Monthly Archives: setembro 2013

Presidente da Parada Gay de São Paulo ministrará workshop de fortalecimento de ações de combate a homofobia em Alagoas
   Blog Diversidade   │     30 de setembro de 2013   │     0:00  │  0

Fernando Quaresma de Azevedo – Presidente da APOGLBT/SP

Foi confirmada no final da tarde de sexta-feira, 27/09, a participação de Fernando Quaresma – presidente da APOGLBT/SP – Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais de São Paulo.  Quaresma é mais um grande nome, entre os vários que participaram de muitas atividades que estão programadas dentro do 13º Ciclo de Ativismo LGBT de Maceió/AL, que ocorrerá de 25/11 a 01/12.

Fernando Quaresma é natural de Campo Grande/MT, mas mora em São Paulo, Formou-se em direito na FUCMAT – UCDB em 1990. Assumiu a presidência da APOGLBT ano passado, onde anteriormente era vice da associação.

O II Workshop de Fortalecimento de Ações de Prevenção as DST/Aids, Hepatites Virais e Direitos Humanos, durante as paradas LGBT em Alagoas, tem como objetivo capacitar organizadores das paradas do interior do estado de Alagoas e fortalecer as ações de redução, prevenção e combate ao HIV,  desenvolvidas por todo estado, além de fortalecer o trabalho de combate a homofobia entre outras formas de opressão.

A ideia partiu a partir das necessidades vividas por lideranças LGBT, por todo o estado, para se montar essas ações de combate a homofobia, como também pela importância do fortalecimento de se ter eventos de punho politico, sócio educativo, caráter artístico, divertido e cultural, mas sem deixar o objetivo principal de lado, que é conquistar o respeito da sociedade e lutar por um mundo melhor e totalmente livre da homofobia.

A comissão organizadora do evento lembra que estará disponibilizando hospedagem e alimentação para 20 participantes, os critérios de aquisição dessas bolsas integrais é “ser do interior do estado, ter já um trabalho desenvolvido e comprovado na área citada acima e ter a disponibilidade de participar do curso em tempo integral”, além das bolças integrais, estarão abertas as inscrições para aquisição de bolsas parciais, que darão direito a certificado de conclusão de curso, através do workshop.

Participe do grupo da 13ª Parada do Orgulho LGBT de Maceió/AL e fique por dentro de todas as novidades

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Parada Gay de Maceió/AL acontecerá dia 24 de novembro
   Blog Diversidade   │     28 de setembro de 2013   │     21:22  │  2

Acesse a pagina oficial do evento, no final desta matéria e fique por dentro de todas as novidades

Com o tema “TRANSforme o seu conceito. Gaylésbotransfobia, machismo e racismo É CRIME ! , a 13ª Parada do Orgulho LGBT de Maceió/AL, ocorrerá dia 24/11, tendo como ponto de concentração a orla de Pajuçara, em frente ao hotel Enseada, a partir das 12 horas. O tema tão diversificado, contemplando um leque de minorias, partiu a partir da vinda de varias entidades da sociedade civil, que este ano estarão contribuindo na organização do evento. Mas também vem como peça chave a preocupação de se cobrar melhoria na qualidade de vida das travestis e transexuais, “saúde, cultura, geração de emprego e renda, fortalecimento do convívio familiar e educação”, são algumas das reivindicações do evento.

 

O evento é uma realização das entidades: Grupo Gay de Alagoas / Associação Nacional de Militares das Forças Armadas /  Associação dos Homossexuais do Complexo Benedito Bentes / Central de Movimentos Populares / ANAJÔ / Espaço Cultural Casa de Iemanjá / Grupo Direito a Vida / Grupo Gay de Maceió / Grupo de Gênero e Identidade / Blog Diversidade / Grupo de Pesquisa Gênero, Família e Desenvolvimento Humano da UFAL, Espaço Cultural Lá Rosa Mossoró / Blog Flávio Cansanção, Trupe Drag/AL / Centro Acadêmico Florestan Fernandes – Ciências Sociais da UFAL  e Afinidades GLSTAL.

