Monthly Archives: fevereiro 2018

Espaço Cultural Lá Rosa terá show com o cantor Igbonan Rocha
   Blog Diversidade   │     20 de fevereiro de 2018   │     18:00  │  0

No próximo sábado, 24, a partir das 21 horas, no Espaço Cultural Lá Rosa Mossoró, localizado na Praça Rayol, 181, bairro histórico de Maceió, Jaraguá, e administrado pela eterna deusa gay da boemia Alagoana Rosa Mossoró, acontece o show “DEDICADO A VOCÊ”.  

O evento é uma produção do produtor cultural e cantor alabaiano Igbonan Rocha, que além desse projeto acumula uma bagagem extensa e pesada de produções, a exemplo do projeto Pagode dos Amigos, e grandes participações como a do Espetáculo Cartola.  

O show “Dedico a Você” tem um formato de evento bem interativo e interessante, onde o público é quem escolhe repertório, que será composto por 30 músicas.

Informacoes e reserva de mesas: (82) 98836-6834 (Rosa Mossoró)

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Pool Party da Joy juntará dj’s de 5 capitais nordestina em MCZ
   Blog Diversidade   │     19 de fevereiro de 2018   │     13:58  │  0

Com a participação de grandes nomes da cena eletrônica de 5 capitais do nordeste “Fortaleza, Natal, Recife, Maceió e Aracaju”, MCZ será palco de uma grande pool party.

Todo o fervor ocorrerá no próximo dia 4/3,  a partir das 9:hs, no bairro Antares (em Maceió), e os ingressos já estão disponíveis no aplicativo da boate Joy Clube, ou pelo site da casa, que também é a organizadora do evento

E para fazer juntas o fervo mais delicioso desse mar de maravilha nordestina, no comando da pickap estarão os the best Deejays ” Mike Negreiros – SE, Diego Soares – RN, Léo Andrade e Rafael Duarte – PE, Rafa Calvin – CE, e as pratas da casa os alagoanos Bruno Ramos; Natan Lima e Guga”, que veem com tudo e prometem fazer a melhor vibe para os seus peixinhos.

Por tanto peixinhos e peixões, não fiquem de fora, veste a sua melhor veste de praia e vai curte essa grande party.

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Grupo Afinidades GLSTAL promove ciclo de ativismo em Teotônio Vilela
   Blog Diversidade   │     18 de fevereiro de 2018   │     13:12  │  0

O Afinidades GLSTAL , entidade sem fins lucrativos, tem o prazer de anunciar a programação da 12 Parada do Orgulho LGBT de Teotônio Vilela. O Grupo realiza ações de promoção a saúde e de direitos humanos.

A cada edição, a organização realiza uma programação diversificada, com intuito de chamar a atenção sobre a importância de promover uma sociedade mais igualitária, respeitando todas as diferenças. Este ano, o programa terá inicio no dia 03 de março com o tradicional concurso do Miss Gay que conta sempre com inscrições de candidatas dos municípios circunvizinhos, da cidade de Teotônio Vilela.

A novidade da Parada do Orgulho é que esse ano uma banda de fanfarra conduzirá o cortejo, seguida pelo habitual trio elétrico que saíra da praça de eventos no dia 04 de março a partir as 16 horas em direção a orla onde haverá shows de bandas, djs e performances.

Concluída a Parada, o destaque fica por conta do Seminário Saúde Integral da população LGBT que ocorrerá no dia 05 de março, no Centro Cultural da cidade. O Seminário contará com palestrantes renomados como Letícia Lima, enfermeira especialista em gestão da saúde, com enfase na atenção básica. Da advogada trans, Maria Eduarda, do Grupo Pela Vida do Rio de Janeiro e do Prof. Doutor Eden Lima da UNCISAL.

A ação ofertará várias oficinas com o objetivo de dialogar com gestores sobre a politica pública de saúde integral da população LGBT e também um ciclo de atividades durante toda a semana incluindo, exposição fotográfica, apresentação de filmes com temáticas sobre direitos humanos de LGBT e debates com os profissionais no final das apresentações.

