Monthly Archives: fevereiro 2015

A noite da cidade luz: Dicas de bares e boates gay em Nova York
   Blog Diversidade   │     28 de fevereiro de 2015   │     0:00  │  0

Sendo uma das cidades mais tolerantes do mundo, Nova York não poderia deixar de ter uma comunidade gay bastante ativa, e a prova disso são os inúmeros bares e baladas gays de Nova York. Os americanos prezam por qualidade, e em Nova York você encontrará bares gays com decorações arrasadoras, onde nada foi economizado na tentativa de deixar os seus visitantes de boca aberta. A cidade de Nova York é totalmente “gay-friendly” portanto há mais que somente um bairro ou rua gay, já que os bares e boates gay de Nova York estão espalhados por toda a cidade. Na dúvida, procure pela bandeira do arco-íris ou confira a seleção abaixo.

Pieces - Endereço:  8 Christopher Street  / Metrô: 9th Street  / Preço: A partir de $ 3,00

Pieces

O Pieces é um bar bastante popular de Greenwich Village, o bairro gay de Nova York, localizado na esquina da Christopher Street com a Gay Street. O Pieces costuma atrair um público mais jovem que os outros bares do bairro, principalmente à noite e nos finais de semana. O preço das bebidas é bem baixo, especialmente durante happy hour diário, quando os preços chegam a cair para $3! A decoração é minimalista, mas bastante cheia de cores, luzes e telas de TV.A música é eclética, o que se esperaria de um bar gay americano, com uma seleção de hits pop e hinos gays antigos e atuais. Entrada grátis na maioria das noites, a não ser quando há algum evento especial.

Cielo

Cielo

A Cielo é uma das melhores boates de Nova York, tanto pelo seu público chic e atraente, quanto por seu sistema de som arrasador. A boate promove festas semanais com alguns dos melhores DJs do mundo, e, por ter se tornado popular devido a sua boa música, o público é bastante “eclético” na maioria das noites, composto tanto por gays quanto heteros.

O preço da entrada não é dos mais baixos, e as bebidas custam em torno de $14,00. Se você estiver em um grupo de 4 pessoas ou mais, pode valer a pena pegar uma mesa, já que dessa forma vocês evitam pagar os $25 por pessoa da entrada e ainda têm o conforto de ter uma mesa com uma garrafa enorme de vodka mais mixers.

A festa mais gay da boate rola aos domingos, com direito a gogo boys gostosíssimos dançando no queijinho e muita paquera. Como a Cielo fecha relativamente cedo, a noite continua em outros lugares, em especial na Greenhouse, que é uma boate bem maior e a próxima na nossa lista.

Greenhouse

Greenhouse

A boate do momento em Nova York, sem sombra de dúvidas. Por isso mesmo, pode ser bem difícil entrar na Greenhouse se você não estiver bem vestido ou não for considerado bonito(a) o suficiente pelo pessoal da portaria. Por isso, é bom se produzir o máximo possível e evitar chegar em grupos muito grandes.

Com uma quantidade enorme de ambientes, cada um com uma decoração mas louca que o outro, a Greenhouse impressiona desde a chegada. É comum ver celebridades por lá, como Rihanna e, pasmem, Lady Gaga.

Os preços não são nada baixos e a entrada custará no mínimo $25 dólares. As bebidas não saem por menos de $15 cada uma. Prepare o cartão de crédito!

A noite mais louca (e mais gay) da Greenhouse é o domingo para a segunda. Se prepare para ver alguns looks muito loucos e um público que não parece querer parar nunca!

Boxers

Boxers

O Boxers é um bar gay super popular de Nova York. Os seus happy hours são especialmente famosos e populares, já que os preços das bebidas (e da comida também) caem bastante, e o pessoal dos escritórios da área aproveitam as ofertas antes de ir para casa.

Os garçons são especialmente interessantes, com corpos maravilhosos, trabalhando de cueca! Mais um motivo para você voltar para o bar o mais rápido possível para pedir suas bebidas…

A decoração é bem interessante, com temas esportivos, e o bar fica aberto até as duas da manhã, perfeito para um esquenta antes de seguir para as boates do Meatpacking District, que fica nas proximidades.

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A noite da cidade luz: Dicas de bares e boates gay em Nova York
   Blog Diversidade   │       │     0:00  │  0

Sendo uma das cidades mais tolerantes do mundo, Nova York não poderia deixar de ter uma comunidade gay bastante ativa, e a prova disso são os inúmeros bares e baladas gays de Nova York. Os americanos prezam por qualidade, e em Nova York você encontrará bares gays com decorações arrasadoras, onde nada foi economizado na tentativa de deixar os seus visitantes de boca aberta. A cidade de Nova York é totalmente “gay-friendly” portanto há mais que somente um bairro ou rua gay, já que os bares e boates gay de Nova York estão espalhados por toda a cidade. Na dúvida, procure pela bandeira do arco-íris ou confira a seleção abaixo.

