22 anos sem o rei Freddie Mercury
   Blog Diversidade   │     30 de novembro de 2013   │     0:00  │  0

Freddie Mercury, nome artístico de Farrokh Bulsara, morreu em 24 de novembro de 1991

Em 24 de novembro de 1991 o mundo perdia uma das vozes mais influentes da história do rock’n roll. Morria o cantor Freddie Mercury, dono da voz que eternizou músicas como: We Are the Champions, Somebody to Love, Under Pressure, Radio Ga Ga e Bohemian Rapsody.

Há 22 anos, a debilidade de Freddie Mercury em decorrência da aids já era algo notório. O cantor, enfraquecido pela doença, segurava taças com as duas mãos e andava com dificuldade, nunca perdendo o bom humor.

O único pedido do cantor era de que não deixassem o ser esquecido. Com inúmeros sucessos consagrados, o cantor, compositor e músico, assegurou um lugar privilegiado na história do rock’n roll.

Freddie Mercury, nome artístico de Farrokh Bulsara, nasceu na colônia britânica Cidade de Pedra, em Zanzibar , hoje parte de Tanzânia, sendo que seus pais, Bomi e Jer Bulsara, eram parsis zoroastrianos de Guzerate, na Índia.  A família Bulsara se mudou da Índia para Zanzibar para que Bomi pudesse manter seu emprego no Banco Colonial Inglês, e lá o casal também teve sua segunda filha, Kashmira. Sua trajetória também vem através de sua carreira como cantor, pianista e compositor que ficou mundialmente famoso como vocalista da banda britânica de hard rock- Queen, que ele integrou de 1970 até o ano de sua morte.

Mercury, tornou-se célebre pelo seu poderoso tom de voz e suas performances energéticas que sempre envolviam a plateia, sendo considerado pela crítica como um dos maiores artistas de todos os tempos. Como compositor, Mercury criou a maioria dos grandes sucessos dos Queen, como “We Are the Champions”, “Love of my Life”, “Killer Queen”, “Bohemian Rhapsody”, “Somebody to Love” e “Don’t Stop Me Now”. Além do seu trabalho na banda, Mercury também lançou vários projetos paralelos, incluindo um álbum solo, Mr. Bad Guy, em 1985, e um disco de óperaao lado da soprano Montserrat Caballé, Barcelona, em 1988. Mercury morreu vítima de broncopneumonia, acarretada pela AIDS, em 1991, um dia depois de ter assumido a doença publicamente.

Brian May, guitarrista dos Queen, afirmou, recentemente, num entrevista à revista ‘Mojo’, que foram encontrados demos inéditos com a voz de Freddie Mercury.

Se em breve haverá ou não um álbum com gravações inéditas dos Queen, todos os planos estão em aberto. “Fico nervoso em dizer que existe um disco aqui, mas existem definitivamente, alguns temas [novos]”, disse o guitarrista Brian May à Mojo.

As demos inéditas com a voz de Freddie Mercury (1946-1991) agora descobertas estão a ser reconvertidas para formato digital. Só depois deste processo ficar finalizado é que a banda vai decidir o destino deste material.

“De momento estamos a trabalhar em canções novas à volta destas [demos descobertas], que foi como fizemos o álbum Made in Heaven [editado em 1995, quatro anos depois da morte de Mercury, que foi, possivelmente, o melhor que os Queen alguma vez fizeram”, disse ainda o músico.

Além de Brian May, nos Queen resta apenas o baterista Roger Taylor. Em 2008 o grupo lançou um álbum em parceria com o cantor Paul Rodgers (ex-Bad Company), sob o nome Queen + Paul Rodgers, formação que chegou ao fim em 2009.

Mercury era assumidamente bissexual, embora seja costumeiramente descrito como totalmente gay. Em dezembro de 1974, quando perguntado diretamente sobre sua sexualidade por um repórter do jornal NME, Mercury respondeu que “houve uma época em que ele era jovem e desprotegido”, e que teve sua “cota de humilhações escolares”, deixando implícito que ser gay lhe levou a ser discriminado por seus colegas de escola, sendo que raramente Freddie falava sobre sua vida particular para a imprensa

 

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