PROGRAMAÇÃO

03/03/2018 – ConcursoMiss Gay as 21 horas no Centro Recreativo Vilelense

04/03/2018 – 12° Parada do Orgulho LGBT concentração as 15 horas na Pça de Eventos de Teotônio Vilela Ônibus da Cidadania – Realização de testes Rápidos para Sifilis, Hepatites e HIV

05/03/2018 – Seminário sobre Saúde Integral da População LGBT as 8:30 horas na Casa de Cultura Oficinas as 14 horas 1. Construção de Agenda de intenções sobre Saúde Integral de LGBT 2. Gênero e identidade sexual nos serviços de saúde 3. Saúde Integral de LGBT. Como podemos avançar?

06 a 09/03/2018 – Mostra Fotográfica – Identidade Trans na casa de Cultura Mostra de Video – Debate na Casa de Cultura as 14 horas

06/ 03 – 1. Milk a Voz da Igualdade com debate por Milka Freitas

07/03 – 2. Wonderfull: Eu em Mim com debate por Jadson Andrade

08/03 – 3. Encontrando Bianca com debate por Roberto Junior

09/03 – 4.Boneca na Mochila com debate de Rafael Gomes

06 a 09/03 – Tenda da Prevenção na Casa de Cultura distribuição de preservativos, material informativo e gel lubrificantes

Para maiores Informações, entrar em contato com o organizador Julio Daniel (82) 991715115 e para o concurso de Miss Gay com Marinho (82) 991148884

Fonte: ASCOM/Afinidades GLSTAL

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Saiba quais são os principais sintomas da AIDS
   Blog Diversidade   │     17 de fevereiro de 2018   │     19:07  │  0

Os sinais da doença podem passar despercebidos. Saiba quais são os principais sintomas da AIDS e fique atento às reações do seu corpo.

Você imaginaria que pode estar com uma doença grave e ainda sem cura caso apresentasse um mal-estar, tosse seca, febre e dor de garganta? Provavelmente, você acharia que está com um resfriado, porém esses sinais podem indicar uma infecção aguda pelo HIV. Justamente por isso, é importante conhecer quais são os principais sintomas da AIDS.

É claro que você não deve se desesperar com qualquer dorzinha de garganta, pois é mais provável que você realmente tenha apenas um resfriado comum. No caso do HIV, esses sintomas duram cerca de 14 dias e aparecem de 3 a 6 semanas depois da exposição ao vírus (seja pelo compartilhamento de agulhas ou por meio de relações sexuais sem preservativo).

Além de as reações do organismo serem bastante inespecíficas e poderem ser confundidas com outras doenças, algo que torna essa situação ainda mais grave é que os exames de sangue só conseguem detectar o vírus a partir de 40 dias depois da contaminação.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SINTOMAS DA AIDS

Antes de tudo, é preciso esclarecer que ter o vírus HIV não significa necessariamente que a pessoa tenha AIDS, pois o vírus pode ficar adormecido (incubado) por 8 a 10 anos sem manifestar a doença.

Um paciente só está com AIDS propriamente dita quando sua contagem de linfócitos CD4 (um tipo de célula de defesa) está menor do que 200 células por mililitro de sangue – sendo que o normal, para um adulto saudável, é apresentar de 800 a 1.200 células/ml.

Nesse caso, o paciente pode manifestar alguns sintomas da AIDS, além de ficar mais suscetível a infecções oportunistas – que aproveitam o enfraquecimento das defesas do organismo para se instalar. Saiba quais são os principais sintomas da AIDS:

