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O quebra-cabeça evolutivo da homossexualidade
   Blog Diversidade   │     24 de novembro de 2014   │     13:19  │  0

Nas últimas duas décadas, dezenas de artigos científicos sobre as origens biológicas da homossexualidade foram publicados – um deles, divulgado na semana passada, reacendeu a polêmica sobre o assunto. Mas como esta constatação se encaixa na teoria de seleção natural de Charles Darwin?

Na música Same Love, que se tornou um hino não-oficial de apoio ao casamento gay nos Estados Unidos, a dupla Macklemore e Ryan Lewis, vencedores do prêmio Grammy de Melhor Artista Revelação na última edição do prêmio musical, ironiza quem diz acreditar que a homossexualidade é fruto de uma “escolha”.

A opinião científica parece estar do lado deles. Desde o início da década de 90, pesquisadores vêm mostrando que a homossexualidade é mais comum em irmãos e parentes da mesma linhagem materna.

Segundo esses cientistas, isso se deve a um fator genético. Também relevantes – apesar de ainda não amplamente comprovadas – são as pesquisas que identificam diferenças fisiológicas nos cérebros de heterossexuais e de gays, assim como os estudos que afirmam que o comportamento homossexual também está presente em animais.

Mas, como gays e lésbicas têm normalmente menos filhos biológicos do que os heterossexuais, uma questão continua intrigando pesquisadores de todo o mundo.

“Se a homossexualidade masculina, por exemplo, é um traço genético, como teria perdurado ao longo do tempo se os indíviduos que carregam ‘esses genes’ não se reproduzem?”, indaga o pesquisador Paul Vasey, da Universidade de Lethbridge, no Canadá.

“Trata-se de um paradoxo do ponto de vista evolucionário.”

Muitas das teorias envolvem pesquisas realizadas sobre a homossexualidade masculina. A evolução do lesbianismo permanece muito pouco estudada. Ela pode ser semelhante ou muito diferente.

Os cientistas ainda não sabem a resposta para esse quebra-cabeça darwinista, mas há muitas teorias em jogo e é possível que diferentes mecanismos atuem em cada pessoa.

Conheça algumas das principais teorias a respeito do assunto:

Genes que definem a homossexualidade também ajudam na reprodução

O alelo – um grupo de genes – que às vezes influencia a orientação homossexual também pode trazer vantagens reprodutivas. Isso compensaria a falta de reprodução da população gay e asseguraria a continuação dessa característica, uma vez que não-homossexuais também poderiam herdar esses genes e transmiti-los a seus descendentes.

Há duas ou mais maneiras pelas quais esta transmissão dos genes pode acontecer. Uma possibilidade é que este grupo de genes crie um traço psicológico que torne os homens heterossexuais mais atraentes para mulheres, ou as mulheres heterossexuais mais atraentes para os homens.

“Sabemos que as mulheres tendem a gostar de traços e comportamentos mais femininos nos homens e isso pode estar associado com coisas como o talento para ser pai e a empatia”, diz Qazi Rahman, coautor do livro Born Gay; The Psychobiology of Sex Orientation (“Nascido Gay, A Psicobiologia da Orientação Sexual”, em tradução livre).

De acordo com essa teoria, uma quantidade pequena desses alelos aumentaria as chances de sucesso reprodutivo do portador desses genes, porque o torna atraente para o sexo oposto.

De vez em quando, um membro da família recebe uma “porção” maior destes genes, que se reflete na sua orientação sexual. Mas porque este alelo traz vantagens reprodutivas, ele permanece no DNA humano através das gerações.

Gays seriam ‘ajudantes no ninho’

Alguns pesquisadores acreditam que, para entender a evolução dos homossexuais, é preciso observar qual é o papel que os gays têm nas sociedades humanas.

A pesquisa de Paul Vasey em Samoa, na Polinésia, baseou-se na teoria da seleção de parentesco ou hipótese do “ajudante no ninho”.

