Monthly Archives: março 2014

ONU divulga vídeo criticando os 76 países que punem a homossexualidade
   Blog Diversidade   │     31 de março de 2014   │     12:00  │  2

A Etiópia considera aprovar a pena de morte como punição para pessoas homossexuais. A homossexualidade é punida por lei em 76 países, sendo 38 deles no continente Africano. Assim como na Etiópia, Uganda também espera pela aprovação de uma lei estabelecendo a pena de morte para quem cometer “atos de sodomia”.

A ONU divulgou um vídeo chamando a atenção para a situação desses 76 países e lembrando que todos os países têm a obrigação de proteger indivíduos que se identificam como gays, lésbicas, bissexuais ou transexuais.

Assista o vídeo Aqui

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Ideli assume SDH sob críticas do PT e movimento LGBT
   Blog Diversidade   │       │     0:00  │  0

Sai Ideli Salvatti e entra Ricardo Berzoini na Sec. de articulação política do governo. O Grupo Gay da Bahia elegeu a ministra uma das inimigas da comunidade gay, dedicando-lhe o troféu “pau de sebo”

Brasília – Bombardeada pela base aliada por conta da frágil articulação política do governo e da demora na liberação de emendas parlamentares, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, assume na próxima terça-feira a Secretaria de Direitos Humanos, já na mira de lideranças do movimento gay e do próprio Partido dos Trabalhadores, que a acusam de ter pouca afinidade com os temas tratados pela nova pasta.

“Ideli é uma companheira valorosa no setor sindical, educacional, mas nada tem a ver com direitos humanos, não tem o perfil para tocar essa temática”, criticou o coordenador nacional do setorial de direitos humanos do PT, Rodrigo Mondego. “Nas relações institucionais, a grande crítica feita à ministra Ideli foi em relação ao diálogo (com os parlamentares) e a SDH tem como principal característica o diálogo com os movimentos sociais.”

Para Mondego, o governo cometeu um equívoco ao não discutir com os movimentos sociais o nome apropriado para suceder à atual titular da pasta, ministra Maria do Rosário. “Nomear a nova ministra da SDH sem ter nenhum diálogo com a militância do partido é um outro erro na nomeação da Ideli”,comentou Mondego. “Não fomos consultados.”

Ideli e Maria do Rosário conversaram nesta sexta-feira por telefone para tratar da transição na secretaria. Na conversa, Ideli disse que tem admiração pelo trabalho da SDH e destacou que pretende dar continuidade às iniciativas da pasta, que acompanha ações do governo focadas em grupos diversos, como pessoas com deficiência, mortos e desaparecidos políticos, criança e adolescentes, idosos.

Homofobia

Além de lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT), o nome de Ideli também encontra resistência dentro do movimento gay, que se ressente da orientação da ministra de não colocar em votação o projeto de lei que criminaliza a homofobia, no ano passado. “A indicação dela é péssima”, afirmou o presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira. “A Ideli não tem jogo de cintura, não está associada com as lutas de direitos humanos, é uma mulher travada com os interesses do núcleo político dela”, disse Cerqueira. “Ideli não nos representa.”

Nesta semana, o Grupo Gay da Bahia elegeu a ministra uma das inimigas da comunidade gay, dedicando-lhe o troféu “pau de sebo” por “ter sido ‘moleca de recado’ da presidente Dilma determinando o arquivamento do projeto de lei que equiparava homofobia ao racismo”. Procurada pela reportagem, a assessoria de Ideli não quis comentar as críticas.

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Movimento gay se articula para contrapor bancada evangélica
   Blog Diversidade   │     29 de março de 2014   │     0:00  │  2

Comunidade LGBT reúne adeptos à causa de diferentes partidos para possível “bancada gay”. Integrante da bancada evangélica de Curitiba teme “guerra santa”

Um movimento que reúne adeptos ou simpatizantes da causa LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) pretende eleger ou apoiar diversos candidatos nas eleições deste ano para fazer formar bancadas que façam frente ao crescimento da ala evangélica no Congresso em legislativos estaduais e municipais. O grupo está em fase de formação e conta com 15 nomes, de sete estados e sete partidos, a maioria de centro ou esquerda: PPS, PSB, PV, PSOL, PCdoB, PTB e Solidariedade.