  • Febre alta persistente: na infecção aguda, a temperatura do paciente costuma ficar entre 38 a 40 graus Célsius durante pelo menos duas semanas – tempo bastante superior à febre de um resfriado comum, por exemplo;
  • Tosse seca persistente e sensação de garganta arranhada: novamente, o que diferencia os sintomas da AIDS e os de um resfriado é a sua duração;
  • Suor noturno: muitas pessoas suam durante a noite e isso não representa um problema de saúde grave. Porém, quem nunca teve esse sintoma e começou a apresentá-lo de repente precisa ficar atento;
  • Dores nos músculos e articulações: são sintomas comuns a outras doenças infecciosas e podem fazer a pessoa se sentir mais cansada e indisposta;
  • Manchas avermelhadas, bolinhas ou feridas na pele: esses sinais costumam aparecer entre 48 a 72 horas depois do início da febre, persistindo por 5 a 8 dias. As partes do corpo mais afetadas são o rosto, o pescoço e o tronco;
  • Inchaço dos gânglios linfáticos: é possível notar um inchaço que dura mais de três meses atrás das orelhas, na parte de dentro dos cotovelos, nas virilhas ou na parte de trás dos joelhos, onde se encontram os gânglios;
  • Diarreia, náuseas e vômitos persistentes: no caso da AIDS, esses sintomas persistem por mais de 30 dias, deixando o organismo ainda mais debilitado;
  • Perda de peso muito rápida: justamente por sofrer com os vômitos e a diarreia por muito tempo, os pacientes com AIDS estão sujeitos a perder bastante peso rapidamente;
  • Espessamento das unhas: esse sintoma acontece quando as unhas são acometidas por uma infecção causada por fungos. Esses micro-organismos se aproveitam do enfraquecimento do sistema imunológico e causam as micoses;
  • Candidíase oral ou genital recorrente: a cândida é um fungo que existe naturalmente no nosso organismo sem causar maiores problemas. Porém, quando as defesas estão fracas, ele se multiplica e causa a candidíase. Em pacientes com AIDS, essa doença parece nunca ser totalmente curada ou estar sempre voltando;
  • Dor de cabeça, dificuldade de concentração e alterações psicológicas: o cérebro é um órgão como todos os outros, por isso ele também é afetado quando o organismo do paciente apresenta uma alta carga viral. Assim, o paciente também pode apresentar dificuldades de memória e coordenação e irritabilidade;
  • Surgimento de doenças infecciosas oportunistas: como o organismo está com suas defesas enfraquecidas, o paciente fica mais sujeito a ter doenças como hepatite, pneumonia, toxoplasmose e tuberculose – e são essas doenças que costumam levar o paciente a óbito.

Os sintomas listados acima podem aparecer em muitas outras doenças além da AIDS, por isso eles não são conclusivos sobre a presença dessa patologia ou não.

COMO SABER DO CONTÁGIO?

Para realmente saber se uma pessoa tem o vírus HIV, é necessário fazer o exame de sangue entre 40 a 60 depois do comportamento de risco que pode ter levado à contaminação e repetir o teste mais duas vezes, após 3 e 6 meses.

Saber quais são os principais sintomas da AIDS pode ser muito útil para reconhecer os sinais que o corpo nos dá quando algo não vai bem na saúde. Porém, muito mais importante do que isso, é sempre se prevenir nas relações sexuais usando o preservativo e jamais compartilhar agulhas ou outros objetos cortantes com outras pessoas.

Fonte(s): Tua Saúde e Saúde Dicas

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Sônia Sissy Kelly, a transexual que sobreviveu a ditadura
   Blog Diversidade   │     15 de fevereiro de 2018   │     18:53  │  0

Nascida nos anos 60, Sônia Sissy Kelly enfrentou a violência do regime militar, viveu por anos na Europa, contraiu HIV e hoje luta pela visibilidade trans na Terceira Idade

Por: Isabela Alves

O Brasil é o país com o maior número de assassinatos contra membros da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), no mundo. Só em 2017, foram 445 homicídios motivados pelo ódio a LGBTs. O dado é de um levantamento do Grupo Gay da Bahia (GGB), segundo o qual o número de assassinatos do tipo cresceu 30% em 2017, em relação ao ano anterior. O grupo acredita, ainda, que o número real pode ser maior, já que muitas pessoas LGBTs não têm seu nome social e identidade de gênero garantidos no atestado de óbito.