A ideia é que os homossexuais compensariam a falta de filhos ao promover a aptidão reprodutiva de irmãos e irmãs, contribuindo financeiramente ou cuidando dos sobrinhos. Partes do código genético de um gay são compartilhadas com sobrinhas e sobrinhos e, segundo a teoria, os genes que determinam a orientação sexual também podem ser transmitidos.

Vasey ainda não mediu o quanto que ser homossexual aumenta a taxa de reprodução dos irmãos, mas comprovou que em Samoa, homens gays passam mais tempo fazendo “atividades de tio” do que homens heterossexuais.

“Ninguém ficou mais surpreso que eu”, disse Vasey sobre suas descobertas. Seu laboratório já havia comprovado que homens gays no Japão não eram mais atenciosos ou generosos com seus sobrinhos e sobrinhas do que homens e mulheres heterossexuais sem filhos. O mesmo resultado foi encontrado na Grã-Bretanha, nos Estados Unidos e no Canadá.

Vasey acredita que o resultado em Samoa foi diferente porque os homens que ele estudou lá eram diferentes. Ele pesquisou os fa’afafine, que se identificam como um terceiro gênero, vestindo-se como mulheres e tendo relações sexuais com homens que se consideram heterossexuais. Os fa’afafine são parte de um grupo transgênero e não gostam de ser chamados de gays nem de homossexuais.

O pesquisador especulam que parte da razão pela qual os fa’afafine são mais atenciosos com seus sobrinhos e sobrinhas é sua aceitação na cultura de Samoa, em comparação com os gays no Ocidente e no Japão. A lógica é a de que gays que são rejeitados tendem a ajudar menos os familiares a criarem seus filhos.

Mas ele também acredita que há alguma coisa no estilo de vida dos fa’afafine que os torna mais propensos a serem carinhosos com seus sobrinhos e sobrinhas. E especula que encontrará resultados semelhantes em outros grupos de “terceiro gênero” ao redor do mundo.

Se isso for comprovado, a teoria do “ajudante no ninho” pode explicar em parte como um traço genético da atração pelo mesmo sexo não foi excluído dos humanos ao longo da evolução.

Mesmo com uma menor capacidade de se reproduzir, homossexuais que se identificam como um “terceiro gênero” ajudariam a aumentar a capacidade reprodutiva de seus parentes heterossexuais, ao assumirem cuidados com as crianças.

Homossexuais também têm filhos

Nos Estados Unidos, cerca de 37% da população lésbica, gay, bissexual e transsexual têm filhos, 60% dos quais são biológicos. De acordo com o Instituto Williams, casais gays com filhos têm, em média, dois.

Estes números podem não ser altos o suficiente para sustentar que traços genéticos específicos ao grupo sejam passados adiante, mas o biólogo evolucionista Jeremy Yoder lembra que durante boa parte da história moderna, pessoas gays não viveram vidas abertamente homossexuais.

Obrigadas pela sociedade a casarem e terem filhos, suas taxas reprodutivas devem ter sido mais altas do que são hoje.

Medir a quantidade de gays que têm filhos também depende de como você define “ser gay”. Muitos dos homens heterossexuais que têm relações sexuais com os fa’afafine em Samoa casam-se com mulheres e têm filhos.

“A categoria da atração pelo mesmo sexo se torna muito difusa quando temos uma perspectiva multicultural”, diz Joan Roughgarden, um biólogo evolucionista na Universidade do Havaí.

No Ocidente há indícios de que muitas pessoas passam por uma fase de atividade homossexual, mesmo que sejam principalmente heterossexuais.

Isso tornaria mais complicado afirmar que somente pais que levam uma vida homossexual poderiam passar “genes gays” adiante.

Nos anos 1940, o pesquisador de sexo americano Alfred Kinsey descobriu que apenas 4% dos homens brancos eram exclusivamente gays após a adolescência, mas 10% dos homens tiveram um período de atividade gay de 3 anos e 37% tiveram relações com alguém do mesmo sexo em algum momento de suas vidas.

