Category Archives: Cultura

Peça mostrará discussões em torno das diversidades
   Blog Diversidade   │     23 de julho de 2017   │     9:14  │  0

Estará em cartaz no próximo dia 28 de julho, no teatro Linda Mascarenhas, anexo ao teatro Deodoro, com seções as 19 e 20:30, o espetáculo de dança Diversidades, que é uma realização do grupo SDKQ Crew.

As discussões em torno da diversidade estão cada vez mais ganhando espaço nos debates sociais. Quantas vezes em nossos pensamentos nos questionamos sobre vários estereótipos impostos pela nossa sociedade. Devemos ter em mente que esses questionamentos ocorrem para que haja quebra de paradigmas, tabus e preconceitos. Pensar sobre essas temáticas é criar possibilidades para uma sociedade mais justa, com menos violência, com mais amor e igualdade. Nesse sentido, a dança pode ser uma expressão de disseminação da igualdade e de luta contra os preconceitos. A dança faz parte do nosso cotidiano, ela pode transformar sentimentos e promover reflexão e autoestima.

Pensando em ampliar o entendimento da sociedade em relação a esses esteriotipos, o grupo de dança SDKQ CREW apresenta a peça DIVERSIDADES, onde será dançado o amor, o respeito e a luta para construir a sociedade que queremos!

O projeto tem a direção de Leonardo Emiliano, e a coreografia de Fagner Rosendo e Grupo.

O ingresso custa R$ 20 (inteira), e R$ 10 (meia).

Ingressos e maiores informações sobre a obra pelo fone 82 98868-0106.

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Filme Divinas Divas está em cartaz no Centro Cultural Arte Pajuçara em Maceió
   Blog Diversidade   │     1 de julho de 2017   │     14:37  │  0

Está em cartaz no Centro Cultural Arte Pajuçara, em Maceió, desde a última quinta-feira, 29/6, o documento musical de longa-metragem, que tem como direção, a artista e diretora Leandra Leal, o filme “Divinas Divas”.

A produção resgata a trajetória de oito artistas pioneiras: Rogéria, Jane Di Castro, Divina Valéria, Camille K, Fujika de Halliday, Eloína dos Leopardos, Marquesa e Brigitte de Búzios, que foram os primeiros homens que se travestiram de mulher nos palcos cariocas nos anos 1960, quando o Brasil vivia sob rígida ditadura militar.

Em 2014, essas artistas completaram 50 anos de carreira, ainda em atividade como cantoras, atrizes e comediantes. Hoje já são mais  cinco décadas de dedicação radical ao fazer artístico, em que as Divas assumiram sacrifícios enormes e moldaram seu próprio corpo, num gesto libertário que rompe o limite entre a arte e a vida.

Além do filme que é um sucesso nas telas dos cinemas de todo o país, o show teatral Divinas Divas está em cartaz há mais de dez anos no Teatro Rival Petrobras em São Paulo.

Divinas Divas ficará em cartaz em Maceió, hoje (domingo), terça e quarta-feira 5/7.

 

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Filhos do Arco-Íris: Artistas se unem em prol da causa LGBT
   Blog Diversidade   │     12 de junho de 2017   │     16:51  │  0

“Filhos do Arco-Íris” é uma música apresentada pelo produtor Rick Bonadio, com assinatura de Joca Beta e Nizan Guanaes. Nos vocais, estão Sandy, Preta Gil, Daniella Mercury, Pabllo Vittar, Luiza Possi, Gloria Groove, Kell Smith, Di Ferrero e outros destaques. 

Foi divulgado, nesta terça-feira (6), o áudio da música feita para o Mês do Orgulho LGBT no Brasil, celebrado no dia 28 de junho. Intitulada ‘Filhos do Arco-Iris’, a música conta com a participação de ícones nacionais como Preta Gil, Gloria Groove, Pabllo Vittar, Daniela Mercury, Sandy, Fafá de Belém, Carlinhos Brown, Luiza Possi, Paulo Miklos, Rogério Flausino e Di Ferrero e foi produzida por Rick Bonadio.

Os lucros rendidos com a canção irão ser revertidos para fundações que lutam para prevenir a epidemia do HIV.