A violência contra essa população não é uma novidade no Brasil. Na época da Ditadura Militar, por exemplo, essas pessoas foram alvo de perseguições, censura e chegavam até a ser internadas em hospitais psiquiátricos. Tudo isso porque representavam uma “ameaça à ordem moral e à família tradicional brasileira”.

Os relatos das pessoas LGBTs que sobreviveram a essa época são impressionantes e mostram o quanto a intolerância às diferenças no Brasil é algo forte. Sônia Sissy Kelly é um exemplo disso. Ela é uma mulher transgênero que viveu na época da Ditadura Militar e sofreu diversas violações de direitos por ter assumido sua identidade. Atualmente ela continua lutando pelos direitos de transexuais e travestis, e pela sua sobrevivência.

Apoio familiar e transição de gênero

Nascida em 6 de abril de 1956, no estado do Espírito Santo, Sônia veio de uma família humilde de agricultores. Filha de pai analfabeto e mãe semianalfabeta, ela é a quinta filha de uma família de 13 irmãos. Não teve oportunidade de estudar além da quarta série, porque precisou trabalhar no campo para ajudar com o sustento da família.

Apesar de ter nascido em uma época extremamente conservadora, sua família sempre a aceitou e lhe deu apoio. “Os pais são os últimos a saber da orientação sexual do seu filho e, quando sabem, eles procuram negar por medo de que essa sexualidade não seja bem recebida pelas pessoas. No entanto, eu acredito que as pessoas LGBTs que têm apoio da família têm muito mais coragem de enfrentar a sociedade”, conta.

Imagens de Sônia aos 17, 22 e 27 anos de idade

Sônia iniciou a sua transição na adolescência, aos 17 anos. Por não ter acesso a muitas informações na época, ela não compreendia as mudanças que estavam ocorrendo em sua mente e seu corpo. Eu não tinha consciência do que era uma transexualidade, não sabia nada sobre questões de gênero e o mundo LGBT. Eu saí de casa como Idelci Lopes e fui buscar o meu eu, a minha Sônia Sissy Kelly que eu nem conhecia ainda”.

Ainda muito jovem, se mudou para a praia de Carapebus, uma serra boêmia no litoral de Vitória (ES), e lá encontrou pessoas com as quais se identificava. Algumas já estavam com suas transições completas e outras estavam na fase de transição, assim como ela.

“Até aquele momento eu nunca tinha tirado minha sobrancelha, não tinha nem furado a orelha… Sim, eu escolhi ser uma mulher transexual e sabia que só poderia estar completamente realizada sendo mulher. Essa transição não foi feita da noite para o dia, foi construída. Eu moldei o meu corpo, a minha mente e a minha alma”, explica.

Prostituição e Ditadura Militar

As mulheres transexuais e travestis enfrentam desafios diários nas suas vidas e um deles é a inclusão no mercado de trabalho. Muitas pessoas acreditam que a população de transexuais e travestis esteja ligada a profissões sexuais, mas, na realidade, muitas vão para essa vida porque esta é a única alternativa que lhes resta.

Por falta de políticas públicas que deem apoio a elas, essas pessoas acabam excluídas, marginalizadas. Sônia sentiu essas dificuldades e acabou seguindo o caminho da prostituição para sobreviver. “Nós temos pessoas sim que são profissionais do sexo, mas porque foram obrigadas a cair nessa profissão”.

Na época em que começou a sua transição, em 1974, o Brasil estava passando pela Ditadura Militar, regime autoritário que colocou em prática a censura, perseguição política, a supressão de direitos e a repressão, e Sônia sofreu na pele a crueldade e os abusos dos policiais.

Chegou a ser internada quatro vezes, foi transferida de cidade, e sofreu diversas torturas em um sanatório, com eletrochoques, por conta de suas vestes e penteados. Qualquer manifestação de sexualidade fora do padrão cis normativo era considerada doença mental. “A segurança pública nos violentava demais e tirava todos os nossos direitos, inclusive de ser quem éramos”, relembra Sônia.

