Monthly Archives: setembro 2012

“Dever de casa” ONU lança guia com obrigações dos Estados para proteção de direitos LGBT
   Blog Diversidade   │     25 de setembro de 2012   │     14:47  │  0

O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) lançou na sexta-feira (14) um relatório com as principais obrigações legaisque Estados devem aplicar para a proteção de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT).
O documento, intituladoNascido Livre e Igual (em inglês Born Free And Equal), busca explicar para gestores públicos, ativistas e defensores dos direitos humanos as responsabilidades do Estado com essa minoria e os passos necessários para alcançá-las. “O objetivo de estender para pessoas LGBT as condições de todos os outros não é nem radical e nem complicado. Basea-se em dois princípios fundamentais que sustentam a lei internacional dos direitos humanos: igualdade e não discriminação”, disse a Alta Comissária para os Direitos Humanos, Navi Pillay, no prefácio do relatório.
O documento foca em cinco obrigações nas quais a ação nacional é mais necessária: proteção contra a violência hom…
ofóbica, prevenção da tortura, a descriminalização da homossexualidade, a proibição da discriminação e o respeito com a liberdade de expressão e com a reunião de todas as pessoas LGBT. Por quase duas décadas, os órgãos de direitos humanos e relatores especiais têm documentado violações generalizadas em relação à população LGBT, nas quais estão incluídas atos de assassinatos, estupros e ataques físicos.
Nascido Livre e Igual apresenta alguns exemplos dessas violações, como o caso de um casal lésbico que relata ter sido espancado em uma delegacia no Brasil e forçado a praticar sexo oral. Confira aqui a página do ACNUDH sobre o combate à discriminação baseada em orientação sexual e identidade de gênero.

>Link  

Jô Soares diz que tinha “sensibilidade quase gay” na infância
   Blog Diversidade   │       │     10:37  │  0

 

Jó Soares – Apresentador

O ‘Fantástico’ deste domingo (23) trouxe o apresentador Jô Soares no quadro ‘O que vi da vida’. “O que que eu vi da vida?”, perguntou-se o apresentador. “Nada. Espero viver mais uns cinqüenta anos pra ver se eu consigo ver alguma coisa!”, afirmou Jô Soares. “Eu já tô confirmando compromissos para daqui a trinta anos! Então não dá pra parar antes”, concluiu o humorista.Quando se fala em morte, Jô desconversa: “eu sou um hipocondríaco de doenças exóticas. ‘Beri-beri’ – eu nem sei o que é, mas tenho pavor de pegar isso!”. “Agora, medo da morte é um sentimento inútil – você vai morrer mesmo! De que adianta você ficar com medo?”, argumenta o comediante. “Eu tenho medo é de não ser produtivo”.

Jô Soares deu início ao seu depoimento confessando a sua grande vaidade. “Eu sou muito vaidoso, claro. Nunca escondi isso, aliás! Qual é o artista que não é vaidoso? Todos”, acrescentou. “É uma profissão de vitrine. Você nasce querendo seduzir o mundo”.

Suas maiores lembranças da infância são de quando estudava no colégio interno, ainda no Brasil. “Eu era uma coisa assim…excessiva, sabe? Eu era de uma sensibilidade quase gay!”. Jô conta que chorava muito. E, sendo já gordo, tinha o apelido de ‘poeta’, o que para ele era uma vitória. Os próprios professores o sacaneavam. “Diziam: ‘chora aí, poeta!’, e eu chorava”.

Foi estudar na Suíça aos 12 anos e voltou aos 17, porque seu pai foi à falência. A família, que até então morava num anexo do Copacabana Palace (RJ), foi morar num quarto de aluguel. “Graças a Deus, meus pais tinham um espírito muito jovial, quase pré-hippie! Não tive como ficar com crise existencial diante desses pais tão soltos e tão abertos para enfrentar qualquer crise”, confidenciou o apresentador.

