Monthly Archives: agosto 2014

Blog Diversidade comemorará seus 2 anos no ar em grande estilo
   Blog Diversidade   │     13 de agosto de 2014   │     11:24  │  0

Confirmada para 20 de setembro a realização da STARSHIPS MCZ, a partir das 22h, no estacionamento de Jaraguá. A party contará com uma mega estrutura em formato de arena, medindo 200 metros quadrados, onde haverá um espaço formado por frontstage, pista, praça de alimentação com direito a restaurante com comida oriental  e um palco equipado com o que há de melhor e mais moderno em estrutura de som/iluminação e efeitos visuais.

Em sua segunda edição o evento acontece em comemoração aos dois anos do blog Diversidade. A expectativa de publico é de cerca de duas mil pessoas segundo os organizadores do evento, sendo a STARSHIPS MCZ o maior evento de música eletrônica ao ar livre do estado e já tendo em seu primeiro lote um número de vendas de quase mil ingressos vendidos antecipadamente.

Já a pista ficará ao comando dos Dj´s locais John Dayvison, Luck Chaghas e Jean Pierre, além do pernambucano Marcsheep. Já o glam da cena nacional estará ao domínio do Dj Feeling de SP, que além de ter sido uma marca na primeira edição do evento, ano passado, é um dos mais consagrados dj´s brasileiros e já conta em seu portfólio com duas turnês pelo mundo e a grande diva da música eletrônica Lorena Simpson do Rio de Janeiro, que recentemente lançou a sua nova tur “To The Groud.

O evento conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Maceió, através das Secretarias Municipal de Cultura, turismo e Comunicação, que tendo o entendimento da importância da realização do evento, na ampliação da comunicação do maior portal de noticias LGBT do estado, como também na contribuição indireta do evento, no trabalho de desenvolvimento do bairro histórico de Maceió – Jaraguá, além da parceria do Maceió Parque Shopping, Cervejaria Devassa e 51 Muller, demais patrocinadores estão ainda em negociação.

Os ingressos antecipados podem ser adquiridos nos stand´s do Folia Brasil no G barbosa Stella Maris ou
Unicompra Ponta Verde / Acesso Vip no Unicompra Farol e Parque Shopping.

Para você que não quer sair de casa, ambos pontos de vendas exclusivo da festa, estão com serviço online, onde a compra poderá ser feita no cartão de credito, dividido em ate 6x, ou boleto bancário.

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Fonte: assessoria de comunicação #StarshipsMCZ

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Conflitos familiares escapam aos limites do Direito
   Blog Diversidade   │     5 de agosto de 2014   │     0:00  │  0

Artigo

Por: Reinaldo ChavesRepórter na Folha de S.Paulo e na (Central de Edição Compartilhada) na Rede Bom dia de Comunicações, assessor de Imprensa na SCA Systema.

Novas formas de solução de conflitos de família estão se desenhando no deslinde de problemas que chegam ao Judiciário. Profissionais da saúde — principalmente a mental — e conciliadores começam a assumir papel importante nesse sentido.

A avaliação é da advogada e psicanalista Giselle Camara Groeninga, diretora do Instituto Brasileiro de Direito de Família. Ela é coordenadora da XVª Conferência Mundial da International Society of Family Law (ISFL), que ocorre em Recife entre os dias 6 e 9 de agosto.

“As pessoas no mundo todo não sabem muito bem o que fazer com os conflitos que se transformam em litígio. Em vários países, o Direito não está se apropriando sozinho dos conflitos e cada vez mais os operadores da saúde estão tomando esse papel. A mediação e a conciliação qualificadas também ganham função importante. Isso ocorre porque os tribunais não conseguem diminuir os conflitos familiares”, explica.

Para Giselle, no Brasil, o atual Código Civil trouxe mudanças que ainda estão sendo absorvidas. “Foi reforçado o conceito de que as pessoas não são culpadas antes que se prove o contrário”, exemplifica. “Por outro lado, a família passou a ser mais democrática, não mais com o poder do patriarcalismo. Há igualdade entre homens e mulheres e ganhou força o poder familiar, que abrange toda a família e sobretudo o casal, em igualdade de condições”, exemplifica.

