Monthly Archives: agosto 2020

Manoel de Xoroque é o mais novo empresário no ramo de entretenimento G de Alagoas
   Blog Diversidade   │     30 de agosto de 2020   │     23:55  │  0

Manoel de Xoroque, conhecido nacionalmente como babá das estrelas, procurado por vários famosos, entre eles globais, inaugura a mais nova sauna destinada ao público G de de Alagoas e turistas que passam pela terra da liberdade.
A Thermas 563 abrirá as portas no próximo dia 11 de setembro, e a direção promete ofertar aos seus futuros clientes-amigos um ambiente acolhedor, seguro e cheio de entretenimentos, além de festas que tornará a noite G alagoana badaladíssima.
A casa terá capacidade para 100 pessoas e contará com vários ambientes como: american bar que terá um cardápio bem diverso; conzinha que servirá vários petiscos diversificados; academia; espaço aberto para shows; área de fumante; sala de cinema; cabines prive; suítes, sauna seca e a vapor e uma sala de estar com o que há de mais confortável.
A Thermas abre com muita festa dia 11 de setembro, a partir das 17 horas, e já estão reservados 40 armários, iniciará a vibe com a festa Milk Man, Boys ao Leite, que terá como entretenimento três gogo boys e rodadas de cerveja e vodka.

COVID – 19: Entendendo que esse processo de pandemia que o mundo passa é delicado, a direção afirma que a casa abrirá suas portas, garantindo todos os cuidados exigidos pelos órgãos de saúde e sanitário, entre eles uso de mascaras, protetor facial e luvas por parte de seus funcionários, além ofertar álcool gel, tapete esterilizador e medidor de temperatura na entrada, além de exigir o uso obrigatório de mascaras nos ambientes fechados, e o distanciamento exigido pelo decreto governamental. E já sabe, está sentindo algum sintoma gripal, #FiqueEmCasa!

Duvidas ou informações poderão ser tiradas através do contato tel\whatsapp 82 99644-1004.

Fonte: ASCOM\Thermas563

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Por que 29 de agosto é o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica?
   Blog Diversidade   │     29 de agosto de 2020   │     15:18  │  0

Entenda porque esta foi a data escolhida para celebrar as lésbicas e debater as questões mais importantes para elas.

Dia Nacional da Visibilidade Lésbica no Brasil é em 29 de agosto. A data foi escolhida por causa do 1º Seminário Nacional de Lésbicas (SENALE), que aconteceu em 1996.

Organizado pelo Coletivo de Lésbicas do Rio de Janeiro (COLERJ), grupo que existia na época, usou o tema de “Visibilidade, Saúde e Organização” para falar sobre sexualidade, prevenção de ISTs e HIV/AIDS, trabalho e cidadania.

Por causa do importante marco para a história dos avanços de direitos das mulheres lésbicas, este foi o dia escolhido para representar a importância do combate à lesbofobia.

Todo ano entidades como a Articulação Brasileira de Lésbicas (ABL), ABGLTLiga Brasileira de LésbicasRede Afro LGBTColetivo Nacional de Lésbicas Negras Autônomas (Candace Br), SapatáNúcleo de Gênero e Sexualidade da Universidade Estadual da Bahia, Núcleo de Pesquisas em Sexualidade da Universidade Federal do Tocantins e Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos se unem para uma agenda de eventos, palestras, mesas e oficinas.

E é sempre bom lembrar que agosto inteiro é chamado de “Mês da Visibilidade Lésbica”, pois também dia 19 de agosto é nomeado de Dia Nacional do Orgulho Lésbico.

Neste dia, em 1983, Rosely Roth articulou junto de outras mulheres, da comunidade LGBT e até de membros da OAB, uma série de protestos na frente do “Ferro’s Bar” por eles não permitirem a distribuição de um dos boletins do Grupo Ação Lésbica-Feminista, do qual ela fazia parte.

O bar paulistano era um conhecido point de mulheres lésbicas, mesmo com a represália dos donos. Após ações na justiça foi permitida a venda livre do boletim.

Por Rosely ser uma famosa ativista LGBT, 13 anos após seu suicídio, que ocorreu em agosto de 1990, escolheram a data do protesto organizado por ela, 19 de agosto, para ser o Dia Nacional do Orgulho Lésbico, com a ideia de respeito e valorização do orgulho das mulheres lésbicas.

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CLDF vai criar Frente LGBT após aumento de 54% em denúncias de LGBTfobia
   Blog Diversidade   │     16 de agosto de 2020   │     0:00  │  0

Nova frente parlamentar terá objetivo de promover a proteção e promoção da cidadania LGBTQIA+ no Distrito Federal.

Nova frente parlamentar terá objetivo de promover a proteção e promoção da cidadania LGBTQIA+ no Distrito Federal.

O número de denúncias por parte da população LGBTQIA+ cresceu em 2020 na capital. Dados da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) mostram que ocorreram 11 denúncias de LGBTfobia em 2019. Entre janeiro e agosto deste ano, foram 17 queixas, um aumento de 54,5%.