Filho único, quando nasceu sua mãe já estava com 40 anos de idade – “então, tudo o que eu fazia já era aprovado de cara”, confessa Jô, que pelo fato de sempre ser gordo, preferia ser conhecido pelo espírito e não pelo físico. “Eu era muito, muito exibido!”, declara o autor de “O Xangô de Baker Street”.

Sempre muito bem relacionado – era amigo de infância de Walter Clark, diretor da TV Rio, com 20 anos começou a participar de programas dessa emissora. Logo depois, veio à São Paulo passar 12 dias e ficou 12 anos seguidos. Foi quando surgiu a ideia de fazer ‘A Família Trapo’ (TV Record), em 1966: “eu acho que esse foi o primeiro grande sucesso nacional da televisão brasileira”, afirma Jô Soares.

Em 1970, Jô assina contrato com a TV Globo, onde tinha o seu amigo Walter Clark e o Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho), que nesse período já tornara-se também seu amigo. “Eu fiz mais de duzentos personagens…do Max Nunes, do Hilton Marques, do Haroldo Barbosa e muitos meus”, conta o apresentador.

“O Capitão Gay fui eu que criei”, lembra Jô. “Acordei no meio da noite e pensei: por que é que não tem nenhum herói de gibi ‘viado’, meu Deus do céu? Tem de tudo, não tem um gay?! Então levantei da cama e fui escrever o Capitão Gay”.

Sobre a sua saída da Globo o apresentador foi suscinto. “Quando eu tive a proposta da outra emissora (SBT), o fator decisivo foi a possibilidade de fazer o talk-show. Não era nem uma questão salarial, era que eu queria abrir a porta para um estilo de programa que eu queria fazer”, confessa Jô. “E foi o Silvio (Santos), com sua intuição de tigre, que sugeriu que fosse diário”. “Isso aqui só uma vez por semana não emplaca!”, afirmara o ‘homem do baú’.

“Saudade? Eu não sou uma pessoa saudosista, nem um pouco, sabe?!”, declara o apresentador do “Programa do Jô” (Rede Globo). “Eu estou fazendo o que eu gosto, o que eu quero fazer”.  

Fonte: Folha.com

 

>Link  

Jô Soares diz que tinha “sensibilidade quase gay” na infância
   Blog Diversidade   │       │     10:37  │  0

 

Jó Soares – Apresentador

O ‘Fantástico’ deste domingo (23) trouxe o apresentador Jô Soares no quadro ‘O que vi da vida’. “O que que eu vi da vida?”, perguntou-se o apresentador. “Nada. Espero viver mais uns cinqüenta anos pra ver se eu consigo ver alguma coisa!”, afirmou Jô Soares. “Eu já tô confirmando compromissos para daqui a trinta anos! Então não dá pra parar antes”, concluiu o humorista.Quando se fala em morte, Jô desconversa: “eu sou um hipocondríaco de doenças exóticas. ‘Beri-beri’ – eu nem sei o que é, mas tenho pavor de pegar isso!”. “Agora, medo da morte é um sentimento inútil – você vai morrer mesmo! De que adianta você ficar com medo?”, argumenta o comediante. “Eu tenho medo é de não ser produtivo”.

Jô Soares deu início ao seu depoimento confessando a sua grande vaidade. “Eu sou muito vaidoso, claro. Nunca escondi isso, aliás! Qual é o artista que não é vaidoso? Todos”, acrescentou. “É uma profissão de vitrine. Você nasce querendo seduzir o mundo”.

Suas maiores lembranças da infância são de quando estudava no colégio interno, ainda no Brasil. “Eu era uma coisa assim…excessiva, sabe? Eu era de uma sensibilidade quase gay!”. Jô conta que chorava muito. E, sendo já gordo, tinha o apelido de ‘poeta’, o que para ele era uma vitória. Os próprios professores o sacaneavam. “Diziam: ‘chora aí, poeta!’, e eu chorava”.

Foi estudar na Suíça aos 12 anos e voltou aos 17, porque seu pai foi à falência. A família, que até então morava num anexo do Copacabana Palace (RJ), foi morar num quarto de aluguel. “Graças a Deus, meus pais tinham um espírito muito jovial, quase pré-hippie! Não tive como ficar com crise existencial diante desses pais tão soltos e tão abertos para enfrentar qualquer crise”, confidenciou o apresentador.