Pieces - Endereço:  8 Christopher Street  / Metrô: 9th Street  / Preço: A partir de $ 3,00

Pieces

O Pieces é um bar bastante popular de Greenwich Village, o bairro gay de Nova York, localizado na esquina da Christopher Street com a Gay Street. O Pieces costuma atrair um público mais jovem que os outros bares do bairro, principalmente à noite e nos finais de semana. O preço das bebidas é bem baixo, especialmente durante happy hour diário, quando os preços chegam a cair para $3! A decoração é minimalista, mas bastante cheia de cores, luzes e telas de TV.A música é eclética, o que se esperaria de um bar gay americano, com uma seleção de hits pop e hinos gays antigos e atuais. Entrada grátis na maioria das noites, a não ser quando há algum evento especial.

Cielo

Cielo

A Cielo é uma das melhores boates de Nova York, tanto pelo seu público chic e atraente, quanto por seu sistema de som arrasador. A boate promove festas semanais com alguns dos melhores DJs do mundo, e, por ter se tornado popular devido a sua boa música, o público é bastante “eclético” na maioria das noites, composto tanto por gays quanto heteros.

O preço da entrada não é dos mais baixos, e as bebidas custam em torno de $14,00. Se você estiver em um grupo de 4 pessoas ou mais, pode valer a pena pegar uma mesa, já que dessa forma vocês evitam pagar os $25 por pessoa da entrada e ainda têm o conforto de ter uma mesa com uma garrafa enorme de vodka mais mixers.

A festa mais gay da boate rola aos domingos, com direito a gogo boys gostosíssimos dançando no queijinho e muita paquera. Como a Cielo fecha relativamente cedo, a noite continua em outros lugares, em especial na Greenhouse, que é uma boate bem maior e a próxima na nossa lista.

Greenhouse

Greenhouse

A boate do momento em Nova York, sem sombra de dúvidas. Por isso mesmo, pode ser bem difícil entrar na Greenhouse se você não estiver bem vestido ou não for considerado bonito(a) o suficiente pelo pessoal da portaria. Por isso, é bom se produzir o máximo possível e evitar chegar em grupos muito grandes.

Com uma quantidade enorme de ambientes, cada um com uma decoração mas louca que o outro, a Greenhouse impressiona desde a chegada. É comum ver celebridades por lá, como Rihanna e, pasmem, Lady Gaga.

Os preços não são nada baixos e a entrada custará no mínimo $25 dólares. As bebidas não saem por menos de $15 cada uma. Prepare o cartão de crédito!

A noite mais louca (e mais gay) da Greenhouse é o domingo para a segunda. Se prepare para ver alguns looks muito loucos e um público que não parece querer parar nunca!

Boxers

Boxers

O Boxers é um bar gay super popular de Nova York. Os seus happy hours são especialmente famosos e populares, já que os preços das bebidas (e da comida também) caem bastante, e o pessoal dos escritórios da área aproveitam as ofertas antes de ir para casa.

Os garçons são especialmente interessantes, com corpos maravilhosos, trabalhando de cueca! Mais um motivo para você voltar para o bar o mais rápido possível para pedir suas bebidas…

A decoração é bem interessante, com temas esportivos, e o bar fica aberto até as duas da manhã, perfeito para um esquenta antes de seguir para as boates do Meatpacking District, que fica nas proximidades.

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Praia, compras e baladas ditam a vida gay em Miami Beach, nos EUA
   Blog Diversidade   │     27 de fevereiro de 2015   │     0:00  │  0

Com uma temperatura média de 19.6 °C em janeiro, o inverno em Miami possui temperaturas agradáveis e, raramente, a temperatura fica abaixo de 10 °C. As temperaturas máximas do verão ficam entre 22–27 °C.  Mais se liga ai.  A estação chuvosa começa em junho e termina no meio de outubro. Durante esse período, as temperaturas são de 29–35 °C, com alta humidade.

Com uma temperatura média de 19.6 °C em janeiro, o inverno em Miami possui temperaturas agradáveis e, raramente, a temperatura fica abaixo de 10 °C. As temperaturas máximas do verão ficam entre 22–27 °C.  Mais se liga ai.  A estação chuvosa começa em junho e termina no meio de outubro. Durante esse período, as temperaturas são de 29–35 °C, com alta humidade.

