Monthly Archives: dezembro 2015

Feliz 2016, simplesmente viva, viva o amor
   Blog Diversidade   │     31 de dezembro de 2015   │     22:14  │  0

Esses são os votos de um mundo melhor deste simples e humilde blogueiro. Nildo Correia

Esses são os votos de um mundo melhor deste simples e humilde blogueiro. Att, Nildo Correia

Certas coisas podem ter nos feito sofrer, mas elas simplesmente precisavam acontecer para nos fazer crescer, paciência e perseverança têm o efeito mágico de fazer as dificuldades desaparecerem e os obstáculos sumirem, com isso tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa acontecer, por isso seguimos em frente acreditando que 2015 serviu de grande aprendizado, e 2016 será uma nova escola de vidas que seguem em busca de amar, simplesmente amar, não importa a cor deste amor, a raça, gênero entre outras diferenças que se olharmos ao fundo de tudo isto, nada nos faz diferentes.

Para celebrar o Ano Novo e todas as formas de amar precisamos primeiro que tudo estarmos anos luz á frente da hipocrisia que nos impede de vermos os nossos próprios defeitos, mas sim alimenta o mau-caratismo de julgarmos os outros por  algo que julgamos ser errado.  

Quando o assunto é amor, não existem regras e nem muito menos questões de etnia, gênero ou idade, não conhecemos nenhuma outra razão para amar se não amar, pois como a homossexualidade o amor não se explica, se sente, se vive. Posso dizer inclusive que é uma dádiva de superioridade e capacidade que o ser humano tem, pois precisamos ser bem maior que tudo que nos impede de viver ou que sentimos.

O mundo, com certeza, se tornaria um melhor lugar se todos nós aprendêssemos a amar aqueles que convivem com a gente, aqueles que não conhecemos ou aqueles que nunca chegaremos a conhecer, todo mundo pode ser grande, porque todo mundo pode servir, você não precisa ter diploma universitário para servir, e nem precisa saber concordar sujeito com verbo para servir, só precisa de um coração cheio de graça e de uma alma gerada pelo amor.

Esteja sempre aberto e apto para amar, independentemente do tipo de amor que você almeja, viva sempre o amor.

Espalhe amor e colha seus frutos, viva o amor e deixe que ele viva você. Viva menos o machismo, o racismo, a homolésbotransfobia, o femicídio entre outras mazelas que adoecem a alma, o caráter e a personalidade humana.

Que 2016 seja de grandes realizações e manifestações de amor, é só isto que desejo, pois este é o remédio, a fabula, a forma de mudarmos o mundo de ontem, de hoje e de sempre.

Simplesmente viva, viva o amor!

Feliz 2016.

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Caso homossexual? Cristiano Ronaldo reservou quarto de hotel para passar com lutador
   Blog Diversidade   │     30 de dezembro de 2015   │     23:01  │  0

Caso homossexual? Cristiano Ronaldo volta a Marrocos para passar a noite de passagem de ano em um quarto de luxo com o seu “amigo” lutador.

Cristiano Ronaldo e o lutador alimentam as duvidas

Cristiano Ronaldo e o lutador alimentam as duvidas

Cristiano Ronaldo e seu amigo lutador vão passar a noite de passagem de ano juntos. Segundo garante o jornal árabe “Al Ajbar”, o jogador português reservou um quarto de luxo em um hotel de Marraquexe para se divertir com seu amigo lutador e organizar um grande “evento”. De férias em Miami, Estados Unidos, o craque vai viajar agora de volta para Marrocos para estar novamente com seu “amigo” bem especial, que é apontada por toda a imprensa como o primeiro namorado de Ronaldo, pelo menos que seja de conhecimento público.

Conhecido por gostar muito de mudar de namoradas com muita frequência, os rumores que garantem que Ronaldo está vivendo uma relação homossexual escaldante com Badr Hari são cada vez mais evidentes e fortes. Dessa vez, e depois de várias viagens suspeitas ao Marrocos, o alegado casal vai passar uma das noites mais importantes do ano bem juntinhos.

