Monthly Archives: janeiro 2018

Barba protege homens da homossexualidade, diz líder religioso
   Blog Diversidade   │     21 de janeiro de 2018   │     15:15  │  0

Com glitter pode, né?!

Os homens que desejam manter a imagem de heterossexual devem considerar usar barba – alerta um líder do grupo religioso russo.

Durante uma entrevista com o Serviço Nacional de Notícias da Rússia, Kornily, um católico ortodoxo que deixou a igreja em 1666, ligou a ausência de barba com homossexualidade. Na entrevista, Kornily pediu para os homens pararem de tirar pelos do corpo para “se protegerem da homossexualidade”.

“Deus nos deu as regras. Está escrito que Deus criou todos com barba. Não podemos imaginar Cristo ou algum santo sem barba. Não se deve opor ao seu criador. É uma coisa monstruosa ver a roupa masculina e os penteados da atualidade”, disse Kornily.

Conchita

Situação dos Gays na Rússia

Muitos religiosos se desvincularam da Igreja Católica Ortodoxa depois que o Patriarca Nikon, o chefe da igreja em 1666, fez mudanças nos livros e costumes ortodoxos russos. Deixaram o continente da Rússia e se mudaram para áreas remotas ao redor do globo – alguns grupos vivem em áreas dos EUA, Brasil, China e Sibéria – para praticar sua fé, que proíbe fortemente a homossexualidade.

De acordo com Kornily, o status religioso de ter uma barba “desapareceu completamente do ocidente católico”. Atrelou inclusive o aumento de casos de homossexualidade na Rússia devido a ausência de barba.

Embora a sodomia tenha sido despenalizada na Rússia em 1993 – o país já havia encarcerado as pessoas condenadas por atos homossexuais – a Rússia geralmente desaprova a homossexualidade em todas as frentes religiosas e políticas.

A Chechênia recentemente foi investigada depois que o jornal russo Novaya Gazeta informou que homens gays na área estavam sendo submetidos a torturas. O The Guardian confirmou mais tarde que quatro homens apresentaram evidências de espancamentos e tortura com choque elétrico por mais de uma semana em um campo de concentração.

As autoridades chechenas negaram as acusações, mas o tratamento desumano nos homens gays foi suficiente para provocar um clamor internacional, fazendo com que líderes mundiais, incluindo a chanceler alemã Theresa May, pedissem ao presidente russo Vladimir Putin para investigar os relatórios. Elena Milashina, a repórter que acompanhou o ocorrido, disse ao The Guardian em maio que Putin tinha sido informado sobre os crimes e não fez nada.

Com informações de Newsweek

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Caminhoneiro, ex. pastor, é crossdresser e roda o Brasil de salto alto
   Blog Diversidade   │     19 de janeiro de 2018   │     0:37  │  0

Afrodite se considera heterossexual e quer fazer cirurgia de mudança de sexo.

O caminhão Mercedes, de cor azul bebê, estaciona e abre as portas. A motorista, Afrodite, de 68 anos, desce com destreza em cima de um par de saltos, habilidade conquistada nas décadas em que utilizou o calçado escondida de todos. Seu vestido é de cor preta, uma forma de luto, em respeito à morte do homem que foi um dia.

Afrodite nasceu Heraldo Almeida Araújo – nome que consta em todos os seus documentos -, mas há cerca de seis meses pede para ser chamada pelo nome feminino, escolhido por conta da admiração que nutre pela deusa grega do amor, da beleza e da sexualidade.

Em meados do ano passado, decidiu se assumir como crossdresser, prática na qual homens utilizam roupas e acessórios considerados femininos.

“Desde criança, sempre me senti mulher. Perguntava para a minha mãe por que meus seios não cresciam e ela dizia que homens não têm seios. Nunca entendi por que nasci assim”, revela.

Afrodite se considera heterossexual e parou de se envolver com mulheres há alguns anos. Em meio às mudanças dos últimos meses, espera virar transexual e passar a se interessar por homens, deixando para trás uma vida que avalia como triste, por não ter conseguido ser quem realmente é.

Já foi cabo do Exército, caminhoneiro, eletricista, empresário e pastor. Casou-se duas vezes e teve uma filha. E arrumava formas para suprir os desejos escondidos.

