O morde e assopra de muitos políticos
   Blog Diversidade   │     12 de dezembro de 2013   │     0:00  │  0

Diz que segue as leis de Deus, mas na verdade só faz apologia a exclusão do seu próximo

O caso abaixo, não é diferente de muitos que ocorrem em Alagoas, pós temos muitos canalhas, que se dizem em prol dos direitos LGBT, mulheres, entre outros grupos marginalizados, mas na surdina, nos bastidores de Brasilia, fazem alianças nojentas e nos passam a perna. Você. Gay, lésbica, travesti, transexual, negro, mulher, jovem e pobre, deve esta muito atento a esses sangue-sugas, que só aparecem de quatro em quatro anos, ou só usam a sua imagem para fazer politica e se beneficiar de um hobby de bom mocinho.

O deputado federal Jean Wyllys, intransigente defensor da causa LGBT na Câmara, compartilhou uma informação no Twitter em que faz uma acusação contra o senador baiano Walter Pinheiro. Segundo o baiano eleito pelo Rio de Janeiro, Pinheiro está pessoalmente empenhado em, atualmente, segurar a tramitação do PLC 122.

“Acabo de saber, de fonte confiável e honesta, que o grande empecilho à tramitação do PLC 122 é o senador Walter Pinheiro (PT-BA)”, postou no microblog. O PLC é a lei que pretende equiparar, no entendimento do grupo que defende a causa, “a punição do Estado à discriminação, aos discursos de ódio e às ofensas (individuais e coletivas) baseadas na orientação sexual e na identidade de gênero de um indivíduo (entre outras características) àquelas já previstas em lei para quem discrimina em razão de cor, etnia, procedência nacional e religião de uma pessoa”.

Para que a acusação de Jean Wyllys faça sentido, é preciso lembrar que pinheiro é um senador ligado à igreja protestante e, portanto, associado à “bancada evangélica” do parlamento. O projeto já tramita na casa há 12 anos e, em 2012, Pinheiro ficou próximo de ser indicado à relatoria da matéria, uma vez que era considerado um “evangélico da ala progressista da Igreja”, mas o fato jamais foi levado a cabo.

Atualmente, a relatoria está nas mãos do petista gaúcho Paulo Paim, que supostamente alcançou um texto final no projeto que agradaria aos senadores que estão comprometidos com todo o tipo de crenças. A estratégia foi incluir todo tipo de grupos atingidos por injúrias, a exemplo de idosos e deficientes. Mesmo assim, a votação ainda não foi à frente.

“O Senado precisa tomar uma posição: ou se assume como defensor dos direitos humanos da população LGBT e, assim, aprova um projeto de lei necessário à proteção desta população, ou se assume como homofóbico e transfóbico ao rejeitar a aprovação deste projeto de lei. É inaceitável essa atitude de “não decisão” adotada até aqui: o ônus da vida pública supõe a tomada de posição sobre temas relevantes, donde inadmissível que Vossas Excelências fiquem “em cima do muro”, publicou o Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) em carta aberta ao Senado sobre o PLC 122 no último dia 26 de novembro.

O senador Walter Pinheiro foi procurado pelo Bocão News para comentar a acusação de Jean Wyllys, mas não foi encontrado após diversas ligações telefônicas.

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