Segundo o compositor Nizan Guanaes, a canção “é o início de uma campanha de mobilização e conscientização que irá culminar na Parada LGBT de 2018, ano da eleição presidencial e do Legislativo, cuja causa LGBT precisa influenciar”.

A versão completa da música será lançada no Spotify em breve, mas um trecho de 2 minutos já circula na internet, inclusive na página oficial de Pabllo Vittar no Facebook.

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Museu da Diversidade Sexual apresenta 2ª Mostra Diversa durante a Semana da 21ª Parada do Orgulho LGBT de SP
   Blog Diversidade   │     10 de junho de 2017   │     15:56  │  0

Projetos selecionados abordam questões como binarismo de gênero, discriminação e violência contra população LGBT, transexualidade, montação e padrões excludentes.

O Museu da Diversidade Sexual, equipamento cultural do Governo do Estado de São Paulo, administrado pela organização social de cultura APAA, abre no dia 13 de junho, às 17h00, a 2ª Mostra Diversa 2017, coletiva com trabalhos de 17 artistas que dialogam com questões como diversidade, sexualidade e gênero. Com entrada gratuita, a exposição fica em cartaz até o dia 30 de setembro.

A Mostra Diversa, que acontece a cada dois anos, está em sua segunda edição e tem como objetivo abrir espaço para novos artistas, novas propostas e experiências relacionadas à diversidade sexual, além de traçar um panorama da produção artística sobre a temática. Fazem parte dessa segunda edição o questionamento do binarismo de gênero, a discriminação e violência sofrida pela população LGBT, a transexualidade, a montação e o questionamento dos padrões excludentes da sexualidade. Setenta projetos foram inscritos e 17 foram selecionados.  mostra também celebra a diversidade, dando espaço a diferentes técnicas: fotografia, colagem, desenho, aquarela e pintura. Entre os projetos está “Adágio” de Rafael Roncato: um ensaio com Laerte Coutinho, que se torna personagem de sua própria obra, misturando-se às tintas, compondo e mascarando sua verdadeira face.

Já em “POSTALGBT”, Weio denuncia os diversos crimes contra população LGBT por meio de uma coletânea de postais, produzidos em locais onde ocorreram crimes de ódio amplamente divulgados na mídia, permitindo que as vítimas falem em primeira pessoa como se readaptaram à vida cotidiana após o trauma.

A exposição conta ainda com “Luz dos Olhos Meus”, obra de estreia de Victor Grizzo. Trata-se de um livro no qual o artista plástico e escritor transcende a obscuridade a que é comumente relegada à temática das questões de gênero na literatura infantil brasileira. “Luz dos Olhos Meus” conta a história de Eugênio, o menino como tantos outros que as páginas literárias insistem em esconder do universo infantil: não gosta de jogar futebol, preferindo a companhia da prima Saturnina ou de suas amigas imaginárias de cílios-fósforos, com suas brincadeiras de boneca, teatro e dança.

SERVIÇO: 2ª Mostra Diversa no Museu da Diversidade Sexual

Abertura: 13 de junho, terça-feira, das 17h00 às 20h00

Endereço: Estação República do Metrô – Piso Mezanino, loja 518

Entrada Sugerida: Rua do Arouche, 24, República – São Paulo

Em cartaz até 30 de setembro

Funcionamento: de terça a domingo, das 10h00 às 20h00

Entrada gratuita

Sobre o Museu da Diversidade

Criado em 25 de maio de 2012, o Museu da Diversidade Sexual é o terceiro do mundo e primeiro da América Latina relacionado à temática. Sua a missão é preservar o patrimônio sócio, político e cultural da comunidade LGBT brasileira por meio da pesquisa, salvaguarda e comunicação de referências materiais e imateriais, com vistas à valorização e visibilidade da diversidade sexual, contribuindo para a educação e promoção da cidadania plena e de uma cultura em direitos humanos. Até janeiro de 2017, o equipamento da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo já tinha recebido mais de 200 mil visitantes.

Fonte: Ascom Museu da Diversidade

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A história por trás da bandeira arco-íris, símbolo do orgulho LGBT
   Blog Diversidade   │     2 de junho de 2017   │     15:51  │  0

Baker nasceu em 2 de junho de 1951 em Chanute, no Estado americano do Kansas.

