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Monthly Archives: agosto 2019

Point gay em São Paulo faz sucesso contemplando várias tribos
   Blog Diversidade   │     29 de agosto de 2019   │     12:04  │  0

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Em abril de 2019, o centro de São Paulo ganhou uma novidade para homens gays que curtem aquela paquera. O Dédalos Bar é o novo cruising da cidade, situado na região do Largo do Arouche com jogos, drinks, mini cine, glory holes e um labirinto fantástico onde milhares de homens já se perderam desde a inauguração do espaço. Diariamente, há promoções para várias tribos no bar, que vão de entrada VIP até descontos especiais.

“A ideia é contemplar diversos perfis existentes na cena gay. Ursos, estudantes, daddies, frequentadores de academia e até os motoristas de aplicativo ganham entrada vip durante a semana. Gosto de promover esses encontros” diz Nando Dias, proprietário, com experiência de 12 anos no ramo de sex clubs. Inclusiva, a empresa tem duas transexuais no seu staff e com o crescimento esse número deve triplicar. O cardápio conta com cinco drinks afrodisíacos exclusivos, criados pelo sommelier Lukas Rodacoski.

A pegada sustentável também é um diferencial. “Quero conscientização, fazer com que as pessoas se divirtam em um local que se importa com os descartáveis, com a água e a energia. Além disso, nossas ações serão todas pensadas para promover o bem-estar dos clientes e colaboradores”. O local também conta com distribuição gratuita de preservativos e tem campanhas de novas formas de prevenção como a Prep (Profilaxia pré exposição) e Pep (Profilaxia pós exposição).

 O Dédalos Bar fica na rua Bento Freitas, 38, República (esquina com o Largo do Arouche), São Paulo/SP.

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Floris Suite Hotel & Spa investe no mercado gay brasileiro
   Blog Diversidade   │     28 de agosto de 2019   │     12:52  │  0

O Floris Suite Hotel & Spa, em Curaçao, está cheio de novidades com relação a sua infraestrutura e calendário de eventos. É o que afirma Jurandy Regina, gerente de Vendas e Marketing da unidade, que está de passagem pelo Brasil e fez uma visita a sede do M&E, nessa terça-feira (27).

O hotel possui 72 apartamentos, SPA, piscina, bares e restaurantes e uma extensa agenda de festivais que movimentam o turismo da ilha. Apesar de não estar localizado a beira-mar, o hotel possui acesso à duas praias privativas. Além dos seis tipos de acomodações estilo-residencial, o hotel também oferece a Spazio Suite, espécie de bangalô de luxo construido na praia.

“Pretendemos renovar todo o hotel para termos um produto mais luxuoso. Já temos o Spazio, uma acomodação na praia, no Beach Club Moomba. Queremos construir uma quantidade substancial de acomodações assim pois é um verdadeiro sucesso”, completou o gerente.

O empreendimento, só para adultos, é mais do que “gay-friendly”, como explica o diretor. “Não somos um hotel apenas para gays, mas é um hotel para exclusivo para o público adulto, sendo permitido apenas hóspedes 18+, e focamos muito no publico LGBT. Organizamos festas, happy hour e festivais. Somos mais que LGBT Friendly, somos um hotel aberto a diversidade”, afirmou Jurandy.

Investindo no turismo LGBT, Jurandy veio ao Brasil para participar da 3º Conferência Internacional de Turismo LGBT, organizada pela Câmara de Comércio e Turismo LGBT do Brasil, que começou no domingo (25) e termina nesta quarta-feira (28). O executivo participou do painel “Host With Pride”, que discutiu sobre a recepção do público LGBT na hotelaria.

No site do empreendimento, há uma aba voltada para o público LGBT, onde é possível encontrar todas as informações, atrativos e calendário de festas voltadas à esse segmento. O hotel realiza também cerimônias matrimoniais entre casais de mesmo sexo. Para conferir a programação completa, acesse.

Entre os eventos mais importantes sediados pelo hotel, estão o Pride e o Bloom Festival. O Pride é um festival anual, realizado sempre no mês de setembro, que tem como objetivo celebrar a diversidade e inclusão do público LGBT em Curaçao. O evento acontecerá do dia 25 ao dia 29 de setembro e realizará coquetéis e happy hours durante o dia, juntamente com atividades pela ilha, e festas temáticas à noite.

No ano passado, aproximadamente 30 brasileiros participaram do evento e a expectativa é que esse grupo de turistas continue crescendo. “Vimos um crescimento no número de hóspedes brasileiros nos últimos dois anos e penso que no futuro será um mercado que crescerá exponencialmente. Sempre que realizamos famtrips, buscamos incluir o Brasil porque sabemos que é um mercado em potencial”, afirmou Jurandy.