Filho único, quando nasceu sua mãe já estava com 40 anos de idade – “então, tudo o que eu fazia já era aprovado de cara”, confessa Jô, que pelo fato de sempre ser gordo, preferia ser conhecido pelo espírito e não pelo físico. “Eu era muito, muito exibido!”, declara o autor de “O Xangô de Baker Street”.

Sempre muito bem relacionado – era amigo de infância de Walter Clark, diretor da TV Rio, com 20 anos começou a participar de programas dessa emissora. Logo depois, veio à São Paulo passar 12 dias e ficou 12 anos seguidos. Foi quando surgiu a ideia de fazer ‘A Família Trapo’ (TV Record), em 1966: “eu acho que esse foi o primeiro grande sucesso nacional da televisão brasileira”, afirma Jô Soares.

Em 1970, Jô assina contrato com a TV Globo, onde tinha o seu amigo Walter Clark e o Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho), que nesse período já tornara-se também seu amigo. “Eu fiz mais de duzentos personagens…do Max Nunes, do Hilton Marques, do Haroldo Barbosa e muitos meus”, conta o apresentador.

“O Capitão Gay fui eu que criei”, lembra Jô. “Acordei no meio da noite e pensei: por que é que não tem nenhum herói de gibi ‘viado’, meu Deus do céu? Tem de tudo, não tem um gay?! Então levantei da cama e fui escrever o Capitão Gay”.

Sobre a sua saída da Globo o apresentador foi suscinto. “Quando eu tive a proposta da outra emissora (SBT), o fator decisivo foi a possibilidade de fazer o talk-show. Não era nem uma questão salarial, era que eu queria abrir a porta para um estilo de programa que eu queria fazer”, confessa Jô. “E foi o Silvio (Santos), com sua intuição de tigre, que sugeriu que fosse diário”. “Isso aqui só uma vez por semana não emplaca!”, afirmara o ‘homem do baú’.

“Saudade? Eu não sou uma pessoa saudosista, nem um pouco, sabe?!”, declara o apresentador do “Programa do Jô” (Rede Globo). “Eu estou fazendo o que eu gosto, o que eu quero fazer”.  

Fonte: Folha.com

 

>Link  

Parada gay de Maceió anuncia suas atrações oficial
   Blog Diversidade   │     21 de setembro de 2012   │     13:00  │  2

Após negociação com a produção da cantora WANESSA, Comitê Gestor da 12ª Parada do Orgulho LGBT de Maceió informa que não será possível a realização do show tão esperado pelo publico LGBT de Maceió. De acordo com o Coordenador Geral e Presidente do Grupo Gay de Alagoas Nildo Correia, houve um grande esforço até esta semana para garantir a vinda da cantora, ocorre que a mesma já tem uma agenda fechada na sexta e sábado que antecede a Parada Gay de Maceió, tendo que providenciar um vôo direto de Fortaleza x Maceió, na manhã do dia 23 de setembro, quando acontece o evento. Em Maceió ainda são poucas as opções de vôo direto, mas temos toda a estrutura e apoio do Governo do Estado e da Prefeitura de Maceió para receber a Wanessa, afirma Correia.

NOVAS ATRAÇÕES

A cantora brasileira de carreira internacional AMANNDA, recém chegada da EUROPA e ultima ganhadora do premio da DJ SOUND de melhor artista dance nacional um dos prêmios de musica mais importantes da America Latina, será a grande atração da Parada Gay, que contará também com o renomado DJ FEELING, de São Paulo, além da participação do ex BBB Serginho.

De Alagoas, o DJ John, DJ Niviane Dance e o Produtor Musical e DJ residente da boate Havana Dance Bruno Ramos pilotarão as pick-ups do Trio Oficial e do Camarote Móvel que abrilhantará a orla de Maceió.