Uma pesquisa nacional de atitudes em relação ao sexo feita na Grã-Bretanha em 2013 apresentou número mais baixos. Cerca de 16% das mulheres disseram ter tido alguma experiência sexual com outra mulher (8% tiveram contato genital) e 7% dos homens disseram ter tido alguma experiência sexual com um homem (5% tiveram contato genital).

Mas a maior parte dos cientistas pesquisando a evolução gay estão mais interessados na existência de um padrão de desejo interno contínuo. Identificar-se como gay ou heterossexual não é tão importante, nem ter relações homossexuais com maior ou menor frequência.

“A identidade sexual e os comportamentos sexuais não são boas medidas da orientação sexual. Os sentimentos sexuais, sim”, diz Paul Vasey.

Nem tudo está no DNA

Qazi Rahmandiz afirma que grupos de genes que determinam a atração pelo mesmo sexo só explicam parte da variedade da sexualidade humana.

Outros fatores biológicos que variam naturalmente também interferem. Um em cada sete homens, por exemplo, devem sua sexualidade ao “Efeito Big Brother”: observou-se que garotos com irmãos mais velhos têm maiores chances de serem gays – cada irmão mais velho aumentaria as chances de homossexualidade em cerca de um terço.

Ainda não se sabe o porquê, mas uma teoria é a de que a cada gravidez de um bebê do sexo masculino, o corpo da mulher desenvolve uma reação imunológica a proteínas que tem um papel no desenvolvimento do cérebro masculino.

Como isto só interfere de alguma forma no bebê depois que muitos irmãos já nasceram – a maioria dos quais serão heterossexuais e terão filhos – esta peculiaridade pré-natal não foi descartada pela evolução.

A exposição a níveis incomuns de hormônios antes do nascimento também pode afetar a sexualidade. Por exemplo, fetos de fêmeas expostos a altos níveis de testosterona antes do nascimento demonstram altos índices de lesbianismo depois.

Estudos mostram que mulheres lésbicas e homens “machões” tem uma diferença no comprimento dos dedos indicador e anular – que demonstra a exposição pré-natal à testosterona. Em lésbicas “femininas” esta diferença é muito menor.

Os gêmeos idênticos também provocam questionamentos. Pesquisas descobriram que se um gêmeo é gay, há cerca de 20% de chance de que seu gêmeo idêntico tenha a mesma orientação sexual. Apesar de a probabilidade ser maior do que o normal, ainda é pequena considerando que os dois tem o mesmo código genético.

William Rice, da Universidade da Califórnia Santa Barbara, diz que pode ser possível explicar isso olhando não para nosso código genético, mas para o modo como ele é processado. Rice e seus colegas se referem ao campo emergente da epigenética, que estuda como partes do nosso DNA são “ligadas” ou “desligadas”.

Para Qazi Rahman, é a mídia que simplifica excessivamente as teorias genéticas da sexualidade, com suas reportagens sobre a descoberta do “gene gay”. Ele acredita que a sexualidade envolve dezenas ou centenas de grupos de genes que provavelmente levaremos décadas até descobrir.

 

Fonte: BBC BRASIL

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Ser gay é uma questão biológica, diz pesquisa
   Blog Diversidade   │     22 de fevereiro de 2014   │     21:11  │  2

Festivais do Orgulho Gay nos Estados Unidos foram utilizados como base para a pesquisa de Michael Bailey

CHICAGO, EUASer gay não é uma escolha, mas algo que se carrega no DNA, afirma nova pesquisa da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos. Cientistas descobriram dois genes que estariam ligados à homossexualidade nos homens. Com possibilidade de teste genético durante a gravidez, o estudo gera temor de que a discriminação possa incentivar abortos.

Pesquisadores analisaram o DNA de 400 irmãos gays, recrutados em festivais do Orgulho Gay durante vários anos. Eles conseguiram destacar dois genes que afetariam a orientação sexual dos participantes. Mas ainda não se sabe qual a sua atuação.

