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Gays brasileiros ainda têm medo de assumir homossexualidade no mundo corporativo
   Blog Diversidade   │     20 de novembro de 2014   │     0:00  │  0

Maior receio em sair do armário é que orientação sexual impeça seu crescimento profissional

Rio – Os homossexuais brasileiros ainda têm receio de assumir sua orientação sexual no mundo corporativo, com medo de que isso impeça seu crescimento profissional. Recentemente, o executivo-chefe da Apple, Tim Cook, publicou artigo em uma revista norte-americana em que se assume gay. O objetivo, segundo ele, é inspirar outras pessoas a fazer o mesmo, exigindo igualdade de tratamento. A atitude faz perceber, no Brasil, que o sexismo e a discriminação velada — ou muitas vezes explícita — obrigam executivas e executivos de grandes empresas, principalmente aquelas de setores mais tradicionais, a permanecerem no armário.

No artigo, Tim Cook ressalta que a sua posição só foi possível porque a companhia tem uma visão aberta sobre o assunto. “Muitos colegas da Apple sabem que eu sou gay e isso não parece fazer diferença na maneira como eles me tratam. É claro, eu tive muita sorte de trabalhar em uma companhia que ama criatividade e sabe que isso pode florescer quando se abraça as diferenças. Nem todos têm tanta sorte”, escreveu o executivo.

De fato, no universo da moda e das artes, o homossexualismo costuma ser visto com naturalidade. Mas setores mais conservadores têm dificuldade em aceitar profissionais gays em cargos de chefia. Deputado federal pelo Psol-RJ, militante da causa LGBT, Jean Wyllys afirma que mesmo nos Estados Unidos não é comum que altos executivos se assumam.

“Por isso, a declaração de Tim Cook causou tanta repercussão. Muitas vezes a homossexualidade impede que a pessoa progrida na carreira. Existe um acordo tácito, em que não se comenta sobre a sexualidade. Alguns gays têm até casamento de fachada. Se pairar sobre eles qualquer dúvida, é provável que não consigam progredir”, avalia o parlamentar.

Estilista e coordenador da pasta de Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio, Carlos Tufvesson afirma que ainda existe muita discriminação. “Seria utópico não reconhecer que existe preconceito, mais ainda no que se refere à orientação sexual. Crimes de ódio crescem há seis anos no país entre mulheres, negros e LGBTs”, aponta.

Aliás, para Jean Wyllys, o que está por trás da discriminação com os gays no mercado é o mesmo que ainda minimiza as mulheres e impede que elas exerçam cargos de chefia: o machismo. “É uma questão cultural, de dominação masculina. Não há homofobia sem sexismo. Por mais que exista uma luta feminista, esta sociedade ainda empurra as mulheres para papéis que, em tese, são delas. Tarefas que a sociedade atribui como femininas”, explica.

Julio Moreira, diretor sociocultural do Grupo Arco-Íris, acredita que o maior preconceito é com relação à identidade de gênero. “Um gay afeminado e uma lésbica masculinizada vão sofrer muito mais discriminação no local de trabalho do que um homossexual mais discreto. No caso dos travestis e transexuais, a única opção acaba sendo a prostituição, por falta de oportunidades no mercado formal”, exemplifica. Segundo ele, o homossexual acaba sendo encaixado em nichos, como lojas de departamento ou telemarketing, onde não tem oportunidades de crescimento.

Para o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), representante da ala ultraconservadora da Câmara, a orientação sexual não deve ser envolvida com a vida profissional. “Não tem nada a ver. Mas se ele (Tim Cook) está se sentindo feliz assumindo, bom para ele. Só acho que a homossexualidade não deve ser tratada à parte, como se fossem semi-deuses. Minha briga sempre foi contra a cartilha gay, voltada para o público infanto-juvenil”, disse.

Poder público deve interferir a favor das minorias

Apesar dos preconceitos, Carlos Tufvesson acredita que o mundo corporativo está evoluindo. “É importante reconhecer que é cada vez maior o número de empresas onde prevalece a competência e até exercem políticas para redução discriminatória, como Mc Donald’s, HSBC, American Airlines, IBM e Coca-Cola, por exemplo”, diz.

Jean Wyllys concorda: “O ambiente melhorou muito no mundo corporativo. Continua difícil para um chefe se assumir, mas houve um tempo em que o homossexual sequer seria empregado se admitisse que é gay”.

O deputado comenta, no entanto, que algumas empresas multinacionais têm políticas a favor dos direitos dos homossexuais, mas não necessariamente esse direcionamento é cumprido no Brasil. “Muitas vezes o executivo aqui não concorda com esses valores e não pratica”, lamenta.

Para os militantes da causa LGBT, faltam políticas do poder público que defendam os direitos dos gays. “É preciso avançar no sentido de acolher as pessoas nas suas demandas. Isso pode ser feito por meio de incentivos fiscais às empresas e capacitação, tanto dos funcionários, quanto dos empresários”, afirma Julio Moreira.

