Monthly Archives: outubro 2014

Vai viajar para a Europa e não sabe onde ficar ?
   Blog Diversidade   │     26 de outubro de 2014   │     20:51  │  0

barcelonaSe você esta planejando a sua viagem gay à Europa, chegou ao lugar certo. Aqui você pode encontrar uma seleção super especial de albergues e hotéis gays baratos na Europa, com as melhores localizações e os melhores preços.

Confira a nossa seleção de hotéis e albergues gays em Londres, Barcelona , Madrid, Paris, pós são essas localidades, que a Europa se torna mais gay freedom.

 Montague on the Gardens

Montague on the GardensEste boutique hotel gay de quatro estrelas oferece academia de ginástica e acomodação de luxo no coração de Londres, em Bloomsbury, bastante próximo do Soho (o bairro gay da cidade)

Victoria Gay Hostel

Victoria Gay HostelEste albergue gay está localizado em Victoria, próximo de vários parques importantes, do agito do West End e do Palácio de Buckingham. Popular entre os viajantes jovens e perfeito para aqueles que querem fazer novos amigos.

 Paris
Hotel Duo
paris1Hotel DuoO Hotel Duo, é um hotel butique chiquérrimo no centro gay de Paris, o Marais. O hotel tem quartos com decoração exclusiva, sauna, academia de ginástica e um belo bar. Fácil acesso a todas as atrações de Paris.

 

St Christopher’s – Um dos albergues mais baratos de Paris.

St Christopher’sEste albergue situa-se a duas paradas de metrô do Marais e da Gare du Nord e é um dos albergues mais modernos da cidade. Apesar de não ser 100% gay, o Sr. Christopher’s é gay friendly e tem uma ótima localização.
Barcelona

Axel Hotel – Luxo no coração do agito gay de Barcelona

barcelona1Axel HotelLocalizado em Eixample (mais conhecido como Gayxample) o Axel gay hotel fica próximo de todas as melhores lojas de Barcelona, além de oferecer acomodação de luxo com facilidades como sauna e academia de ginástica.

Centre HostalDiversão e boa localização a preços baixos

Centre HostalTambém localizado em Eixample, a localização deste hotel-albergue oferece a possibilidade de explorar Barcelona a pé, com a vantagem de estar no coração do bairro gay da cidade.
Madrid

Hostal Pizarro – Baixos preços e boa localização

madrid1Hostal PizarroO hotel albergue Pizarro fica em um prédio moderno localizado no famoso bairro gay de Madrid, a Chueca. Além da ótima localização, este hotel de duas estrelas oferece um lounge com TV que serve como ponto de encontro dos hóspedes.

Albergue Puerta del Sol – Baixos preços e boa localização

Albergue Puerta del SolO Gay Hostel Puerta del Sol de Madrid é considerado um dos melhores albergues gays de toda a Europa e a sua localização é tão central que o uso de transporte público é na maioria das vezes desnecessário.
Berlim

Axel Gay Hotel – Luxo e facilidades modernas por baixos preços

Axel Gay HotelEste hotel de 4 estrelas na área gay de Berlim oferece quartos de decoração exclusiva, um bar no último andar com vistas panorâmicas e um moderno spa, além de saunas, banho turco, academia de ginástica e um bar super estiloso.

Gay Hostel Berlin – Baixos preços e boa localização

Gay Hostel BerlinO Gay Hostel de Berlim oferece acomodação de qualidade por preços baixos no coração gay da cidade. Considerado o melhor albergue gay de Berlim com acesso 24 horas, próximo de diversos bares, boates e estações de metrô.
Ai estão as dicas de hospedagem na Europa, Boa estadia e ao chegar lá, ver se manda ao menos um cartão postal.

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Criminalização da homofobia ainda divide parlamentares
   Blog Diversidade   │       │     0:00  │  0

Só no primeiro semestre de 2014, o Disque Denúncia recebeu 537 denúncias relacionadas à discriminação contra gays, lésbicas, travestis e transexuais. Representantes de movimentos LGBT apresentam números da homofobia, que são considerados irrelevantes pelo deputado federal Ronaldo Fonseca.

homofobia7No momento em que o Vaticano começa a defender a aceitação de fiéis gays, movimentos homossexuais denunciam a violência contra gays, lésbicas, transexuais e travestis. Levantamento não oficial realizado pelo Grupo Gay da Bahia apontou que a homofobia foi a causa de pelo menos 216 assassinatos ocorridos no país de janeiro a setembro deste ano. Em 2013, as mortes motivadas pelo preconceito teriam somado 312 casos e, em 2012, 338 ocorrências.