Com o registro de aumento de denúncias, a CLDF protocolou, nesta quinta-feira (13/8), a criação da Frente Parlamentar para a Proteção e Promoção da Cidadania LGBTQIA+. “Ela é importante porque há uma tentativa de silenciar a diversidade dentro do poder Legislativo”, explicou o distrital Fábio Félix (PSOL).

De acordo com o parlamentar, que será o presidente da frente e é o primeiro parlamentar LGBT assumido na história da CLDF, a ideia é de que a frente seja um instrumento Legislativo para promover o debate sobre políticas públicas voltadas para as pessoas LGBTQIA+. Fábio destaca que ocorrerão reuniões mensais por meio de um fórum permanente e articulado para organizar as pautas e ser combativo no DF.

Fábio Felix no discurso de posse com a bandeira do arco-íris. (Foto: Alexandre Bastos)
Fábio Felix no discurso de posse com a bandeira do arco-íris. (Foto: Arquivo/Alexandre Bastos)

O requerimento precisa ser publicado no Diário da Câmara Legislativa. Após este passo, passa a funcionar oficialmente. De acordo com Felix, o grupo planeja criar um fórum permanente na Casa a fim de articular emendas e parcerias com o Governo do DF (GDF).

A proposta recebeu assinatura dos parlamentares Reginaldo Veras (PDT), Claudio Abrantes (PDT), Chico Vigilante (PT), Reginaldo Sardinha (Avante), Júlua Lucy (Novo), Leandro Grass (Rede) e Arlete Sampaio (PT).

 

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11 dicas para quem vai fazer sexo lésbico pela primeira vez
   Blog Diversidade   │     15 de agosto de 2020   │     0:00  │  0

Vai transar com uma mulher pela primeira vez e não sabe direito por onde começar? Calma, a gente te dá um help!

Vai transar com uma mulher pela primeira vez e não sabe direito por onde começar? Calma, a gente te dá um help!

Não há nada de errado em realizar fantasias sexuais, nem em descobrir-se bi ou homossexual depois de adulta. Muitas mulheres vivenciam isso, o que é maravilhoso, afinal, nunca é tarde para se sentir plenamente realizada na vida sexual.

Só que na hora de se jogar em uma nova experiência, é inevitável sentir aquele friozinho na barriga, né? Mas, calma, o sexo lésbico não é nenhum bicho de sete cabeças.

Não existe ~receita de bolo~ na hora de transar com outra mulher, mas, caso você seja nova na área, algumas dicas podem ajudá-la. Vale lembrar que o mais importante é compreender que quem manda na sua sexualidade é você. Está com vontade de se jogar? Vai fundo. O prazer será todo seu!

1. Conheça o seu corpo

Ao transar com alguém do mesmo sexo, você tem uma grande vantagem: a anatomia é igual à sua. Cada mulher é única, lógico, mas dá para colocar em prática algumas coisas que funcionam com você na masturbação – como variação de intensidade no estímulo do clitóris, movimento da mão, velocidade na penetração dos dedos e por aí vai. Também é válido relembrar de certas coisinhas que excitam você no sexo com homens, como o jeito de estimular dos seios, por exemplo.

2. Corte as unhas

Lésbicas costumam ter unhas curtinhas e há um motivo bem prático para isso. Não é uma regra, mas na hora do sexo entre mulheres os dedos são nossos amigos de fé. Seja para penetração ou para estimular o clitóris, ter as unhas cortadas é algo bem importante. Assim, você não corre o risco de machucar a moça com quem está transando.

3. Não tenha medo de dizer que é a sua primeira vez

Como já foi dito, é muito comum que mulheres adultas decidam experimentar o sexo lésbico pela primeira vez. E não precisa ter vergonha de revelar que você é nova no ramo! Dessa forma, a outra moça terá mais paciência e, caso você esteja meio perdida, ela irá compreender. Aliás, se ela for estúpida e/ou demonstrar que achou ruim saber que você não tem experiência, então ela é uma criatura sem sororidade alguma (para dizer o mínimo). Aí o melhor é nem perder tempo, né?

4. Mas deixe claro que você está com muita vontade de transar e disposta à aprender

Mesmo que a outra mulher envolvida seja experiente no assunto, ela pode ficar insegura e pensar “será que a fulana quer mesmo transar ou fui eu que forcei a barra?”. Deixe bem claro que esse não é o caso. Ter humildade para aprender com a parceira também é um fator importante e, com jeitinho, as coisas vão se encaixando.

5. Passe longe dos filmes pornô

O que a indústria pornográfica vende não é a realidade do sexo entre mulheres – a começar pelo tamanho das unhas das atrizes (socorro!). Esses filmes são feitos pensando no que o público masculino quer ver e não no que as lésbicas e bissexuais realmente fazem.

6. Não fique noiada com o seu corpo

Ao ver outra mulher nua é comum que role aquelas comparações involuntárias na sua mente. Mas não caia nessa cilada! Se a moça sente tesão em você, não é a sua celulite que vai mudar isso.