Para ela, as mudanças não são apenas fruto do Código Civil, mas incluem transformações em todo o Ocidente, que enfrenta dificuldades e desafios semelhantes. “Inúmeros países estudam como se constroem os vínculos familiares e aquilo que os destrói.”

Discussões na sociedade
A multiparentalidade, o casamento de pessoas do mesmo sexo e as adoções são exemplos de debates que dividem a sociedade mundial em relação ao Direito de Família, atualmente.

“Estamos assistindo uma mudança em que a sexualidade não está mais em primeiro plano, mas sim as questões da dignidade da pessoa. As maiores divisões se dão em valores e paradigmas antigos, que estão em análise. Alguns veem a família como plural, e outros, no modelo antigo. As famílias paralelas também dividem a sociedade e também todo o desenvolvimento da medicina, com as inseminações artificiais, que quebram a ideia de um só pai ou uma só mãe, e reforçam a parentalidade socioafetiva”, destaca Giselle.

Ela também avalia que deve crescer o debate na sociedade sobre o valor que se dá ao trabalho do homem e da mulher.

Conferência Mundial
Com o objetivo de fazer com que operadores do Direito e da saúde, do Brasil e do exterior, troquem experiências e tratem juntos a complexidade inerente aos conflitos familiares, a Conferência Mundial ocorre pela primeira vez na América do Sul com o tema “Universidades e Singularidades”.

Entre os diversos assuntos que serão abordados estão o acesso à Justiça e, além das dificuldades relativas à guarda de filhos, questões ideológicas como casamento formal e informal, uniões homoafetivas e adoção, multiparentalidade, famílias paralelas e famílias mútuas, e mediação.

Alguns dos nomes que dialogarão a respeito são Fabíola Lôbo; Frederik Swennen e Elisabeth Alofs (Bélgica); Jones Figuêredo Alves; Fabrice Toulieux (França); Willian Atkin (Nova Zelândia); Fernanda e Flávio Tartuce; Margareta Brattstrom (Suécia); Ingrid Lund-Andersen (Dinamarca); José Fernando Simão; Nicole Gallus (Bélgica); Paul Vlaardingerbroek (Holanda); Mário Luiz Delgado; Marsha Garrison (EUA); Patrick Parkinson (Austrália); Rodrigo da Cunha Pereira; Shigeo Susuki (Japão); Renaud Daubricourt (França); Rodrigo Toscano de Brito; Ursula Cristina Basset (Argentina); e Lee Donglin (Coreia do Sul).

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Casais homossexuais na TV
   Blog Diversidade   │     4 de agosto de 2014   │     8:49  │  0

Cada vez mais, relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo ganham destaque na teledramaturgia

Retratar o cotidiano é o principal gancho das novelas. Para isso, é preciso explorar todos os tipos, gêneros e suas complexidades. Em um contexto cada vez mais receptivo e menos intolerante, a maior recorrência de personagens gays nos folhetins tem colaborado para diminuir distâncias e romper barreiras.

 Antes caricatos e estereotipados, os gays representados nas tramas começaram a ganhar ares mais naturalistas e conquistaram destaque na telinha.

O preconceito ainda existe, mas o telespectador amadureceu à medida que casais homoafetivos foram conquistando seus direitos na sociedade. Atualmente, das seis novelas que estão no ar, quatro têm personagens homossexuais. “Não acredito que seja uma espécie de cota, apenas os autores estão mais livres. No passado, havia muita rejeição do público e esses personagens acabavam perdendo espaço”, acredita Aguinaldo Silva, responsável pelo roteiro de “Império”.

Na atual novela das nove da Rede Globo, Aguinaldo, que sempre procura inserir personagens gays em suas tramas, desta vez caprichou na representatividade. Além de Paulo Betti, que vive o escrachado blogueiro Téo, tem Klebber Toledo interpretando Leonardo, o affair de Cláudio, de José Mayer. Escalar José Mayer, reconhecido por ser o grande pegador da teledramaturgia, é mais uma prova da maneira simples e natural que o autor conduz sua trama. “Cláudio vai entrar para o hall das coisas mais diferentes que já fiz, só não vai deixar de ser um conquistador”, brinca o ator, com a sua fama.