 

O evento acontece, como já é de praxe, dentro das atividades do Ciclo de Ativismo LGBT, entre as ações em destaque, estão o I SEMINÁRIO ESTADUAL DE DIREITOS HUMANOS “Juntos traçando novas estratégias de combate a homolésbotransfobia, machismo, racismo e extermínio de jovens negros” / II Workshop de Fortalecimento de Ações de Prevenção as DST/Aids, Hepatites Virais e Direitos Humanos, durante as paradas LGBT em Alagoas / I Ato Inter-religiosa em solidariedade a familiares de vitimas da violência e o I Festival de Cultura LGBT de Alagoas, que ocorrerá nos dias 22 e 23/11, na praça Rayol no bairro de Jaraguá, com a participação de artistas locais e de fora. O referido festival terá manifestações artísticas integradas “musica, dança, transformismos, curso e mostra de Make artísticas, balé, recital de poesia e  o mega espetáculo “Priscila a Rainha do Nordeste”, que contará com a participação de 10 artistas drags e transformistas´, cenário e efeitos especiais.

 

A parada e suas atividades alusivas tem o apoio do Governo Federal /  Ministério da Saúde – através do Programa Nacional de DST/Aides e Hepatites Virais / Governo do Estado de Alagoas – através das Sec. De Estado da Mulher Cidadania e Direitos Humanos e sua Superintendência de Jovens /  Sec. De Estado do Turismo / Sec. De Estado da Cultura / Sec. de Articulação do Estado / Sec. De Promoção da Paz /  Sec. De Estado da Saúde – através do Programa Estadual de DST/aids e Hepatites Virais / Prefeitura Municipal de Maceió – Através das Secretarias de Promoção do Turismo / Sec.  Municipal de Assistência Social / Sec. Municipal de Promoção do Turismo e a Fundação Municipal de Ação Cultural.

Pagina Oficial da 13ª Parada do Orgulho LGBT de Maceió/AL


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Cantora Nicky Valentine promete fazer o palco da festa oficial da 13ª Parada Gay de Maceió tremer
   Blog Diversidade   │     24 de setembro de 2013   │     23:40  │  0

My Dirty Valentine” é a turnê que promove o single “Sometimes”, e o mais recente trabalho da cantora.

Em seu primeiro show em terras alagoana, a cantora paulistana Nicky Valentine promete escandalizar e fazer os seus fãs irem ao delírio. “23 de Novembro”, esta é a data da festa que agitará e fará MCZ tremer. A party, sem sombra de duvida será um marco na cabeça de seus participantes, que estarão no evento blindando a previa da 13ª Parada do Orgulho LGBT de Maceió, que ocorrerá no dia seguinte.

Nicky uma paulistana super descontraída, que mesmo com sua pouca idade e tempo de palco, já concentra uma legião de fãs. Sua pagina na rede facebook , já foi curtida por mais de 15 mil seguidores, além da cantora ser um dos produtos artísticos da empresa Omega Produções mais vendido no mercado musical brasileiro.

“Lamento muito não poder ficar para a parada, em virtude de agenda de show já fechada no dia seguinte,  mas prometo aos que acompanham o meu trabalho, que farei um dos melhores show´s de minha carreira ai em Maceió. E que chegue logo o dia 23 de Novembro!”, disse: Nicky Valentine.

O evento acontecerá na casa de show Orákulo Chopperia Maceió, localizada na Praça Rayol, no bairro de Jaraguá, e é uma produção de toda comissão organizadora da parada, que este ano esta sendo formada pelas entidades “AHBETES, GGAL, GGM, ANAJÔ, Direito a Vida e Grupo de Pesquisa Gênero, Família e Desenvolvimento Humano da UFAL, SINTUFAL, Trupi Drag, além da produção da festa Starships MCZ.