Tufvesson afirma que a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio já atua dessa forma. “Qualquer empresa pode solicitar essa capacitação. Ao final do treinamento, o estabelecimento recebe o selo Rio Sem Preconceito. Vale ressaltar que a empresa que discriminar o funcionário por conta de sua orientação sexual ou identidade de gênero pode sofrer sanções previstas pela Lei 2.475/1996”, diz.

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Congresso será palco de embate LGBT x homofóbicos
   Blog Diversidade   │     12 de novembro de 2014   │     0:00  │  0

Apesar das eleições 2014 terem formado o Congresso mais conservador desde 1964, os direitos dos homossexuais continuarão, a partir de 2015, a ser defendidos por uma parcela importante de parlamentares na Câmara dos Deputados. Segundo  levantamento da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), há 126 deputados federais eleitos para o Legislativo que estão de certa forma compromissados com a causa dos gays no País.

A entidade chegou a este número com base no histórico dos parlamentares e ao levar em conta aqueles que assinaram termo de compromisso desenvolvido pela própria associação. Por outro lado, aproximadamente 60 parlamentares que venceram nas urnas foram identificados como adversários assumidos da pauta LGBT.

Somados os 186 aliados e oposicionistas, sobram os outros 327 deputados que ainda não se posicionaram claramente sobre o tema.
“O Congresso com um todo ficou mais conservador, diminuiu a bancada da esquerda, a bancada dos movimentos sociais, a bancada dos sindicalistas, mas nós temos uma organização que está emcrescimento”, afirma Toni Reis, que foi candidato a deputado federal em Curitiba pelo PCdoB e é integrante da ABGLT. Segundo Reis, em 1993 apenas 7% dos parlamentares apoiavam a causa, e agora são 24%. “Nossa causa vem ganhando muitos aliados”, diz.

De acordo com o levantamento, as bancadas paulista e fluminense são as que têm o maior número de aliados e adversários. São Paulo elegeu 20 deputados a favor dos direitos dos homossexuais e 19 contra a aprovação dessas mesmas pautas. No Rio de Janeiro, as forças têm o mesmo tamanho. São sete deputados para cada lado. Apesar de, no total, os comprometidos com os direitos dos homossexuais estarem em maio número, Reis alerta para o perfil combativo dos adversários. “Tem gente que se elegeu, mas não tem pauta [própria]. A pauta é atacar o gay. Qual é a pauta do [Jair] Bolsonaro?”, ironiza ele ao se referir ao deputado federal do PP, que foi o mais votado no estado fluminense.

Atacar os direitos LGBT é mesmo uma bandeira que dá votos, a julgar pelo desempenho de Marco Feliciano (PSC-SP). O pastor evangélico foi eleito em 2010 com 211 mil votos. Na legislatura atual presidiu por um ano a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, período no qual a CDH se notabilizou pelo debate de temas contrários aos homossexuais. No domingo 5, Feliciano se tornou o terceiro mais votado em São Paulo, quase dobrando seu número de votos – teve 398 mil, atrás apenas de Celso Russomano (PRB) e Tiririca (PR).

Do Rio de Janeiro, vem um parlamentar que se consolidou como principal referência da defesa dos direitos dos gays. Homossexual assumido, Jean Wyllys (PSOL-RJ), colunista de CartaCapital, recebeu 144 mil votos, dez vezes mais do que na eleição anterior, quando ganhou a confiança de 13 mil eleitores. “É muito mais difícil fazer uma campanha para desconstruir preconceitos do que uma campanha que os reforça”, diz Wyllys ao falar sobre o sucesso de Bolsonaro nas urnas.

Assim como no Rio, a bancada pernambucana tem dois parlamentares com posições notadamente diversas. Luciana Santos (PCdoB) e Pastor Eurico (PSB) têm discursos totalmente opostos. Santos, que foi prefeita de Olinda por duas gestões, promete combater “as opressões e discriminações que desrespeitem a livre orientação sexual”. Enquanto isso, o líder religioso da Assembleia de Deus foi o responsável por reapresentar o projeto de lei da “cura gay”, criado por João Campos (PSDB-GO), outro que conseguiu se reeleger.

O discurso ganhará ainda o apoio de Eduardo Bolsonaro (PSC), eleito por São Paulo e filho do já conhecido deputado carioca. No site da família há diversas referências à “defesa da família”, um cada vez mais frequente eufemismo para o preconceito. Mas São Paulo também colocou na Câmara Ivan Valente (PSOL), que fez frente aos projetos que querem considerar a homossexualidade uma doença. “Não existe cura gay, porque homossexualidade não é doença”, repudia Valente.

