Monthly Archives: agosto 2012

Eles são tão fofos que eu quero comê-los “quando o amor ultrapassa as regras do que é certo ou errado para a sociedade”
   Blog Diversidade   │     20 de agosto de 2012   │     1:00  │  0

Laura Cavin e Sheri Verde, é um casal de lésbicas  que sonhavam em ter filhos gerados pelas duas, determinadas e sem se importava  qual fosse o custo. Depois de consultar um endocrinologista, e os especialistas decidiram fecundar ovos  de Sheri em Laura. Na primeira tentativa os ovulos foram devastados quando o primeiro conjunto de gêmeos (que, dolorosamente, as mães já tinham chamado de Aidan e Brendan) foram perdidos após 24 semanas devido a uma doença sanguínea rara.

Em sua segunda tentativa, eles decidiram transferir dois embriões ambos  em Laura e Sheri, na esperança de que um iria trabalhar para fora, embora mais de um era altamente improvável. De acordo com o endocrinologista, “A chance de que todos os quatro embriões transferidos seria implantar e crescer foi inferior a 2%, de modo que todos se admiraram quando o improvável aconteceu.” Mas aconteceu – em 09 maio de 2011, Laura deu a luz á Brianna e Derek, e em 23 de maio, Sheri deu a luz á Anthony e Cason.

O casal usou o mesmo doador de esperma anônimo, embora realizado por mulheres separadas e entregues em momentos diferentes, são tecnicamente quadrigêmeos.

Ciência! Mãe diz Sheri, “Tornamos melhores mães, porque sabemos o que é perder as crianças. Nós teriamos dado qualquer coisa para ouvir a voz de Aidan e Brendan , de modo a ouvir a quatro bebês chorando ao mesmo tempo não nos incomoda. Mas nossa jornada também levou a gentes aos nossos quatro lindos bebês. medicina reprodutiva fez nossos sonhos possíveis. ”

Fotos: Naples News

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Pernambuco sedia Iº Encontro Nordeste de Jovens Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais
   Blog Diversidade   │     17 de agosto de 2012   │     1:00  │  0

