Monthly Archives: julho 2016

O prazer de muitos homens heterosexuais em ser penetrado por suas parceiras
   Blog Diversidade   │     29 de julho de 2016   │     0:00  │  0

Para o sexo ser bom, tem que ter intimidade, respeito e conversa.

Muitos casais enfrentam problemas por causa do sexo anal. Ou não gostam de discutir o assunto, ou se sentem reprimidos pelo(a) parceiro(a) que insiste em praticá-lo. Muitas vezes, o resultado dessa situação é a falta de harmonia da dupla e a insatisfação de um dos lados. Por isso, é importante conhecer o sexo anal antes de tomar a decisão de fazê-lo ou não. Para que você tenha parâmetros e consiga conversar sobre o assunto com seu parceiro sem medo.

Pior ainda é, se a discussão for em volta da parceira penetrar o ser parceiro, ou se o prazer vir do outro lado. Para o sexo ser bom, tem que ter intimidade, respeito e conversa. Se você quer introduzir algo novo como o prazer anal, tem que mostrar para o parceiro que não está de sacanagem, que está propondo um sexo mais legal, prazeroso e divertido.

É claro, há muito preconceito em torno da questão, tem gente que tem mais pudor do que tesão. Até o homem aceitar que isso não é “coisa de gay”, leva tempo. Imagino que eles desconfiem que pode ser gostoso, porque passam a mão ali na região, sentem um arrepio e… “opa, o que está acontecendo?!”. A verdade é que todo homem pode curtir essa modalidade de sexo. É uma questão fisiológica, eles sentem muito prazer na próstata, podem ter orgasmos incríveis.

Para as mulheres, o gostoso é saber que você está dando um prazer único para o parceiro, um prazer que ele terá com poucas pessoas. Nas relações heterossexuais há pouco dessa mutualidade, dedicação, dessa coisa de se doar e se permitir. Depois de uma experiência como essa, o casal ganha muita cumplicidade e confiança um no outro.

Agora, só há um problema, o dedo das mulheres costuma ser muito curtinho. Em muitas posições ele pode não alcançar a próstata e deixar o rapaz com uma cara de “e aí, cadê tudo aquilo que você prometeu?”. Portanto, aposte em uma relação de bruços ou em um “meio frango assado”, em que o cara deita de barriga para cima e dobra as pernas sobre o próprio corpo.
Também vale usar um brinquedinho – mas brinquedinho só vem depois de muito dedinho, porque precisa ter intimidade. Outra dica importante é sempre usar camisinha no dedo, por uma questão de higiene, e também um lubrificante, além de convencer o parceiro que duchinha é questão de limpeza, e não coisa de gay.

E como convencer o gato? Bom, acho que o melhor é misturar conversa e atitude. Às vezes falar sobre o assunto pode ser bem constrangedor. Experimente então ver como ele reage na hora do tesão. Comece passando a língua nos testículos e passeie os dedos pela região, distribuindo beijinhos. Se as portas do paraíso se abrirem, continue. Senão é melhorar parar para não levar uma joelhada na cara.

Conheço vários casais que já tem o sexo anal como o êxtase da realção, namorados ou ficantes. E nunca nenhum deles virou homossexual, viu?! Pelo que pude perceber, os machões são os que mais gostam. Conheço até uma experiência de um campeão de jiu-jitsu, que arranjava briga na rua e tudo, mas era super bem resolvido na cama. Depois que rola, eles adoram, começam a pedir sempre, ficam viciados nisso. Você até pensa: e eu? E agora? Estraguei o broto? (risos). Mas não, a sexualidade humana é mais infinita do que pode se imaginar.

Viva a sua sem medo de provar, sinta o gosto de tudo que lhe satisfaz, prove, aprove ou reprove. Há, e depois conte aqui para esse blogueiro e seus leitores, deixando um comentário, mesmo como anonimo.

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Como se faz uma cirurgia de mudança de sexo?
   Blog Diversidade   │     28 de julho de 2016   │     0:18  │  0

No Brasil, é preciso ter mais de 21 anos e encarar 24 meses de acompanhamento médico até que a cirurgia seja autorizada – sem contar a fila do SUS.

