Category Archives: Casamento

GGAL realizará 2º Casamento Coletivo LGBT de Alagoas
   Blog Diversidade   │     28 de março de 2017   │     0:28  │  0

Em 09 de maio deste ano, o Memorial da República dos Palmares, no bairro de Jaraguá será palco de mais um acontecimento histórico do movimento LGBT alagoano, II edição do Casamento Coletivo LGBT de Alagoas. Evento este que acontecerá com o objetivo de oficializar uniões homoafetivas entre pessoas do mesmo sexo ou não, assim assegurando a garantia de direitos para certa de 30 ou mais casais LGBT de Alagoas.

O evento ocorrerá na data citada acima, a partir das 16: horas, e será uma cerimônia fechada para cerca de 300 convidados e imprensa alagoana.

O presidente do Grupo Gay de Alagoas-GGAL, Nildo Correia, idealizador do evento, afirma que é mais que gratificante está a frente do acontecimento, que com a realização desta edição, soma-se já dois momentos de conquistas e resistência a homofobia no Estado. Mais satisfatório ainda é saber que estamos contribuindo com a garantia de direitos para esta população.

Laffon Pires, presidente do Grupo Gay do Tabuleiro – GGT, afirmar esta confiante que esta segunda edição multiplicará o numero de casais, pois a busca é muito grande, e cerca de 25 pares já fizeram a entrega das documentações.

“São casais de todas as regiões do estado, é incrível como a busca é grande, mesmo precisando a sociedade avançar e se conscientizar mais sobre os seus direitos e deveres, parte desta população tem a total consciência de se garantir o assegura mento dos direitos conjunto, como também a necessidade de se alto afirmar como casal, para poder conquistar direitos já garantindo através da união homoafetiva”, afirma Maria Santos – Grupo Dandara.

Os casais interessados em oficializar suas uniões durante o Casamento Coletivo LGBT, deverão contactar a organização do evento através do Whatsaap a baixo citado e solicitar a lista da documentação necessária, entre outras informações.

Informações complementares e credenciamento de participação de jornalistas no evento – Whatsaap: 8888-5300 Tel: 99644-1004 – Nildo Correia.

Fonte: ASCOM-GGAL

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Premier da Austrália promete referendo sobre casamento gay
   Blog Diversidade   │     22 de junho de 2016   │     0:00  │  0

Na Austrália, as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo são legais em alguns estados, mas não são reconhecidas a nível federal.

Na Austrália, as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo são legais em alguns estados, mas não são reconhecidas a nível federal.

O primeiro-ministro da Austrália afirmou nesta segunda-feira que convocará ainda este ano um referendo sobre a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, caso o seu partido vença as eleições legislativas.

As eleições acontecerão no dia 2 de julho e as pesquisas mais recentes indicam um empate entre a coalizão conservadora no poder e a oposição trabalhista.

O primeiro-ministro, Malcolm Turnbull, que é favorável ao casamento gay, prefere um referendo a uma votação no Parlamento.

Na Austrália é possível organizar referendos consultivos sobre temas de interesse nacional, sem consequências para a Constituição, para conhecer a opinião dos eleitores.

“Nossa política é muito clara: cada australiano deve votar sobre o tema”, disse Turnbull, primeiro chefe de Governo em exercício a comparecer à tradicional Parada do Orgulho Gay de Sydney.

“Se vencermos em 2 de julho, esperamos que o Parlamento vote rapidamente a favor de um referendo e que este seja organizado rapidamente”, disse.

 O Partido Trabalhista prometeu uma votação no Parlamento sobre a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo nos primeiros 100 dias após a vitória.

Na Austrália, as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo são legais em alguns estados, mas não são reconhecidas a nível federal.

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Juiz de direito Mário Soares Caymmi Gomes se casa com médico na Bahia
   Blog Diversidade   │     14 de novembro de 2015   │     22:43  │  0

“O nosso casamento é um ato político, além de amoroso”, afirma juiz.‏

juiz Mário Soares Caymmi Gomes e o médico Alexandre de Moura Lima

juiz Mário Soares Caymmi Gomes e o médico Alexandre de Moura Lima

A união entre pessoas do mesmo sexo é fato consumado no Brasil desde 5 de maio de 2011, quando o Supremo Tribunal Federal aprovou o reconhecimento da união estável, seguido da obrigatoriedade de celebração de casamentos homoafetivos em todos os cartórios do País, por força da Resolução n. 175, do Conselho Nacional de Justiça, publicada em 16 de maio de 2013. Porém, um evento na Bahia se reveste de caráter de novidade: o casamento entre o juiz de direito Mário Soares Caymmi Gomes e o médico Alexandre de Moura Lima. A cerimônia aconteceu hoje (sábado, 14), no Hotel Deville Prime, em Itapuã, na Capital baiana.