7. Preste atenção no que ela faz

Caso a moça com quem você for transar já tenha experiência, deixe que ela vá mostrando o caminho. Preste atenção no jeito como ela te toca, no movimento que ela faz com a língua, na forma como ela introduz os dedos (ou brinquedinhos) na sua vagina.

8. Sem nojinho, por favor

Vaginas são molhadas, têm sabor e têm cheiro. Você não é obrigada a fazer sexo oral na mulher com que estiver transando (aliás, você não é obrigada a NADA), mas, caso decida chupá-la, faça isso com vontade. Mais uma vez: não se sinta pressionada a tirar ~nota 10~ na primeira transa, mas entregue-se de verdade a tudo aquilo que for fazer.

9. Preste atenção aos sinais do corpo dela

Sabe quando você transa com um homem e pensa “sério que ele acha que está agradando?”. Provavelmente esse cara não se importou em prestar atenção aos sinais você estava emitindo durante o sexo. Aliás, a falta de sinais é o maior sinal de todos! Gemidos, corpo arqueado, respiração ofegante, um puxãozinho de cabelo, uma pegada de mão com força… tudo isso são sinais bem importantes.

10. Não tenha medo de perguntar

Lembra da dica de fazer nela o que funciona com você na hora de se masturbar? Coloque isso em prática e, se estiver em dúvida sobre o quanto isso funciona com ela, pergunte. Não há mal nenhum em conversar durante o sexo! Lógico que a ideia não é pegar um bloco de notas e transformar a transa em uma espécie de aula, mas soltar um “você gosta disso?” de um jeito sexy pode mudar tudo – e pode ser bem excitante, inclusive.

11. Não se cobre demais

Assim como no sexo heterossexual, ninguém arrasa de primeira. E está tudo bem! Com o tempo você vai aprendendo os macetes e também vai perdendo o nervosismo. O importante é aproveitar o momento e ser sempre franca, tanto com a moça com que você for transar, quanto consigo mesma.

Por: Júlia Warken

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Você sabe o que significa a sigla LGBTQI+?
   Blog Diversidade   │     14 de agosto de 2020   │     0:00  │  0

A denominação LGBTQ+ é uma das mais conhecidas e ela está correta. Contudo, atualmente, o movimento passou a usar a sigla LGBTQI+, que vamos esclarecer abaixo. Ela é uma versão reduzida de LGBTT2QQIAAP, que você também vai entender melhor na sequência. Pode parecer confuso de início, mas não é – ou melhor, não precisa ser. Mesmo que você não faça parte da comunidade, é importante entender o que essas letrinhas significam pois  conhecimento pode ser uma ferramenta poderosa contra a intolerância!

  • Por que essa sigla existe?
    O principal intuito é unir todas as pessoas que fazem parte da comunidade e fazer com que elas se sintam representadas e reconhecidas. Antigamente, GLS era a sigla usada. Ela foi criada em 1994 e significava gays, lésbicas e simpatizantes. Caiu em desuso porque os simpatizantes poderiam ser qualquer pessoa, desde alguém que se identificasse como bissexual, por exemplo, até alguém que fosse hétero, mas apoiasse a causa. Isso tirava, em alguns aspectos, o protagonismo da comunidade. Depois, a sigla usada passou a ser GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros). Com o tempo, mais coisas a respeito de gênero e orientação foram descobertas, e a sigla foi se atualizando.
  • O que significa LGBTQI+?
    A sigla é dividida em duas partes. A primeira, LGB, diz respeito à orientação sexual do indivíduo. A segunda, TQI+, diz respeito ao gênero.
    L: lésbica; é toda mulher que se identifica como mulher e têm preferências sexuais por outras mulheres.
    G: gays; é todo homem que se identifica como homem e têm preferências sexuais por outros homens.
    B: bissexuais; pessoas que têm preferências sexuais por dois ou mais gêneros.
    T: transexuais, travestis e transgêneros; pessoas que não se identificam com os gêneros impostos pela sociedade, masculino ou feminino, atribuídos na hora do nascimento e que têm como base os órgãos sexuais.
    Q: queer; pessoas que não se identificam com os padrões de heteronormatividade impostos pela sociedade e transitam entre os “gêneros”, sem também necessariamente concordar com tais rótulos.
    I: intersexuais; antigamente chamadas de hermafroditas, são pessoas que não conseguem ser definidas de maneira distinta em masculino ou feminino.
    +: engloba todas as outras letrinhas de LGBTT2QQIAAP, como o “A” de assexualidade e o “P” de pansexualidade.

 

  • É ofensivo usar siglas que já caíram em desuso?
    Talvez não seja ofensivo para todas as pessoas, mas é errado, já que, como já foi dito, a sigla caiu em desuso. Transitar entre LGBT, LGBTQ+ e LGBTQI+ é, atualmente, o mais correto. E, é claro, se você estiver com dúvida sobre como se referir ou qual pronome de tratamento usar ao falar com alguém do movimento, pergunte.

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