Segundo a imprensa local, gastando mais de 3 mil euros por uma noite em um quarto de luxo, Cristiano Ronaldo quer estar na companhia de seu “amigo” para fazer a contagem até 2016. A mesma publicação garante que também Benzema, que está com problemas na justiça por causa de vídeos de teor pornográfico, vai ser um dos convidados para esse “evento” que está causando uma grande polêmica entre os fãs de Cristiano Ronaldo, que não estão aceitando muito bem esses rumores que garantem que Ronaldo é homossexual.

A verdade é que, sabendo de todos esses rumores, Cristiano Ronaldo mostra que não tem qualquer problema com o que se está passando à sua volta e de todos os rumores acerca de sua sexualidade, combinando novos encontros com o sempre polêmico seu amigo lutador, que está sendo atualmente julgado por ter alegadamente estar envolvido em um caso de homicídio. Contudo, Ronaldo e o lutador, possivelmente com outros convidados especiais, querem agora se divertir ao máximo em uma noite que promete ser divertia e que vai causar muito mais dúvidas sobre o que realmente se está passando entre ambos. Poderá essa suposta relação prejudicar suas performances no Real Madrid?

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Malawi suspende leis anti-homossexuais
   Blog Diversidade   │     29 de dezembro de 2015   │     22:25  │  0

País replica uma moratória de 2012 que proibia as detenções e acusações de pessoas com base na sua orientação sexual.

Um casal gay detido e transportado para o tribunal em Janeiro de 2010. Mais tarde receberiam um perdão presidencial.

Um casal gay detido e transportado para o tribunal em Janeiro de 2010. Mais tarde receberiam um perdão presidencial.

O Governo do Malawi declarou a suspensão das leis anti-homossexuais previstas pela Constituição e decretou a libertação de um casal gay detido no início deste mês e acusado de actos de sodomia. A ordem surge no contexto de uma revisão da legislação sobre relações homossexuais, que está em vigência no país desde a época colonial, e pode agora ser revogada.

“Muitas pessoas pensam que o Malawi é um país cristão, o que não é verdade, somos um Estado secular”, afirmou o ministro da Justiça do país, Samuel Tembenu, no sábado, alegando que a decisão final sobre a anulação da legislação relativa à homossexualidade terá de ser aprovada pela população, como previsto pela Constituição.

Tembenu adiantou que o país está comprometido “com os padrões universais dos direitos humanos”, e levantou a queixa interposta contra dois homossexuais, detidos em Lilongwe no dia 7 de Dezembro por se envolverem sexualmente. Cuthbert Kulemela, de 19 anos, e Kelvin Gonani, de 39, foram acusados de actos de sodomia, que segundo o código penal vai “contra a ordem da natureza”, e enfrentavam uma sentença que podia ascender aos 14 anos de prisão.

Esta foi a primeira detenção de homossexuais desde que, em Maio, o Presidente Peter Mutharika assumiu o poder, e depois de a sua antecessora, Joyce Banda, ter suspendido em 2012 a prisão  de gays, perante a decisão do Supremo Tribunal de rever a constitucionalidade da legislação anti-homossexual.

A acusação a Kulemela e Gonani valeu a crítica de activistas da comunidade lésbica, gay, bissexual e transsexual (LGBT), da organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch e da própria embaixadora dos Estados Unidos no país, Virginia Palmer, que numa publicação no Facebook lembrou o Governo de Lilongwe da sua “política de não deter, acusar, ou perseguir pessoas do mesmo sexo envolvidas em actos sexuais consentidos”. Palmer exigiu ainda que o Malawi cumprisse “com as suas obrigações perante os direitos humanos internacionais”.

