Category Archives: Bizarro

Homem é preso por colocar ácido em pote de lubrificante em clube gay
   Blog Diversidade   │     29 de agosto de 2016   │     21:24  │  0

Caso aconteceu na Austrália; até o momento, polícia descarta crime de ódio

Um homem de 62 anos foi preso sob acusação de ter enchido um pote de lubrificante com ácido clorídrico no clube Aarows, voltado para o público gay e bissexual em Sidney, na Austrália. Não há registro de feridos, já que os potes possuíam alarmes contra adulteração, por causa de casos semelhantes no passado.

O homem, que não teve a identidade revelada, foi acusado de crimes que incluem a administração de substância tóxica com a intenção de ferir ou causar dor, informou a BBC.

Um porta-voz da polícia disse ao jornal australiano “Daily Telegraph” que os investigadores não estabeleceram uma motivação, mas não existem indícios de crime de ódio até o momento. O suspeito foi liberado sob fiança, mas deve comparecer perante à Justiça no próximo dia 20.

O Aarows se apresenta ao público como o “primeiro centro social, recreativo e saudável, onde o sexo seguro é permitido, independentemente do gênero”. À emissora Australian Broadcasting, um frequentador classificou o ato como “doentio”.

— Ácido clorídrico não é o melhor tipo de coisa para se brincar — afirmou o frequentador, que preferiu não se identificar.

Fonte: O Globo

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“Highsexual”, hétero que sente atração por homens ao fumar maconha ?
   Blog Diversidade   │     3 de março de 2015   │     0:00  │  0

Uma conversa no Reddit, no início do mês passado, alargou-se de forma inesperada, causando bastante polémica e discussão. O assunto era uma  nova orientação sexual.

Segundo reportagem do site gay americano Queerty, homens que se consideram heterossexuais estão relatando um estranho comportamento homossexual após fumarem maconha.

O “highsexual” é definido como alguém que é hetero, mas quando está mocado tem desejos gays. Mas muita gays mesmo! Tipo fucking hardcore gay all the way!

Esse assunto surgiu num fórum de discussão do site Reddit e está chamando a atenção dos internautas. Intitulado de “Maconha me faz temporariamente gay. Mais alguém?”, a publicação ganhou força e está gerando diversos comentários.

“Eu me sinto muito atraído por meninas e não tanto quanto a homens quando estou sóbrio. Mas quando eu estou chapado, eu só sinto atração por homens, apenas curiosidade, não que realmente me incomode, desde que eu ainda esteja atraído por meninas, mas às vezes me sinto estranhamente atraído por amigos do sexo masculino. Meu círculo chama isto de Highsexualism”. descreveu um dos rapazes que se considera highsexual.

Pois é. Depois dos g0ys, spornsexual, o termo “highsexual” entrou para o dicionário urbano em 2009 e é definido como “a súbita reversão de sua orientação sexual depois de fumar maconha”. Entretanto, essa teoria não tem convencido muita gente: “As drogas forçam algumas pessoas a assumirem sua sexualidade, especialmente aquelas que estejam lutando contra”, comentou um outro usuário.

O certo é , na internet o assunto esta gerando uma grande discussão e começou a surgir vários relatos de pessoas que diziam sentir exatamente o mesmo.  Sem contar que a discussão já é feita desde  2009 mas nunca ninguém usava o termo e nem se assumia praticante do termo.
Mais tem aqueles que acreditam que a droga apenas esta revelando o que eles queriam o tempo todo, e outro grupo a jurar a pés juntos que não, que normalmente não têm o mínimo interesse nisso e não é uma cena de perder a inibição, mas sim uma autêntica influência da droga nos desejos sexuais.

E você, o que diria do assunto ?

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Exame anal para detectar homossexualidade ?
   Blog Diversidade   │     2 de março de 2015   │     13:56  │  0

Desde que os militares chegaram ao poder no Egipto, abriram guerra aos homossexuais. Os médicos usam métodos de enorme crueldade para provar crimes contra a moralidade.

Com o apoio de al-Sissi estão a ser de novo usados os "testes de virgindade"

Com o apoio de al-Sissi estão a ser de novo usados os “testes de virgindade”

Um livro de medicina francês de 1857, escrito pelo legista Auguste Ambroise Tardieu, proeminente médico e defensor de crianças sexualmente abusadas, é a base onde se apoiam os médicos egípcios para acusar pessoas de homossexualidade. Os métodos e práticas utilizados são chocantes.

