Organizadores da 13ª Parada pela Diversidade no Ceará aguardam 1 milhão de pessoas
   Blog Diversidade   │     23 de junho de 2012   │     12:00  │  0

Com o tema Homofobia tem Cura: Educação e Criminalização, a XIII Parada pela Diversidade no Ceará terá como base as lutas por uma Educação sem homofobia, que enfrente a necessidade da formação de professores/as e toda a comunidade educacional para uma Educação sem discriminações; e a aprovação do Projeto-de-Lei nº 122/06 (tramitando no Senado), que criminaliza a homofobia.

O tema da Parada dialoga com o ideário de unidade entre diversos sujeitos políticos que lutam pela igualdade de direitos, pela força da luta social LGBTT e pela certeza de que o país e toda a sociedade necessitam de uma lei federal que coíba os crimes relacionados à homofobia, a intolerância dirigida a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

Teremos como madrinha da Parada a ativista Cristiane Faustino, ligada às questões das lutas pelos direitos das mulheres e das causas ambientais.

O teor político dessa edição da Parada tornou necessário alguns encontros para levar o debate de forma prática para a população, como promover eventos e seminários sobre Direitos Humanos e pessoas LGBTT e, ainda, reforçar ações já promovidas pelo GRAB pautadas na prevenção e na conscientização contra a homofobia, para que esse debate predomine nos eventos que antecedem a Parada e durante o evento.

A Parada foi lançada em Seminário ocorrido no dia 24 de maio/12, ocorrido na UFC, com o tema “Avaliando 12 Anos de Paradas”, que contou com a presença de ativistas, gestores, pesquisadores, alunos e o presidente da Associação Brasileira de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais-ABGLT, Toni Reis.

A concentração da Parada se iniciará a partir de 13 h e o público seguirá as instruções da organização da Parada e da Guarda Municipal e Polícia Militar presentes no local e, por conta do contingente de pessoas, o número de trios elétricos será limitado.

“O nosso objetivo é lutar pelos direitos da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) e principalmente pela aprovação do Projeto de Lei que criminaliza a homofobia”, esclarece Francisco Pedrosa – Pres. do GRAB.

Cerca de um milhão de pessoas devem participar do evento, segundo estima a coordenadora da Parada Gay em Fortaleza. Dediane Souza conta que o direito da união estável de casais homoafetivos é uma das principais conquistas do movimento ao longo desses 12 anos e eisso deve ser reforçado em 2012. “Aos poucos as lutas vão se configurando e a parada fecha com chave de ouro as ações que promovemos no decorrer do ano – são eventos e seminários sobre Direitos Humanos e pessoas LGBT”.

 Fundado em 1989, o Grupo de Resistência Asa Branca – GRAB é uma organização da sociedade civil, e tem como missão contribuir para a melhoria da qualidade de vida do público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais); pessoas vivendo com HIV/Aids, no Estado do Ceará; e desenvolve diversas ações em Ativismo e mobilização comunitária, nas áreas da Saúde, Educação, Cultura e Direitos Humanos.

O GRAB é uma organização pioneira no Estado na defesa dos direitos de LGBT, na luta contra a Aids e é uma das entidades, nessa área, com maior tempo de existência no país.

Maiores Informações: GRAB- (85) 32536197, 32266761 ou pelo site: http://www.grab.org.br/

 

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