Os números de mortes foram coletados com base em registros policiais e notícias, uma vez que não existe um levantamento oficial, além da apuração feita por meio das denúncias recebidas pelo Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos do governo federal. Só no primeiro semestre deste ano, foram recebidas 537 denúncias relacionadas à homofobia em todo o país.

Para a pesquisadora Sinara Gumieri, do Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero, a situação pode ser ainda mais grave do que a traçada pelos números do Grupo Gay da Bahia. “São dados frágeis, porque vêm de coletas de notícias ou de denúncias. Não temos uma política que trabalhe para entender esses casos”, avalia.

Já para o deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), as estatísticas dos movimentos LGBT são “infundadas”. “Elas não apresentam a motivação do crime. Não dizem quem matou e por que matou”, diz.

A prática da homofobia não é tipificada como crime no Brasil, mas pode vir a ser, caso o Congresso aprove proposta nesse sentido. Em 2006, a Câmara dos Deputados aprovou o PL 5003/01, da deputada Iara Bernardi (PT-SP), que criminaliza a homofobia. Atualmente, a proposta está no Senado (PLC 122/06), onde tramita em conjunto com a Reforma do Código Penal (PLS 236/12).

Ronaldo Fonseca é contrário à criação de leis específicas sobre homofobia. “Não podemos entender que o crime acontece apenas contra uma classe”, observa. Para ele, a homofobia deve ser punida com base no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), que “já tipifica o crime de lesão corporal, de homicídio”.

Ações

Para a pesquisadora Sinara Gumieri e a deputada Erika Kokay (PT-DF), mais do que leis, o Brasil precisa de ações específicas voltadas para o combate do preconceito nas áreas de educação e saúde, por exemplo. “Não existe uma política pública sistemática para a população LGBT, exposta a uma série de vulnerabilidades. É alta a evasão escolar dessa comunidade, o acesso à saúde é precário e essas pessoas ainda são alvo de violência”, explica Sinara.

Já a deputada acredita na mudança da sociedade por meio das escolas: “Precisamos de políticas públicas, principalmente na educação. É inadmissível as pessoas morrerem em razão da homofobia”.

(com informações Agência Câmara)

 

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Criminalização da homofobia ainda divide parlamentares
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Só no primeiro semestre de 2014, o Disque Denúncia recebeu 537 denúncias relacionadas à discriminação contra gays, lésbicas, travestis e transexuais. Representantes de movimentos LGBT apresentam números da homofobia, que são considerados irrelevantes pelo deputado federal Ronaldo Fonseca.

homofobia7No momento em que o Vaticano começa a defender a aceitação de fiéis gays, movimentos homossexuais denunciam a violência contra gays, lésbicas, transexuais e travestis. Levantamento não oficial realizado pelo Grupo Gay da Bahia apontou que a homofobia foi a causa de pelo menos 216 assassinatos ocorridos no país de janeiro a setembro deste ano. Em 2013, as mortes motivadas pelo preconceito teriam somado 312 casos e, em 2012, 338 ocorrências.

Os números de mortes foram coletados com base em registros policiais e notícias, uma vez que não existe um levantamento oficial, além da apuração feita por meio das denúncias recebidas pelo Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos do governo federal. Só no primeiro semestre deste ano, foram recebidas 537 denúncias relacionadas à homofobia em todo o país.

Para a pesquisadora Sinara Gumieri, do Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero, a situação pode ser ainda mais grave do que a traçada pelos números do Grupo Gay da Bahia. “São dados frágeis, porque vêm de coletas de notícias ou de denúncias. Não temos uma política que trabalhe para entender esses casos”, avalia.

Já para o deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), as estatísticas dos movimentos LGBT são “infundadas”. “Elas não apresentam a motivação do crime. Não dizem quem matou e por que matou”, diz.

A prática da homofobia não é tipificada como crime no Brasil, mas pode vir a ser, caso o Congresso aprove proposta nesse sentido. Em 2006, a Câmara dos Deputados aprovou o PL 5003/01, da deputada Iara Bernardi (PT-SP), que criminaliza a homofobia. Atualmente, a proposta está no Senado (PLC 122/06), onde tramita em conjunto com a Reforma do Código Penal (PLS 236/12).

Ronaldo Fonseca é contrário à criação de leis específicas sobre homofobia. “Não podemos entender que o crime acontece apenas contra uma classe”, observa. Para ele, a homofobia deve ser punida com base no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), que “já tipifica o crime de lesão corporal, de homicídio”.

Ações

Para a pesquisadora Sinara Gumieri e a deputada Erika Kokay (PT-DF), mais do que leis, o Brasil precisa de ações específicas voltadas para o combate do preconceito nas áreas de educação e saúde, por exemplo. “Não existe uma política pública sistemática para a população LGBT, exposta a uma série de vulnerabilidades. É alta a evasão escolar dessa comunidade, o acesso à saúde é precário e essas pessoas ainda são alvo de violência”, explica Sinara.