Oficialmente ninguém assume e a homossexualidade nem é considerada crime no Egipto, no entanto, desde que o general al-Sissi chegou a Presidente, em 2013, o número de homossexuais presos tem vindo a aumentar, sob a acusação de “deboche” ou atentados ao pudor. Só no ano passado foram 150.

Para determinar se os presos são ou não homossexuais, os médicos do ministério da Justiça começam por lhes examinar o ânus. “A forma do ânus muda, torna-se anormal e parecida com a de uma vagina”, disse, Louis Maged, director adjunto da autoridade médica do ministério da Justiça do Egipto ao site Buzzfeed News.

O médico esclareceu ainda outras diferenças entre um ânus de um homem “normal” e o dos homossexuais: “No ânus de um homem normal não pode entrar mais do que uma articulação do dedo mindinho”. Além disso, defende que dos exames anais que levou a cabo, se conclui que nos homossexuais o ânus não se contrai quando se lhe toca, são lisos e não apresentam “rugas”, como os dos outros homens.

Numa experiência relatada pelo médico Aymen Fouda, foram introduzidas agulhas nos ânus dos suspeitos, e foram depois ligadas à corrente. Quem já foi sujeito a tais sistemas de exame anal denuncia a enorme crueldade dos mesmos. Um dos acusados do caso Queen Boat de 2001 conta que esse foi “um dos piores momentos” da sua vida. Outro dos arguidos acusou os médicos de os tratar “como porcos”.

Um caso recente veio trazer alguma esperança de mudança aos activistas dos direitos humanos no Egipto. O tribunal considerou inocentes os 26 homens envolvidos no “caso do hamman”. A polícia irrompeu por uma casa de banhos no Cairo e prendeu os 26 homens sob acusação de participação numa “festa de sexo gay”.

O caso ganhou maior relevo por a operação policial ter sido filmada por uma estação de televisão – imagens dos homens nus, a ser arrastados pela polícia causaram controvérsia. Há quem acuse o governo de pressionar os meios de comunicação social para fazerem a cobertura de casos relacionados com homossexualidade e moralidade. Ibrahim Monsour, director do jornal Tahrir News garantiu que essas “instruções” vêm do “aparelho de Estado”.

Com o apoio de al-Sissi estão a ser de novo usados os “testes de virgindade” que haviam sido banidos pela Justiça em 2011, depois da queda de Mubarak. Estes aplicam-se a mulheres e a sua utilização tem vindo a ser condenada pela Organização Mundial de Saúde e por várias organizações humanitárias, por se tratar de uma prática intrusiva e abusiva porque é feita, muitas vezes, contra a vontade das mulheres.

 

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Exame anal para detectar homossexualidade ?
   Blog Diversidade   │       │     13:56  │  0

Desde que os militares chegaram ao poder no Egipto, abriram guerra aos homossexuais. Os médicos usam métodos de enorme crueldade para provar crimes contra a moralidade.

Com o apoio de al-Sissi estão a ser de novo usados os "testes de virgindade"

Com o apoio de al-Sissi estão a ser de novo usados os “testes de virgindade”

Um livro de medicina francês de 1857, escrito pelo legista Auguste Ambroise Tardieu, proeminente médico e defensor de crianças sexualmente abusadas, é a base onde se apoiam os médicos egípcios para acusar pessoas de homossexualidade. Os métodos e práticas utilizados são chocantes.

Oficialmente ninguém assume e a homossexualidade nem é considerada crime no Egipto, no entanto, desde que o general al-Sissi chegou a Presidente, em 2013, o número de homossexuais presos tem vindo a aumentar, sob a acusação de “deboche” ou atentados ao pudor. Só no ano passado foram 150.

Para determinar se os presos são ou não homossexuais, os médicos do ministério da Justiça começam por lhes examinar o ânus. “A forma do ânus muda, torna-se anormal e parecida com a de uma vagina”, disse, Louis Maged, director adjunto da autoridade médica do ministério da Justiça do Egipto ao site Buzzfeed News.

