Câmara Municipal de Maceió aprova uso de nome social
   Blog Diversidade   │     22 de dezembro de 2013   │     0:22  │  1

Eryka Fayson

Travestis e transexuais de Maceió poderão ser identificados pelo seu nome social e não pelo registrado em seus documentos de registro civil, em entidades e órgãos públicos do município.  É o que prevê projeto de lei aprovado nesta terça-feira (19), na Câmara Municipal de Maceió, que busca diminuir o preconceito na capital.

O projeto segue para sanção ou veto do prefeito Rui Palmeira.  O novo nome a ser adotado, que valerá apenas em documentos do município de Maceió, deverá ser requerido formalmente na nova identificação. Com isso, registros escolares, cartões de saúde, da assistência social, crachás, cartões de ponto e outros poderão vir com o nome social escolhido. Para ter direito à mudança, a travesti ou transexual deverá apresentar sua identificação civil já existente, com seu registro original.   A proposta de lei foi solicitada pelo Grupo Gay de Alagoas – GGAL, a Câmara Municipal de Maceió, através da vereadora Tereza Nelma, durante audiência publica municipal realizada no inicio deste ano.

 

Pode ser o menino que prefere usar vestido ou a menina que usa um nome masculino, não importa: boa parte das escolas, educadores entre outros servidores publico ainda têm dificuldades em lidar com transexuais – condição de quem tem uma identidade de gênero diferente da designada no nascimento. Sem sobra de duvida a lei é uma ferramenta importantíssima, para que travestis e transexuais possam serem inseridas e reconhecidas como pessoas que pagam seus imposto e tem seus direitos, disse Eryka Fayson.

 

Natasha Wonderfull

Natasha Wonderfull disse que quando se fala em travesti, transexual, o que vem à luz é a sexualidade. As pessoas esquecem que essa população tem amor, família, emprego. Queremos discutir a situação do ponto de vista social, não moral”, declarou Natasha. “Matar travestis é nocivo para toda a sociedade.” Precisamos não só termos o reconhecimento e o direito de possuirmos nome social, mas também outros direitos, “moradia, emprego, saúde, educação entre outros.

 

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COMENTÁRIOS
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  1. Milton Tavares Cardoso

    Os travestis tem um nome feminino, mas, quando no nascimento, o nome de cartório é de nome masculino e é uma boa idéia da veriadora Tereza Nelma aprovar a mudança definitiva em documentos o nome feminino, não é má idéia. Mas, travestis, dentro da comunidade, existe um preconceito, um tabu, uma descriminação, tanto assim q no Nordeste do Brasil (até no RJ) começando por Aracaju logo, travestis tem sido mortos simplesmente pelo preconceito. Coisa absurdíssissima. O q deveria ser morto, aquele assaltante q pega uma arma de fogo e aponta p,ra o cidadão e diz:”dê-me teu celular e dinheiro senão papoco” esse sim é quem deveria ser morto e isso ñ acontece.

    Outra coisa q eu queria levar a idéia a Tereza Nelma: em banheiros público ou sociais como danceteria e tal, o travesti deve usar o banheiro masculino ou feminino? Eu votaria pelo feminino contudo q escondesse ao máximo o ‘peru’ pois existe mulheres de uma moral e demuita moral mesmo, cujo ânus já deitou e rolou a grosso e a varejo, se ver e fragar, faz o maior escandelo e a maior zuadeira. Por isso tem q esconder, pois, entrando no banheiro masculino, ñ seria de muita lógica. Era isso q eu queria consultar a Tereza Nelma.

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