Aydian Dowling é o homem trans operado que deixou a internet com água na boca ano passado quando recriou a capa da revista Rolling Stone com Adam Levine.

Aydian Dowling é o homem trans operado que deixou a internet com água na boca ano passado quando recriou a capa da revista Rolling Stone com Adam Levine.

A cirurgia para mudar a forma física de pessoas que já se consideram do sexo oposto é uma intervenção que tem aumentado de frequência, apesar de ainda ser um tipo de cirurgia não muito popular. Infelizmente todos os estigmas que envolvem esse tipo de procedimento acabam fazendo com que ele se torne um processo bastante delicado e cercado por inverdades.

Transexual é um indivíduo que se identifica psicologicamente e socialmente com o sexo oposto. Ele tem todos as características físicas do sexo constante da sua certidão de nascimento, porém se sente como pertencente ao sexo oposto. Em síntese, o transexual masculino, é uma mulher vivendo em um corpo de homem e o feminino uma mulher em um corpo masculino. Segundo pesquisas o transexual é portador de desvio psicológico permanente de identidade sexual, com rejeição do fenótipo e tendência a auto-mutilação ou auto-extermínio. Veja em seguida todo o processo da mudança de sexo.

HOMEM PARA MULHER
Como se fosse Lego, desmonta-se o pênis original e usam-se as mesmas peças para construir um novo.
1. Intervenção
Com anestesia geral, o paciente recebe uma incisão que contorna todo o saco escrotal e o pênis – cuidando para não atingir o aparelho urinário, que será adaptado para que o paciente possa urinar sentado. No final, o corte vai se transformar em uma vagina com profundidade de 12 a 15 cm.
2. Vazio
Os testículos são retirados, para evitar a produção de hormônios masculinos. O tecido cavernoso do pênis também sai, restando apenas a glande, presa por um fiapo de tecido nervoso, antes responsável pela ereção.
3. Cavidade
A pele do pênis cobre o canal vaginal, dando sensibilidade à região, e a glande vira uma espécie de clitóris. Assim, a nova mulher pode até chegar ao orgasmo. Prepúcio e escroto formam os lábios vaginais. Para que o buraco não feche, é preciso usar com frequência um alargadora – ou praticar muito sexo com penetração. “Vinte minutos diários é o mais aconselhável”, diz Preecha Tiewtranon, tailandês considerado o papa da troca de sexo.

MULHER PARA HOMEM
Bem mais raro que o processo anterior, este se baseia no aumento do clitóris por causa de hormônios masculinos.
1. Testosterona
A paciente tem de tomar diariamente 200 mg de testosterona. Os resultados são: fim da menstruação, voz mais grave, mais massa muscular, às vezes calvície, mais pelos e o desenvolvimento do clitóris – que tem a mesma origem embrionária do pênis (só que um cresce e o outro não).
2. Crescimento
Quando o clitóris alcança 6 cm, o órgão é “despregado” do púbis para que possa ter autonomia de movimento. A uretra é aumentada com tecido extraído da antiga vagina. “O paciente sai daqui urinando em pé”, diz a responsável pelo ambulatório de transexuais do Hospital das Clínicas de São Paulo, Elaine Costa.
3. Psicologia
Os testículos são formados com o tecido dos grandes lábios vaginais, que passarão a envolver duas próteses esféricas de silicone. Fica bem parecido. Quanto ao neopênis, o resultado é mais psicológico: além de minúsculo, quase não serve para penetração.

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Puerto Vallarta, no México, ganha selo de destino gay friendly
   Blog Diversidade   │     27 de julho de 2016   │     0:00  │  0

Cidade banhada pelo Pacífico tem hotéis, clubes e festivais voltados ao público LGBT.

A cidade também sedia eventos como o Festival de Cinema e Diversidade Diva Puerto e o Vallarta Pride

A cidade também sedia eventos como o Festival de Cinema e Diversidade Diva Puerto e o Vallarta Pride

A mexicana Puerta Vallarta, localizada à beira do Oceano Pacífico, acaba de ganhar o selo de excelência no acolhimento à comunidade LGBT. A certificação foi concedida pelo portal de viagens gaytravel.com, para quem a cidade pode ser considerada a São Francisco do México.