Apesar de a Constituição prever a protecção da liberdade dos cidadãos e dos seus direitos contra formas de discriminação, a criminalização de actos de “indecência” e “contra-natura”, entram em conflito com os princípios de igualdade que o Malawi ratificou, inclusive, na Carta Africana dos Direitos do Homem e dos Povos.

“O Governo que criminaliza relações entre pessoas do mesmo sexo, é o mesmo que as quer ajudar. Não faz sentido”, afirmou Gift Trapence, do Centro de Desenvolvimento do Povo (CEDEP), ao jornal nacional “Nyasa Times”. Trapence considera, no entanto, que este “é um encorajador passo em frente” na luta pela igualdade de direitos dos homossexuais no Malawi.

Num país onde a homossexualidade continua a ser tabu, o ministro da Justiça salientou que, mesmo com a moratória, é necessária a sensibilização da população para o tema: “A homossexualidade é um extra-terrestre para a cultura do Malawi”.

 

Texto editado por Joana Amado

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Saiba como denunciar casos de homofobia no Brasil
   Blog Diversidade   │       │     1:15  │  0

A vítima deve exigir seus direitos e registrar um boletim de ocorrência, além de buscar a ajuda de possíveis testemunhas

Cleber* saía do trabalho, em uma quarta-feira comum, quando foi vítima de homofobia em um ponto de ônibus movimentado no centro de São Paulo.

Ele lembra que chegou um homem com uma criança, aparentemente seu filho, e falava muito alto, incomodando todos que aguardavam no local.

“Ele dizia coisas sobre homofobia e agressão física, dando detalhes e gesticulando atos que já havia feito”, diz Cleber.

Depois disso, o homem avançou contra todos os meninos que estavam no ponto. “Naquele momento, não me preocupei se ela estava armado ou iria me bater, só senti vontade de dizer: ‘Me deixe em paz!’”, ressalta.

Cleber conta que um dos rapazes tentou ajudá-lo. “Um dos meninos pediu para este homem parar de me agredir verbalmente, já que estava quase ao ponto de me agredir fisicamente. O que me veio à cabeça foi correr para um lugar seguro.”

Ele revela que nunca pensou em denunciar ou ligar para a polícia. “Seria somente mais um caso? Mais um boletim de ocorrência? Me senti seguro em não denunciar para não me expor”, conta.

Casos como o de Cleber acontecem diariamente. Vítimas de homofobia deixam de denunciar os agressores por medo ou pela falta de confiança na segurança pública.

O desrespeito e preconceito com diferentes formas de expressão sexual e amorosa representam ofensa à diversidade humana e às liberdades básicas garantidas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e pela Constituição Federal.

Desta forma, as vítimas de atitudes homofóbicas devem procurar ajuda e denunciar os casos.

Qualquer pessoa agredida, física ou verbalmente, deve exigir seus direitos e registrar um boletim de ocorrência, além de buscar a ajuda de possíveis testemunhas do ocorrido.

Em casos de agressões físicas, a vítima não deve se lavar nem trocar de roupa, pois elas poderão ser provas em um exame de corpo de delito.

Disque Direitos Humanos

Para quem não se sente confortável ou não possui acesso à uma delegacia de imediato,  a denúncia pode ser feita por telefone.

Funcionando em todo o território nacional, o Disque Direitos Humanos – Disque 100 é um serviço de atendimento telefônico gratuito, que funciona 24 horas por dia, nos 7 dias da semana.

O serviço telefônico recebe denúncias anônimas relativas às violações de direitos humanos, em especial as que atingem populações vulneráveis, como a comunidade LGBT, mas também crianças e adolescentes, idosos, deficientes físicos e moradores de rua.

“O serviço telefônico funciona 24 horas por dia, 7 dias da semana
Para fazer uma queixa ao Disque 100, algumas informações são fundamentais. Além do nome da vítima e seu endereço, é preciso informar o tipo violência (física ou psicológica), quem a praticou e também informações sobre atual situação do (a) agredido (a) e se algum órgão responsável foi acionado.