Para Toni Reis, com a “cura gay” arquivada e a união civil homoafetiva reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, um assunto que já foi destaque nas eleições, não devem ser o principal objeto de disputa entre as duas “bancadas” a partir do ano que vem. “A questão do casamento a sociedade está aceitando. Não tem um cartório que rejeite reconhecer a união homoafetiva no Brasil”, afirma, lembrando que o Ministério Público e o Supremo Tribunal Federal são favoráveis aos direitos iguais. “A pauta será, então, a criminalização da homofobia no Código Penal”, conclui.

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Candidatos a presidete recebem termo de adesão às bandeiras de luta LGBT
   Blog Diversidade   │     14 de outubro de 2014   │     13:38  │  0

downloadA Associação Brasileira de Lésbica, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis (ABGLT) envia Termo de Compromissos aos candidatos do 2º Turno a presidente da República, Aécio Neves (PSDB) e Dilma Roussef (PT). Na carta de intensão estão pontos importantes que foram levantados no 5º. Congresso Nacional da ABGLT. Intitulada como “Proposta pela Cidadania LGBT”, o documento foi criado após a votação por meio eletrônico, onde foram destacadas 11  fazem parte da plataforma politica da entidade.

No documento constam propostas como a “Criminalização da Homofobia”, item que foi muito debatido nos anos anteriores e no primeiro turno das Eleições 2014 que está incluído na reforma do Código Penal que será discutido no Senado Federal; e também a criação da Secretaria Nacional LGBT na estrutura da Secretaria de Direitos Humanos – órgão articulador e executor de políticas públicas para o segmento, entre outras.

Para o presidente da ABGLT Carlos Magno, o movimento tem pautado os candidatos em questões que os LGBT tenham garantido os seus direitos. “É a forma dos candidatos saberem das reais demandas da população e ao assinarem demonstram que eles têm preocupação com a luta do segmento”, afirma.

Ele ainda fala que pautando os presidenciáveis a ABGLT acredita que a pauta LGBT se tornara parte de politicas publicas e ações do futuro presidente ou presidenta do País  e que a garantia dos direitos humanos estejam preservadas. “Queremos que a população saiba do seu comprometimento conosco”, diz Carlos Magno. O presidente da ABGLT ainda explica que o  termo foi enviado aos comitês centrais dos dois candidatos: Aécio Neves (PSDB) e Dilma Roussef (PT) e que deverão ser assinados e enviados a presidência da ABGLT até o dia 19 deste mês.

 Termo de Compromisso – Presidenciaveis – ABGLT

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A cartilha mofada de Marcelo Crivella
   Blog Diversidade   │     3 de agosto de 2014   │     15:28  │  1

Homossexualismo (sic) é pecado e pobreza leva ao crime.
O senador Marcelo Crivella, candidato do PRB ao governo do Rio, é um homem de outro tempo. Não se sabe se ele faz campanha no século XXI com a cartilha do século XIX por convicção ou se apenas joga para a plateia – uma plateia amedrontada e conservadora que não alcançou nem entendeu o mundo atual. Em outras palavras: não se sabe se o candidato não entende o planeta onde vive ou se finge não entender.

Durante a semana, em entrevista a um programa da TV Bandeirantes, o candidato desenhou com cores primárias o território que pretende governar. Segundo ele, “se deixar a população da Baixada, das regiões periféricas, vivendo na miséria, essas pessoas migram para roubar na capital, onde tem a maior riqueza”.

É um discurso no mínimo estranho a quem se opõe ao atual governador, Sergio Cabral Filho (PMDB), aquele sujeito com o guardanapo na cabeça que defende o aborto como forma de conter a violência nas favelas – em suas palavras, “uma fábrica de produzir marginais”.

Governador e opositor parecem discordar dos meios, mas não dos fins, quando o assunto é segurança pública. Para eles, a segurança da zona sul passa pelo cerco à zona periférica, seja pelos meios contraceptivos, seja pela gorjeta. Caso contrário os mal nascidos migram por osmose em direção aos bairros açucarados para levar unicamente o caos, e não a mão-de-obra.

Pelo raciocínio, o caminho da violência é um só: de baixo para cima. Ou, do morro para o asfalto. Nem Crivella nem o atual governador parecem capazes de explicar a presença de marginais bem nascidos também em condomínios de luxo, shoppings de alto padrão, clubes recreativos, palácios administrativos ou construtoras de ascensão meteórica. Estes, não por coincidência, jamais pisaram no morro.

Na mesma entrevista o candidato se saiu com outra pérola: “não acredito que homossexualismo seja uma doença, mas é pecado”. De novo a dúvida: o candidato não sabe o que diz ou finge que não sabe?