O médico esclareceu ainda outras diferenças entre um ânus de um homem “normal” e o dos homossexuais: “No ânus de um homem normal não pode entrar mais do que uma articulação do dedo mindinho”. Além disso, defende que dos exames anais que levou a cabo, se conclui que nos homossexuais o ânus não se contrai quando se lhe toca, são lisos e não apresentam “rugas”, como os dos outros homens.

Numa experiência relatada pelo médico Aymen Fouda, foram introduzidas agulhas nos ânus dos suspeitos, e foram depois ligadas à corrente. Quem já foi sujeito a tais sistemas de exame anal denuncia a enorme crueldade dos mesmos. Um dos acusados do caso Queen Boat de 2001 conta que esse foi “um dos piores momentos” da sua vida. Outro dos arguidos acusou os médicos de os tratar “como porcos”.

Um caso recente veio trazer alguma esperança de mudança aos activistas dos direitos humanos no Egipto. O tribunal considerou inocentes os 26 homens envolvidos no “caso do hamman”. A polícia irrompeu por uma casa de banhos no Cairo e prendeu os 26 homens sob acusação de participação numa “festa de sexo gay”.

O caso ganhou maior relevo por a operação policial ter sido filmada por uma estação de televisão – imagens dos homens nus, a ser arrastados pela polícia causaram controvérsia. Há quem acuse o governo de pressionar os meios de comunicação social para fazerem a cobertura de casos relacionados com homossexualidade e moralidade. Ibrahim Monsour, director do jornal Tahrir News garantiu que essas “instruções” vêm do “aparelho de Estado”.

Com o apoio de al-Sissi estão a ser de novo usados os “testes de virgindade” que haviam sido banidos pela Justiça em 2011, depois da queda de Mubarak. Estes aplicam-se a mulheres e a sua utilização tem vindo a ser condenada pela Organização Mundial de Saúde e por várias organizações humanitárias, por se tratar de uma prática intrusiva e abusiva porque é feita, muitas vezes, contra a vontade das mulheres.

 

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Gays são crucificados e mortos por Estado Islâmico
   Blog Diversidade   │     22 de janeiro de 2015   │     12:00  │  0

O Estado Islâmico domina parte do território da Síria e do Iraque. Nestes locais, as execuções públicas têm se tornado comum.

Dois homens que seriam homossexuais foram atirados do telhado de uma torre, em Mosul, na província de Nineveh, no Iraque, pelo grupo extremista Estado Islâmico, conhecido internacionalmente como ISIS. As imagens chocantes do assassinato foram compartilhadas pelos membros da grupo e se espalhou nas redes sociais.

Nas imagens, é possível ver homens encapuzados empurrando as duas vítimas, enquanto uma multidão assiste à queda, na rua. No meio dos espectadores da execução, outros dois homens são crucificados.

“O tribunal islâmico em Wilayet al-Furat decidiu que um homem que tenha praticado sodomia deve ser jogado do ponto mais alto da cidade e, em seguida, apedrejado até a morte”, afirmou um membro do ISIS em uma declaração fornecida à AFP juntamente com as imagens. Em novembro do ano passado, outros dois homens acusados pelos jihadistas de serem gays foram apedrejados até a morte.

Execuções públicas

O Estado Islâmico domina parte do território da Síria e do Iraque. Nestes locais, as execuções públicas têm se tornado comum. Em outras imagens divulgadas pelo grupo, uma mulher que teria cometido adultério é apedrejada até a morte. Acusados de roubo e outros crimes são crucificados e mortos no meio da rua.

Na pesquisa “Traçando o perfil do Estado Islâmico”, Charles Lister, do instituto Brookings Doha Center, que analisa o cenário geopolítico e social do mundo muçulmano, descreve a versão de governo islâmico proposto pelo ISIS: “A implementação de uma forma estrita da sharia (conjunto de leis islâmicas) é claramente central para a governança do ISIS. Isso inclui a imposição da hudud (punições islâmicas fixas para crimes graves), aplicação das cinco orações diárias, proibição de drogas , álcool e tabaco; controle da aparência pessoal, incluindo vestuário; proibição de jogos de azar, de música não- islâmica, e mistura de gênero; e a destruição de santuários religiosos, entre outras regras”.

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