“Na infância, eu pegava roupas de algumas primas e usava. Depois, quando adulta, eu mesma costurava minhas roupas, escondida, ou comprava algumas peças. E usava roupas íntimas femininas, como calcinha ou sutiã, por baixo das roupas masculinas.”

Usou roupas de mulher pela primeira vez aos 13 anos, quando pediu às primas que a vestissem e maquiassem. Agora, mais de cinco décadas depois, decidiu que irá fazer a cirurgia de redesignação sexual. “O procedimento, junto com o silicone que pretendo colocar, vão fazer com que eu complete esse ciclo”, diz.

A vida de Afrodite assemelha-se à de diversas crossdressers brasileiras. Conforme Cristina Camps, uma das diretoras do Brazilian Crossdresser Club – dedicado a praticantes do crossdressing e transgêneros -, muitas demoram décadas para se assumir.

“Normalmente, essa vontade surge na infância, mas em função dos padrões da sociedade, somente na faixa adulta irão compreendê-lo. Geralmente, os homens se assumem entre quatro paredes, pelo receio de serem descobertos e perderem as conquistas profissionais e sociais.”

Não há levantamentos sobre o número de crossdressers no Brasil. Entretanto, Cristina explica que mais de 3 mil homens já passaram pelo Brazilian Club. “O crossdressing, no Brasil, ainda é embrionário. Nós somos o primeiro clube voltado a esse fetiche no país. Surgimos em 1997, mas, antes disso, certamente centenas de pessoas já eram adeptas da prática. É difícil mensurar”, comenta.

Casamentos

Nascida em Jacarezinho (PR), Afrodite hoje vive em Cuiabá (MT). Durante a infância no Paraná, ela se recorda que sempre teve tendência a escolher atividades relacionadas às meninas, o que a tornava alvo de comentários dos colegas de classe. “Ele riam de mim, por causa do meu jeito mais delicado.”

Na puberdade, teve uma crise de identidade. “Fiquei revoltada quando nasceram os primeiros pelos em mim e minha voz engrossou. Foi estudando anatomia que passei a entender que não poderia ter seios. Mas ainda assim, mantive meu sonho de um dia me tornar mulher”, declara.

Quando se mudou para São Paulo, ainda na adolescência, começou a trabalhar em uma tecelagem e passou a costurar roupas femininas para si, quando ficava sozinha. E usava-as apenas dentro da fábrica, porque não tinha coragem de sair à rua.

Manteve o costume de usar, secretamente, roupas íntimas femininas nos períodos em que serviu o Exército, em que foi funcionária pública em Corumbá (MS) e, posteriormente, caminhoneira. Na cidade sul-mato-grossense, conheceu sua primeira mulher, de quem escondeu o fetiche. Eles se casaram em 1974.

“Muitas vezes, eu tinha que viajar de caminhão, a trabalho, e usava lingeries. Mas nunca usei nada na frente dela”, relata. Certa vez, a mulher encontrou, no bolso de uma calça de Heraldo, calcinhas que haviam sido utilizadas pelo próprio marido. “Talvez ela desconfiasse, mas não falou nada.”

Foi também nesse período que Afrodite teve a única filha, Tatiana, um ano após o casamento. Foi um dos momentos mais importantes de sua vida.

“Eu sempre quis ter uma filha, porque acreditava que me identificaria mais”, comenta.

O casamento durou 16 anos e terminou após Afrodite engatar um romance com outra mulher. Depois desse relacionamento, pela primeira vez, ela arriscou sair na rua com roupas femininas.

“Eram coisas discretas. Comecei no fim de 1995. Eu não conhecia sobre crossdresser nem transgênero, só tinha muita vontade de andar vestida de mulher e de ser uma”, relata.

Ela deixou de esconder os desejos aos amigos mais próximos, mas logo desistiu de usar roupas femininas em público. “O preconceito era muito grande nas ruas. Não cheguei a ser alvo de nenhuma agressão, mas ouvia comentários como ‘bicha’ ou ‘viado’. Então, decidi me preservar e também desisti, temporariamente, dos meus planos de mudar de sexo.”

O segundo casamento durou 14 anos e terminou em 2013. Um dos motivos do rompimento, diz a crossdresser, era a vida sexual do casal – Afrodite diz que sempre teve dificuldade em se relacionar com mulheres, mas tampouco se interessa por homens. “Eu me considero heterossexual, porque pessoas do mesmo sexo nunca me atraíram. Às vezes penso que posso ser assexual.”