O criador de um dos principais símbolos da comunidade LGBT – a bandeira arco-íris – morreu aos 65 anos em sua casa em Nova York, nos Estados Unidos, informou a imprensa americana.

Gilbert Baker morreu enquanto dormia. As causas da morte ainda não foram divulgadas.

Mas qual é a história por trás de sua maior criação? E como a bandeira arco-íris se tornou um símbolo da comunidade LGBT?

Baker criou o estandarte, originalmente com oito cores, em 1978, para o Dia de Liberdade Gay de San Francisco, na Califórnia (Estados Unidos).

A bandeira original tinha as seguintes cores, cada uma representando um aspecto diferente da humanidade:

  • Rosa – sexualidade
  • Vermelho – vida
  • Laranja – cura
  • Amarelo – luz do sol
  • Verde – natureza
  • Turquesa – mágica/arte
  • Anil – harmonia/serenidade
  • Violeta – espírito humano

Naquela ocasião, 30 voluntários ajudaram Baker a pintar a mão as duas primeiras bandeiras arco-íris. Elas foram hasteadas para secar no último andar de galeria de um centro da comunidade gay em San Francisco.

Sujos de tinta, eles tiveram de esperar até a noite para lavar suas próprias roupas – já que não podiam lavá-las em lavanderias públicas.

Tempos depois, a bandeira foi reduzida a seis cores, sem o rosa e o anil. O azul também acabaria por substituir o turquesa.

Falando sobre sua criação, Baker disse que queria transmitir a ideia de diversidade e inclusão, usando “algo da natureza para representar que nossa sexualidade é um direito humano”.

Em 2015, o Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMa, adquiriu a bandeira para a sua coleção de obras, chamando-a de “poderoso marco histórico do design”.

“Decidi que tínhamos de ter uma bandeira, que uma bandeira nos encaixasse em um símbolo, o de que somos pessoas, um tribo”, disse Baker ao museu em uma entrevista.

“E as bandeiras são sobre proclamar poder, então é muito apropriado”, acrescentou na ocasião.

Bandeira arco-írisDireito de imagemREUTERS
Image captionO aniversário de 25 anos da bandeira foi celebrado em 2003

Homenagem

A bandeira arco-íris foi hasteada no centro de San Francisco para homenagear Baker.

Em sua conta no Twitter, o roteirista americano Dustin Lance Black disse: “Os arco-íris choram. Nosso mundo é bem menos colorido sem você, meu amor. Gilbert Baker nos deu a bandeira do arco-íris para nos unir. Nos unirmos de novo”.

O senador pelo Estado da Califórnia Scott Weiner afirmou que o trabalho de Baker “ajudou a definir o movimento LGBT moderno”.

Parada gay em Nova York (2005)Direito de imagemGETTY IMAGES
Image captionBandeira tornou-se símbolo da diversidade e da inclusão

Das Forças Armadas ao design

Baker nasceu em 2 de junho de 1951 em Chanute, no Estado americano do Kansas. Ele cresceu em Parsons, também no mesmo Estado, onde sua avó tinha uma pequena loja de roupas. Seu pai era juiz e sua mãe, professora.

De 1970 a 1972, ele serviu nas Forças Armadas americanas. Quando deixou o Exército, Baker aprendeu a costurar sozinho e usou a habilidade para criar pôsteres para marchas de protesto anti-guerra e a favor dos direitos LGBT.

Foi durante esse período que ele se tornou amigo de Harvey Milk, o primeiro parlamentar abertamente homossexual da história dos Estados Unidos.

Baker criou a bandeira arco-íris em 1978, mas se recusou a registrá-la como sua marca.

Em 1994, ele se mudou para Nova York, onde viveu até sua morte.

Naquele ano, ele criou a maior bandeira do mundo em comemoração ao 25º aniversário da Rebelião de Stonewall – como ficou conhecidas as manifestações da comunidade LGBT contra a invasão da polícia de Nova York ao bar Stonewall Inn, em Manhattan.

Os protestos anteciparam o movimento moderno de libertação gay e a luta dos direitos LGBT nos Estados Unidos.

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