Homossexualidade no Brasil e na Europa

Sônia no seu tratamento contra o HIV

Em 1984, resolveu se mudar para a Europa e ficou lá durante sete anos. Nesse tempo, ela morou em vários países, como Espanha, França, Itália, Suíça, Alemanha e Portugal. “Não vamos dizer que o Brasil é o único país que viola os direitos das pessoas LGBTs, mas os países da Europa estão bem mais evoluídos para lidar com as questões de gênero, sexualidade e até mesmo as pessoas em situação de rua”, explica.

Em 1991, quando vivia em Portugal, descobriu ter o vírus HIV e decidiu voltar para o Brasil. Assim, ela começou a trabalhar em prol de questões como prevenção, conscientização e redução de danos do HIV/AIDS“Na descoberta do HIV, eu tive que voltar para o Brasil para refletir minhas ações, e recomeçar minha vida junto da espiritualidade maior e junto do ativismo social”, conta.

Ativismo

Chegando no Brasil, Sônia se juntou à Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS, em Belo Horizonte (MG), e também trabalhou no Gapa (Grupo de Apoio à Prevenção da Aids). Já em 2008, fundou a Associação do Núcleo de Apoio e Valorização à Vida de Travestis, Transexuais e Transgêneros do DF e Entorno (Anav Trans) e também iniciou seu ativismo social dentro da população em situação de rua pela Pastoral da Rua, Fórum da População de Rua e no Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Nacional para População em Situação de Rua (CIAMP Rua).

“Minha maior bandeira de luta é pelo direito do nome social garantido, acolhimento institucional e pelo reconhecimento das identidades de gênero das mulheres travestis e transexuais. Já tivemos avanços, estamos no caminho certo e um dia vamos chegar lá”, comenta.

No Brasil, para conseguir mudar o nome e o sexo no RG, é preciso apresentar um laudo de um psicólogo e de um psiquiatra atestando que a pessoa “sofre de transexualismo”, termo do Catálogo Internacional de Doenças, e todo esse processo pode durar cerca de um ano.

“Nós, mulheres transexuais e travestis, morremos com requintes de crueldade, mas ainda somos reconhecidas por parte da polícia/imprensa como homens. A diferença entre a Ditadura Militar e os dias atuais é que hoje podemos ser protagonistas das nossas próprias histórias. Somos cada vez mais empoderadas para lutar pelos direitos como saúde, educação de qualidade e por mais oportunidades no mercado de trabalho”, afirma Sônia.

Terceira Idade

Agora que está na terceira idade, com 61 anos, Sônia continua lutando para ter seus direitos garantidos, já que muitas vezes nessa fase da vida as políticas públicas não dão suporte a essa população e muitas sofrem com a invisibilidade social. “Quando a gente entra na terceira idade, começa a perceber nossas mudanças perante o espelho e para as travestis e transexuais essas mudanças são ainda piores”.

Por conta das mudanças corporais, Sônia conta que muitas travestis e transexuais perdem o cabelo, os pelos no corpo e o silicone pode chegar a ficar destruído. “A gente como profissional do sexo já não consegue se manter e muitas das vezes a gente tem até a vida sexual ativa, mas as pessoas discriminam essa sexualidade na terceira idade”, explica.

Sônia na Ocupação Carolina Maria de Jesus, MG

Depois de ficar dois meses esperando por acolhimento em um espaço feminino em um asilo e não ter conseguido, Sônia foi morar na Ocupação Carolina Maria de Jesus, em Minas Gerais. A ativista é aposentada desde 1991, porém por conta dos gastos com seus remédios e alimentação, ela se mudou para a ocupação e está lutando por uma moradia fixa.

Pessoas interessadas em ajudar a Ocupação Carolina Maria de Jesus podem doar alimentos no endereço Av. Afonso Pena, número 2300, Belo Horizonte – MG.

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