Um fim de semana em South Beach, um dos principais cartões-postais de Miami Beach, não deve começar com a questão “O que levar na mala?”, mas sim, “O que fazer?” Você prefere bebericar frozen margaritas e curtir as luzes de neon? Está mais interessado em hotéis novos (ou reformados) como o Gale, Lord Balfour, SLS South Beach e restaurantes tipo Yardbird Southern Table & Bar, Khong River House, Tongue & Cheek? Ou sonha com a South Beach de outrora, aquela com prédios, museus e monumentos em art decor em tons pastel? Talvez só queira curtir a praia. Miami é o que você quer que ela seja: descontraída, luxuosa, um verdadeiro refúgio, ou até se transformar em um playground de gays solteiros, e é por isso que é um destino tão procurado. Nessa terra de sonhos ao sul de Miami Beach, você escolhe a sua própria aventura.

Miami é uma das cidades mais badaladas dos Estados Unidos. Perfeitamente localizada na costa Sul da Flórida, com clima ameno e belas praias, a cidade atrai anualmente turistas do mundo inteiro a fim de curtir as suas legendárias festas e praias, além da sua cultura latina e arquiteturas fenomenais. As boates de Miami e as baladas de Miami estão entre as melhores do mundo e suas festas entre as mais famosas dos EUA. Selecionamos aqui para você as melhores baladas de Miami que sempre bombam, para que você chegue lá sabendo exatamente para onde ir!

Mas antes de se jogar neste maravilhoso paraíso saiba que Miami é dividida em duas áreas principais: o continente e as 16 ilhas ligadas por estradas. O continente inclui Greater Miami, Kendall, Coral Gables, Coconut Grove, Little Havana, Little Haiti, North Miami, Surfside e Sunny Isles.

Miami Beach está situada em uma ilha dividida em North Beach, lado mais tranquilo, e South Beach, com burburinho mais intenso, especialmente no bairro Art Decor, com suas construções da década de 20 e hotéis descolados com decoração assinada por famosos designer

South Beach é também um centro de artes, entretenimento e lazer mundialmente famoso. A praia de South Beach compreende 23 quadras e possui restaurantes fantásticos, boates da moda e luxuosos hotéis à beira mar. A maioria dos hotéis e prédios de apartamentos foi construída em 1930 e possui curvas arredondadas e destaques geométricos característicos da arquitetura Art Déco.

Miami Beach possui duas praias gays, a primeira localizada ao norte, na altura do número 10800 da Collins Avenue (uma meia hora de carro), chamada HAULOVER BEACH, que é uma continuação de South Beach. Bastante popular, pois é permitido se bronzear “Poe inteiro”, se é que você me entende.

A outra mais central é a 12 TH STREET BEACH, localizada no final da rua 12, do outro lado da rua do Palace Restaurant and Bar, após os jardins. Nudez não é permitida aqui, mas isso não impede de se encontrar homens muitos sexy.

Agora sim, veja nossas dicas de baladas em Miami, prepara a bagagem e depois me conta o que rolou de frisson em Miami Beach !

Space ClubA Space pode ser considerada uma das boates mais underground de Miami. Devido a sua fama mundial, prepare-se para ter que esperar na fila e lidar com seguranças chatos. O sistema de luz e som da boate é matador, assim como o público, sempre detonando no visual. Em termos de música, a Space não decepciona, atraindo grandes nomes como Pete Tong, Roger Sanchez e muitos outros. A boate fica no centro de Miami, longe de todo o glamour e dos altíssimos preços de Miami Beach, o que pode ser um bônus. O preço da entrada varia entre 20 e 40 dólares dependendo da noite, e as bebidas custam entre 7 e 15 dólares.

MyntA Mynt tem umas das decorações mais loucas de toda Miami Beach. Apesar de pequena, a boate é bastante famosa e costuma ficar completamente lotada todos os finais de semana! A música é variada e, além do house comercial, que é comum em Miami Beach, a Mynt promove noites de hip hop e R’n’B também. Por ser pequena, a concorrência para entrar lá é acirrada, e costuma ganhar quem oferece mais dinheiro! Não se assuste se ao chegar lá tentarem cobrar $2,000 dólares por uma mesa! Para aquelas pessoas com orçamentos mais modestos e que não estão a fim de pagar os preços exorbitantes cobrados por uma mesa, a média de preços das bebidas é 18 dólares e a entrada varia, custando sempre a partir de $20,00. Como se diz em inglês, “Dress to impress” ou “Vista-se para impressionar” se você quer realmente entrar!