O resultado da pesquisa foi divulgado na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência e reabre a polêmica do “gene gay”, levantada após pesquisa de 1993 que apontou evidência genéticas para a orientação sexual. No entanto, outros estudos que se seguiram não conseguiram encontrar uma ligação genética.

“Orientação sexual não tem nada a ver com a escolha. Nossos resultados sugerem que pode haver genes em jogo. Encontramos evidências para dois conjuntos que determinam se um homem é gay ou hetero”, disse Michael Bailey, da Universidade Northwestern, em Illinois, que contribuiu para o estudo. “Embora essa descoberta possa um dia levar a um teste pré-natal para definir a orientação sexual masculina, ele não seria muito preciso, uma vez que existem outros fatores que podem influenciar o resultado”, analisou Bailey.

Apesar de dizer que o resultado não seria definitivo, o pesquisador aumenta a polêmica ao incentivar o uso de exames para o “diagnóstico sexual”. “É claro que os pais não devem ter permissão para torturar ou matar bebês. Mas eles podem atualmente optar por interromper a gravidez no início, por isso, devem ser autorizados a ter o máximo de informações sobre a criança”, afirmou Michael Bailey.

DÚVIDA.

O psicólogo Qazi Rhaman, da instituição britânica King’s College, em Londres, explicou que a genética é considerada responsável por até 40% da orientação sexual de uma pessoa e que é provável que muitos genes estejam envolvidos. Portanto, ele acredita que é muito difícil que um teste genético determine a orientação sexual de um indivíduo.

“Não há risco real de alguém encontrar um teste genético para a orientação sexual com base nessa ou em qualquer outra descoberta científica sobre a genética da sexualidade nos últimos 20 anos”, ressaltou Rhaman. “Não há nenhum gene gay. Por isso, você não vai ser capaz de desenvolver um teste para encontrá-lo”, complementou. Rhaman acrescentou que todos os traços psicológicos envolvem a genética.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação da UC/EUA

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Envelhecimento em Travestis e Transexuais
   Blog Diversidade   │     30 de outubro de 2013   │     22:31  │  0

A mulher T, o envelhecimento é apresentado como em qualquer ser biológico, mas há alguns benefícios que não são vistos em mulheres biológicas.

Baseado em estudos feitos em mulheres biológicas em idade reprodutiva e a procriação dos filhos, mostra algumas alterações devido à gravidez, fisiologia e principalmente com mudanças permanentes em seu corpo, também certas doenças, sequelas em suas estruturas sistema reprodutivo e glandular, com mudanças importantes e, por vezes, também permanentes.