A carreira de pastor

Durante o segundo casamento, Heraldo, espírita kardecista desde a infância, decidiu conhecer mais sobre a religião da companheira, que era evangélica. Acabou se tornando pastor, função que exerceu por mais de 10 anos na Assembleia de Deus em Cuiabá.

“Eu pregava, dava testemunhos e falava sobre a palavra de Deus. Eu fazia até culto em minha residência, para 150 pessoas. Gostava muito”. E costumava liderar cerimônias religiosas com roupas íntimas femininas. “Ninguém percebia, mas eu usava, porque me sentia bem.”

Com o passar dos anos, passou a se questionar sobre como a religião enxergaria o fato de se sentir como uma mulher. “As minhas fantasias continuavam e, muitas vezes, perguntei a Deus se eu estava errada. Mas me sentia em paz com minha consciência e isso me tranquilizava.”

Em 2013, após decidir que iria se tornar crossdresser, deixou a Assembleia de Deus. “Muitas coisas iam contra os meus princípios e me sentia muito reprimida. Eu acho que não deveria ter ficado tanto tempo (na igreja). Hoje penso que não deveria ter retardado tanto a minha felicidade.”

Relação com a família

Afrodite conta que tinha uma boa relação com seus irmãos – com quem chegou a formar uma sociedade em uma empresa eletrotécnica – até ela passar a usar roupas femininas abertamente.

“Falaram que eu estava ficando maluca. Foram me isolando e até me proibiram de atender clientes”, afirma.

Afrodite chegou a registrar boletim de ocorrência contra parentes, alegando sofrer ameaças de agressão. E abriu um processo contra os dois irmãos por injúria e difamação. “Já tivemos algumas audiências e a juíza orientou que a gente faça acompanhamento psicológico”, diz.

A doutora em psicologia social Sandra Elena Sposito afirma que o acompanhamento psicológico pode auxiliar uma crossdresser a se entender melhor. “Essas pessoas podem precisar, talvez, de algum amparo para enfrentar situações de estigma e preconceito. Não pelo crossdressing em si, mas para que compreendam que essa situação não precisa gerar sofrimento. A dificuldade vem da forma de estar no mundo e não ser reconhecida, não poder transitar na sociedade nem se expressar socialmente.”

O preconceito dentro da própria família foi justamente a parte mais difícil para Afrodite. “Eram pessoas que eu esperava que, ao menos, me respeitassem. Não imaginava que fossem me atacar dessa forma”, lamenta. No entanto, ela afirma ter recebido apoio dos sobrinhos e do pai. “Ele agiu normalmente comigo. Não fez nenhum comentário quando me viu de mulher pela primeira vez.”

Ao recordar-se da mãe, já falecida, ela se emociona. “Ela me amaria ainda mais. Sei que ela me assiste, porque nada dá errado para mim. Sei que estou conseguindo vencer. Hoje, sinto a presença dela me encorajando”, diz, entre lágrimas.

Outro apoio importante veio da filha, a dona de casa Tatiana Rodrigues, de 42 anos. “Ela lidou tranquilamente com isso. Na primeira vez em que ela me viu, só me deu um conselho: ‘não pinta a unha de cor muito forte quando estiver trabalhando’. Mas eu disse que gosto de cores assim, pois escondem a sujeira da unha, por conta do meu trabalho como caminhoneira.”

Rodrigues conta que, até 2017, nunca havia identificado no pai um interesse em se transformar em mulher. “Nunca pensei nisso. Meu pai não era aquela figura extremamente machista, mas nunca demonstrou tendência afeminada. Era um senhor comum”, explica.

“Não posso dizer que (vê-lo vestido de mulher) foi algo que você olha e pensa: ‘tudo bem’. A primeira coisa que pensei foi: ‘nossa, é o meu pai. Aquela imagem que eu tinha antes não existe mais’. Mas a essência dele é a mesma e é isso que importa. Depois do primeiro impacto, passei a encarar normalmente, porque meu pai para mim é um tesouro, junto com a minha mãe”, conta.

Preconceito e mudança de gênero

Mas a filha teme pela integridade física do pai. “O meu medo é que ele sofra algum tipo de violência, porque o mundo está cada vez mais perigoso e existem muitas pessoas intolerantes”, diz.