LIVA LIV é considerada uma das boates mais exclusivas de Miami, e entrar lá não é nada fácil (e nada barato). Ela já foi considerada uma das melhores boates do mundo, e o seu interior faz jus ao título. A decoração, o sistema de som e as luzes são praticamente incomparáveis em toda Miami. A música é variada e em certas noite você encontrará grandes nomes do R’n’B e também top DJs como Calvin Harris, entre outros. Toda essa fama tem um preço , por isso, prepare-se para pagar até 60 dólares para entrar, dependendo da festa.

MansionA Mansion é uma das boates mais antigas de Miami. Localizada na famosa Washington Avenue, a boate tem uma decoração arrasadora, com muita luz e dançarinas, e o sistema de som é sem igual. A música muda de acordo com a noite, e por lá passam desde estrelas do R’n’B e do hip-hop a top DJs como Avicii. As bebidas custam entre 15 e 20 dólares e a entrada varia sempre dependendo da noite.

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Casal gay conta história de adoção do filho, rejeitado por 3 casais héteros
   Blog Diversidade   │     26 de fevereiro de 2015   │     13:00  │  0

Gilberto Scofield Jr, PH e Rodrigo Barbosa: “Somos uma família como qualquer outra família do país”.

No fim de outubro, terminado o segundo turno das eleições, um telefonema de um dos grupos de adoção empenhados na busca ativa de pais para crianças em abrigos nos avisou. Havíamos sido habilitados pela Vara de Família do Rio em julho e, três meses depois, uma criança que se encaixava em nosso perfil estava num abrigo numa pequena cidade no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. Partimos, com os corações aos pulos, eu e meu companheiro de 12 anos, numa viagem que nos pareceu interminável até Capelinha, cidade no Norte de Minas onde fica o Abrigo Lar Mamãe Dolores. Trata-se de uma jornada de avião até Belo Horizonte, outro voo até Montes Claros e quatro horas de carro alugado até Capelinha.

Durante a jornada, dentro do carro – e são 252 quilômetros entre Montes Claros e Capelinha – nossas cabeças doíam na expectativa do que poderia acontecer: será que ele vai com a cara da gente? E se ele não gostar de dois pais? Entre as intermináveis plantações de eucalipto que margeiam a rodovia estadual MG-308, a ansiedade só fazia crescer. Depois da ida à Justiça local, da visita ao advogado que daria entrada no pedido de guarda provisória, chegou a hora de conhecer o moleque.

O Lar Mãe Dolores é um abrigo simpático e simples para uma cidade paupérrima como Capelinha. PH estava lá: um menino de quatro anos que foi se aproximando desconfiado, mas que depois de 15 minutos, já estava brincando alegremente de carrinho com a gente. Nossos corações se encheram de esperanças, era emoção demais, carência demais de um lado e do outro, vontades súbitas de cair em prantos a troco de nada.

Negligenciado pelos pais alcoólatras, PH foi parar no abrigo aos dois anos de idade quando a mãe morreu (aos 28 anos) de complicações do vício. O pai decidiu que não queria mais criar o filho. Seis meses depois, uma mulher solteira em São Paulo o pegou para adoção, mas acabou denunciada pelo próprio irmão e por uma vizinha por maus tratos, obrigando a Justiça intervir, devolvendo-o de novo ao abrigo. Mais uma rejeição.

Antes de nós, três casais heterossexuais já haviam visitado PH no abrigo e também o rejeitaram: dois porque o acharam “muito feio”. O terceiro porque, para eles, PH era “negro demais”. Hoje, nós completamos quatro meses com ele no Rio, em nossas vidas. Ele está num pré-escolar, frequenta aulas de natação e ginástica e não poderia estar mais feliz com as novidades da nova vida. É um exercício especial de paternidade, aquela busca delicada entre dar a ele a sensação de pertencimento e acolhimento que ele precisa numa família que nunca teve e os limites que um menino de (agora) cinco anos precisa num momento em que testa tudo em relação à autoridade dos pais. Precisamos dar amor e ensinar o que é amor. Mas precisamos educar. Não faz parte de nosso planos criar um pequeno tirano. Como diz uma amiga: ser pai é a arte de dizer não. Mas não é assim em todas as famílias?

Toda essa história que aconteceu nos últimos meses e virou a minha vida – e a de meu companheiro – de cabeça para baixo, com um final mais do que feliz e que pode ser conferido por todos os amigos que nos cercam, é apenas para deixar claro o seguinte: nós – eu, meu companheiro, nosso filho PH, nossos dois gatos e nosso cachorrinho – somos uma família como qualquer outra família do país.