Como ainda não há uma legislação que puna especificamente a homofobia no Brasil, as denúncias no Disque 100 tornam-se fundamentais para mostrar aos nossos legisladores a importância de uma lei neste sentido. O dados do serviço telefônico municiam o Estado em suas políticas públicas de atenção à população LGBT.

Na internet

Em caso de crimes de ódio via web, a Polícia Federal disponibiliza um site para denúncias. O Governo Federal lançou o site Humaniza Redes, que recebe denúncias contra os direitos humanos e tem opção específica para conteúdo homofóbico.

Humaniza Redes: http://www.humanizaredes.gov.br/disque100/

Regionais

Além dos serviços telefônico e pela internet, existem também os atendimentos regionais de assistência à população LGBT que sofre homofobia.

São Paulo

Estado e município têm em São Paulo serviços de combate à homofobia. Na capital, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo responde pela questão.

Prefeitura: www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/direitos_humanos/lgbt/

Delegacias de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância – DECRADI

Endereço: R. Brigadeiro Tobias, 527 – 3o. andar – Luz – SP/ Tel.: 3311-3555

Rio de Janeiro

O programa estadual Rio Sem Homofobia tem uma série de serviços para quem vive no estado fluminense, como atendimento jurídico, social e psicológico. A Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual  (CEDS) atende aos moradores da capital.

Rio Sem Homofobia: www.riosemhomofobia.rj.gov.br/

Minas Gerais

O Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais (CELLOS) presta auxilio aos LGBTs, com serviços como o Centro de Referência LGBT de Belo Horizonte (CRLGBT-BH) e o Núcleo de Atendimento e Cidadania à População de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (NAC/LGBT).

Paraíba

O Núcleo de Combate a Crimes Homofóbicos da Defensoria Pública do Estado da Paraíba atende a todos os casos registrados na Delegacia Especializada Contra Crimes Homofóbicos da Polícia Civil de João Pessoa. Os atendimentos são feitos na sede física, na zona central da capital.

Defensoria:

Avenida Rodrigues de Carvalho, nº 34, Edifício Félix Cahino, Centro de João Pessoa. Das 7h às 16. Telefone: 3218-4503.

Se você conhece algum centro de apoio à comunidade LGBT, que não esteja listado acima, envie um e-mail para [email protected] .

ALAGOAS: Em Alagoas você pode buscar o apoio de uma instituição LGBT a exemplo do Grupo Gay de Alagoas através do What´s: 82 98888-5300 ou pelo e-mail: [email protected] , orientamos sempre antes de buscar a delegacia para registrar B.O, entrar em contato com o GGAL.

* O nome da vítima foi alterado para preservar sua identidade.

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Homens héteros fazem mais sexo com outros homens do que imaginamos
   Blog Diversidade   │     27 de dezembro de 2015   │     2:37  │  2

para Jane Ward, especialista em estudos femininos da Universidade da Califórnia, o sexo entre homens heterossexuais é bastante comum

para Jane Ward, especialista em estudos femininos da Universidade da Califórnia, o sexo entre homens heterossexuais é bastante comum

As pessoas são realmente controversas quando o que está em questão é a sexualidade alheia. Em um mundo ideal, onde cada um entendesse que ninguém tem nada a ver com o que as pessoas fazem entre quatro paredes, isso não seria problema, mas a verdade é que a lesbofobia, a transfobia e a homofobia impedem que os intolerantes tenham o mais simples dos raciocínios: cada pessoa tem o direito de fazer o que quiser com relação à própria vida sexual.

O fato é que a sexualidade humana é muito mais diversificada do que supomos. Não é apenas uma questão de hetero, homo e bi. Só a escala Kinsey, que é utilizada como referência nesse sentido, divide a sexualidade em SETE níveis.