Foi dado inicio ontem 16/08, o I Encontro Nordeste de Jovens Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), com a participação de 100 lideranças dos nove estados nordestinos. O encontro tem como tema: “Galera que se liga, se previne!”. A ação acontece de 16 a 19 de agosto no Hotel Aymara, no bairro da Charneca, na BR-101 Sul, Cabo de Santo Agostinho.
A proposta é discutir políticas públicas no âmbito da saúde para o segmento, além de permitir uma troca de experiências entre os jovens gays. O presidente do Grupo Homossexual do Cabo e secretário da Associação Brasileira de Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais -ABGLT/Nordeste), destacou a importância de debater as políticas de saúde para a classe homossexual. “Infelizmente tem aumentado o número de jovens infectados pelo vírus da Aids e acredito que esse é um momento para alertamos o risco dessa epidemia, como também, cobrar dos governos a efetivação das políticas sociais para o segmento LGBT”, ressaltou Fernando.
O evento contará com mesas redondas, debates e os jovens irão redigir uma carta para entregar nos seus respectivos estados aos órgãos competentes para que sejam aplicadas as políticas a fim de garantir os direitos humanos. Já está confirmada a presença do coordenador do Programa Nacional DST/AIDS e Hepatites Virais, Eduardo Barbosa. Pernambuco contará com uma delegação de 24 participantes, que atuam na prevenção das DST’s e HIV/AIDS, e na efetivação dos direitos LGBTS. O evento está sendo financiado pelo Ministério da Saúde (MS), e também conta com apoio do governo municipal, Plano Nacional das Nações Unidas (Penud).
Programação
16/08 (Quinta-feira)
12:00 às 14:00 Recepção dos participantes e cadastramento
 14:30 – Reunião setorial (Gays,lésbicas, travestis e transexuais)
 16:00  – Aprovação do Regimento
 19:00  Mesa de Abertura –  prefeito Lula Cabral-  Secretário de Saúde do município Eduardo Barbosa, coordenador do programa
Nacional  de DST/AIDS e Hepatites Viriais do Ministério da Saúde, Gustavo Bernardes, assessoria especial do  Governador para Diversidade Sexual, Rildo Veras.
 19:30 – Conferência de abertura – Juventude e vulnerabilidade (Dr. José Almir Santana)
 21:00 –  Jantar
 22:00 Programação cultural – (grupo Auto da Camisinha de Ponte dos Carvalhos- Cabo)
17/08 (Sexta-feira)
08:00 – Credenciamento
 09:00  Mesa: Interiorização e aumento da epidemia no segmento da juventude – Estratégias de prevenção (D.r Eduardo Barbosa – coordenador Estadual
 11:00 –  Mesa: Adolescente Saudável – Risco do uso indevido de drogas por jovens e adolescentes (Secretário do Estado- Paulo Morais)
 12:30 – Almoço
 14:00 – Mesa: Homofobia nas Escolas – (Marcelo Nascimento e a secretária de Educação do  Cabo, Gildineide Fialho)
 14:30 – Exibição do Vídeo Retratos (do jornalista Rafael Negrão)
 16:00 – Mesa – Hepatite Virais, DST/HIV-AIDS (Cristina Buarque, coordenadora municipal de DST/AIDS)
 18:00 – Programação  Cultural (Free – STEP- Grupo Best  Model Advanced da cidade de Lagarto- SE)
 20:00Jantar
18/08 (Sábado)
08:00 – Mesa Conselho Nacional LGBT – Como atingir a população Teen? Fernando Rodrigues presidente do GHC, e Rildo Véras Assessor do Governador para Diversidade Sexual
 12:00-Almoço
 14: 00- Oficinas Temáticas (Prevenção/Direitos Humanos/ Protagonismo
 16:00 Sistematização das oficinas
 17:00 Mesa – Combate à Prostituição Infanto Juvenil (Lucidalva Nascimento, Secretaria da Mulher do município do Cabo)
19:00- Programação Cultural –  Grupo de Hip Hop de Sergipe
 20:30 – Jantar
19/08 (Domingo)
08:00 – Mesa: Conjunta Regional – Buscar por política públicas para a juventude LGBT (José Antônia Loyola, Vctor Koslovisk e Marcelo Nascimento)
 10:00 – Plenária Final (Elaboração da Carta Nordeste)

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Grupos anti-gay usam incidente para culpar movimento LGBT em Washington
   Blog Diversidade   │     16 de agosto de 2012   │     0:48  │  10

Vários grupos anti-gay e seus representantes não perderam tempo em culpar realmente a comunidade LGBT , liberais e progressistas na fotografia da manhã de ontem 15/08 em (CRF) do Family Research Council de Washington, DC sede, durante a qual um segurança foi baleado no braço.

Outros simplesmente usaram o evento como uma oportunidade de se posicionar e fazer lobby anti-gay e vítimas da esquerda ou, como o pessoal da Declaração de Manhattan, que defende baseada na Bíblia anarquia sobre a lei, assim aproveitando o evento para ganhar mais seguidores . NOM – National Organization for Marriage,  American Family Association (AFA), Liberty Counsel, os valores americanos Gary Bauer, Peter LaBarbera, e até mesmo blogueiros como Erick Erickson teve tempo para culpar toda a esquerda, ou a comunidade LGBT, para a fotografia de hoje .

E enquanto isto surpreendente 27 organizações LGBT imediatamente condenaram o tiroteio, alguém pode lembrar a mesma resposta da direita quando os loucos de direita atacaram a esquerda? Brian Brown, presidente da NOM, a National Organization for Marriage, emitiu uma declaração ameaçadora, exigindo que “rotulagem pró-casamento grupos como ‘ódio’ deve acabar.”