SOBRE O PERCURSO

Por determinação do Ministério Publico de Alagoas o evento será realizado no próximo dia 23 de setembro, com concentração às 15h00, na Orla da Pajuçara, defronte ao CRB. Tendo o encerramento às 21h00, defronte ao Iate Clube Pajuçara.

APOIO E PARCERIAS

As atividades alusivas ao 12º Ciclo de Ativismo LGBT de Maceió, conta com o apoio e parceria do Ministério da Saúde, através do Programa Nacional de DST/HIV/AIDS e Hepatites Virais, do Governo do Estado de Alagoas, através da Secretaria da Mulher, Cidadania e Direitos Humanos, Secretaria de Estado da Saúde e da Secretaria de Promoção da Paz. A Prefeitura de Maceió, também é parceira do evento através da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Municipal de Assistência Social, do setor privado apenas empresa Havana Dance apóia a Parada Gay.

A LUTA PELA IGUALDADE

O Comitê Gestor pede a população de Maceió, que se sensibilize e compreenda que a Parada do Orgulho LGBT não se trata de uma festa e sim de um Ato Publico de visibilidade da diversidade, bem como um momento para reivindicar os direitos que são negados a população de LGBT. Este ano o tema da parada é “Todo mundo é igual, todo mundo é diferente, todo mundo é gente!

Maiores informações:  (82) 8800 10 48 / 3021 4927

Comitê Gestor

Parada do Orgulho LGBT de Maceió

 

>Link  

“Não consigo imaginar nada pior do que ser criado por dois pais gays” – diz ator Rupert Everett
   Blog Diversidade   │     17 de setembro de 2012   │     23:36  │  2

“Não consigo imaginar nada pior do que ser criado por dois pais gays”. Apesar de colecionar títulos e homenagens de diversas organizações e grupos de apoio à comunidade LGBT, o ator inglês Rupert Everett não hesitou ao declarar este ponto de vista sobre os direitos dos homossexuais à adoção de crianças. A polêmica foi levantada pelo artista — que assumiu sua homossexualidade em 1989 — em entrevista publicada pelo jornal britânico The Sunday Times no último domingo, 16.

“Algumas pessoas podem discordar de mim. Tudo bem! É apenas minha opinião”, ressaltou Everett, que também se preocupou em salientar sua divergência em relação às instituições que militam pelos direitos das minorias sexuais. “Não falo em nome da comunidade gay. Na verdade, eu não me sinto como parte de comunidade alguma”, ele enfatizou. “A única comunidade à qual pertenço é a humanidade, e já temos crianças demais neste planeta”, destacou o ator de O casamento do meu melhor amigo (1997).

Ben Summerskill, membro da diretoria do maior grupo pela igualdade de direitos civis na Europa, o Stonewall, rebateu as declarações de Rupert. “Não existe absolutamente nenhuma evidência de que crianças criadas por pais gays sofram pelo modo como são criadas ou na maneira em que se desenvolvem”, afirmou o diretor ao diário britânico The Telegraph. Summerskill sugeriu ainda que “Rupert deveria sair mais para conhecer os fatos como eles são”.

Por assumir sua homossexualidade, há 23 anos, através do livro Hello, Darling, Are You Working?, Rupert Everett afirma ter perdido oportunidades de emprego no mundo do cinema. Ele chegou a recomendar que outros atores em situações parecidas mantivessem oculta a orientação sexual. Na entrevista ao The Sunday Times desta semana, o assunto voltou à baila quando a mãe do ator, que também participava da conversa, explicou como se sente em relação à vida afetiva do ator.

Sara McLean Everett, de 77, conta que já foi apresentada ao namorado do filho, mas adoraria que ele tivesse uma companheira do sexo oposto. “No passado, eu disse que gostaria que Rupert fosse hétero e provavelmente ainda me sinto assim. Eu gostaria que ele tivesse uma bela esposa e filhos”, acrescentou. “Mas eu também acredito que uma criança precisa de uma mamãe e de um papai. Eu disse isso e ele reagiu muito bem. Ele não fica bravo comigo, apenas sorri”, relata a mãe do ator.

>Link