O line up e o comando da pista estarão por conta de Nicky Valentine, e os mega Dj´s Luck Chagas e John.  Gogo boys e girl´s animarão a festa, além da performance da Drag Oficial da Parada 2012 Brigida Castelary vs Drag Oficial 2013, que será escolhida no dia 12/11, em uma disputa mais que acirrada.

A festa contará com toda a estrutura e comodidade que a casa já oferece em som/luz, higiene e o tratamento mais que vip que o publico em questão merece, além de uma mega estrutura de efeitos visuais.

Você não seria louco de perder esta não né? “Então aguardem”. Pois o primeiro lote estará à venda a partir do dia 10/10, ao preço de R$ 20 reais. Parte da renda arrecadada, irá para custear as ações do 13º Ciclo de Ativismo LGBT de Maceió/AL, que terá sua abertura dia 25 de Outubro e seguirá ate o dia 01 de Dezembro. Entre as atividades do ciclo, destacam-se o I Festival de Cultura LGBT de Maceió, palestras, seminários e a parada que ocorrerá no dia 24/11.  “Ate a próxima sexta, sairá toda a programação do ciclo, além das atrações do festival de cultura e da parada”.

Trabalho mais recente de Nicky Valentine

A “My Dirty Valentine” é a turnê que promove o single “Sometimes”, segundo single lançado para o mercado pop, mas que debutou na primeira posição em vendas no iTUNES, a frente de nomes internacionais, como Daft Punk e Lanna Del Rey. Os remixes oficiais para a faixa foi lançado no ultimo dia 04 através do iTUNES e Amazon, com 09 versões e produtores consagrados no Brasil e no México.

Visite o portal da cantora no soundcloud, baixe e curta todos os sucessos de Nicky Valentine

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A palavra dos mortos
   Blog Diversidade   │     16 de setembro de 2013   │     1:03  │  4

Artigo

Diz-se que uma imagem vale mais que mil palavras, mas há palavras que mil imagens não traduzem: preconceito é uma delas

Por: Jean Wyllys – Jean Wyllys de Matos Santos é um jornalista, político e escritor brasileiro, eleito em 2010 para mandato de deputado federal pelo PSOL do Rio de Janeiro desde fevereiro de 2011. Jornalista com mestrado em Letras e Linguística pela UFBA, professor de Cultura Brasileira e de Teoria da Comunicação na ESPM e na Universidade Veiga de Almeida – ambas no Rio de Janeiro, além de escritor – Wyllys tornou-se conhecido nacionalmente após ganhar uma edição do reality show Big Brother Brasil, da Rede Globo, em 2005.

 

Diz-se que uma imagem vale mais que mil palavras, mas há palavras que mil imagens não traduzem: preconceito é uma delas. Ao contrário: as imagens, sejam quantas forem, podem reforçar aquilo a que se refere a palavra preconceito. Esta palavra também não pode ser traduzida por números nem estatísticas. Estes, porém, sempre atraem ou despertam palavras.

Ontem, por exemplo, no rastro da divulgação, nos principais portais de notícias, das estatísticas do Grupo Gay da Bahia acerca dos homicídios motivados por homofobia (o conjunto dos atos – inclusive dos atos linguísticos – apoiados no preconceito social anti-homossexual, um dos muitos preconceitos socialmente partilhados), vieram muitas palavras: a palavra dos leitores da notícia expressa em comentários publicados logo abaixo da mesma; a palavra dos intelectuais conservadores; as palavras dos políticos reacionários à esquerda e, principalmente, à direita; a palavra dos fundamentalistas cristãos católicos e evangélicos; e até a palavra de um famoso humorista que se diz “politicamente incorreto”, mas que, ao fim e ao cabo, apenas põe seu “humor” a serviço da correção e da ortopedia moral que há séculos constrangem e estigmatizam, com violência verbal e/ou física, aqueles “desviantes” da ordem do macho-adulto-branco-heterossexual-e-cristão (ou seja, as mulheres, os negros, os judeus, os indígenas, o povo-de-santo, os gays, as lésbicas, as travestis e transexuais e as pessoas com deficiências; principalmente os mais pobres dentre esses).