A notícia é singular por se tratar do primeiro casamento homoafetivo de um magistrado na Bahia. A festa teve a Índia como inspiração, e a lua-de-mel será em Krabi, na Tailândia, e também nas Maldivas. Juntos há 12 anos, eles tem planos de adoção de filhos, aspecto que influenciou diretamente na decisão pelo casamento. O casal pretende entrar no cadastro de adoção, pois veem nela uma oportunidade para dar mais solidez à família.
Gomes é juiz há 19 anos e é titular da 8ª Vara de Fazenda Pública de Salvador desde 2010. Ele relata que, ao longo da sua carreira na magistratura, não foi vítima de perseguição ou represália por ser gay, mas não descarta haver comentários depreciativos de forma velada entre colegas de trabalho. Já os amigos apoiam a decisão pelo casamento e mostram-se feliz. “Não posso dizer que alguém manifestou algum descontentamento com isso”, afirma.
A relação com a família dos noivos é considerada muito tranquila, sobretudo porque ambos moram juntos há cerca de seis anos. O fato de serem pessoas independentes e poderem se sustentar por conta própria é tido como um privilégio. “Não temos que nos submeter ao crivo do preconceito familiar”, alega Gomes.
Sobre os possíveis impactos e desdobramentos da decisão do casal, Gomes é categórico: “O nosso casamento é um ato político, além de amoroso”. E prossegue em sua análise: “não há, que eu saiba, um juiz gay em nosso Estado que se assuma como tal além de mim, apesar de existirem boatos. Acho que o nosso casamento é um símbolo de que existe diversidade sexual em todos os níveis da sociedade e que isso, além de natural, deve ser objeto de respeito e tolerância”.
Questionado sobre as decisões do STF e do CNJ que garantiram o casamento homoafetivo, o magistrado assevera não ser possível qualquer retrocesso, mesmo em tempos de obscuros e anacrônicos projetos de lei como o Estatuto da Família, em curso no Congresso Nacional, que nega a existência de famílias homoparentais. “Fico um pouco triste pelo fato dessa decisão ter sido tomada não pelos nossos representantes eleitos e, sim, pelos tribunais, que têm demonstrado uma visão mais moderna e afirmativa a respeito da diversidade de gênero, enquanto que o Poder Legislativo se quer parece reconhecer a laicidade do Estado e ainda transita na medievalidade de querer regulamentar e tarifar o sentimento alheio. Mas não há como voltar. Temos que resistir e insistir: não somos diferentes, mas iguais e merecemos respeito”, conclui.

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Alagoas terá o seu primeiro Casamento Coletivo LGBT
   Blog Diversidade   │     10 de outubro de 2015   │     17:37  │  2

A ação será fechada para convidados, e os organizadores estimam que 50 casais formalizem união civil durante o acontecimento.

A ação será fechada para convidados, e os organizadores estimam que 50 casais formalizem união civil durante o acontecimento.

Uma parceria entre o Tribunal de Justiça e o Grupo Gay de Alagoas, possibilitará a realização do primeiro Casamento Coletivo de Gays, Lésbicas, Travestis e Transexuais do Estado de Alagoas.

A ação ocorrerá em 7 de dezembro, às 16 horas, no terraço do anexo do Teatro Deodoro, localizado na Praça Marechal Deodoro da Fonseca, centro de Maceió.

A organização do evento afirma que a expectativa é que cerca de 50 casais casem durante esta ação coletiva, a mesma estará abrindo o 15º Ciclo de Ativismo LGBT de Maceió, que se encerrará com a realização da Parada Gay do Estado, que ocorrerá no dia 13 de dezembro do ano em curso.

Para Givanildo Lima, um dos organizadores do evento, “este casamento coletivo é uma resposta a bancada fundamentalista, que tenta a todo custo desestrutura a luta do movimento LGBT, por direitos em prol da causa. Não lutamos pela simbologia da cerimônia, mas sim, pelos direitos que ele nos contempla”.