No Paraná, o movimento definiu que vai apoiar duas possíveis candidaturas à Câmara dos Deputados (Toni Reis [PCdoB] e Rubens Bueno [PPS]) e uma à Assembleia Legislativa (Luiz Modesto [PCdoB]). O grupo, batizado de “União Nacional Pluripartidária”, ainda não tem nomes designados para lançar ou apoiar em candidaturas a Senado, governos estaduais e Presidência da República.

O militante Toni Reis (PCdoB), liderança conhecida da causa gay, diz que a oportunidade de colocar o assunto em debate no período eleitoral foi a razão inicial para a mobilização do grupo. “Temos uma Câmara [Federal] que é muito machista, homofóbica e racista. Nós temos de rebater [as posições evangélicas], temos que colocar isso em discussão no horário político, nos debates, para a gente conversar com a sociedade.”

Reis classifica as posições das organizações evangélicas na política como conservadoras e diz que não costuma haver confronto de ideias quando há uso de argumentos religiosos. “Precisamos de respeito à dignidade humana. Os ‘direitos humanos’ todos defendem, mas, agora, querem impor como os humanos devem ser. É importante que tenhamos parlamentares que possam defender essas pautas [relacionadas a direitos humanos], que muitas vezes são defendidas por aliados que não sentem na pele a discriminação.”

O que Toni Reis aponta como temas polêmicos são os que tiveram grande repercussão nos últimos anos no Congresso, como as discussões sobre união homoafetiva, liberação do aborto e legalização da maconha.

Ele defende um diálogo mais aberto entre políticos com convicções contrárias. “No parlamento, você precisa dialogar com todos os parlamentares. Isso inclui [Marco] Feliciano, [Jair] Bolsonaro e [Eduardo] Cunha. É preciso sentar e ver se a gente consegue encontrar um ponto de convergência. No parlamento em Curitiba, por exemplo, já visitei vários parlamentares com posições contrárias. Sempre podemos achar um denominador comum”.

Líder evangélica do Paraná teme “guerra santa”

Pré-candidata a deputada estadual e líder da bancada evangélica da Câmara de Curitiba, a vereadora Noêmia Rocha (PMDB) entende que a mobilização da comunidade LGBT para as eleições pode gerar uma “guerra santa”. “Essa proposta da LGBT para fazer uma bancada para ir contra os evangélicos, contra a comunidade religiosa, pode virar uma guerra de valores religiosos, uma guerra santa. A proposta religiosa é a proposta do País, que é um país cristão. O estado é laico, mas não dá para negar que o país é cristão, é uma questão cultural”.

Pré-candidata à Assembleia Legislativa, Rocha entende que, caso apresente propostas que visem prejudicar o movimento religioso, a organização LGBT fará uma afronta à democracia. “Foge totalmente do contexto da democracia do País, porque essa proposta do movimento gay é muito ruim da maneira como parece estar sendo conduzida, com a intenção de contrapor, como se dissesse: ‘Nós queremos ser mais do que os evangélicos’. Todos têm direito de expressão, desde que no sentido democrático”, defende a vereadora.

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Fundação Casa é denunciada por suspeita de transfobia
   Blog Diversidade   │     28 de março de 2014   │     0:00  │  0