Esta colocação tem uma razão: a tentativa do inominável deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara e membro da bancada evangélica que se esmera como pode pela medievalização do país, decidiu ressuscitar o Estatuto da Família, que restringe a casais heterossexuais a adoção de crianças, entre outras medidas, como a proibição irrestrita do aborto. Isso num momento em que há farta literatura científica provando que crianças criadas por casais homossexuais não diferem em nada de crianças criadas por casais heterossexuais.

Portanto, os fundamentos de Cunha – o mesmo que começou sua carreira política de conchavos ao ser nomeado presidente da finada Telerj, ainda no governo de Fernando Collor de Melo (o que dá bem a ideia da trajetória política do deputado) – são meramente religiosos. E aí voltamos às intermináveis tentativas da bancada evangélica de acabar com a laicidade do Estado, transformando-o numa interpretação tosca e manipulada da Bíblia protestante.

Não, deputado Eduardo Cunha. O senhor não tem o direito de determinar o que é família num mundo em transformação e num país onde o percentual de famílias chefiadas por mulheres passou de 22,2% para 37,3%, entre 2000 e 2010, segundo dados mais recentes do Censo Demográfico de 2010. Isso não torna as adoções lideradas por casais homossexuais mais perfeitas ou melhores que as adoções feitas por casais heterossexuais. Simplesmente não há diferença constatada por qualquer estudo científico sério.

O que o Estatuto da Família faz é dar aos casais heterossexuais o monopólio da criação “perfeita” de filhos, quando todos nós conhecemos casais heterossexuais cujos filhos são desajustados ou simplesmente maus. O noticiário está aí cheio de exemplos de rapazes e moças que atropelam e matam pessoas sem prestar socorro. Ou bandos de jovens de classe média bem criados cuja maior diversão é tacar fogo em mendigos ou bater e espancar prostitutas, gays e nordestinos.

Não, deputado Eduardo Cunha. A paternidade virtuosa não é um monopólio da heterossexualidade. E caso a sua religião não pregue a tolerância, preste atenção num fato muito simples: toda a criança adotada por um casal de gays ou de lésbicas foi abandonada/espancada/negligenciada por um casal heterossexual, esse mesmo que o senhor julga serem os únicos capazes de criar filhos “normais”.

Fonte: Estadão

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1ª Semana de Surfe para Lésbicas da América do Sul, acontece nos dias 9 e 10 de maio em SC
   Blog Diversidade   │       │     0:00  │  0

As atividades incluem clínicas de surfe, aulas de ioga, passeios e gastronomia.

As atividades incluem clínicas de surfe, aulas de ioga, passeios e gastronomia.

Essa é para as mulheres lésbicas que adorariam pegar uma onda e se espelhar nas campeãs Keala Kennely e Cori Schumacher. Vai rolar entre os dias 9 e 10 de maio a 1ª Semana de Surfe para Lésbicas da América do Sul, em Santa Catarina.

O evento é promovido pela Brazil Ecojourneys e pretende reunir mulheres de todas as idades, habilidades e nacionalidades para se reunirem, aprenderem e divulgarem experiências do surfe.

A organizadora Martha Dalla Chiesa explica “Eu surfo o tempo todo, e sou geralmente a única mulher gay do mar, cerca por homens héteros. Eu vejo que não há muitas oportunidades para lésbicas se reunirem e aprender a surfar em um ambiente amigável. Aqui está a chance de um grupo de mulheres se reunirem para desfrutar de umas férias incríveis juntas”.

“Eu surfo o tempo todo, e eu sou geralmente a única mulher gay no mar, cercada por homens héteros. Eu vejo que não há muitas oportunidades para lésbicas se reunirem e aprender a surfar em um ambiente amigável”, definiu o evento Marta Dalla Chiesa, proprietária do Brazil Ecojourneys e uma das idealizadoras do projeto.

O cenário paradisíaco já foi local de eventos GLS organizados pela empresa que desta vez quer apostar no público lés para clínicas de surfe, aulas de ioga, passeios e gastronomia.O evento é aberto a todas as mulheres. Não precisa ser necessariamente surfista, ou lésbicas.

As atividades incluem clínicas de surfe, aulas de ioga, passeios e gastronomia. Embora a semana tenha sido criada para as surfistas (ou aspirantes a surfistas) lésbicas, o evento é aberto também às mulheres simpatizantes, familiares e amigas.

Para mais detalhes sobre este evento ou sobre os eventos de surfe LGBT em geral, entre em contato: [email protected]

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