Tendência.Casais do mesmo sexo são mais retratados em folhetins da Rede Globo. No entanto, a emissora não é a única a levantar a bandeira da representatividade.

Em “Amor e Revolução” (2011), escrita por Tiago Santiago, Luciana Vendramini e Gisele Tigre protagonizaram o então primeiro beijo entre mulheres da TV brasileira. As atrizes foram intérpretes de Marina e Marcela na trama de exibida pelo SBT. A cena teve pouca repercussão. A Rede Record, por ter em sua maioria um público fidelizado à igreja evangélica, não aposta muito nesse tipo de personagem. No entanto, ainda que menor, há a ocorrência de tipos gays em suas novelas, embora nunca em papéis de destaque. Em “Vitória”, atual folhetim da emissora, Ricardo Ferreira interpreta Virgulino, um motociclista afeminado e perseguido pelo núcleo neonazista da trama.

“Não acredito que seja uma espécie de cota, apenas os autores estão mais livres. No passado, havia muita rejeição do público”

 

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A cartilha mofada de Marcelo Crivella
   Blog Diversidade   │     3 de agosto de 2014   │     15:28  │  1

Homossexualismo (sic) é pecado e pobreza leva ao crime.
O senador Marcelo Crivella, candidato do PRB ao governo do Rio, é um homem de outro tempo. Não se sabe se ele faz campanha no século XXI com a cartilha do século XIX por convicção ou se apenas joga para a plateia – uma plateia amedrontada e conservadora que não alcançou nem entendeu o mundo atual. Em outras palavras: não se sabe se o candidato não entende o planeta onde vive ou se finge não entender.

Durante a semana, em entrevista a um programa da TV Bandeirantes, o candidato desenhou com cores primárias o território que pretende governar. Segundo ele, “se deixar a população da Baixada, das regiões periféricas, vivendo na miséria, essas pessoas migram para roubar na capital, onde tem a maior riqueza”.

É um discurso no mínimo estranho a quem se opõe ao atual governador, Sergio Cabral Filho (PMDB), aquele sujeito com o guardanapo na cabeça que defende o aborto como forma de conter a violência nas favelas – em suas palavras, “uma fábrica de produzir marginais”.

Governador e opositor parecem discordar dos meios, mas não dos fins, quando o assunto é segurança pública. Para eles, a segurança da zona sul passa pelo cerco à zona periférica, seja pelos meios contraceptivos, seja pela gorjeta. Caso contrário os mal nascidos migram por osmose em direção aos bairros açucarados para levar unicamente o caos, e não a mão-de-obra.

Pelo raciocínio, o caminho da violência é um só: de baixo para cima. Ou, do morro para o asfalto. Nem Crivella nem o atual governador parecem capazes de explicar a presença de marginais bem nascidos também em condomínios de luxo, shoppings de alto padrão, clubes recreativos, palácios administrativos ou construtoras de ascensão meteórica. Estes, não por coincidência, jamais pisaram no morro.

Na mesma entrevista o candidato se saiu com outra pérola: “não acredito que homossexualismo seja uma doença, mas é pecado”. De novo a dúvida: o candidato não sabe o que diz ou finge que não sabe?

No primeiro caso, caberia ao estafe do senador explicar que, na língua portuguesa, o sufixo “ismo” denota justamente doença. Que seja um ato falho: como religioso, Crivella está livre para criar e se virar com os próprios pecados. Como homem público, definir quem é ou não pecador pode ser mais que um juízo. Afinal, se eleito governador, como promete tratar os pecadores? Hoje quem peca roubando vai para a cadeia. E quem peca por andar de mão dada com parceiro de mesmo sexo? Vai para a cadeia também? Vai a julgamento? Resolve-se com quem não tolera o pecado portando barras de ferro e lâmpadas fosforescentes? E como é, afinal, governar para pecadores? Eles pagariam os pecados aqui ou no céu? Seriam obrigados a frequentar aulas de purificação, como sugeriram alguns colegas do Congresso ao tentar regulamentar a cura gay?

