Category Archives: Bizarro

Barba protege homens da homossexualidade, diz líder religioso
   Blog Diversidade   │     21 de janeiro de 2018   │     15:15  │  0

Com glitter pode, né?!

Os homens que desejam manter a imagem de heterossexual devem considerar usar barba – alerta um líder do grupo religioso russo.

Durante uma entrevista com o Serviço Nacional de Notícias da Rússia, Kornily, um católico ortodoxo que deixou a igreja em 1666, ligou a ausência de barba com homossexualidade. Na entrevista, Kornily pediu para os homens pararem de tirar pelos do corpo para “se protegerem da homossexualidade”.

“Deus nos deu as regras. Está escrito que Deus criou todos com barba. Não podemos imaginar Cristo ou algum santo sem barba. Não se deve opor ao seu criador. É uma coisa monstruosa ver a roupa masculina e os penteados da atualidade”, disse Kornily.

Conchita

Situação dos Gays na Rússia

Muitos religiosos se desvincularam da Igreja Católica Ortodoxa depois que o Patriarca Nikon, o chefe da igreja em 1666, fez mudanças nos livros e costumes ortodoxos russos. Deixaram o continente da Rússia e se mudaram para áreas remotas ao redor do globo – alguns grupos vivem em áreas dos EUA, Brasil, China e Sibéria – para praticar sua fé, que proíbe fortemente a homossexualidade.

De acordo com Kornily, o status religioso de ter uma barba “desapareceu completamente do ocidente católico”. Atrelou inclusive o aumento de casos de homossexualidade na Rússia devido a ausência de barba.

Embora a sodomia tenha sido despenalizada na Rússia em 1993 – o país já havia encarcerado as pessoas condenadas por atos homossexuais – a Rússia geralmente desaprova a homossexualidade em todas as frentes religiosas e políticas.

A Chechênia recentemente foi investigada depois que o jornal russo Novaya Gazeta informou que homens gays na área estavam sendo submetidos a torturas. O The Guardian confirmou mais tarde que quatro homens apresentaram evidências de espancamentos e tortura com choque elétrico por mais de uma semana em um campo de concentração.

As autoridades chechenas negaram as acusações, mas o tratamento desumano nos homens gays foi suficiente para provocar um clamor internacional, fazendo com que líderes mundiais, incluindo a chanceler alemã Theresa May, pedissem ao presidente russo Vladimir Putin para investigar os relatórios. Elena Milashina, a repórter que acompanhou o ocorrido, disse ao The Guardian em maio que Putin tinha sido informado sobre os crimes e não fez nada.

Com informações de Newsweek

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Homem é preso por colocar ácido em pote de lubrificante em clube gay
   Blog Diversidade   │     29 de agosto de 2016   │     21:24  │  0

Caso aconteceu na Austrália; até o momento, polícia descarta crime de ódio

Um homem de 62 anos foi preso sob acusação de ter enchido um pote de lubrificante com ácido clorídrico no clube Aarows, voltado para o público gay e bissexual em Sidney, na Austrália. Não há registro de feridos, já que os potes possuíam alarmes contra adulteração, por causa de casos semelhantes no passado.

O homem, que não teve a identidade revelada, foi acusado de crimes que incluem a administração de substância tóxica com a intenção de ferir ou causar dor, informou a BBC.

Um porta-voz da polícia disse ao jornal australiano “Daily Telegraph” que os investigadores não estabeleceram uma motivação, mas não existem indícios de crime de ódio até o momento. O suspeito foi liberado sob fiança, mas deve comparecer perante à Justiça no próximo dia 20.

O Aarows se apresenta ao público como o “primeiro centro social, recreativo e saudável, onde o sexo seguro é permitido, independentemente do gênero”. À emissora Australian Broadcasting, um frequentador classificou o ato como “doentio”.

— Ácido clorídrico não é o melhor tipo de coisa para se brincar — afirmou o frequentador, que preferiu não se identificar.

Fonte: O Globo

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“Highsexual”, hétero que sente atração por homens ao fumar maconha ?
   Blog Diversidade   │     3 de março de 2015   │     0:00  │  0

Uma conversa no Reddit, no início do mês passado, alargou-se de forma inesperada, causando bastante polémica e discussão. O assunto era uma  nova orientação sexual.

