Monthly Archives: janeiro 2019

Sexo anal: como deve ser a preparação para ter mais prazer
   Blog Diversidade   │     23 de janeiro de 2019   │     11:34  │  0

sexo anal é um tema pouco explorado, cercado por muitos mitos e incertezas. Quem pratica afirma: pode ser muito prazeroso. Por isso, buscamos pelas redes sociais as melhores dicas para você que quer tentar coisas novas na cama. Lembrando que é sempre importante estar atento à saúde íntima antes de se aventurar.           Lembramos que as dicas valem para mulheres, homens gays, e héteros que querem ter novas aventuras com suas parceiras. 

1. Não use anestésicos

Existem muitas pomadas e produtos capazes de anestesiar a região anal, mas o uso desses produtos pode acabar arruinando o momento. Isso porque, com o anestésico, a sensibilidade da região some e pode acontecer de o local ficar machucado com a penetração, dependendo da intensidade da transa. Porém, você só sentirá o resultado quando o efeito do produto passar (ou seja, tarde demais).

Além disso, existem casos também em que o parceiro fica com o pênis anestesiado, por causa do contato com a região em que a pomada foi aplicada. Isso pode fazer com que ele, além de perder a sensibilidade, não consiga chegar ao orgasmo.

2. Posição de controle

Busque posições em que você consiga ficar no controle, ditando o ritmo, a intensidade da penetração e os movimentos. Ficar por cima do parceiro é uma forma de conseguir isso, pois você coloca os limites, assim como a posição de lado, deixando os braços livres para controlar o parceiro e estimular a excitação de outras formas. Nesse último caso, a penetração mais “rasa” facilita o processo.

3. RE-LA-XE

Esta é uma das principais dicas, pois a tensão do corpo dificultará muito a penetração e a sensação de prazer. É nesse momento que surge grande parte das dores sentidas no sexo anal. Portanto, conte com a ajuda do parceiro para relaxar, pedindo para ele caprichar nas preliminares.

4. Treine com um vibrador

Para chegar mais confiante, vale até fazer alguns testes antes usando um vibrador e um gel lubrificante. Sem preocupação e com o corpo mais relaxado, você conseguirá ter mais noção de como vai ser a transa depois de praticar um pouco, o que elimina pelo menos metade das tensões.

5. Lubrifique muito

As pomadas anestésicas não são nem um pouco recomendadas, mas já os lubrificantes são necessários para a maioria dos casos. Não economize na quantidade, ok? Ele que fará o pênis deslizar com mais facilidade, já que o ânus não tem nenhuma lubrificação.

6. Alimentação levinha

Se possível, mantenha uma alimentação leve, equilibrada, mas sem grandes modificações em relação ao que costuma comer. Outro cuidado é não fazer nenhuma refeição por algumas horas antes do sexo. Assim, você evita qualquer desarranjo no trato intestinal, uma das grandes preocupações nesse momento.

7. Converse

Em um momento como esse, a comunicação e a confiança no parceiro é fundamental. Explicar o que está sentindo e orientá-lo vai fazer toda a diferença. Um precisa ouvir e compreender o outro, afinal, o prazer deve ser buscado pelos dois.

8. Faça o “número 2” antes

Se for possível, é interessante evacuar algumas horas antes da transa, evitando uma situação desconfortável. Porém, vale lembrar que acidentes acontecem e os dois devem estar cientes e tranquilos em relação a isso. Duchas íntimas no ânus não só não devem ser feitas, como podem prejudicar a saúde, propagando infecções pelo corpo, ok?

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SP terá encontro nacional de héteros que curtem homens
   Blog Diversidade   │     22 de janeiro de 2019   │     18:06  │  0

Você já ouviu falar dos g0ys? São homens que se relacionam sexualmente com outros homens e não se consideram gays ou bissexuais. Para se conhecerem melhor, em setembro será realizado o 1º Encontro Nacional G0y.

A brodagem vai rolar solta em um sítio no município de Itatiba (a 87 Km de São Paulo) com 2.500 metros quadrados de área. Há espaço para camping, estacionamento, piscina e churrasqueira e “brincadeira sacana” entre eles.

O evento é aberto a g0ys sozinhos/solteiros ou acompanhados de namorada/esposa.

Interessou? Os ingressos já estão disponíveis.

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Travesti é assassinada e tem o coração arrancado
   Blog Diversidade   │       │     0:03  │  0

 “Era um demônio”, afirmou o assassino, que confessou ter cometido o crime após ter relações sexuais com a vítima.

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Nota de pesar e dor, pela morte da militante Maria das Dores
   Blog Diversidade   │     12 de janeiro de 2019   │     8:35  │  0

É com extremo pesar que o Grupo Gay de Alagoas – GGAL, entidade percusora e fundadora do movimento LGBTI+ alagoano, recebeu e repassa a notícia do falecimento da militante alagoana anti-AIDS  Maria das Dores, mais conhecida como DOCA, ocorrido na tarde de ontem, 11/1, em vítima de um C.A.

Aq perda da Militante Doca, além de representar uma dor imensa aos familiares e amigos, é golpe sentido pelos que militam em prol do combate ao HIV-AIDS, espalhados pelo território brasileiro.

Doca contribuiu ao longo de décadas na luta contra o vírus do HIV, no  territórioo brasileiro, e sempre com um grande profissionalismo, honestidade e comprometimento para a preservação da segurança de direitos e da vida do próximo vivendo ou convivendo com HIV-AIDS lutou ferreamente.