O machismo, a homofobia e a ideia de que a homossexualidade é algo negativo sugerem que homens heterossexuais jamais – isso mesmo, jamais! – possam experimentar ou vivenciar o prazer ao lado de outro homem. Mas, para Jane Ward, especialista em estudos femininos da Universidade da Califórnia, o sexo entre homens heterossexuais é bastante comum.

E não estamos falando de goys, de homens bissexuais ou de gays que estão no armário. Mas de homens que se definem como héteros, que já tiveram experiências homossexuais e que, pasmem, não “viraram” gays. “A concepção que a nossa sociedade tem da heterossexualidade dos homens é fora da realidade”, declarou.

Difícil de digerir? É só pensar naquela sua amiga hétero que já ficou com uma menina ou até transou com uma garota, mas que continua preferindo homens e se diz hétero. O que acontece é que a flexibilidade da sexualidade da mulher é mais aceitável que a dos homens, apesar de nem sempre positiva. “A crença de que a sexualidade da mulher é mais receptiva só reforça o mito de que as mulheres estão sempre disponíveis sexualmente”.

Autora do livro “Not Gay: Sex Between Straight White Men (Não gay, Sexo entre Dois Homens brancos e Heterossexuais), Jan diz em entrevista ao Science of Us que a heterossexualidade de homens é muito mais frágil do que se aparenta. E destaca que geralmente tais momentos, embora sejam comuns, sempre são munidos de uma justificativa – falta de mulheres em lugares como prisões ou no exército – e defende que nem sempre elas correspondem a uma realidade.

NA PRISÃO, NO EXÉRCITO, EM TODO LUGAR

Ela afirma que muita gente sublima tais experiências, dizendo que elas ocorreram em lugares onde faltavam mulheres disponíveis. “Mas o que falar sobre as casas de banho ou bares ou entre as gangues de motociclistas ou a outros contextos em que o sexo não dependia do lugar? E é essa uma das questões: O que acontece quando puxamos essas evidências juntos?”, diz.

Outro exemplo ocorre entre garotos de programas e até em fraternidades universitárias nos Estados Unidos, onde os jovens se permitem transar um com os outros. E a relação sexual sequer é vista como sexo, mas sim como uma brincadeira. Dizem até: “Sou tão hétero que um cara pode me masturbar sem que isso gere alguma consequência”.

Nos anos 60, era comum a prática de homens casados com mulheres fazerem sexo oral um nos outros em banheiros públicos, parques ou metrôs. Um sociólogo escreveu que, como eles eram católicos e não podiam usar preservativos, uma vez que não queriam ter mais filhos, eles foram “forçados” a buscar secretamente o sexo em banheiros com outros homens.

“A justificativa da necessidade homossexual aparece muito: homens têm de fazer isso por X ou Y razão, quando não há outra escolha. Acho que as pessoas estão realmente comprometidas com esta ideia, por isso que muitos homens não aceitam escolher uma relação homossexual como algo que esteja acontecendo com eles. É por isso que a identidade heterossexual continua intacta, quando essa lógica se aplica”.

Em outras palavras, é só prazer, experimentação, sem grilos ou problemas…

SIM, SÃO HÉTEROS

“Quero dizer que não estou de forma alguma interessada em chamar esses homens de bi ou gay. Eles são homens que são héteros e, como a média de homens héteros, já tiveram na adolescência ou em outro momento do passado experiências com outros homens. Eles saem com mulheres, se casam com mulheres e é por isso que não acho produtivo chamá-los de bissexuais, pois a própria definição é significativa e um direito”, alega.

É por esse motivo que, no Brasil, os sistemas de saúde identificam muitos homens como HSH – aquele que transa com outro homem, sem se definir como homossexual ou bissexual. E é por esses e outros motivos que a homofobia – o preconceito contra aquele que transa, sente afeto e se identifica como LGB – é um mergulho na hipocrisia e na ignorância.

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