A ação será restrita para cerca de 200 convidados, e contará com a presença de autoridades como, deputados, vereadores, secretários, empresários entre outros, além da presença do presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, Desembargador Washington Luiz Damasceno Freitas, que já confirmou presença, afirma Alex Sander Porfírio, presidente do Conselho Estadual LGBT de Alagoas, e um dos organizadores do evento.

Os casais que queiram formalizar sua união civil durante este casamento, deverão entrar em contato com os organizadores do evento através dos contatos: 082 98888-5300 ou e-mail [email protected] , para obterem maiores informações de como participar.

Lembramos que só estaremos recebendo as documentações precisas, e formalizando o pedido de participação até o dia 26 de novembro.

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Pedido em vagão de metrô esquenta debate sobre casamento gay na China
   Blog Diversidade   │     1 de outubro de 2015   │     0:00  │  0

No interior do trem, um homem se ajoelha e pede para que passageiros sirvam de testemunhas

No interior do trem, um homem se ajoelha e pede para que passageiros sirvam de testemunhas

Um pedido de casamento provocou intenso debate nas mídias sociais na China. Isso porque foi feito de um homem para outro.

O local não parecia ser o mais romântico do mundo para se fazer “a” pergunta, mas quando um homem se ajoelhou diante de seu namorado no interior de um vagão do metrô de Pequim, passageiros sacaram seus smartphones para gravar o evento.

Milhares de usuários do Weibo, a principal ferramenta de mídia social chinesa, vêm mencionando o episódio. Um vídeo foi postado pelo usuário Bai Yiyan Vina.

“Estava, como de hábito, pegando o trem para casa, mas encontrei de forma inesperada um casal apaixonado. Foi incrível!”

Os dois homens não poderão se casar na China. A legislação do país não prevê uniões do mesmo sexo, mas casais chineses já viajaram para se casar nos EUA, incluindo sete deles que ganharam um concurso promovido pelo gigante do varejo online Alibaba.

E, embora alguns passageiros no metrô tenham gritado palavras de ordem contra o casal, a maioria dos comentários no Weibo mostrava apoio ao romântico pedido.

  Diferenças culturais

“Aos que chamaram (o episódio) de nojento: vocês não são qualificados para julgar os outros”, foi um comentário curtido mais de 600 vezes. Outro post popular elogiou o casal pela coragem de expressar seus sentimentos. Uma proporção menor de usuários discordou e algumas mulheres aproveitaram para lamentar sua falta de sorte na procura de um parceiro.

Em julho, a decisão da Corte Suprema dos Estados Unidos de legalizar o casamento gay teve grande repercussão na China. Mas os dois países têm dinâmicas bem diferentes na abordagem política na questão dos direitos das minorias sexuais, de acordo com Timothy Hildebrandt, professor do departamento de Ciências Sociais da London School of Economics e estudioso do movimento LGBT na China.

“Nos EUA, as divisões sobre o assunto têm caráter religioso. Na China, se as pessoas são homofóbicas, isso não faz parte de uma doutrina”, explica Hildebrandt.

O professor explica que as atitudes dos chineses em relação à homossexualidade variam imensamente. Há desde os que jamais encontraram uma pessoa abertamente gay ou transexual e sequer saibam o que é a homossexualidade aos que acreditam que ela não existe na China. Ao mesmo tempo, porém, há o crescimento da aceitação de gays, transexuais e transgêneros em áreas urbanas.

Em 2001, a homossexualidade foi removida da lista de doenças mentais da Associação Chinesa de Psiquiatria. Campanhas de prevenção ao HIV ofereceram aos grupos gay chances de falar sobre seus problemas. Mas Hildebrandt ressalta que os efeitos da “política do filho único” chinesa – que durante décadas multou casais que tivessem mais de uma criança – aumentaram a pressão sobre filhos únicos.

Segundo Hildebrandt, muitos pais veem o fato de seu filho único ser gay como o fim do sonho de terem netos. “É uma pressão desproporcional sobre gays. Mas as atitudes estão mudando, assim como no resto do mundo. Por meio de mídia sociais, as pessoas na China estão aprendendo sobre direitos LGBT”, completa.

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