O Gay Travel Approved reconhece empresas, serviços e destinos que asseguram tratamento especial e exclusivo para o viajante, em atmosfera de inclusão e bem-estar. O lugar já se insere entre os destinos gay friendly mais populares do mundo.

A região, na costa oeste do México, já estava entre os destinos gay friendly mais populares do mundo. Na chamada Zona Romântica encontram-se estabelecimentos focados na comunidade gay, como restaurantes, hotéis, beach clubs, spas, lojas de roupa e galerias de arte. A vida noturna local é muito diversificada, com dezenas de bares e clubes noturnos, alguns com shows de drag queens.

A cidade também sedia eventos como o Festival de Cinema e Diversidade Diva Puerto e o Vallarta Pride, o maior do gênero na região, que aumenta em média 30% a ocupação da rede hoteleira local.

 Por: O Globo

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10 fetiches sexuais mais comuns entre os gays
   Blog Diversidade   │     26 de julho de 2016   │     0:00  │  2

Quando o assunto é sexo, fetiches podem ser peça-chave para apimentar a relação.

Quando se fala em fetiche, logo se imagina um tabu, algo proibido ou rejeitado pela sociedade, não é mesmo?

Mas você sabia que a palavra fetiche, no alto da ingenuidade do português arcaico, significava nada mais que relíquias religiosas com propriedades mágicas? Pois é, gatíssima, foi só no século XIX que o termo ganhou a conotação de objetos para desencadear ou aumentar a excitação sexual.

Independente do significado e de suas conotações, uma coisa é verdade: quando o assunto é sexo, fetiches podem ser peça-chave para apimentar a relação.

Todo mundo tem fetiches, não adianta negar. Pode ate dar um pouco de vergonha de assumir, mas confessemos: quem nunca pensou e e se excitou com algo bem particular?

Usar objetos sugestivos, sentir cheiros diferentes, transar em locais proibidos e até um pouco de masoquismo são coisas que vivem no imaginário das pessoas. Felizes são aqueles que conseguem botar suas fantasias em prática e e tornar até os desejos mais secretos realidade…

E será que os fetiches gays são muito diferentes dos heteros? Para tirar a dúvida, conversamos com alguns leitores e perguntamos quais são as suas vontades sexuais mais ocultas.

Confira na lista abaixo 10 fetiches curiosos que são bem comuns universo gay. Tenho certeza de que você vai se identificar com pelo menos um deles!

#1. Salirofilia

gay-suadoEnquanto muita gente prefere ir para debaixo dos lençóis com parceiros limpinhos e perfumados, há quem fique mais excitado por um boy suado após um dia inteiro de trabalho.

Dá uma olhada na confissão deste leitor:

Eu adoro cheirar um pezão de um macho, sabe? Aquele com um cheirão forte de suor, depois de ficar várias horas calçado. Pegar as meias úmidas, e levemente sujas, e esfregar na minha cara. Pegar o calçado e cheirar la dentro também (hmmmm). Tudo isso me deixa doido de tesão!

Salirofilia é o fetiche pela saliva e pelo suor, o que pode inclui ser lambido, lamber, cuspir ou ser cuspido durante o ato sexual. Importante ressaltar que não se refere, necessariamente, a mau odor, mas sim a “cheiro de homem”.

O salirofílico, por exemplo, também sentiria prazer ao conversar aquelas pessoas que falam cuspindo

#2. Klismafilia

como-fazer-a-chucaSe você pensa que a lavagem anal é apenas uma necessidade com fins higiênicos, está muito enganado! Saiba que ela pode ser algo muito sensual e prazeroso.

Como assim? Há quem fique de pau duro quando faz a chuca? Sim, gatuxa!

Acredite, tem muita gay por aí que morre de tesão quando está dominada pelo chuveirinho. Esse fetiche é conhecido como klismafilia e consiste na prática de introdução de água ou outros líquidos no orifício anal como forma de prazer.

Próxima vez que algum amigo disser que ficou horas no banheiro fazendo a limpeza babadeira, você já sabe: o medo do cheque pode não ser a única motivação!

#3. Agorafilia

sexo-gay-publicoTransar em lugar público: tá aí um fetiche que se você ainda não realizou, aposto que está na sua wish list!