Hoje a Ong ABCDS recebeu no mínimo 8 e-mails de denuncias de um caso que vamos ter que ler com atenção e que seja tomada de forma emergencial uma atitude Segue o relato pre – resumido da Denuncia:
   Uma jovem  Transexual feminina de 16 anos se encontra restrita do convívio social em uma das Unidades da Fundação Casa do Grande ABC(Antiga Febem) simplesmente porque a mesma roubou um simples pão de queijo para saciar sua fome eu repito sua fome, é preciso compreender em redundância sim. Por que somente quem convive dentro do  preconceito social vai entender porque quem não entende se acomoda com o silêncio dos inocentes.
    Agora ela se encontra dentro da Fundação Casa, restrita dos seus Direitos Sociais e onde sofre a maior de todas as barbaridades a violência continua a sua Identidade de Gênero onde pelos demais Jovens a mesma sofre todo o tipo de violência desde moral e sexual.  Que seja respeitada seu direito de Cidadã transexual tal direito, logo infringem os Direitos Humanos. A partir do momento que lhe fornecem utensílios masculinos e a tratam como um jovem garoto, chamando constantemente repetidamente pelo seu nome de Registro, sem contra a violência psicologia diária desde a hora de acordar e dormir e se perguntamos ela vai conseguir dormir, sendo obrigada a usar o banheiro masculino já devem imaginar na hora do banho.
     Uma linda jovem com 1,70 cm de altura com corpo belo esbelto com seus 65 kilos lutando diariamente simplesmente  para cumprir sua sentença de afastamento social. O que ela deseja é o respeito simplesmente estar em uma unidade feminina e ser tratada como ela é mulher.
       Nos todos da ONG ABCDS movimento social LGBT estamos indignados com este relato onde hoje pelo numero de informações passadas aos equipamentos Públicos, sobre Orientação sexual, Identidade de Gênero e Expressão de Gênero são continuas. Temos que trazer esta grave denuncia, da violação dos Direitos Humanos. Agora o Diretor desta unidade ou melhor todos os diretores devem passar de forma emergencial por uma Capacitação Continuada de Direitos Humanos da População LGBT.
      Vendo esta noticias temos que imaginar quantos/as transexuais masculinos, transexuais femininas não sofrem por esta violência a anos nas unidades da Fundação Casa (ANTIGA FEBEM).
   Enquanto temos que perceber que as Unidades da Fundação Casa são constituídas por pessoas, o que precisam hoje e extrema capacidade, sensibilidade e Humanização. Não podemos aceitar esta forma de pressão,  tratamento  que é estão sendo exposto estas jovens, perguntamos:
              É desta forma que a Fundação Casa vai trazer a vida, dignidade e o respeito a uma jovem Transexual?

Agora senhores Diretores se  houver interesse sim  podem mudar porque esta Jovem deseja viver dignamente, exatamente, como preconiza a Constituição Federal Brasileira.  Transfiram ela para uma Unidade feminina de forma EMERGENCIAL.

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Lorena Simpson e Dj Feeling no palco da STARSHIPS MCZ – Simultânea em Maceió
   Blog Diversidade   │     27 de março de 2014   │     1:50  │  0

Maceió recebe a Domination Tur em setembro

A turnê “To The Ground Tour” de Lorena Simpson chega em setembro em Maceió, em comemoração aos 2 anos do Blog Diversidade

Curte música eletrônica?

Então pode começar a se programar porque vai rolar dia 20 de setembro a STARSHIPS MCZ – Edição II! Em comemoração aos dois anos do badalado sucesso do Blog Diversidade página do site Gazeta Web, o blogueiro e moderador Nildo Correia trás a STARSHIPS MCZ – Simultânea, que promete levar ao êxtase o publico nervoso e fervido da musica eletrônica alagoana e dos demais estados, com o line-up nacional mais fervido que MCZ já viu! Serão horas de muita musica eletrônica, com a proposta de realizar party´s simultâneas! É isto mesmo! Varias festas dentro de uma só no intuito de levar o publico presente ao delírio.

 

Chega daquela mesmice de todas as baladas! Maceió sem sombra de duvidas tem potencial não só para atrair turistas através das belas praias, como também no desenvolvimento de festas temáticas, não basta sermos a capital internacional do réveillon, temos que ter sempre um atrativo a mais para atrairmos o tur, e desenvolvermos o training turístico desta cidade.

 

Passarão pelo palco da STARSHIPS MCZ – Simultânea, “A diva da house music – Lorena Simpson que apresentará seu novo show “To The Ground Tour”, e Deejay Feeling que em breve lançará sua nova turnê “Domination Tur”, que a Campanha Impressa é assinada por Merlito Pabatão, que tem em seu currículo trabalhos para as divas Christina Aguilera, Britney Spears e Jennifer Lopez.           Tenham certo que será um momento impa na história da musica eletrônica em MCZ.

O  line-up de deejays locais eesta sendo montado, e em breve será divulgado.

Apesar de não ser um festival de música eletrônica, o line-up da STARSHIPS MCZ – Simultânea, é um prato cheio para os amantes do estilo musical eletrônico. Afinal, vários DJs e produtores de peso marcarão presença em nosso mega palco, que será montado em um lugar mais que sugestivo para um evento deste porte, sem contar na tonelada de som/luz e muitos efeitos especiais e visuais.

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