A vantagem do uso de estrogênio, permite que são retidos, forma do corpo e outras manifestações clínicas, igualmente em mulheres T e mulheres biológicas, que é submetida a terapia de reposição hormonal, permite uma melhor qualidade de vida em geral, manter principalmente em alguns casos, a produção de colágeno, durante períodos mais longos e a integridade de determinadas estruturas biológicas.
O mesmo acontece no Homem T, devido à influência do hormônio masculino ou reposição de testosterona, quem nasceu mulher biológica e e mudou conforme sua identidade de gênero, o envelhecimento ou ejaculação rápida. Com muito perceptível facial e alopecia.
MULHERES T
Apenas são mudanças notáveis em mulheres biológicas, assim como a menopausa, tais como a “androgenização” porque os seus ovários continuam a produzir andrógenos muito tempo, a existência de um “masculinização” do seu rosto, a perda de gordura nos quadris e coxas, glúteos e, sobretudo, a perda de colágeno e cabelo, em casos extremos, visto alopecia.
A terapia de readequação sexual em mulheres transexuais diagnosticadas e em tratamento com hormônios femininos e ciclos de anti-andrógenos ou orquiectomia, em outra cirurgia de redesignação de seus órgãos genitais, mas que inclui a orquiectomia, isso é uma vantagem, para remover ou bloquear a produção de testosterona pelos testículos e atingir feminização desejada, provoca grandes mudanças, que permitem, até certo ponto uma vantagem de sua longevidade em comparação às mulheres biológicas, mas muito do que é, de alguma fatores de risco que devem ser controlados por causa de seu histórico de doenças genéticas ou em palavras simples os personagens da herança.
Saúde Transgender, fornece resultados que beneficiem as mulheres T, controlado pela vida, mas que o dano ou causar sérios danos à saúde, com efeitos permanentes e irreversíveis em pessoas chamadas ou chamam a si mesmos e auto medicar transexual.
Esta é uma realidade e está totalmente comprovado que pessoas com transtorno de identidade de gênero, dismorfia e obsessivo compulsivo extrema disforia e auto-medicar com doses elevadas, pagar conseqüências graves com envelhecimento precoce, danos às suas estruturas, em órgãos vitais e uma má qualidade de vida. E, infelizmente, também de sua morte, devido a lesão permanente do órgão.
O suporte de acompanhamento médico por toda a vida, garantindo a qualidade de vida aceitável com a saúde e os benefícios alcançados são mais permanente, permitindo que a mulher transexual, desfrutar deste, sem causar envelhecimento tão rápido, como acontece mulheres biológicas, que já não consomem reposição hormonal devido à menopausa. Aqui, o mais importante para a sua adaptabilidade a este hormônio por mulheres T e seu reconhecimento e fixação de seu corpo, não permite alterações fisiológicas significativas, que também condicionais alterações do estado mental sua mente, ou seja, um distúrbio que produz um efeito negativo sobre a sua pessoa e em seu ambiente.
Em alguns países, por condições e seu próprio ambiente social e de trabalho, principalmente o processo de readequação sexual, em algumas transexuais, o início em idades mais de 50 anos exigente e tem sido observada nessas pessoas que redistribuição, na maioria das vezes os resultados são excelentes, permitindo que você tenha uma qualidade de vida, às vezes muito maior naqueles que começou mais cedo que se refere a muitas doenças por herança ou presente-idade degenerativa crônica ou mais tarde, ou seja, com uma idade média de vida e, por vezes, é necessário parar de tomar a terapia hormonal para a vida ou ciclos de anti-andrógenos nas pessoas, Eu não praticaria a orquiectomia ou não foram também fez sua cirurgia de redesignação e não permitiu continuar com estrogênio durante algum tempo, devido a certas doenças ou distúrbios metabólicos, permitindo a recuperação ou reversibilidade produção testicular de testosterona ou mudanças semelhantes aos da menopausa, condicionado ainda mais a ansiedade ou a depressão clínica das mulheres biológicas e, em casos extremos, provocar pensamentos suicidas, tentativas de suicídio ou concluídas. Isso já é visto, o que torna as mulheres diferentes biológicos de uma forma negativa, não é o mesmo que as mulheres biológicas tenra idade média de sua própria natureza, produz estrogênio e progesterona, a qual deve ser suspenso temporariamente e, por vezes, prolongado em mulheres transexuais.