Pode ser proibido por lei, pode ser perigoso e até imoral, mas quem nunca sonhou em sentir tesão a céu aberto?

Nada como a adrenalina e a sensação de que a qualquer momento alguém vai lhe flagrar com as calcas no chão. Para muitos a ideia de ser pego – e até mesmo ser pego de fato – é a parte mais excitante de todas.

E engana-se quem pensa que só solteiros são adeptos à prática. Até mesmo nas relações mais estáveis, nas quais casais gays moram juntos, com toda comodidade de um quarto próprio, há aqueles que querem levar um pouco do amor para fora das quatro paredes.

Os lugares mais escolhidos pelos casais são parques, banheiros públicos, banheiros de avião, cinemas, teatros, carros, elevadores e provadores.

Mas atenção: se você tem vontade de experimentar a agorafilia, esteja ciente de todos os riscos que essa brincadeira pode trazer. Não se esqueça de que sexo em público é ilegal na maioria dos países e ao fazer isso você pode encontrar grandes problemas. Escolha um lugar no qual você acredita que há a menor possibilidade de alguém te surpreender.

E, para finalizar, esqueça as preliminares! Transar em público exige foco, sem sobrar tempo para carícias. Se você quer fazer sexo em locais proibidos, essa deve ser a sua única excitação. Ao encontrar o local prefeito, você já sabe: é hora da famosa rapidinha!

#4. Urolagnia

fetiche-gay-chuva-douradaSe você curte levar uma mijada, ou mijar no parceiro, urolagnia é o nome de seu fetiche. Também conhecido popularmente como Chuva Dourada, ele nada mais é do que obter prazer sexual ao entrar em contato com o xixi de outra pessoa, ou ao urinar em alguém.

Há quem descreva a chuva dourada como um esporte aquático sexual. Isso porque, mesmo molhando a cama e enfestando o quarto com cheio de mijo, é algo extremamente prazeroso para os urolagnos. Eles dizem sentir excitação com o calor e o odor da urina na sua pele e roupas.

Estranho? Pode ate ser, mas, como dizem por aí, entre quatro paredes não existe certo ou errado.

Importante: para quem tem curiosidade de experimentar esse fetiche, entenda que uma chuva dourada deve definitivamente ser discutida com o parceiro. Nada de mijar “acidentalmente” no boy.

#5. Podolatria

pes-fetiche-gayTem gente que pira num peitoral definido, tem as que gostam de ombros largos, tem as safadas que olham direto para a neca, mas tem também quem não resiste a nada mais nada menos que os… pés!

Sim, a podolatria, fetiche por pés, é supercomum, tanto para heteros quanto para gays. Inclusive recentemente recebi um depoimento de um leitor que dizia:

Eu sou tarado por pés e tudo relacionado a pés. Mais que isso, tenho vontade de enfiar o dedão de um boy no meu cuzinho ?. Depois lamber e chupar muito o pezão.

#6. Bondage

fetiche-gay-bondageVocê faz a linha passiva submissa? Gosta mesmo de deixar toda autoridade do lado de fora do quarto e ser totalmente dominado pelo boy? Pois saiba que sua tara tem nome.

Bondage, atração por amarrar o ser amarrado durante o sexo, é um dos fetiches de dominação e submissão mais fantasiado pelos gays.

Deixar que o outro faça o que quiser ou estar no comando da situação é aquilo que faz os adeptos ao bondage subir pelas paredes. Eles dizem sentir um auto grau de excitação ao terem os braços ou pernas amarrados, usarem mordaça ou venda ou qualquer outra coisa que limite seus movimentos na hora H.

As armas desta excitante brincadeira não requerem nada muito sofisticado ou elaborado. Cordas simples, como essas que estão à venda em ferragens, servem perfeitamente para realizar a fantasia do passivo que quer ser amarrado. Na falta de cordas, há casais que usam cintos – de preferência o que um deles estiver usando na hora, o que deixa o jogo ainda mais quente.

E engana-se quem imagina que a imobilização, obrigatoriamente, tem que ser com cordas ou cintos. Às vezes, nada disso é necessário, basta apenas a força do boy, que pode imobilizar seu parceiro pegando-o de jeito, seja com um puxão de cabelo ou uma pegada bem firme nos braços.