Já o “The Bloom Freedom Festival” chega à Curaçao pela primeira vez. A festa, que antes era realizada na Jamaica, chega a sua 9º edição e mistura e celebra os elementos. “Esse evento tem uma pegada espiritual, é uma festa bem mundana. Mescla hedonismo com uma loucura diferente”, explicou Jurandy. O evento dura cinco dias e acontecerá neste ano, do dia 4 a 9 de outubro. A programação do evento pode ser encontrada aqui.

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Casal gay já era realidade há décadas e ex-padre prova com imagens
   Blog Diversidade   │     26 de agosto de 2019   │     23:25  │  0

Mas, no passado as relações eram um tanto mais complicadas, especialmente entre casais gays.

O amor costuma ser celebrado, escancarado e motivo de orgulho. Não é tão fácil encontrar um parceiro leal para a vida e quando a “tampa da panela” encaixa, os casais costumam gritar ao mundo seu amor. Mas, no passado as relações eram um tanto mais complicadas, especialmente entre casais gays. Os relacionamentos sexuais e o próprio gay – seja homem ou mulher – eram vistos com maus olhos, tidos como pecaminosos, reprimidos por lei e até mesmo motivo de sentença de morte.

Atualmente, o preconceito ainda é forte a ponto de incitar violências graves, até mesmo assassinatos. Apesar disso, há avanços e em muitos países o casamento gay é legal. Nathan Monk, um ex-padre, compilou diversas fotos antigas que mostram casais gays no passado. “Encontrei as fotos na internet através de algumas publicações. Eu as compartilhei porque acho importante lembrar aqueles que vieram antes de nós, aqueles que lutaram e lutaram para viver sua verdadeira vida. Eu acho que é importante lembrar que as pessoas O LGBTQ+ sempre fizeram parte da sociedade e sempre será assim. Essa realidade deve ser aceita com amor e não silenciada e ridicularizada”, destaca.

Embora tenha largado a batina, Nathan continua trabalhando em prol do bem-estar humano. Autor de dois livros, Chasing the Mouse e Chaarity Means Love, que falam sobre pobreza e miséria, o ex-padre viaja para diferentes comunidades aos fins de semana para provocar discussões sobre como é possível solucionar esses problemas.

Ele enfatiza ainda que é fundamental que se reconheça o quanto a população LGBTQ+ sofre discriminação, preconceito e homofobia. “Embora seja algo que todo LGBTQ+ sente, é mais perigoso para aqueles que sofrem com a pobreza e a miséria. Uma pessoa trans que vive nas ruas tem mais probabilidade de ser rejeitada em abrigos e programas de apoio, é mais propensa a sofrer ataques físicos e assédio, juntamente com outros perigos. Temos que continuar contando essas histórias e realidades até que todos tenham um lugar seguro para chamar de lar”, salienta.

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São Paulo vai iluminar pontos turísticos com as cores da bandeira LGBT
   Blog Diversidade   │     25 de agosto de 2019   │     20:05  │  0

O evento começa na segunda-feira 26 e vai até quarta -feira 28. A Prefeitura informou que os pontos turísticos ficarão iluminados até o final do mês pelo dia da visibilidade lésbica, que acontece no dia 29 de agosto.

A homenagem é feita para a Conferência Internacional da Diversidade e do Turismo LGBT, que acontece na próxima semana na cidade

A cidade de São Paulo irá sediar, na próxima semana, a Conferência Internacional da Diversidade e do Turismo LGBT. Essa é a terceira edição do maior encontro econômico brasileiro sobre este segmento. Serão 3 dias de palestras, debates e divulgações.

Em homenagem ao evento, a prefeitura de São Paulo, que é uma das apoiadoras do encontro,  irá iluminar pontos turísticos da cidade com as cores do arco-iris, marca da bandeira LGBT. Os locais escolhidos foram: o Edifício Matarazzo – sede da administração municipal – a ponte estaiada e o viaduto do Chá, próximo ao Teatro Municipal.

Além do turismo, um dos assuntos tratados no encontro será a cultura LGBT. Esse debate acontece em um momento crítico para iniciativas culturais que tratam sobre esse tema. Nesta semana, o governo de Jair Bolsonaro censurou séries que seriam transmitidas em canais públicos de televisão por trata do tema LGBT.

Além disso, Boslonaro já falou que o Brasil não é o país do turismo gay. A declaração do presidente foi se referindo a parada LGBT de São Paulo, a maior do mundo, que aconteceu em julho deste ano e  arrecadou mais de R$400 milhões para a cidade.