Segundo reportagem do site gay americano Queerty, homens que se consideram heterossexuais estão relatando um estranho comportamento homossexual após fumarem maconha.

O “highsexual” é definido como alguém que é hetero, mas quando está mocado tem desejos gays. Mas muita gays mesmo! Tipo fucking hardcore gay all the way!

Esse assunto surgiu num fórum de discussão do site Reddit e está chamando a atenção dos internautas. Intitulado de “Maconha me faz temporariamente gay. Mais alguém?”, a publicação ganhou força e está gerando diversos comentários.

“Eu me sinto muito atraído por meninas e não tanto quanto a homens quando estou sóbrio. Mas quando eu estou chapado, eu só sinto atração por homens, apenas curiosidade, não que realmente me incomode, desde que eu ainda esteja atraído por meninas, mas às vezes me sinto estranhamente atraído por amigos do sexo masculino. Meu círculo chama isto de Highsexualism”. descreveu um dos rapazes que se considera highsexual.

Pois é. Depois dos g0ys, spornsexual, o termo “highsexual” entrou para o dicionário urbano em 2009 e é definido como “a súbita reversão de sua orientação sexual depois de fumar maconha”. Entretanto, essa teoria não tem convencido muita gente: “As drogas forçam algumas pessoas a assumirem sua sexualidade, especialmente aquelas que estejam lutando contra”, comentou um outro usuário.

O certo é , na internet o assunto esta gerando uma grande discussão e começou a surgir vários relatos de pessoas que diziam sentir exatamente o mesmo.  Sem contar que a discussão já é feita desde  2009 mas nunca ninguém usava o termo e nem se assumia praticante do termo.
Mais tem aqueles que acreditam que a droga apenas esta revelando o que eles queriam o tempo todo, e outro grupo a jurar a pés juntos que não, que normalmente não têm o mínimo interesse nisso e não é uma cena de perder a inibição, mas sim uma autêntica influência da droga nos desejos sexuais.

E você, o que diria do assunto ?

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Exame anal para detectar homossexualidade ?
   Blog Diversidade   │     2 de março de 2015   │     13:56  │  0

Desde que os militares chegaram ao poder no Egipto, abriram guerra aos homossexuais. Os médicos usam métodos de enorme crueldade para provar crimes contra a moralidade.

Com o apoio de al-Sissi estão a ser de novo usados os "testes de virgindade"

Com o apoio de al-Sissi estão a ser de novo usados os “testes de virgindade”

Um livro de medicina francês de 1857, escrito pelo legista Auguste Ambroise Tardieu, proeminente médico e defensor de crianças sexualmente abusadas, é a base onde se apoiam os médicos egípcios para acusar pessoas de homossexualidade. Os métodos e práticas utilizados são chocantes.

Oficialmente ninguém assume e a homossexualidade nem é considerada crime no Egipto, no entanto, desde que o general al-Sissi chegou a Presidente, em 2013, o número de homossexuais presos tem vindo a aumentar, sob a acusação de “deboche” ou atentados ao pudor. Só no ano passado foram 150.

Para determinar se os presos são ou não homossexuais, os médicos do ministério da Justiça começam por lhes examinar o ânus. “A forma do ânus muda, torna-se anormal e parecida com a de uma vagina”, disse, Louis Maged, director adjunto da autoridade médica do ministério da Justiça do Egipto ao site Buzzfeed News.

O médico esclareceu ainda outras diferenças entre um ânus de um homem “normal” e o dos homossexuais: “No ânus de um homem normal não pode entrar mais do que uma articulação do dedo mindinho”. Além disso, defende que dos exames anais que levou a cabo, se conclui que nos homossexuais o ânus não se contrai quando se lhe toca, são lisos e não apresentam “rugas”, como os dos outros homens.

Numa experiência relatada pelo médico Aymen Fouda, foram introduzidas agulhas nos ânus dos suspeitos, e foram depois ligadas à corrente. Quem já foi sujeito a tais sistemas de exame anal denuncia a enorme crueldade dos mesmos. Um dos acusados do caso Queen Boat de 2001 conta que esse foi “um dos piores momentos” da sua vida. Outro dos arguidos acusou os médicos de os tratar “como porcos”.

Um caso recente veio trazer alguma esperança de mudança aos activistas dos direitos humanos no Egipto. O tribunal considerou inocentes os 26 homens envolvidos no “caso do hamman”. A polícia irrompeu por uma casa de banhos no Cairo e prendeu os 26 homens sob acusação de participação numa “festa de sexo gay”.