Também ao contrário do que muita gente pensa, praticar o bondage não se trata de violar a outra pessoa enquanto ela está imobilizada. A “arte” de brincar de dominante e dominador envolve provocações, cócegas, lambidas, chupadas e tudo mais que a criatividade e o parceiro permitam.

#7. Fist Fucking

fist-fucking-gayRecentemente, entrevistamos um garoto de programa – que atende ate celebridades globais – e perguntamos qual é a fantasia sexual mais inusitada de seus clientes. Sua resposta? O Fist Fucking!

Para os desinformados, Fisting, Fist Fuck ou Fist Fucking é a prática de inserir a mão ou o antebraço no ânus.

Segundo um leitor: “É uma sensação maravilhosa sentir a mão e o braço mergulhados num buraco quente, úmido e viscoso”

Sim, pode até parecer um pouco estranho, um pouco agressivo, um pouco – quer dizer, muito – invasivo, mas esse fetiche está bastante popular entre a comunidade gay. E ao contrário do que se imagina, o fisting fuck envolve paciência, sensibilidade e muito, mas muito cuidado.

Isso porque a prática requer uma sintonia e afinidade entre os parceiros ainda maior que numa relação sexual convencional. Fister é o ativo na relação, mas quem controla o babado nesse caso é o Fistee (o passivo). Se ele não estiver totalmente relaxado, seguro e confortável, será praticamente impossível abrir caminhos para uma enfiada de braço.

O lubrificante também é essencial. No fisting anal, inclusive, é recomendado o uso de um lubrificante mais oleoso ou a base de silicone, para que tenha efeito mais duradouro. Afinal, tudo que entra deve sair! Imagine você com um braço enfiado no edy e eis que o lubrificante perde um pouco da sua ação? Como faz para tirar ele de lá?

Atenção para os interessados: É importante que se faça o fist fucking gradativamente. Nada de logo na primeira tentativa enfiar o braço inteiro no cu do boy!

#8. Voyeurismo

voyerismo-fetiche-gayHá quem diga que todos nós temos um lado vouyer. Vouyers da vida, da natureza, da arquitetura, das pessoas, enfim, de todas as coisas bonitas do mundo.

Coincidência ou não, a quantidade de gente que perde horas do seu dia acompanhando reality shows cresce a cada novo Big Brother, mesmo que a qualidade do programa deixe muito a desejar. A verdade é que, mais que descobrir quem vai para o paredão da próxima terça-feira, nós queremos mesmo é acompanhar a vida alheia. Embora detestemos admitir, assim somos nós seres humanos: involuntariamente curiosos.

Você certamente já escutou a expressão comer com os olhos. Ela define bem o que é Voyeurismo: prazer por observar outras pessoas nuas, se vestindo, se despindo ou fazendo sexo.

Na maior parte das vezes, a masturbação faz parte da atividade – o voyeur atinge o orgasmo durante suas sessões de “espionagem”. Os voyeurs gostam de ver sexo, nada mais comum do que gostarem de ver pornô.

Até aí, tudo bem. O problema é quando o prazer está em ser espectador de um show privado… Esse ponto do voyeurismo é bem critico, já que existem voyeurs que gostam de observar outras pessoas sem serem notadas, como aquele seu vizinho safado que te espia pela janela.

#9. Tricofilia

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Quem frequenta a cena gay já se deparou com eles por aí, nas baladas, festas e bares. Sem falar nos aplicativos de encontros. Barbudos, cheinhos, peludos, e muitas vezes vestidos com uma camisa de flanela xadrez, eles se autodenominam como ursos.

E se você ama caras assim e, ainda mais, os pelos pubianos, parabéns, você é um tricófalo.

A tricofilia é o fetiche por cabelos e pelos. Nessa modalidade, o cabelo pode funcionar como brinquedo sexual, já que os praticantes têm prazer em sentir os fios roçando nos órgãos genitais.

#10. Estigmatofilia

fetiche-gay-tatuagemAlgumas pessoas se sentem atraídas por um corpo malhado, outras por dinheiro, outras pelo “conteúdo” e boa conversa. Tem gente que se excita com inteligência, outros com um pacote bem preenchido. E tem gente que, mais do que um físico de causar inveja e uma vida social agitada, curte mesmo perfurações e obras de artes espalhadas pela pele.