A compreensão de nossa família de militantes e aliados contra o HIV foi abalada com a perda de Doca.  Mesmo assim estamos felizes em saber que Doca partiu, mais deixou seu nome inscrito na taboa da resistência de luta por dias melhores, e exerceu a missão de uma profissional e militante.

O Grupo Gay de Alagoas – GGAL, em nome da  família anti-AIDS alagoana, enlutada apresenta votos de sentimentos de solidariedade e respeito pela imensa dor que, com certeza, invade a alma e dilacera qualquer entendimento de lógica carnal.

Att,

Nildo Correia – presidente do grupo Gay de Alagoas – GGAL

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Pasta e demandas LGBTI+ serão mantidas sim, afirma Damares
   Blog Diversidade   │     3 de janeiro de 2019   │     1:25  │  0

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, disse, nesta quarta-feira (2/1), durante a cerimônia de transmissão de cargo, que as demandas LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) são, sim, uma área de competência da pasta, sendo atribuição da Secretaria Nacional de Proteção Global, uma das oito secretarias que integram a pasta.

 Demandas LGBT serão atendidas, sim, pelos Direitos Humanos, afirma Damares

Ao tomar posse do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves afirmou que tema será tratado por uma das secretarias da pasta.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, disse, nesta quarta-feira (2/1), durante a cerimônia de transmissão de cargo, que as demandas LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) são, sim, uma área de competência da pasta, sendo atribuição da Secretaria Nacional de Proteção Global, uma das oito secretarias que integram a pasta.

Uma das diretorias dessa secretaria será a de Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, anteriormente constante como órgão da Secretaria Nacional de Cidadania. “Serão oito secretarias, e a de Proteção Global terá a diretoria que diz respeito às demandas LGBTs”, afirmou a ministra. “Elas (as demandas LGBT) sempre foram atendidas em uma diretoria, nunca por uma secretaria. Bolsonaro respeitou a estrutura do governo anterior”, completou.
A explicação de Damares ocorre depois da repercussão do conteúdo da Medida Provisória nº 870, na qual o presidente Jair Bolsonaro estabelece as áreas de competência dos vários ministérios. No texto, é afirmado, no artigo 43, que o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos tem entre suas atribuições “políticas e diretrizes destinadas à promoção dos direitos humanos”.
O texto, então, relaciona uma série de categorias que devem ter seus direitos promovidos: “mulher; família; criança e adolescente; juventude; idoso; pessoa com deficiência; população negra; minorias étnicas e sociais; e índio”. O termo LGBT não é mencionado.

Governos Lula, Dilma e Temer

Nos governos Lula e Dilma, a Secretaria de Direitos Humanos — que contava com status de Ministério — tinha entre suas atribuições “assessorar direta e imediatamente o Presidente da República na formulação de políticas e diretrizes voltadas à promoção dos direitos da cidadania, da criança, do adolescente, do idoso, da população de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT e das minorias”, conforme consta na Lei de nº 10.683, de 28 de maio de 2003.
Após o impeachment de Dilma Rousseff, Michel Temer decidiu extinguir a pasta e transformá-la em uma secretaria subordinada ao Ministério da Justiça. Em novembro de 2017, porém, o ex-presidente voltou atrás e criou o Ministério dos Direitos Humanos, cujas atribuições incluíam a “formulação, coordenação e execução de políticas e diretrizes voltadas à promoção dos direitos humanos, incluídos [entre outros] direitos das minorias”, conforme consta na Lei de nº 13.502, de 1º de novembro de 2017.
Não havia mais, portanto, na lei de 2017, menção explícita à população LGBT. Dentro do ministério, essa população era atendida pela Diretoria de Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, que era vinculada à Secretaria de Cidadania, como afirmou Damares.

“Terrivelmente cristã”

Na cerimônia de transferência de cargo para Damares Alves, o ex-ministro Gustavo Rocha não esteve presente, porque estava sendo empossado como Secretário de Justiça do Governo do Distrito Federal. Ao discursar, Damares ressaltou que, em sua gestão, a “doutrinação ideológica” terá fim e que, embora o estado seja laico, ela é “terrivelmente cristã”.
“Estou me sentindo em casa, com os defensores da família, da vida e dos direitos humanos. O estado é laico, mas essa ministra é terrivelmente cristã. Acredito nos propósitos de Deus que uniu um time, um exército”, disse.
A nova ministra criticou ainda as ideologias de gênero, os pedófilos e o preconceito contra os indígenas. “No nosso governo, ninguém vai nos impedir de chamar nossas meninas de princesas e nosso menino de príncipes. Acabou a doutrinação ideológica no Brasil. Nossas crianças terão acesso à verdade e serão livres para pensar”, declarou.
Na plateia, estavam lideranças religiosas, caciques indígenas e militantes pró-vida. Emocionada, Damares foi aplaudida de pé quando disse que, por ela, teria ainda a palavra “Viva” no nome do novo Ministério dos Direitos Humanos. “E eu digo Vida desde a concepção”, reforçou. A ministra esclareceu ainda que, assim como é a família dela, composta por ela e pela filha adotiva, todas as configurações familiares seriam respeitadas.
“Precisava sim de uma secretaria da família, porque o governo do Bolsonaro vem com uma outra perspectiva. Todas as política públicas terão que ser construídas com base na família e todas as configurações familiares serão respeitadas”, completou.

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