no próximo ano, quando é a vez de o Brasil receber atletas do mundo todo para a Olimpíada do Rio.

Tags:, , , ,

>Link