É o mesmo temor do pai. “Nunca fui agredida fisicamente, mas esse é o meu maior medo”, conta Afrodite.

Desde que se assumiu como crossdresser, ela passou a enfrentar comentários maldosos e situações constrangedoras. “Já levei empurrões em bares, mas outras pessoas entraram para me defender. Eu também já fui impedida de entrar em alguns estabelecimentos. O preconceito agora faz parte da minha rotina. As pessoas torcem o nariz, às vezes levantam e vão sentar em outro lugar. Eu ignoro, mas isso tudo machuca.”

Um dos momentos mais difíceis é quando precisa utilizar banheiro em algum estabelecimento público. “Muitos não me deixam entrar no feminino e eu tenho que ir ao masculino. É ruim, porque eu uso meia-calça, tenho que usar o mictório e acabo tendo que levantar o vestido. Me sinto exposta, porque sempre tem alguém que me constrange ou me xinga dentro do sanitário”, lamenta.

Afrodite gostaria de realizar a cirurgia de mudança de sexo ainda neste ano. Antes, porém, deverá fazer acompanhamento terapêutico, para que possa receber laudo psicológico/psiquiátrico favorável e o diagnóstico de transexualidade.

Enquanto isso, ela entrou com uma ação na Justiça para que o nome Afrodite passe a constar em seus documentos. “Expliquei para a juíza que eu não sou homossexual, sou transexual. No Fórum, todos me chamavam de Afrodite”, relata. O processo ainda está em tramitação.

Atualmente, Afrodite se classifica como crossdresser, por não ter feito nenhuma modificação em seu corpo. Quando fizer a cirurgia de mudança de sexo, passará a se considerar transexual. “Eu quero chegar o mais próximo possível de uma mulher, que é como eu realmente me sinto”, conta.

Crossdresser há cerca de dez anos, a psicóloga e artista plástica Fe Maidel argumenta que o crossdressing não necessariamente precede uma mudança de gênero: “Cada pessoa tem uma maneira única de se expressar no mundo. Ser crossdresser pode ser o começo de um processo de conhecimento, que pode culminar na transição de gênero, ou não”.

A vontade de concluir a fase de transição é tamanha que Afrodite tem tomado hormônios por conta própria, sem consultar um médico, há cinco meses. “A minha filha já me deu bronca. Ela falou: ‘papai, eu convivi com o Heraldo por 42 anos e quero viver o mesmo período com a Afrodite'”, comenta. A crossdresser prometeu suspender o medicamento até a devida indicação médica.

A redesignação sexual será, segundo ela, o começo de uma nova vida. “É um sonho que tenho desde criança. Eu preciso muito dessa cirurgia”, diz. E, mesmo antes disso, Afrodite já decretou a morte do homem que era desde a infância. “As pessoas me perguntam o porquê de eu gostar tanto de preto. É porque estou de luto, em respeito ao Heraldo, que morreu.”

A crossdresser leva uma vida solitária. Sua rotina se resume a alguns fretes no caminhão, ir a lojas comprar roupas e frequentar bares, nas noites em que está feliz. A maior parte de seus dias ela tem passado em casa, onde mora sozinha, junto com 16 gatos. Diz que há poucas pessoas com as quais pode contar. “É triste, mas eu sei que acabam se afastando de mim. Só tenho a minha filha, minha neta, meu genro e minha primeira esposa.”

Mesmo assim, Afrodite não se arrepende de ter se assumido crossdresser. “Eu só me culpo por não ter feito isso antes. O que me deixa triste é que sei que já estou velha e não vou ter tanto tempo para desfrutar desse meu sonho.”

Fonte: BBC Brasil

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Baby Leclerir traz para Maceió o show cultural Eles e Elas
   Blog Diversidade   │     18 de janeiro de 2018   │     13:46  │  0

 27/1, a partir das 19 horas, no Espaço Cultural Arte Pajuçara, diretamente dos palcos internacionais, a artista  Baby Leclerir, traz para Maceió o show cultural “Eles e Elas “,sobre direção da Atriz e Produtora Cultural,  Dinah Ferreira,  no Cine Arte Pajuçara.  Além de abrir espaço para novos talentos, o show agrega artistas de todo o Brasil,  trazendo atrações  da arte transformista para o palco de Maceió.