No primeiro caso, caberia ao estafe do senador explicar que, na língua portuguesa, o sufixo “ismo” denota justamente doença. Que seja um ato falho: como religioso, Crivella está livre para criar e se virar com os próprios pecados. Como homem público, definir quem é ou não pecador pode ser mais que um juízo. Afinal, se eleito governador, como promete tratar os pecadores? Hoje quem peca roubando vai para a cadeia. E quem peca por andar de mão dada com parceiro de mesmo sexo? Vai para a cadeia também? Vai a julgamento? Resolve-se com quem não tolera o pecado portando barras de ferro e lâmpadas fosforescentes? E como é, afinal, governar para pecadores? Eles pagariam os pecados aqui ou no céu? Seriam obrigados a frequentar aulas de purificação, como sugeriram alguns colegas do Congresso ao tentar regulamentar a cura gay?

São perguntas que qualquer eleitor que incorre em pecado pode se fazer ao acompanhar a entrevista de seu candidato.

A declaração do senador foi dada após ser questionado sobre uma lei anti-homofobia em tramitação na Assembleia Legislativa do Rio. Para Crivella, o projeto é motivo de preocupação: a lei pode extrapolar e impedir que pastores digam o que pensam e sentem sobre o pecado.

Diante de tantas perguntas em aberto, esse mesmo leitor poderia concluir: para o candidato, é mais preocupante um projeto que impede um pastor de dizer em público que “homossexualismo é pecado (sic)” do que os índices de violência contra homossexuais – índices que, vale lembrar, não são produzidos por quem não tem o que fazer nas regiões periféricas e decidem, como na lei da física (ou da osmose na biologia), descer ao asfalto para praticar o terror.

Fosse apenas um aluno, e não candidato a governador, a visão refinada de mundo renderia ao senador duas bombas na quinta série. Mas, na boca de um candidato, a groselha rende dividendos políticos. Crivella não é o único homem fora do seu tempo, mas parece falar em nome deles. Seu nome é legião porque são muitos – e por isso inicia a campanha com chances reais de vitória.

Na última pesquisa Ibope, ele aparece com 16% das intenções de voto, atrás apenas de Anthony Garotinho (PR), que lidera uma corrida eleitoral quatro anos após ser condenado, em 1ª instância, por formação de quadrilha e proteção à máfia de caça-níqueis do Rio. Ele tem 21% das preferências.
São eles os mais prováveis substitutos para um governo que na semana passada colocou Mikhail Bakutin, filósofo russo morto em 1876, na lista de potenciais suspeitos de promover baderna nos protestos deste ano pela capital.

Entre pérolas, laranjas e a tragicomédia, a largada para a disputa no terceiro maior colégio eleitoral do País não poderia ser mais melancólica.

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Polêmica: Casamento gay coletivo no RS divide opiniões
   Blog Diversidade   │     24 de julho de 2014   │     12:22  │  0

Fato surgiu após proposta de magistrada, encampada por patrão, de unir casais do mesmo sexo em cerimônia coletiva nos festejos farroupilha

Um dos bastiões do tradicionalismo, capaz de mobilizar o recorde de 6 mil cavaleiros no desfile da Semana Farroupilha, Santana do Livramento está em rebuliço com a sugestão de que casamentos gays tenham por palco um Centro de Tradições Gaúchas (CTG). Para os que aprovam a ideia, seria uma demonstração de respeito à igualdade – um dos lemas da bandeira do Estado. Já os contrários se rebelam, afirmando que tentam profanar um reduto da virilidade rio-grandense.

 

Quem propôs celebrar a união entre pessoas no mesmo sexo num CTG foi ninguém menos que a diretora do Foro de Livramento, juíza Carine Labres. Há sete meses no município, a magistrada foi além: entende que a melhor data para o casamento é 13 de setembro, justo quando se iniciam os festejos da Semana Farroupilha e as homenagens a figuras como o general Bento Gonçalves da Silva, o símbolo maior da valentia gaúcha.

Ao ser acolhido pelo patrão do CTG Sentinela do Planalto, o advogado e vereador Gilbert Gisler, o Xepa, o plano da juíza Carine instalou a polêmica na cidade. E reações indignadas. O presidente da Associação Tradicionalista de Livramento, Rui Ferreira Rodrigues, ressalva que não é contra o enlace entre gays, mas desde que ocorra em local apropriado.

– Que se casem onde quiserem, cada um vive do jeito que quer, mas um CTG não é o lugar para isso – destaca.

Na terça-feira da semana passada, Rodrigues convocou os representantes das 40 entidades tradicionalistas de Livramento para uma reunião de urgência. Compareceram os líderes de 38 delas, todos repudiando o casamento gay em CTG. Também deliberaram que o CTG Sentinela do Planalto é ilegítimo, por ter sido desligado do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) devido à falta de pagamento das anuidades.

– Essa casa (CTG Sentinela do Planalto) não representa o seleto grupo do tradicionalismo – diz Rodrigues, em tom severo.

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