Pode-se dizer que as palavras deles (dos leitores da notícia, dos intelectuais conservadores, dos políticos reacionários, dos fundamentalistas cristãos e do humorista) são quase as mesmas – com variações que dependem do grau de instrução e da posição social que cada um ocupa – e têm o mesmo objetivo: silenciar LGBTs e reprimir sua organização política por meio de interpretações deliberadamente equivocadas das estatísticas divulgadas e da conseguinte desqualificação das mesmas.

Não repetirei aqui todos “argumentos” dessa gente – até porque seu preconceito ou má fé não precisa de mais espaço do que já tem! – mas vou destacar um que é recorrente: a estatística de 336 homicídios em 2012 motivados por homofobia (numa proporção de um homossexual morto a cada 26 horas) seria irrelevante já que, no mesmo período, a taxa de homicídios em geral é de mais 50 mil. Ora, os porta-vozes desse “argumento” se não agem de má fé são limitados mesmo. As estatísticas não dizem apenas que 336 homossexuais morreram ano passado. As estatísticas dizem que 336 homicídios motivados por homofobia foram perpetrados em 2012 (o que representa um aumento de 26% em relação a 2011). Ou seja, 336 seres humanos foram assassinados em decorrência de sua orientação sexual ou identidade de gênero; foram mortos apenas porque eram gays, lésbicas, travestis e transexuais ou em circunstâncias em que sua orientação sexual e/ou identidade de gênero contribuiu/contribuíram decisivamente para o homicídio. Esses crimes não podem, portanto, ser dissolvidos nas taxas de homicídios em geral cujas motivações não são a orientação sexual nem a identidade de gênero.

Não conheço até o momento nenhum caso de homem que tenha sido cruelmente assassinado porque era heterossexual, ou seja, apenas pelo fato de que gostava de “comer mulher”; tampouco conheço um caso em que um homem tenha sido morto a pauladas por estar “vestido como homem”. Mas posso citar centenas de casos de homens e mulheres que foram mortos apenas pelo fato de gostarem de transar com pessoas do mesmo sexo; e posso citar milhares de caso de pessoas que foram mortas apenas porque estavam vestidas de acordo com sua identidade de gênero. Esses crimes são considerados crimes de ódio porque vitima toda a comunidade à que pertence suas vítimas. Aliás, o fato de se pertencer a essa comunidade é a razão última do crime. Ora, será preciso desenhar para que essa gente entenda o que querem dizer as estatísticas?! Se uma imagem vale mais que mil palavras, talvez eu tente me aventurar pelo desenho pra ver se consigo sensibilizar esses caras (na hipótese de algum deles ser apenas equivocado e não estar agindo de má fé)…

E, por falar em imagem, a que ilustra este texto quer valer mais que as mil palavras não ditas pelo morto retratado. Perdoem-me os mais sensíveis, mas, numa sociedade devota da imagem como a nossa, “educada” pela televisão e pela publicidade, a foto chocante de um homicídio brutal motivado por homofobia talvez sensibilize mais as pessoas do que todas as palavras já ditas até aqui.

Travesti assassinada em Simões Filho, Bahia

Por mais que eu me esforce, não conseguirei expressar as palavras não ditas pelos mortos… Aquelas palavras que sucumbem aos números frios das estatísticas e à tagarelice dos canalhas insensíveis à desgraça alheia; palavras que expressariam o horror diante da crueldade que põe fim às vidas e a dor insuportável dos que perderam seus entes queridos para a violência.