Já a deputada acredita na mudança da sociedade por meio das escolas: “Precisamos de políticas públicas, principalmente na educação. É inadmissível as pessoas morrerem em razão da homofobia”.

(com informações Agência Câmara)

 

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Alunos reagem à homofobia com cartazes “fortes” e sala acaba incendiada na UFMS
   Blog Diversidade   │     25 de outubro de 2014   │     0:00  │  0

“Beijo homem. Beijo mulher. Tenho direito de beijar quem eu quiser”. “Jesus ama sapatão”. “Tire o seu ódio do caminho, tô passando com o meu amor”. “O afeto te afeta?” As frases estão espalhadas pelaUFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), junto de outras bem mais “diretas”. A ideia foi do Diretório Central dos Estudantes, em resposta à perseguição contra uma acadêmica transexual.

2014-10-23-frei-betto-igreja-catolica-elogia-papa-francisco-585x425“Ela chegou aqui no DCE e contou que estava sendo perseguida e ameaçada e queria saber o que fazer. Ela, então, decidiu tirar uma foto das pessoas que estavam fazendo chacota e quando ela levantou o celular, eles a ameaçaram e ela teve que sair escoltada pelos seguranças do RU”, explica Larissa Melo, de 22 anos, coordenadora do DCE.

O Diretório resolveu colocar em prática uma campanha contra a homofobia. Distribuiu os cartazes pelos corredores e organizou um debate para discutir preconceito.

O evento, com apoio de alguns diretórios acadêmicos e professores, foi divulgado pelo Facebook na sexta-feira passada e marcado para esta semana. Porém, no sábado, o local escolhido para o debate foi quase destruído pelo fogo, segundo a perícia, em incêndio criminoso.

“Eles juntaram todos os livros didáticos que nós recebemos para nossa biblioteca e colocaram fogo na sala. A perícia já veio e confirmou que é criminoso. Essa sala é para os alunos usarem, tanto, que nas paredes tem até coisas que a gente não concorda, porque cada um tem a liberdade de usar como quiser, é um espaço nosso e quase foi destruido”, conta Larissa.

Alunos chegaram a tempo para conter o fogo, antes que se alastrasse por outras salas. Mesmo assim, a cena assusta, principalmente, pelo suposto motivo do fogo. Os cacos de vidro no chão, a pilha de livros em cinzas e as paredes chamuscadas aumentaram a indignação.

Cauê Lima, de 25 anos, acadêmico de Psicologia, e também membro do DCE, explica que as frases nos cartazes já são conhecidas do movimento LGBT e que depois de expostas algumas pessoas escreveram ameaças nas paredes como resposta.

Além das frases, alguns dados de pesquisas também foram divulgados, como o fato de cada 28 horas um homossexual morrer no Brasil e em 2013, mais de 312 pessoas terem sido mortas por motivos homofóbicos.

Cauê e Larissa são do DCE e participaram do debate hoje. (Foto: Marcelo Calazans)Cauê e Larissa são do DCE e participaram do debate hoje. (Foto: Marcelo Calazans)

“Os cartazes não ofendem ninguém. Já quem faz piadinhas homofóbicas pensa que não tá falando nada de mais, mas quem recebe pode ter um dano muito maior, um trauma, de anos, que a pessoa trabalha para desmarginalizar. Um comentário pode jogar tudo por água abaixo”, diz.

No meio do que parece ser caso de polícia, há quem passe pelos corredores e aumente a polêmica. Henrique, que preferiu não informar o sobrenome, chegou a enviar mensagem ao Lado B reclamando do teor dos cartazes. Ele entrou na universidade apenas para ir ao banco e ficou chocado com os dizeres, principalmente, com os que citam palavras que se referem a órgãos genitais. Um dos versos que ele mais reclama é “Eu chupo p…, eu chupo b…, se for para o inferno vou chupar o capeta.”

Para Henrique, o protesto é totalmente depreciativo. “Eu fiquei com vergonha. Fiquei horrorizado é pornografia. Eu tenho certeza que isso é ofensivo. Palavras de baixo calão. É abuso. Liberdade tem que ter limite, senão vira uma anarquia. Não tem aluno que vai me convencer, é uma falta de respeito com a família. Estou indignado”, afirma.

O acadêmico de arquitetura Igor Cabreira, de 19 anos, defende o direito de cada um se expressar como quiser. “Você está na faculdade, aqui é um local de adquirir conhecimento e o saber faz a gente superar os preconceitos. Se as pessoas não sabem conviver com a diferença, elas estão no lugar errado”, defende.