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Saiba como se preparar para o prazer anal
   Blog Diversidade   │     15 de agosto de 2019   │     13:32  │  0

Especialista explica como deve ser feita a higienização do ânus antes do sexo e esclarece as principais dúvidas relacionadas ao tema.

Você pode até não saber o que é, mas certamente já ouviu falar. Quando o assunto é sexo anal, é quase impossível não mencionar o ritual que antecede a prática – pelo menos para muitos adeptos desse prazer.

A “chuca”, como é popularmente conhecida a higienização da região anal antes do sexo, é uma alternativa para evitar alguns constrangimentos na hora H. No entanto, muita gente ainda tem dúvida sobre a eficiência, os riscos e a melhor forma de executá-la – para curtir o sexo sem medo de ser feliz.

No livro O Prazer Oculto, o urologista e sexólogo Celso Marzano explica que a “chuca” (enema ou clister) é a “introdução de água ou qualquer outro líquido no intestino por meio do reto. Pode ser feita em decorrência de um procedimento médico ou para assepsiar o ânus para o estímulo sexual”.

Os métodos mais utilizados são a mangueirinha do chuveiro e duchas íntimas vendidas em sex shops. Nos dois casos, o procedimento deve ser cuidadoso: a introdução de qualquer material na cavidade pode causar fissuras e o local é propenso à proliferação de bactérias e vírus.

Portanto, vale conferir as dicas do especialista:

  • Comece pela lubrificação e dê preferência aos produtos à base de água. Evite lubrificantes com óleo e silicone na composição.
  • Em uma posição confortável e que proporcione certa sensação de controle, introduza um dedo e, se for possível, dois. O médico sugere ficar de cócoras ou sentado no sanitário.
  • Depois de facilitar a abertura anal com os dedos, é hora de colocar a parte final da mangueirinha, com o chuveiro já ligado. É importante que a água não esteja quente.
  • Em seguida, retire a mangueirinha e fique sentado por alguns instantes. O enchimento do canal do reto com a água estimula a saída de fezes.
  • Por último, repita a operação até que a água saia o mais transparente possível. E muito, muito importante: tenha certeza de que deixou toda a água sair. Esse check é fundamental para evitar acidentes.

Já as duchas higiênicas vendidas nos sex shops vêm com bula e o ideal é seguir as recomendações do fabricante.

Dúvidas

Com tanta “formalidade” para se chegar às vias de fato, há quem se pergunte: fazer a “chuca” é mesmo obrigatório? A resposta é não. “A limpeza não precisa, necessariamente, ser interna. Se for possível ir ao banheiro antes e fazer a higienização habitual, com água e sabonete, a possibilidade de acontecer um imprevisto é mínima”, pondera o especialista.

Há casos, porém, em que a “chuca” funciona como medida de segurança. “Devido à dieta errada, estresse, constipação, diarreia ou outros problemas gastrointestinais, pode haver mais fezes ou resíduos fecais no reto. Nesses casos e, preferencialmente sob orientação médica, pode-se optar pelo uso de uma limpeza mecânica do canal do reto, como no caso do uso de enemas ou lavagens intestinais antes do sexo anal”, destaca.

O que não fazer (de jeito nenhum)

Na tentativa de tornar o método mais eficaz, alguns praticantes apelam para medicamentos com efeito laxativo – o que não é recomendado e que pode ter resultado contrário àquele almejado. “Não é possível determinar quando o medicamento fará efeito. E se for justamente na hora da transa?”, questiona Marzano. Além do mais, o médico reforça que nenhum medicamento deve ser utilizado com frequência, “sem expressa orientação médica”.

É 100% seguro?

Antes de seguir para o finalmente, é importante ter em mente que mesmo seguindo todos os passos (ou não), sempre pode acontecer um imprevisto. Por isso, o diálogo e a intimidade são essenciais entre homens e mulheres que desejam explorar o potencial do estímulo anal. “Se acontecer, relaxe e encare o fato com naturalidade, como de fato é”, salienta.

Não termina por aí

O ritual de cuidados pós-sexo é tão importante quanto ao método “chuca”. Depois do sexo, é fundamental lavar o ânus com água e sabonete para evitar inflamações e complicações locais. “O atrito por si pode provocar pequenos ferimentos microscópicos que são portas de entrada para bactérias e vírus. Geralmente, não são lesões visíveis, mas existem mesmo se for usada muita lubrificação”, ressalta.

Por isso, homens e mulheres que praticam sexo anal devem ter atenção redobrada e, sempre que possível, limpar a região com água após ir ao banheiro.

Partiu?

Rito de passagem concluído com sucesso, é hora de partir para o abraço. Lembrando, claro, que o uso de preservativo durante o sexo anal evita doenças sexualmente transmissíveis e o contágio de bactérias. Enjoy!

 

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