Baby Leclerir nasceu em Alagoas, e atualmente mora na suiça. Nos anos, 80 começou sua carreira  na televisão e no teatro da sua cidade, em seguida partiu para o Rio de janeiro, onde trabalhou com Rogéria, Meime dos Brilhos, Kátia Jones, Laura de vision,e Erick Barreto – ator transformista que se apresentava  no programa do Silvio Santos-.  Com o sucesso dos seus números, a artista recebe o convite para sair na revista ‘Staine’ da Alemanha, onde surgiu  proposta de trabalho no exterior. Em 2017, fez uma temporada no lest europeu com um grande show. Em Maceió  realizou  o show Cultural “Noite das Divas” no Teatro de Arena.

ELES & ELAS

Local: Cine Arte Pajuçara

Ás 19:30 hrs

Ingressos: 20,00 reais

Maiores informações: 99930-2603 (whatsapp)

Fonte: ASCOM Eles & Elas

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Baile de Máscara & Fantasia Gay é a boa do próximo domingo
   Blog Diversidade   │     17 de janeiro de 2018   │     15:32  │  0

No próximo domingo, 21/01, a partir das 12:h, acontece a segunda edição  da festa de Carnaval, baile de Máscara e Fantasia, que é organizado pelo grupo de whatsapp Gatinhos & Gatões.

O evento ocorrerá na Casa Guedes, Trapiche ( rua do Hemoal), Maceió/AL, e todos já aguardam o badalado do Baile de Carnaval Gay mais fodastico de Maceió, que chega em sua segunda temporada com a promessa de muita ferveção e azaração.

A organização do evento conta que está trabalhando para organizar uma das melhores prévias de carnaval da galerinha jovem noturna e diurna, essa pool party, promete se consolidar e ganhar mais destaque no cenário local, e para animar a festa, os renomados DeeJ ay Woshigton Douglas  & a Loiraça Chris Mendonça, residentes da Boate Ibiza, que juntos irão comandar e agitar a galera com muito axé, frevo, dance e muito frizon.

Cercado de muita expectativa, o baile é sucesso absoluto na venda de ingressos antecipados e, segundo a organização, será casa cheia.

Então anote ai na sua agenda, já que a pool party promete.

seu ingresso pode ser adquirido pelo fone-WhatsApp (82) 99820-9323/98801-9233, como também maiores informações.

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Presidente do GGAL será um dos agraciados do prêmio Notáveis da Cultura Alagoana
   Blog Diversidade   │     15 de janeiro de 2018   │     18:55  │  0

Nildo Correia está há 17 anos a frente do segundo maior evento de massa e mobilização social do Estado, a Parada do Orgulho LGBTI+ de Alagoas, que ao longo de mais de uma década e meia promove ações de incentivo a cultura LGBTI+ , a exemplo do Festival de Arte e Cultura LGBTI, e outras ações.
Nildo está na presidência do Grupo Gay de Alagoas – GGAL, no seu primeiro mandato de quatro anos, mas milita em prol da causa LGBTI+ Alagoana desde 97, onde iniciou ações em prol da causa, a convite do fundador do movimento, Marcelo Nascimento.
Correia também se destaca no Estado, quando o requisito é direitos humanos em prol dos LGBTI+ Alagoano. É o militante que mais apresentou sugestões de lei ao parlamento Municipal de Maceió, a exemplo do PL que cria cotas de moradia popular voltada aos casais homoafetivo no município de Maceió, PL que reformula a lei de combate a homofobia em MCZ, PL que torna a praça Rayol , no  bairro histórico Jaraguá , uma referência LGBTI+ na cidade de Maceió, entre outros.
O Prêmio Notáveis da Cultura Alagoana foi instituído em 2005 numa brincadeira, uma sátira aos prêmios de fim de ano que têm meramente interesse monetário, diferente do Notáveis, que homenageia personalidades da Cultura, em Alagoas.
Por tudo isso a Associação Cultural Alagoa do Sul vem premiando as pessoas que realmente contribuíram para a cultura alagoana ao longo dos anos anteriores, desde 2005.
Este ano, a 14ª edição, do Prêmio Notáveis da Cultura Alagoana, ocorrerá no dia 25/1( quarta-feira), a partir das 17 horas, durante a Festa Literária do Por do Sol, na barraca de Praia Pedra Virada – orla de Ponta Verde, Maceió/AL.
RELAÇÃO DOS VENCEDORES DO