Quem sabe se com essa imagem principalmente o humorista “politicamente incorreto” e sua claque cruel e sem pensamento mas de riso frouxo não percebam que não se pode fazer piada da dor dos outros? Sou um homem esperançado! Mas sou também um ativista: não fico apenas à espera de dias melhores, atuo para que eles cheguem logo; por isso mesmo, questionei e questiono os insensíveis e opressores, mesmo que isso implique em insultos impublicáveis e em injunções ao silêncio do tipo “você tem que trabalhar para o povo brasileiro e não para a sua classe” – injunções que nada mais são do que frutos da ignorância sobre o meu trabalho como parlamentar; da preguiça de se informar mais e melhor; da despolitização em geral e da falta de raciocínio lógico, uma vez que a minha “classe” pertence ao povo brasileiro.

De mais a mais, não vejo ninguém reclamar dos parlamentares ruralistas nem dos evangélicos por defenderem apenas seus interesses em casas legislativas; logo, ainda que eu atuasse para defender só os interesses de LGBTs (o que não é verdade; qualquer pesquisa básica mostrará isso), ainda assim eu estaria honrando o mandato que conquistei no jogo democrático. Não há insulto ou injunção ao silêncio que me detenha ou que me impeça de trazer, à luz, a palavra dos mortos!

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Ele nasceu menina, ela menino. Hoje são um casal que luta contra o preconceito
   Blog Diversidade   │     11 de setembro de 2013   │     0:00  │  2

Ele nasceu menina, ela menino. Hoje são um casal que luta contra o preconceito

O belo casal adolescente que você vê nas fotos, poderia passar despercebidos nas ruas, se não fosse por uma detalhe: os dois trocaram de sexo, ou seja, são transgêneros.

Katie Hill, de 19 anos, nasceu como menino chamado de Luke, e atualmente namora Arin Andrews, de 17 anos, que nasceu como Emerald, uma linda menina que ganhou concursos de beleza e fazia balé, mas que secretamente queria era pilotar motos, fazer triatlo e escalada. Ambos tiveram infâncias difíceis, pois foram alvo de brincadeiras maldosas na escola e de um conflito interno muito grande, pois não se reconheciam no espelho. Arin disse que não entendia porque tinha que ficar na fila das meninas quando os professores iriam separá-los para alguma brincadeira. “Foi uma tortura todos os dias”, disse Arin.

 

“Tive que dar adeus ao meu filho”disse a mãe da Katie, Jauzlyn, mas também disse não se importar pois o que mais importava era ver sua filha feliz. Ambos começaram cedo a fazer terapia, mas se conheceram anos mais tarde, em um grupo de apoio aos trans, em Tulsa, Oklahoma, EUA, e se apaixonaram. Arin disse ter ficado chocado com a beleza de Katie, e que achava bonita demais para ser transexual. E logo começaram a namorar e a trocar mihares de mensagens no celular e facebook, como qualquer outro casal.

À esquerda, Emerald Andrews antes e à direita atualmente, como Arin Andrews

À esquerda, Luke Hill, e à direita já como Katie Hill, considerada uma mulher legalmente desde os 15 anos.

O processo de aceitação dos pais foi lento e gradual, mas atualmente até a avó de Katie, Judy, entende que a neta “nasceu no corpo errado”. Os dois tem um futuro pela frente, e o apoio da família tem papel crucial nessa história, pois graças aos pais, Arin conseguiu fazer a cirurgia de remoção de seios e posteriormente a de mudança de sexo, e Katie ganhou a cirurgia de um doador anônimo que pagou para ela fazer o procedimento cirúrgico.

O casal diz estar se expondo para ajudar na questão trans, pois sabem que muitas outras crianças e adolescentes passam pelas mesmas dúvidas, constrangimentos e falta de apoio dos pais, o que só dificulta e retarda o início dos procedimentos para a adequação do sexo psicológico para o do corpo em que residem. Nas fotos abaixo, alguns momentos do casal que, notadamente, estão com um grande sorriso estampado e com certeza muito mais felizes agora.

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