A vantagem da mulher T adulta, é que certas doenças mencionadas acima estão presentes em idade mais jovem e não tem permissão para ser candidatas para o processo readequação sexual, e se assim for, deve levar em conta as exigências da redesignação que pode ser eficaz, se não, você pagara as consequências.
Mulheres T mais velhas para outros procedimentos cirúrgicos para melhorar a forma do seu corpo e rosto, tais como cirurgia plástica e que são considerados de maior risco, em certa medida e tomado com reservas, como a recuperação ou complicações ocorrem com mais frequência, mas é preciso mencionar que a mulher T jovem com certos distúrbios metabólicos, como diabetes, colesterol alto, o metabolismo da gordura, tabagismo, são mais propensos a ter complicações mais sérias que as mulheres T com idades mais avançada do que tem desfrutado de saúde e qualidade de vida, com cuidado sobre a sua pessoa, como é uma dieta saudável e exercício aeróbio e anaeróbio.
Outros fatores podem ser fatores para a mulher T um envelhecimento precoce ou acelerado, além dos já mencionados, são hereditárias ou adquiridas e são crônicas. São aqueles que são como uma consequência de certas drogas, que apesar de não ter qualquer interação com reposição hormonal, são capazes de produzir devido a sua cronicidade, algumas alterações na função hepática ou de suas glândulas, bem como do sistema renal , por isso é muito importante para ser usado a menos que as drogas efeitos do fígado ou danos aos rins, mesmo aqueles que são capazes de produzir alterações hemodinâmicas.
Tal como acontece com qualquer um, principalmente a pele facial, o que é mais notável é o envelhecimento e a mulher T não é uma exceção, uma vez que no processo de readequação de sexo, há grandes mudanças em sua pele, é despigmentação, afinamento principalmente, são mais vulneráveis ao envelhecimento e se para isso, associar as mudanças ambientais, o uso de cosméticos de má qualidade, má higiene e exposição à luz solar ou climas quentes extremas condição danos mais graves , que as mulheres biológicos. A necessidade de usar protetores solares base de dióxido de titânio são altamente recomendados, e ingestão de vitamina C para a vida toda. Por isso, é de suma importância para prolongar a produção de colágeno, na medida do possível, no que se refere mulher T com cuidado e ingestão de hormônios femininos.
Até este ponto, e de acordo com a pesquisa, que hormônios femininos mulher T em mais de 50 anos de idade, diagnosticada e que foram submetidas a rigoroso protocolo realocação excede benefícios e vantagens para as mulheres biológicas. Sem contar que muito disso é em sua genética, dieta, exercício, principalmente, livre de doenças crônico-degenerativas de qualquer tipo, livre de vícios, como alcoolismo, drogas ou rapé.
  • Existem algumas medidas preventivas, que devem ser tidos em consideração, a fim de evitar na medida do possível, o envelhecimento prematuro e de envelhecimento com qualidade de vida
  • Alimentando gordura animal livre e seus derivados.
  • Proteína ingestão de alimentos, um requisito mínimo.
  • A carne vermelha, um esporadicamente ou, no máximo, uma vez por semana.
  • Diminuir o consumo de aves de capoeira, de preferência usando apenas a “mama”.
  • Leite semi-desnatado. Peixes e frutos do mar para evitar.
  • Consumo de verduras, carboidratos complexos.
  • A vitamina C e cálcio.
  • Evite álcool e tabaco.
  • Prioridade exercício aeróbio e anaeróbio.
  • Só use filtros solares com dióxido de titânio 100 fps
  • Faça a melhor qualidade e noite retirada com água e sabão.
  • Evite o consumo de milagroso e qualquer suplemento ou produtos naturais.
  • É muito importante que todo o medicamento é prescrito por um médico e aprender a partir de suas interações com estrogênio.
  • Na terapia conservadora com estrogênio para a vida, não passar a 2 mg por dia.
  • Nunca use progestágenos, exceto com ciclos de ciproterona