“Este ataque é o sinal mais claro que temos visto que a rotulagem pró-casamento grupos como” odioso “deve acabar”, disse Brian Brown, presidente da NOM. “A Southern Poverty Law Center rotulou o Family Research Council de um grupo ‘ódio’ por suas pró-casamento pontos de vista, e menos de um dia atrás da Campanha de Direitos Humanos emitiu uma declaração chamando FRC um ‘odeio-group’ eles ainda especificou que FRC organiza eventos em Washington, DC, onde o ataque de hoje aconteceu. ” “NOM sempre condenou toda a violência e difamação ligado ao nosso debate nacional sobre o significado e definição de casamento”, afirmou Brown. “Por muito tempo grupos nacionais de direitos gays intencionalmente marginalizados e excluídos pró-casamento grupos e indivíduos, rotulando-os como” odioso “e” intolerante “- tais rótulos nocivos e perigosos não merecem lugar em nossa sociedade civil e NOM renova o seu apelo hoje para grupos de direitos gays e do Centro Southern Poverty Law retirar a retórica incendiária um debate que envolve milhões de norte-americanos bons “, acrescentou Brown, Brown concluiu: “A violência nunca é a resposta, e em que todos devem concordar, ou arriscar as consequências.”

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População gay no Brasil chega a 18 milhões e marcas ainda estão cegas para agradar consumidores
   Blog Diversidade   │     15 de agosto de 2012   │     16:58  │  32

O potencial de consumo do público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) ainda não é explorado pelas marcas como poderia. Com uma população estimada em 18 milhões de pessoas no Brasil, 78% dos gays têm cartão de crédito e gastam até 30% mais em bens de consumo do que os heterossexuais. A renda elevada se explica pelas classes sociais em que estão inseridos: 36% pertencem a A e 47% a B, segundo pesquisa da inSearch Tendências e Estudos de Mercado.

Com uma média salarial de R$ 3.247,00 e uma estrutura familiar não-tradicional, boa parte sem filhos, os homossexuais têm mais oportunidades em consumir imóveis, carros e viagens. De acordo com a Associação Brasileira de Turismo para Gays, Lésbicas e Simpatizantes (Abrat-GLS), o perfil movimenta R$ 150 bilhões por ano no Brasil.

Cidades como o Rio de Janeiro, considerada uma das mais gay friendlys do mundo, investem em iniciativas para atender o visitante e fomentar o turismo. Uma estratégia realizada pela capital carioca foi a promoção de cursos de capacitação sobre a Lei de Direitos Civis e Humanos para donos e funcionários de estabelecimentos comerciais.

Apesar de bastante rentável, o setor turístico é apenas um entre diversos outros onde o público LGBT espera encontrar hospitalidade. “O primeiro passo das empresas é a exposição. Uma marca que se coloca como friendly ou que tem um produto específico tem que se mostrar dessa forma. Há um preconceito muito grande, mas muitas estão deixando isso de lado e partindo para o que interessa: negócio, desenvolvimento e faturamento”, avalia Luiz Redeschi, empresário e organizador da Expo Business LGBT Mercosul.

Quando mais é menos

O desenvolvimento de produtos, serviços ou ações de marketing específicos para o público LGBT não precisam ser complexas e passar por grandes revoluções na forma de atuação. Iniciativas do Banco Itaú são exemplos de que geraram respostas positivas. A instituição vem dialogando nas redes sociais de forma natural com os gays.

No Dia dos Namorados deste ano, um desenho no Facebook composto por um casal heterossexual teve agregado um casal de gays e um de lésbicas com a frase “Feliz Dia dos Namorados do Seu Jeito”. Para a Parada Gay de São Paulo, uma das maiores do mundo com mais de três milhões de participantes, o Itaú também parabenizou a diversidade por meio da bandeira do movimento LGBT e da frase “A gente é laranja, mas é feito pra todas as cores”.

De forma mais institucional, o banco também permite o financiamento imobiliário com duas pessoas solteiras do mesmo sexo em conjunto, mesmo que não haja relação de parentesco entre si. A possibilidade abre precedentes antes impensáveis pelos gays. Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de legalizar a união estável, pesquisa realizada pela inSearch indicou que dos 58% que têm parceiro fixo, 19% deles pretendem comprar um imóvel financiado no nome do casal.

