Category Archives: Cinema

Globo exibe neste sábado o premiado longa ‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho’
   Blog Diversidade   │     19 de outubro de 2019   │     17:29  │  0

O drama romântico de Daniel Ribeiro integra a programação da emissora na madrugada do sábado para domingo (20).

O drama brasileiro dirigido, produzido e roteirizado por Daniel Ribeiro, conta com a produção de Lacuna Filmese é estrelado por Ghilherme LoboFábio Audi e Tess Amorim.

O filme foi vencedor do prêmio Fipresci concedido pela Federação Internacional de Críticos de Cinema e também o escolhido pelo Ministério da Cultura para representar o Brasil na competição de Oscar de melhor filme estrangeiro da edição de 2015.

Assista ao trailer:

SINOPSE:

Leonardo é um adolescente cego que, como qualquer outro jovem, está buscando o seu lugar no mundo. Desejando uma maior independência, ele precisa lidar com a superproteção da mãe e suas próprias limitações. Com a chegada de Gabriel, um novo aluno da escola, Leo irá descobrir mais sobre si mesmo e sua sexualidade.

PRÊMIOS:

  • Prêmios de Melhor Filme e Melhor Roteiro – Júri Oficial, Melhor Filme – Júri Popular, Melhor Filme – Prêmio da Crítica no 3º Festival Paulínia de Cinema – 2010;
  • Prêmios Troféu Mix Brasil Coelho de Prata / TOP 10 filmes escolhidos pelo público no 21° Curta Kinoforum – Festival Internacional de curtas-metragens de São Paulo 2010;
  • Prêmio de Melhor Roteiro no Entretodos 3 – Festival de Curtas de Direitos Humanos;
  • Menção Honrosa na 10ª Goiânia Mostra Curtas;
  • Prêmios de Melhor Filme, Melhor Film Juri Popular e Melhor Roteiro no CLOSE – Festival da Diversidade Sexual de Porto Alegre;
  • Prêmios de Melhor Filme Júri Popular e Melhor Direção no 17º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá;
  • Prêmio ET de Prata – Melhor Direção no 9º Festival Nacional de Cinema de Varginha;
  • Prêmios Coelho de Ouro – Melhor Curta Nacional e Coelho de Prata – Melhor Roteiro no 18º Mix Brasil;
  • Prêmio de Melhor Direção no 4º For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade;
  • Prêmio de Melhor Roteiro no 4º Festival Internacional de Cinema de Itu;
  • Prêmio de Melhor Filme – Mostra Nacional no Curta Cine Malagueta – 2° Festival Nacional Curtas-Metragens de Rondonópolis;
  • Prêmio de Melhor Roteiro no 17º Vitória Cine Vídeo;
  • Prêmio de Melhor Curta Nacional – Juri Popular no 6º Fest Aruanda;
  • Menção Honrosa no II Curta Carajás.
Globo exibe neste sábado o premiado longa 'Hoje Eu Quero Voltar Sozinho'

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Me Chame Pelo Seu Nome leva Roteiro Adaptado na premiação
   Blog Diversidade   │     5 de março de 2018   │     14:11  │  0

O longa “Me Chame Pelo Seu Nome” venceu a categoria Melhor Roteiro Adaptado na 90ª edição do Oscar realizada na noite deste domingo (4). A estatueta foi recebida pelo roteirista James Ivory.

A produção mostra o jovem Elio Perlman (Timothée Chalamet), um adolescente que conhece o amor e a aceitação sexual depois de se envolver com o jovem Oliver (Armie Hammer) durante férias na Itália.

Realizada no famoso Teatro Dolby, em Los Angeles, a festa premia os melhores filmes e profissionais do cinema do último ano. Jimmy Kimmel é o apresentador do evento pela segunda vez seguida.

Confira o trailer do filme vencedor:

 

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Oscar 2018 terá primeira apresentadora transgênero da história
   Blog Diversidade   │     23 de fevereiro de 2018   │     21:46  │  0

Na sexta-feira passada, (16) , a Academia de Artes Cinematográficas anunciou alguns apresentadores do Oscar 2018, entre eles está a atriz transgênero Daniela Vegas.
Daniela fez parte do elenco do filme “Una mujer fantástica”, no qual interpretava Marina, que assim como a atriz, é transexual. Ela será a primeira atriz trans a apresentar a cerimônia que é realizada há 90 anos.
Essa inclusão tem um significado importante, pois traz visibilidade e força para mudar a atual situação dos transgêneros, que ainda são vistos com muito preconceito.
Representatividade é extremamente necessário. Estamos longe, mas caminhando em busca pela dignidade, respeito e direito de todxs.

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Filme Divinas Divas está em cartaz no Centro Cultural Arte Pajuçara em Maceió
   Blog Diversidade   │     1 de julho de 2017   │     14:37  │  0

Está em cartaz no Centro Cultural Arte Pajuçara, em Maceió, desde a última quinta-feira, 29/6, o documento musical de longa-metragem, que tem como direção, a artista e diretora Leandra Leal, o filme “Divinas Divas”.