O caso ganhou maior relevo por a operação policial ter sido filmada por uma estação de televisão – imagens dos homens nus, a ser arrastados pela polícia causaram controvérsia. Há quem acuse o governo de pressionar os meios de comunicação social para fazerem a cobertura de casos relacionados com homossexualidade e moralidade. Ibrahim Monsour, director do jornal Tahrir News garantiu que essas “instruções” vêm do “aparelho de Estado”.

Com o apoio de al-Sissi estão a ser de novo usados os “testes de virgindade” que haviam sido banidos pela Justiça em 2011, depois da queda de Mubarak. Estes aplicam-se a mulheres e a sua utilização tem vindo a ser condenada pela Organização Mundial de Saúde e por várias organizações humanitárias, por se tratar de uma prática intrusiva e abusiva porque é feita, muitas vezes, contra a vontade das mulheres.

 

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Exame anal para detectar homossexualidade ?
   Blog Diversidade   │       │     13:56  │  0

Desde que os militares chegaram ao poder no Egipto, abriram guerra aos homossexuais. Os médicos usam métodos de enorme crueldade para provar crimes contra a moralidade.

Com o apoio de al-Sissi estão a ser de novo usados os "testes de virgindade"

Com o apoio de al-Sissi estão a ser de novo usados os “testes de virgindade”

Um livro de medicina francês de 1857, escrito pelo legista Auguste Ambroise Tardieu, proeminente médico e defensor de crianças sexualmente abusadas, é a base onde se apoiam os médicos egípcios para acusar pessoas de homossexualidade. Os métodos e práticas utilizados são chocantes.

Oficialmente ninguém assume e a homossexualidade nem é considerada crime no Egipto, no entanto, desde que o general al-Sissi chegou a Presidente, em 2013, o número de homossexuais presos tem vindo a aumentar, sob a acusação de “deboche” ou atentados ao pudor. Só no ano passado foram 150.

Para determinar se os presos são ou não homossexuais, os médicos do ministério da Justiça começam por lhes examinar o ânus. “A forma do ânus muda, torna-se anormal e parecida com a de uma vagina”, disse, Louis Maged, director adjunto da autoridade médica do ministério da Justiça do Egipto ao site Buzzfeed News.

O médico esclareceu ainda outras diferenças entre um ânus de um homem “normal” e o dos homossexuais: “No ânus de um homem normal não pode entrar mais do que uma articulação do dedo mindinho”. Além disso, defende que dos exames anais que levou a cabo, se conclui que nos homossexuais o ânus não se contrai quando se lhe toca, são lisos e não apresentam “rugas”, como os dos outros homens.

Numa experiência relatada pelo médico Aymen Fouda, foram introduzidas agulhas nos ânus dos suspeitos, e foram depois ligadas à corrente. Quem já foi sujeito a tais sistemas de exame anal denuncia a enorme crueldade dos mesmos. Um dos acusados do caso Queen Boat de 2001 conta que esse foi “um dos piores momentos” da sua vida. Outro dos arguidos acusou os médicos de os tratar “como porcos”.

Um caso recente veio trazer alguma esperança de mudança aos activistas dos direitos humanos no Egipto. O tribunal considerou inocentes os 26 homens envolvidos no “caso do hamman”. A polícia irrompeu por uma casa de banhos no Cairo e prendeu os 26 homens sob acusação de participação numa “festa de sexo gay”.

O caso ganhou maior relevo por a operação policial ter sido filmada por uma estação de televisão – imagens dos homens nus, a ser arrastados pela polícia causaram controvérsia. Há quem acuse o governo de pressionar os meios de comunicação social para fazerem a cobertura de casos relacionados com homossexualidade e moralidade. Ibrahim Monsour, director do jornal Tahrir News garantiu que essas “instruções” vêm do “aparelho de Estado”.

Com o apoio de al-Sissi estão a ser de novo usados os “testes de virgindade” que haviam sido banidos pela Justiça em 2011, depois da queda de Mubarak. Estes aplicam-se a mulheres e a sua utilização tem vindo a ser condenada pela Organização Mundial de Saúde e por várias organizações humanitárias, por se tratar de uma prática intrusiva e abusiva porque é feita, muitas vezes, contra a vontade das mulheres.

 

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