É claro que muitas pessoas optam por fazer piercings e tatuagens apenas por que gostam, mas você sabia que isso pode ser uma verdadeira arma de sedução para alguns?

Estigmatofilia é a atração por parceiros que tenham tatuagens, cicatrizes ou perfurações no corpo. Há casos, inclusive, em que nada mais importa. Ou seja, quanto mais tatuado o boy for, melhor.

Qual é o seu?

Conta pra gente, vai!
Deixe um comentário abaixo deste post 🙂

Como conquistar o Meu Boy Magia?

Que tal agora descobrir como fisgar de vez o coração do seu bofe magia, para botar em prática esses e outros fetiches?

Chegou a hora de conhecer a sua outra metade gay da laranja! Você pode se tornar irresistivelmente atraente para as os boys, desenvolvendo suas características e tomando as atitudes certas.

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Defende a família, a moral e os bons costumes, mais foi quem mais recebeu propina da Odebrecht
   Blog Diversidade   │     22 de julho de 2016   │     0:22  │  0

 A bíblia pode SIM e deve ditar regras na sua vida, pena que as mesmas não sirvam para que eu seja um homem melhor e sem máscara.

Deputado Givaldo Carimbão, o lobo na pele de cordeiro.

Enquanto eu aponto um dedo para você, tem quatro que me mostra quem realmente sou. Deputado Givaldo Carimbão, o lobo na pele de cordeiro.

Ele iniciou sua vida pública em 1989, onde foi eleito  vereador por Maceió, Givaldo de Sá Gouveia Carimbão é o seu nome, mais conhecido na politica através do nome social (Givaldo Carimbão). Vale lembrar que mesmo utilizando nome social, o deputado luta ferreamente em Brasilia para negar o direito de Travestis e Transexuais usarem o nome social.

Sem sombra de duvidas, o segundo Deputado Federal alagoano mais influente do Estado, não só por possuir uma boa relação com os gestores locais, onde negociando e preiteando sempre secretarias e outros, mas também por ter uma massa de seguidores (eleitores), que o mesmo adquiriu ao longo dos tempos, vendendo sua imagem como defensor da família tradicional, da boa moral e dos bons costumes. Infelizmente parece que a mascara começa a cair, pois o parlamentar é acusado de receber mais de 382 mil reais em propina da Odebrecht, uma organização global de origem brasileira, que atua nos setores de engenharia, infraestrutura, indústria, energia, transportes e meio ambiente no país, dinheiro este que poderia esta sendo utilizado para a melhoria de causas sociais, inclusive matando a fome de muitos cidadãos seguidores do deputado, que infelizmente são enganados por ele, através de sua pratica de politica fundamentalista.

E não para por ai, o deputado é um dos parlamentares do cenário nacional que mais se opõe contra os direitos reprodutivo de mulheres, negros, religiosos de matrizes africana e da população LGBT. Cito aqui como uma de suas piores e más ações, a defesa do  projeto de lei 6583/2013, que cria o Estatuto da Família, PL este que exclui os direitos de outras conjunturas de famílias. E se você acha que esse projeto só vem para tirar os direitos de famílias homoafetivas, esta mais que enganado, pois ele mexe e nega o direito até de mães e pais solteiro, netos que são criados por avós, e até crianças que não são criados por seus pais biológico. 

Seu vinculo politiqueiro, maldade e repulsa aos que não estudam em sua cartilha de politicagem não para por ai, durante a ultima audiência publica realizada na Câmara Municipal de Maceió, para discutir o plano municipal de educação, Givaldo de Sá Gouveia Carimbão, falou em voz alta e bom tom “que não trabalhava como parlamentar para certos seguimentos de algumas classes, a exemplo de religiosos de matrizes africana e LGBT, pois os mesmos não votaram e nem votam nele”. Normal esse tipo de postura para você? Para mim não, pois ele foi eleito para trabalhar não para alguns, mas sim para todo um estado, independente de cor, raça, gênero, orientação sexual, crença ou religião.

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