O debate sobre homofobia ainda vai acontecer, na tarde hoje. Alunos e professores pretendem se reunir na sala multimídia do CCHS (Centro de Ciências Humanas e Sociais), às 16 horas, para discutir o assunto.

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lampião era gay ?
   Blog Diversidade   │     24 de outubro de 2014   │     13:09  │  0

Justiça autoriza lançamento de livro que revela homossexualidade de Lampião.

tuxpi-com-1414086439A Justiça de Pernambuco autorizou o lançamento do livro “Lampião, o mata sete”, que conta a história de Virgulino Ferreira, o Lampião. De autoria do escritor Pedro de Morais, a obra tem como principal revelação a homossexualidade do cangaceiro.

Segundo o desembargador Cezário Siqueira Neto, impedir a publicação seria uma “medida de censura”. A autora do processo que queria impedir o lançamento do livro é a neta de Lampião, Vera Ferreira. De acordo com o magistrado, os familiares que se sentirem ofendidos pelo conteúdo “podem se valer dos meios legais cabíveis”.

A suposta homossexualidade de Lampião gera polêmica entre pesquisadores. Para Frederico Pernambucano de Mello, por causa da realidade vivida pelo cangaceiro, entre homens violentos e preconceituosos, ele teria pedido a autoridade em chefiar o bando.

Nascido na cidade de Vila Bela, atual Serra Talhada, no semiárido do estado de Pernambuco, foi o terceiro filho de José Ferreira da Silva e Maria Lopes de Oliveira. O seu nascimento só foi registrado no dia 7 de agosto de 1900. Até os 21 anos de idade ele trabalhava como artesão, era alfabetizado e usava óculos para leitura, características bastante incomuns para a região sertaneja e pobre onde ele morava. Uma das versões a respeito de seu apelido é que ele modificou um fuzil, possibilitando-o a atirar mais rápido, sendo que o cano aquecia tanto que brilhava dando a aparência de um lampião.

Sua família travava uma disputa mortal com outras famílias locais até que seu pai foi morto em confronto com a polícia em 1919. Virgulino jurou vingança. Tornou-se um mito em termos de disciplina. O bando chamava os integrantes das volantes de “Macacos” – uma alusão ao modo como os soldados fugiam quando avistavam o grupo de Lampião: “pulando”.

Durante os 20 anos seguintes (começou aos 21 anos), Lampião viajou com seu bando de cangaceiros, que nunca ultrapassou o número de 50 homens, todos a cavalo e em trajes de couro, chapéus, sandálias, casacos, cintos de munição e calças para protegê-los dos arbustos com espinhos típicos da vegetação caatinga. Para proteger o “capitão”, como Lampião era chamado, todos usavam sempre um poder bélico potente. Como não existiam contrabandos de armas para se adquirir, em sua maioria eram roubadas da polícia e unidades paramilitares. A espingarda Mauser e uma grande variedade de pistolas semiautomáticas e revólveres também eram adquiridos durante confrontos. A arma mais utilizada era o rifle Winchester.

Lampião foi acusado de atacar pequenas fazendas e cidades em sete estados além de roubo de gado, sequestros, assassinatos, torturas, mutilações, estupros e saques. Entretanto para muitas pessoas, especialmente no Nordeste, tem-se imagem de que Lampião era como o Robin Hood do sertão brasileiro, que roubava de fazendeiros, políticos ecoronéis para dar aos pobres miseráveis, que passavam fome e lutavam para sustentar famílias com inúmeros filhos.

Era devoto de Padre Cícero e respeitava as suas crenças e conselhos. Os dois se encontraram uma única vez, no ano de 1926, em Juazeiro do Norte.

Sua namorada, Maria Gomes de Oliveira, conhecida como Maria Bonita, juntou-se ao bando em 1930 e, assim como as demais mulheres do grupo, vestia-se como um cangaceiro e participou de muitas das ações do bando. Virgulino e Maria Bonita tiveram uma filha, Expedita Ferreira, nascida em 13 de setembro de 1932. Há ainda a informação controversa de que eles tiveram mais dois filhos: os gêmeos Ananias e Arlindo Gomes de Oliveira, mas nunca foi comprovada a verdade dos fatos . O casal teria tido ainda dois natimortos.

De uma coisa eu tenho certeza, se caso esta biografia tiver veracidade nos fatos onde fala sobre a sexualidade de Virgulino, só vem a confirmar que nem sempre pinta de machão valente é sinônimo de heterossexualidade.  Lampião mesmo sendo um homem das antigas, da época do cangaço, já  era o espelho do homem atual, aquele que curte na baixa.

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