No setor imobiliário, a Tecnisa realiza desde 2003 ações voltadas para o mercado LGBT, como a campanha “Mais cedo ou mais tarde, vocês vão morar juntos”. O anúncio trazia um varal com duas cuecas penduradas. A construtora se atentou para o mercado e, em 2010, percebeu que o ticket médio de homossexuais chegava a R$ 400 mil.

O diálogo entre as marcas e o público gay não precisa, necessariamente, ser direto, mas pontual. “Não é desenvolver um produto ou serviço, mas conversar bem. Existem empresas mais sensíveis a isso, que fazem um plano de comunicação excelente. A Fnac é um exemplo, assim como o Itaú e a própria Tecnisa. Ao falar com o público LGBT, esses grupos assumem que o mundo vive hoje uma grande diversidade”, analisa Fábio Mariano, especialista em comportamento do consumidor e diretor executivo da inSearch.

Futuro promissor

Ainda que ações específicas para este target encontrem barreiras no mercado brasileiro, a tendência é que as marcas se adequem aos consumidores em potencial. Eventos como a Expo Business LGBT Mercosul, ocorrida pela segunda vez na semana passada no país, são iniciativas que ajudam as marcas a entenderem o perfil dos homossexuais.

Com 32 expositores, entre eles os governos de São Paulo, Pernambuco, Argentina e Uruguai, bem como de marcas voltadas para o turismo e outras como a Dell e a Brazilian Hospitality Group (BHG), o evento propõe o diálogo e a troca de experiências. “O principal aprendizado é que será inevitável não pensar em uma participação cada vez maior dos homossexuais no mercado. Ainda que poucas, as conquistas existiram do ponto de vista cível e até mesmo nas propagandas, hoje é quase inexistente uma novela que não tenha ao menos um gay. A comunicação das empresas terá que passar por mudanças”, aponta Fábio Mariano.

As modificações, no entanto, não precisam necessariamente ser agressivas. Mais do que colocar uma bandeira colorida na porta, as empresas tem de captar a essência do desejo dos homossexuais. “Não adianta só querer investir ou vender um negócio apenas no papel. Tem que comercializar bem, saber conversar, respeitar e recebê-los bem. Caminhou-se muito, mas ainda há um longo período para caminhar. É a hora das empresas saírem do armário”, afirma Luiz Redeschi.

Fonte: Revista Exame

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Filme Amor Proibido “uma mistura de amor, ódio, preconceito e vingança”
   Blog Diversidade   │     13 de agosto de 2012   │     16:43  │  0

Gramado além de ser palco do Festival de Cinema, é cenário de um filme exibido na programação da 40ª edição. “Amor Proibido”, ambientando na cidade serrana, tem apresentação única no Teatro Elisabeth Rosenfeld, da Câmara de Vereadores, no dia 17 de agosto, sexta-feira, às 15h.Dirigido pelo gramadense Maciel Brum, o filme conta a historia de Paulo (Paulo Vilela), gay não assumido que divide um quarto com o amigo heterossexual Daniel (Thierry Figueira). No decorrer da trama, Paulo se apaixona por Daniel. Revoltado e surpreso ao descobrir a sexualidade do amigo, Daniel acaba se afastando dele, que, triste e magoado, resolve desabafar com sua melhor amiga Marina (Giovanna Ewbank), que, até então, sem saber que Paulo é gay, cultiva uma paixão por ele. A trama, então, passa a misturar muitos sentimentos: amor, ódio, preconceito e vingança.“Mostrar as belezas naturais de Gramado para o mundo me enche de orgulho”, comenta o diretor. Já sobre a temática em si, Maciel diz que “Amor Proibido” é universal: “O assunto do momento, não só no Brasil, mas no mundo, é a homofobia. Vivemos uma época importante neste sentido. O movimento contra o preconceito homossexual ganha cada dia mais força. E o cinema é uma grande ferramenta para conscientizar as pessoas. Todos temos direitos iguais, independente da opção sexual”, afirma o diretor.   Ambientado na cidade gaúcha, o filme será exibido na sexta (17), no teatro Elisabeth Rosenfeld da Câmara de Vereadores, às 15h.

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