14º PRÊMIO NOTÁVEIS DA CULTURA ALAGOANA -2017

GASTRONOMIA
BUDEGA DA MACAXEIRA – Restaurante
ZEPPELIN – Botequim
BAIANA DO MERCADO DE JARAGUÁ – Café da manhã
PEDRA VIRADA – Barraca de Praia
LUIZ EUDES, O REI DOS SUSPIROS – Doce
MARIA BONITA – Tapioca

MÚSICA
IGBONAN ROCHA – Cantor
ANDRÉA LAÍS – Cantora
DYDHA LYRA – Cantor Lírico
ELVIRA REBELO – Cantora Lírica
ELIEZER SETTON – Forrozeiro
CHAU DA PIFE – Músico
JÚNIOR ALMEIDA – Compositor
MAX CARVALHO – Maestro
SOLAR – ANDRÉA LAÍS – CD
CACHORRO URUBU – Grupo Musical
FILARMÔNICA CARLOS GOMES – Orquestra
DE GONZAGA A DOMINGUINHO – Espetáculo Musical
VEM VER A BANDA TOCAR – Programa Musical para Comunidade
RELUZ – Coral
BEIRA-MAR de JURANDIR BOZO – Música
W & k – Orquestra de Frevo

LITERATURA
JOSÉ ARNALDO LISBOA MARTINS – Crônica
RITA CORURIPE – Poesia
FINADOS E DESAFINADOS – Romance – Jorge Tenório
BAIRROS DE MACEIÓ, UMA VISÃO POÉTICA –Livro de poesia – Ari Lins Pedrosa
ALBERTO PASSOS GUIMARÃES– Livro de memória – Geraldo de Majella
DJALMA MELLO – Literatura Esportiva
MIRA DANTAS – Bibliotecária
AILTON VILLANOVA – Literatura Humor
PASSARINHAR – Incentivo à Leitura

IMPRENSA
GENTE DA GENTE – Programa de TV – Claudia Bulhões
VIDA DE ARTISTA – Programa de Rádio
CADERNO B GAZETA DE ALAGOAS – Caderno de Cultura
LARISSA BASTOS – Jornalista de Cultura.
FELIPE CAMELO – Fotógrafo de Imprensa.
FOLHA DA BARRA – Revista
Site Bairros de Maceió
LÉO VILLANOVA – Chargista
LÉO PALMEIRA – Coluna

DIVERSOS
MARIA EMÍLIA CLARK – Dança
CIDA VIEIRA – Escultura
ALEXANDRE HOLANDA – Produtor Cultural
A VELHA – Peça de Teatro
CHICO DE ASSIS – Ator
CARLEANE CORREIA – Atriz
COMPLEXO CULTURAL TEATRO DEODORO – Espaço Cultural
8ª BIENAL DO LIVRO DE ALAGOAS – Evento Literário
1ª FESTA LITERÁRIA DE PALMEIRA DOS ÍNDIOS – Evento Cultural
QUINTAL CULTURAL – Espaço Cultura Popular
ROGÉRIO DYAS – Agitador Cultural
VIRADA CULTURAL 2017 (SECULT) – Evento Musical
VÂNIA OLIVEIRA: Artesanato
CARLINHOS DA CRUZ DAS ALMAS -Mestre de Folguedos
CIDINHA MADEIRO – Fotógrafa Amadora

PRÊMIOS ESPECIAIS
TEKA RENDEIRA – Prêmio Especial
ARNALDO FERREIRA – Reportagem sobre o Sururu
PEDRO OLIVEIRA – Instituto Cidadão
MARCOS VIEIRA – A Cultura como Economia Criativa
JÚLIO CÉSAR SILVA – Prefeito de Palmeira dos Índios
FÁTIMA MENEZES – Carnavalesca
GERALDO CÂMARA – Prêmio Especial
ISVÂNIA MARQUES – Secretária de Cultura de Palmeira dos índios
ORQUESTRA FILARMÔNICA DE ALAGOAS -Prêmio Especial
EDSON BEZERRA – Prêmio Especial
LULA NOGUEIRA – Pintura Naif
NILDO CORREIA (GGAL)- Ativista Social
GAVIÕES DA PAJUÇARA – Escola de Samba
BLOCO SIRI MOLE – Bloco de Carnaval
PREGO – Carnavalesco
PATAXÓ TOUR – turismo Cultural.

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