 

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Governo publica e suspende portaria sobre mudança de sexo em menos de 24h
   Blog Diversidade   │     1 de agosto de 2013   │     0:00  │  3

Só em São Paulo setecentos pacientes esperam na fila para a troca de sexo “cirurgia de readequação ou redesignação de sexo “.

Em vigor há menos de 24 horas, a portaria do Ministério da Saúde que muda as regras para a mudança de sexo no SUS será suspensa, informou a pasta.

A norma foi publicada no “Diário Oficial da União” desta quarta-feira (31).

As principais novidades agregadas pela portaria eram: redução da idade mínima para a realização de cirurgias para troca de sexo dos atuais 21 anos para 18 anos; a redução da idade mínima para o início da terapia hormonal para mudança de sexo de 18 anos para 16 anos e a inclusão de novos procedimentos a serem cobertos pela rede pública, como mastectomia (retirada das mamas), retirada de útero e ovários e tratamento hormonal para transexuais masculinos.

Em nota divulgada no final da tarde desta quarta, o ministério afirma que suspendeu os efeitos da portaria “até que sejam definidos os protocolos clínicos e de atendimento no âmbito do processo transexualizador”.

“O Ministério da Saúde convidará representantes dos serviços de saúde que já realizam este processo e especialistas na matéria para definir os critérios de avaliação do indivíduo, de obtenção da autorização dos pais e responsáveis, no caso de faixa etária específica, e de acompanhamento multidisciplinar ao paciente e aos seus familiares, considerando-se, inclusive, o Parecer CFM nº 8/2013, que trata do tema”, diz a nota.

Aos 53 anos, Leo quer assumir um corpo que reflita a visão que tem de si mesmo

Aos 53 anos, Leo quer assumir um corpo que reflita a visão que tem de si mesmo  “É uma sensação de inadequação com seu corpo 24 horas por dia”, diz o ator e iluminador Leo Moreira, de 53 anos (leia a história dele ao lado). Esse é o sentimento de um transexual, pessoa que tem a mente de um sexo mas o corpo de outro. É para pessoas com esta sensação de não pertencimento que, há dois anos, existe na capital o Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais. Fica  na Rua Santa Cruz,  na Vila Mariana, Zona Sul, e tem 700 inscritos para passar por cirurgia de redesignação sexual, ou seja,  troca de sexo.

A maioria de frequentadores do ambulatório nasceu com o sexo masculino e deseja ter genitália feminina. Apenas 50 nasceram mulheres e querem ter características masculinas. “Para chegar à cirurgia, é preciso passar por pelo menos dois anos de acompanhamento médico e psicológico”, explica Maria Filomena Cernicchiaro, a Filó, diretora do ambulatório.

Segundo ela, a cirurgia para redesignação de sexo é uma necessidade de saúde em alguns casos. “É um transtorno de gravidade variável para o transexual. Alguns convivem bem com seu sexo biológico e não sentem necessidade de mudança”, diz a diretora. “Mas, em casos extremos, a pessoa não se identifica com a genitália que possui a ponto de nem sequer se masturbar”, afirma a especialista.

 

Fonte: Folha UOL

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Gays assumidos são menos estressados que os enrustidos e os héteros, diz pesquisa
   Blog Diversidade   │     1 de fevereiro de 2013   │     13:37  │  0

Um estudo realizado por pesquisadores de Hospital Louis H. Lafontaine, afiliado à Universidade de Montreal, no Canadá, revelou que gays e lésbicas que saem do armário são menos estressados em relação aos enrustidos.

A pesquisa, que foi publicada nessa terça (29) na Psychosomatic Medicine, indica ainda que os gays são mais relaxados que os heterossexuais. Para chegar aos resultados, a equipe testou níveis de cortisol (um hormônio do estresse) e outros indicadores de tensão em homossexuais, bissexuais e heterossexuais.

“Contrariando nossas expectativas, homens gays e bissexuais têm menos sintomas depressivos e níveis menores de carga alostática (uma medida do estresse do corpo) do que homens heterossexuais”, diz Robert-Paul Juster, o principal autor do estudo.

Os testes foram feitos com 87 pessoas, entre homens e mulheres, com idade em torno dos 25 anos. Eles foram submetidos a exames de sangue, saliva e urina, além de questionários psicológicos.
      “Lésbicas, gays e bissexuais que se assumiram para suas famílias e amigos tinham níveis menores de sintomas psiquiátricos e menores níveis de cortisol pela manhã em relação aos que ainda estavam no armário”, afirmou Juster.
     A província de Quebec, de maioria francesa, tem recebido muitos gays da França, que sofrem intolerância no país. Nos últimos meses, temas como o casamento gay e a adoção de crianças por homossexuais são constantes no país, recebendo muitas críticas da parte conservadora da sociedade francesa.
      “Sair do armário não é mais um assunto de debate popular, mas uma questão de saúde pública. Internacionalmente, as sociedades devem se esforçar para facilitar essa autoaceitação, promovendo a tolerância, o avanço da política e a dissipação do estigma de todas as minorias”, disse o pequisador.

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