A produção resgata a trajetória de oito artistas pioneiras: Rogéria, Jane Di Castro, Divina Valéria, Camille K, Fujika de Halliday, Eloína dos Leopardos, Marquesa e Brigitte de Búzios, que foram os primeiros homens que se travestiram de mulher nos palcos cariocas nos anos 1960, quando o Brasil vivia sob rígida ditadura militar.

Em 2014, essas artistas completaram 50 anos de carreira, ainda em atividade como cantoras, atrizes e comediantes. Hoje já são mais  cinco décadas de dedicação radical ao fazer artístico, em que as Divas assumiram sacrifícios enormes e moldaram seu próprio corpo, num gesto libertário que rompe o limite entre a arte e a vida.

Além do filme que é um sucesso nas telas dos cinemas de todo o país, o show teatral Divinas Divas está em cartaz há mais de dez anos no Teatro Rival Petrobras em São Paulo.

Divinas Divas ficará em cartaz em Maceió, hoje (domingo), terça e quarta-feira 5/7.

 

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Ganhador do Oscar, ‘Moonlight’ é o doloroso drama de um jovem negro e gay
   Blog Diversidade   │     28 de fevereiro de 2017   │     13:22  │  0

A cerimônia do Oscar, que ocorreu neste ultimo domingo (26), teve um grande favorito: La La Land – Cantando Estações. A produção recebeu 14 indicações e levou 6 estatuetas.

Mas a estatueta de melhor filme do ano foi para Moonlight – Sob a Luz do Luar, em cartaz nos cinemas, considerado por muitos críticos o único filme capaz de derrubar o longa de Chazelle na disputa pela principal estatueta do Oscar.

Com oito indicações ao Oscar e vários prêmios no bolso – incluindo o de Melhor Filme no Independent Spirit Awards, o “Oscar independente”, anunciado neste sábado (25) –Moonlight – Sob a Luz do Luar é um filme inédito no contexto de Hollywood, dolorido e sublime.

 Baseada na peça de teatro Moonlight Black Boys Look Blue, de Tarell Alvin McCraney, a película é dirigida por Barry Jenkins, que também assina o roteiro – e tem traços biográficos de ambos os autores.

A trama acompanha a trajetória do jovem negro Chiron (interpretado por Alex R. Hibbert, Ashton Sanders e Trevante Rhode) em três fases de sua vida. Ele vive numa comunidade no subúrbio de Miami marcada fortemente pela pobreza e pelo tráfico de drogas. O local é o mesmo onde McCraney e Jenkins cresceram nos anos 1980 – ambos com mães viciadas em crack, assim como Chiron.

O filme foi classificado como de cinema gay negro. Esse rótulo, talvez, não dê conta das diferentes nuances relacionadas à masculinidade, homossexualidade e família que a produção explora.

Na primeira parte do filme, Chiron é chamado pelo apelido de Little. Menor e mais frágil da turma, ele vive correndo das agressões e insultos dos colegas. Numa dessas fugas, encontra Juan (Mahershala Ali), um traficante que o acolhe em sua casa e acaba se transformando na figura paterna que lhe falta.

Nesse contexto está presente também a namorada de Juan, Teresa (Janelle Monáe). Enquanto Paula, (Naomi Harris) mãe de Chiron, entra em colapso por conta do crack, é ela quem assume o lugar de leveza e doçura na vida do garoto.

As cenas protagonizadas por Chiron e Juan são as mais tocantes do longa. Há dúvida, poesia, aprendizado e conflito.

Sempre calado, em dado momento da trama, Chiron questiona o casal sobre o que é ser “bicha”. Juan responde: “Bicha’ é uma palavra que as pessoas usam para fazer os gays se sentirem mal”. O menino indaga: “Eu sou bicha?”. Juan responde: “Não. Você pode ser gay, mas não pode deixar ninguém te chamar de bicha”.

O silêncio e o olhar triste de Chiron estão mais presentes na segunda parte, quando ele aparece adolescente, em um cenário ainda mais caótico: Juan morreu, sua mãe piorou e os abusos na escola assumiram requintes de crueldade.

Sem entender seu lugar no mundo, Chiron tem um único amigo, Kevin, com quem tem sonhos eróticos. É com Kevin que Chiron tem uma experiência reveladora. É Kevin que abandona Chiron de forma covarde, em um episódio que marcará a história do protagonista de forma irreversível.

Na terceira parte de Moonlight, Chiron é outro. Aparentemente, não mais vulnerável. É um grande traficante, cheio de músculos, a bordo de um carrão. O olhar, no entanto, é sem brilho como na época em que era chamado de Little.

Um reencontro com Kevin, poucas palavras e mais revelações. O desfecho do filme é surpreendente na medida em que aponta para um rumo plausível e desemboca em um ponto ainda mais nebuloso.

É,  a história de vida de Chiron é uma vida profundamente machucada pelo racismo, homofobia e desigualdade social e o mundo das drogas. Vida esta como a de muitos jovens LGBT, negro e outros que vivem na linha reta da vulnerabilidade social.

Então se você ainda não assistiu vale apena conferir.

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