São perguntas que qualquer eleitor que incorre em pecado pode se fazer ao acompanhar a entrevista de seu candidato.

A declaração do senador foi dada após ser questionado sobre uma lei anti-homofobia em tramitação na Assembleia Legislativa do Rio. Para Crivella, o projeto é motivo de preocupação: a lei pode extrapolar e impedir que pastores digam o que pensam e sentem sobre o pecado.

Diante de tantas perguntas em aberto, esse mesmo leitor poderia concluir: para o candidato, é mais preocupante um projeto que impede um pastor de dizer em público que “homossexualismo é pecado (sic)” do que os índices de violência contra homossexuais – índices que, vale lembrar, não são produzidos por quem não tem o que fazer nas regiões periféricas e decidem, como na lei da física (ou da osmose na biologia), descer ao asfalto para praticar o terror.

Fosse apenas um aluno, e não candidato a governador, a visão refinada de mundo renderia ao senador duas bombas na quinta série. Mas, na boca de um candidato, a groselha rende dividendos políticos. Crivella não é o único homem fora do seu tempo, mas parece falar em nome deles. Seu nome é legião porque são muitos – e por isso inicia a campanha com chances reais de vitória.

Na última pesquisa Ibope, ele aparece com 16% das intenções de voto, atrás apenas de Anthony Garotinho (PR), que lidera uma corrida eleitoral quatro anos após ser condenado, em 1ª instância, por formação de quadrilha e proteção à máfia de caça-níqueis do Rio. Ele tem 21% das preferências.
São eles os mais prováveis substitutos para um governo que na semana passada colocou Mikhail Bakutin, filósofo russo morto em 1876, na lista de potenciais suspeitos de promover baderna nos protestos deste ano pela capital.

Entre pérolas, laranjas e a tragicomédia, a largada para a disputa no terceiro maior colégio eleitoral do País não poderia ser mais melancólica.

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Drag queen repórter comemora aniversário com festa beneficente
   Blog Diversidade   │     2 de agosto de 2014   │     0:00  │  0

A drag repórter Lisa Crazy vai comemorar o seu aniversário em grande estilo com uma festa beneficente. No próximo dia 05 de agosto, ela vai realizar um evento para arrecadar doações para o CAJEC, instituição com sede em Taboão da Serra que ajuda crianças com câncer e seus familiares de outros Estados. Os beneficiados recebem moradia e refeições para se manter em São Paulo durante o tratamento.

“Conheci o trabalho deles quando fui fazer uma matéria para o TV e fiquei encantada com o projeto. Eles oferecem um lar, transporte e comida para essas crianças e seus acompanhantes. Na minha festa pretendo arrecadar toalhas de banho, pois em conversa com a presidente, vi que é uma das principais demandas” comenta.

O evento é para convidados e vai acontecer no Buffet Alegria Mundy (Rua da Mooca, 4536 – Mooca – São Paulo/SP) às 20h. Durante a festa, qualquer pessoa poderá levar o seu mantimento até o local. Vários artistas já confirmaram presença.

Sobre Lisa: Formada em Rádio e TV, a pernambucana Lisa Crazy atua como drag repórter há sete anos. Começou fazendo reportagens para o site LGBT Arrasa Bi e no início de 2013 entrou para a TV.

Sobre o Cajec: A Casa José Eduardo Cavichio é uma instituição filantrópica que há quase 20 anos tem ajudado crianças e adolescentes com câncer de toda a América Latina que fazem tratamento na cidade de São Paulo. O nome é uma homenagem ao filho da Dona Maria Luisa, fundadora, que faleceu em decorrência da doença. A Sede fica na Rua Preciosa, 86 – Parque Monte Alegre – Taboão da Serra/SP. Acesse o site e tenha mais informações: www.cajec.org.br.

 

Por: Thiago Marques

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